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Resgate aeromédico

Heliponto do Hospital São José será inaugurado até o final deste ano, em Joinville/SC

Está em fase final de montagem da plataforma de pouso e decolagem do novo heliponto do Hospital Municipal São José, que ficará na cobertura do Complexo Ulysses Guimarães. A obra, que está sendo patrocinada pela Auto Pista Litoral Sul, inclui ainda pintura, sinalização e colocação de dois elevadores de acesso aos sete pavimentos do prédio. A previsão de início de operação do heliponto até o final do ano.

Heliponto do Hospital São José será inaugurado até o final deste ano, em Joinville

O novo local para o heliponto – que hoje fica no estacionamento central do hospital – foi escolhido após reuniões entre o comando do Grupo de Rádio Patrulhamento Aéreo da Polícia Militar de Joinville, engenheiros e técnicos da Autopista Litoral Sul, e diretoria do hospital.

Para o Secretário da Saúde, Armando Dias Pereira, o heliponto representa um grande ganho em agilidade no atendimento. “Com o heliponto pronto, o tempo médio para o paciente ser levado até o hospital é só 5 minutos. Esse tempo é fundamental na hora de salvar uma vida”, afirma.

Armando explica que não só as vítimas de acidentes nas rodovias da região serão socorridas em pouco tempo. “Todas as vítimas de naufrágios e acidentes nas praias serão trazidas rapidamente ao São José.”

“O plano de execução da construção do novo heliponto iniciou em março deste ano, e tudo foi pensado em seus mínimos detalhes”, explica Marcos Krelling, diretor-presidente do Hospital São José. Segundo ele, a implantação do heliponto colocará fim à necessidade de parar o trânsito em frente ao hospital nos pousos e decolagens do helicóptero.

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Fonte: Prefeitura de Joinville

Acidente de helicóptero na Austrália mostra os desafios das operações noturnas

O acidente ocorreu em 13 de junho de 2013. Por volta das 19:24h, um helicóptero Bell 412 partiu de Horn Island, Queensland para um voo de treinamento em Prince of Wales Island, no Estreito de Torres. Era uma noite escura, com uma pequena lua crescente e sem horizonte visível. A bordo estavam o piloto em comando (PF – Pilot Flying), que estava em instrução, o instrutor de voo e um tripulante.

Acidente com helicóptero aeromédico na Austrália

O objetivo do voo era de realizar várias aproximações práticas para pouso, utilizando o farol de busca para iluminar o chão. Cada aproximação seria realizada próximo à altura da copa de árvore, de onde um procedimento de arremetida “go-around” seria iniciado. As manobras eram difíceis e exigiam um alto grau de precisão de voo.

No início do dia, a tripulação colocou uma luz estroboscópica no local de destino, de modo que fosse visível no voo noturno. Retornando ao local para o treinamento, eles definiram realizar a sua primeira aproximação prática, voando em direção à luz estroboscópica, enquanto desciam de 2000 pés.

A 1.000 pés acima do solo, o tripulante abriu e travou a porta da cabine. Devido à intensidade do vento, ele não olhou continuamente para fora até atingir uma altura de cerca de 400 pés, após o que, ele dava instruções para orientar o piloto para a área de pouso, quando o “PF” perdeu de vista a luz estroboscópica abaixo do helicóptero.

À medida que se aproximavam da luz estroboscópica, o piloto instrutor olhou para fora da cabine para confirmar se tudo estava bem para continuar uma aproximação visual. Quando ele olhou para trás, viu que eles estavam descendo a uma razão muito alta e que a velocidade era inferior a 35 nós, então ele disse: “Arremete”! Como não houve resposta imediata, ele repetiu a determinação para arremeter.

Embora o piloto em comando tenha tentado iniciar a arremetida (go-around) e respondido “arremetendo”, o tripulante observou que o helicóptero ainda estava descendo rapidamente e se aproximando das árvores. Ele então alertou “subir, subir , subir”! Mas apesar das ações do piloto, a aeronave continuou descendo e ele novamente alertou: “estamos indo para trás, árvores, subir, subir , subir”!

O piloto instrutor também assumiu os controles para ajudar na arremetida e, em seguida, percebeu as árvores em sua visão periférica. Quando o helicóptero desceu entre as árvores, ele avisou : “segurar, segurar, segurar”! O helicóptero atingiu o chão com força e permaneceu de pé.

A tripulação estava ilesa, mas o helicóptero ficou substancialmente danificado. A tripulação “cortou” os motores do helicóptero e acionou flares (dispositivo luminoso de queima, utilizado para sinalização) no local do acidente, para auxiliar equipes de resgate a localizá-los .

O operador do helicóptero levantou a hipótese de que a alta razão descida e a diminuição de velocidade resultou em um estado de vortex (vórtice), uma condição aerodinâmica em que o próprio downwash do helicóptero recircula, levando a uma potencial perda de controle.

Como resultado deste acidente, o operador do helicóptero está realizando uma revisão da gestão da sua Instrução de Segurança de Voo, que irá proibir pousos em locais remotos à noite, sem o auxílio de OVNs/NVGs (Óculos de Visão Noturna).

Fonte: Asa Rotativa

Após cinco horas, corpo de estudante é resgatado de penhasco em MT

Mato Grosso – Equipes do Corpo de Bombeiros e da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) resgataram o corpo da universitária, de 26 anos, do penhasco Mirante, onde foi encontrado, a 100 metros abaixo do ponto turístico, no Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.

Chapada dos Guimarães, local onde a universitária foi resgatada.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade de Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá, para exame de necropsia e vai ficar até a chegada da família, que, segundo informações da Polícia Civil, é de Brasília, DF.

Ainda conforme a Polícia Civil, por se tratar de uma área de difícil acesso, um helicóptero precisou ser utilizado no resgate, que só foi concluído cinco horas após o corpo ser localizado. A maca para transportar o corpo foi içada por uma corda até o helicóptero. As buscas começaram pela manhã e o corpo só foi localizado por volta de 11h [horário de Mato Grosso]. Uma clareira também foi aberta para facilitar o resgate.

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No estacionamento do ponto turístico foi encontrado um carro que teria sido usado pela jovem para sair de Cuiabá e ir até o local. Porém, de acordo com a polícia, o veículo não pertencia a universitária e passou por perícia. A Polícia Civil informou também que ela era bióloga e fazia mestrado em ecologia na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na capital. A jovem teria sido vista pela última vez por volta das 7h de segunda-feira (7), em uma pousada em que havia passado a noite, em Chapada dos Guimarães.

O carro já havia sido avistado pela Polícia Militar na tarde de segunda-feira. No entanto, por não levantar nenhuma suspeita e ter outras pessoas no local, não foi feita nenhuma abordagem. No período noturno, quando a PM realizava uma barreira próximo ao local, o carro foi novamente avistado. Na ocasião, os policiais foram até o veículo e encontraram a chave na ignição. Também um bilhete que teria sido deixado pela estudante.

A PM, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e o Ciopaer realizaram o resgate. A polícia trabalha com a hipótese de suicídio, mas as causas da morte devem ser investigadas pela Polícia Civil de Chapada dos Guimarães.

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Fonte: Expresso MT e CIOPAer/MT.

Bombeiros resgatam vítima de acidente automobilístico, em Santo Antônio do Amparo

Helicóptero dos bombeiros resgatam vítima de acidente automobilístico.

Minas Gerais – Na manhã do dia 03/10 a equipe do Arcanjo 1, composta por bombeiros militares e profissionais do SAMU/BH, se deslocou até a cidade de Santo Antônio do Amparo, a 172km de Belo Horizonte/MG, para transportar uma mulher de 25 anos, vítima de acidente automobilístico. Ela era passageira de um veículo que capotou enquanto trafegava por uma estrada rural da região.

A mulher ocupava o banco traseiro e foi arremessada para fora do veículo, juntamente com suas duas filhas, sendo que a maior, de três anos, também se feriu, contudo, com menor gravidade e pôde ser transportada por ambulância.

O helicóptero dos bombeiros pousou no estádio municipal, onde a paciente embarcou e de lá ela foi levada para o Hospital de Pronto Socorro de Belo Horizonte, onde passou a receber cuidados médicos intensivos.

Acidentes de trânsito são a maior causa de mortes de jovens brasileiros e o uso do cinto de segurança é, comprovadamente, um eficiente fator de redução de perda de vidas e redução de lesões. Seu uso é obrigatório, mesmo no banco de trás, de acordo com o Código Nacional de Trânsito.

Fonte: Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

Bebê é picado por escorpião e socorrido por helicóptero dos bombeiros em MG

Um bebê de 11 meses foi picado por um escorpião na manhã desta quarta-feira em Conceição do Mato Dentro, na Região Central de Minas Gerais. Equipes do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) salvaram a vida da criança, que foi encaminhada com urgência para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.

Bebê é picado por escorpião e socorrido por helicóptero dos bombeiros em MG. Foto: Thiago Miranda.

O bebê estava deitado em um colchão no chão de casa, quando foi picado pelo animal no braço esquerdo. Segundo o Capitão Thiago Miranda, que participou da ocorrência, a rapidez foi essencial no caso, já que crianças e idosos são menos resistentes a picadas de animais peçonhentos, uma vez que têm o sistema imunológico mais comprometido.

“Ele recebeu soro e o procedimento inicial ainda no hospital da cidade, mas o trouxemos para o pronto-socorro, que tem equipes de toxicologia e mais recursos para monitorar o caso e as possíveis complicações”. Ainda de acordo com Miranda, o percurso de carro levaria 3 horas, mas, com o helicóptero, o menino chegou ao hospital em 30 minutos.

De acordo com médicos do HPS João XXII, a o bebê segue internado e ficará em observação pelo menos até amanhã, já que existe o risco do veneno do animal provocar arritmias no coração dele.

Fonte: EM

Arcanjo transporta policial militar ferido em acidente na BR 262

O Batalhão de Operações Aéreas, a bordo do helicóptero Arcanjo 01, realizou mais um voo de vida. A vítima era um policial militar ferido durante um acidente na BR 262, na manhã de domingo (29).

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O helicóptero deslocou-se do hangar, na Pampulha, em Belo Horizonte, levando uma equipe médica do Samu para Nova Serrana, na região Centro-Oeste do Estado. A parceria com o órgão permite que um médico e um enfermeiro permaneçam de plantão no hangar possibilitando um deslocamento mais rápido para atender a ocorrência.

No acidente, o policial foi jogado para fora do veículo e teve ferimentos graves. Ele recebeu os primeiros atendimentos de uma equipe do Pelotão de Bombeiros de Nova Serrana e levado pelo Arcanjo para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.

O transporte rápido da vítima é uma contribuição eficaz na redução de sequelas de lesões, motivo pelo qual os helicópteros permitem que as equipes técnicas desempenhem seu papel de forma comprovadamente mais positiva.

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Fonte: Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

Helicóptero Arcanjo atende ocorrências nas BR 040 e 381

Na tarde dessa terça-feira (1º), a equipe do Batalhão de Operações Aéreas decolou para apoiar as equipes de resgate do Corpo de Bombeiros em duas ocorrências nas rodovias que cortam o Estado. Na BR 040, um jovem atropelado foi conduzido ao Hospital João XXIII. Já na BR 381, o Arcanjo socorreu duas vítimas de um acidente automobilístico.

Equipes do Corpo de Bombeiros socorrem vítimas de acidente na BR 381.

Militares do 1º Batalhão socorreram um jovem atropelado na BR 040, na altura do trevo de Ouro Preto. Em razão das graves lesões o paciente teve que ser conduzido de helicóptero (Arcanjo 3), com o apoio de uma equipe do Samu.

Após estabilização dos sinais vitais, o paciente foi conduzido ao João XXIII, onde passou a receber cuidados da equipe de politraumatismos do hospital, referência estadual nesta área de atendimento.

Já na BR 381, as equipes do 3º Batalhão atenderam um acidente onde uma caminhonete caiu numa ribanceira com cerca de 10 metros. Além do motorista, outras duas pessoas estavam no veículo.

Duas delas foram transportadas de helicóptero para hospitais da Região Metropolitana de Belo Horizonte, sem risco de morte. No momento do acidente chovia no local, onde acontecem muitos acidentes dessa natureza. O pouso foi realizado às margens da BR 381.

O socorro rápido das vítimas é reconhecido pelos profissionais de emergência como um grande fator de redução das sequelas.

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Fonte: Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

Até onde compensa o custo de um resgate aeromédico de um vítima de trauma?

Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, pela primeira vez determinaram quantas vezes os helicópteros de resgate aeromédico precisam socorrer pessoas gravemente feridas para terem um custo-benefício equivalente com as ambulâncias terrestres.

Os pesquisadores descobriram que, se um houver um adicional de sobrevivência de 1,6 por cento dos pacientes graves depois de serem transportado de helicóptero do local do acidente para um centro médico de nível 1 ou nível 2, então este tipo de transporte já pode ser considerada rentável.

Austin GP Motorcycle RacingEm outras palavras, se 90 por cento das vítimas de traumas graves sobreviverem com a ajuda do transporte terrestre, e essas taxa for 91,6% para os atendidos e transportados de helicóptero, então o transporte aeromédico já pode ser considerado com de menor custo.

O estudo, publicado on-line no Annals of Emergency Medicine, não aborda se a maioria dos serviços de resgate aeromédico atingem esse adicional de 1,6 por cento na taxa de sobrevivência dos pacientes. “O que buscamos na pesquisa é reduzir a incerteza sobre os fatores de custo e benefício que impulsionam o uso deste importante recurso de terapia intensiva”, disse o principal autor do estudo, M. Kit Delgado, MD, MS, um instrutor na Divisão de Emergência Médica. “O objetivo é continuar a salvar a vida de quem precisa do transporte aeromédico, mas poupar as tripulações dos riscos adicionais de voar – e do custo adicional disso no caso de pacientes com ferimentos leves – quando o uso do helicóptero não é considerado como de menor custo”. (Os serviços aeromédicos são geralmente cobrados diretamente da empresa de seguro saúde dos pacientes, mas normalmente os pacientes pagam uma parte desse custo do próprio bolso, ou no caso de não terem seguro saúde, o paciente arca com o custo integral)

O estudo vem em um momento em que encontrar maneiras de cortar custos médicos tornou-se uma prioridade nacional nos Estados Unidos, e o uso excessivo do helicóptero aeromédico está sendo colocado em questão. Estudos anteriores demonstraram que, em média, mais da metade dos pacientes transportados por helicóptero, tem apenas ferimentos leves e  não-fatais. Para esses pacientes, o transporte por helicóptero em vez de ambulância terrestre não surte diferença nos resultados clínicos de sobrevivência, mas o risco adicional da missão e os custos de transporte de helicóptero superam o benefício, disse Delgado.

Em 2010, a estimativa anual nos EUA era de 44.700 resgates aeromédicos de vítimas para centros médicos de trauma de nível 1 e nível 2, com um custo médio de cerca de US $ 6.500 por transporte. O custo anual total é de cerca de US $ 290 milhões. (Centros médicos de trauma de nível 1 e nível 2 são os hospitais equipados e com pessoal especializado para fornecer os mais elevados níveis de tratamento cirúrgico para pacientes vítimas de trauma. Os centros de nível 1 oferecem uma gama mais ampla de cuidados especiais e também são comprometidos com pesquisa e ensino).

Sendo assim, o resgate aeromédico com helicóptero de emergência está inserido em um dilema de custo-eficiência: Será que é mais necessário em áreas rurais remotas, onde o transporte por terra tem um tempo resposta muito maior que o aéreo? Contudo, essas áreas também tendem a ter populações mais escassas e, portanto, um menor número de acionamentos, tornando difícil amortizar os custos gerais de manutenção do helicóptero, disse Delgado.

Em algumas áreas do país, no entanto, os helicópteros são automaticamente acionados com base nas informações da chamada para o 911. “Ao chegar as viaturas terrestres junto com o helicóptero, às vezes eles podem encontrar as vítimas conscientes, conversando e com sinais vitais estáveis”, disse Delgado.

“O desafio é prover os helicópteros para os pacientes que precisam deles, de forma rápida e para que a equipe de voo possa intervir e fazer a diferença, mas que também tenha critérios para determinar qual vítima não está ferida o suficiente para exigir o transporte aéreo”.

A maioria dos economistas de saúde consideram intervenções médicas que produzem um ano de vida saudável – uma medida conhecida como um ano de vida ajustado para qualidade (quality-adjusted life-year – QALY) – a um custo de entre US $ 50.000 e US $ 100.000 para ser rentável em países de alta renda, tais como os Estados Unidos , disse Delgado.

Se a sociedade está disposta a pagar até US $ 100.000 para o transporte de helicóptero para cada QALY ganho pelos pacientes gravemente feridos, então o transporte de helicóptero precisa reduzir a taxa de mortalidade desses pacientes a uma taxa 1,6 por cento em comparação com o transporte de terra para atender a esse limite, diz estudo.

“Se estudos futuros apontarem para que o atendimento de vítimas com helicóptero levem à melhoria da qualidade de vida a longo prazo e na melhoria dos resultados da deficiência, então o transporte por helicóptero seria considerado com um custo-efetivo efetivo, mesmo que não haja diferença no número de vidas salvas”, disse Delgado. “Apenas alguns poucos estudos examinaram outros resultados além do índice de sobrevivência, sem resultados definitivos”.

Para pacientes gravemente feridos, a utilização de helicópteros aeromédicos que levam a vítima para um centro de trauma é preferível por ser mais rápido do que o transporte terrestre. No entanto, o transporte aeromédico é mais caro, as vezes mais raro, mas também pode ser fatal, por envolver riscos maiores à vítima – especificamente, o risco de um acidente fatal. Além disso, é muitas vezes difícil para a equipe de emergência discernir quais os pacientes que realmente necessitam ser levado em um helicóptero ao invés se serem atendidos por uma ambulância para um centro de trauma de alto nível. Até este estudo, o critério necessário benefício de sobrevivência das vítimas para compensar as eventuais desvantagens não eram conhecidos.

“Uma forma precisa em determinar quais vítimas têm ferimentos graves e precisam ser atendidas é o caminho mais promissor para garantir que você está tendo um bom custo-benefício em utilizar um helicóptero aeromédico”, disse Delgado.

“Para fazer isso, devemos promover o uso diligente das diretrizes de triagem dos Centros de Controle de Doenças entre respondedores EMS. Isso ajudaria a garantir que as vítimas feridas que são transportados por helicóptero para um centro de trauma realmente necessitam desse tipo de atendimento. Em segundo lugar, precisamos determinar se a prática de acionamento dos helicópteros com base unicamente em uma chamada via 911 faz sentido. Se o benefício do tempo de resposta mais rápido supera o gasto de recursos sobre aqueles pacientes que não necessitam de transporte por helicóptero, então o acionamento automático faz sentido. Se não, a prática deve ser repensada. ”

Há evidências na literatura sobre o grau em que o transporte do helicóptero reduz a mortalidade. Por isso, é incerto se o uso rotineiro de helicópteros aeromédicos para a maioria dos pacientes nos Estados Unidos tem um melhor custo-benefício, quando o transporte terrestre também é viável. O estudo constatou que o custo-benefício também depende de variação regional nos custos do transporte aéreo e terrestre e a porcentagem de pacientes que são transportados via aérea e que têm ferimentos leves.

“É claro que este estudo só se aplica às situações em que estão disponíveis para atendimento as ambulâncias terrestres e o helicóptero aeromédico e o respectivo transporte para um centro especializado de trauma”, acrescentou Delgado. “Em situações existe somente uma alternativa, por via terrestre para um hospital não especializado em trauma ou em ser levado por via aérea para um centro de trauma, então é claro que queremos que qualquer paciente com suspeita de uma lesão grave seja levado pelo helicóptero ao centro de trauma”.

Leia aqui o artigo completo em inglês

Cost-Effectiveness of Helicopter Versus Ground Emergency Medical Services for Trauma Scene Transport in the US

Fonte: Science Blog (tradução e adaptação Piloto Policial a partir do original em inglês)

GRAER/BA realiza resgate com EC 145 de policial, vítima de PAF

Na manhã de 12/09/2013, durante operação da Polícia Civil do Estado da Bahia, realizada por prepostos da 19ª DT/Vera Cruz, na Ilha de Itaparica, em combate ao narcotráfico, o Investigador de Polícia Civil PLÁCIDO FRANCISCO DA SILVA, 56 anos, foi vítima de perfuração de arma de fogo (PAF) numa troca de tiros com os traficantes.

O referido policial foi baleado no rosto (hemiface esquerda) e conduzido ao Hospital Geral de Itaparica (HGI), apesar de estar consciente e lúcido, apresentava quadro de hemorragia grave e necessitava de transferência imediata para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador.

GRAER-BA REALIZA RESGATE COM O EC 145 - 1

A partir desse cenário, entra em ação o Grupamento Aéreo (GRAER) da PMBA. A Unidade Aérea foi informada da demanda de remoção aeromédica do Policial Civil vitimado. A regulação do paciente se fez necessária pela exigência de melhores recursos médicos/hospitalares para estabilização do seu quadro de saúde.

Por essa razão, foram acionados os dois motores do Guardião 09 (PR-KPM) – EC 145, para mais uma missão aeromédica. Decolou da Base Guardião, com a tripulação composta pelo Cmte Maj PM REINALDO, Oficial de Operações Cap PM AUGUSTO e o Tripulante Operacional Sgt PM RICARDO, realizou a travessia da Baía de Todos os Santos e pousou nas proximidades do HGI, num total de 10 minutos de voo.

Devidamente coordenado com a equipe do hospital, a vítima foi deslocada até o helicóptero e embarcada na aeronave, juntamente com a Técnica de Enfermagem Maria Cláudia Quadros de Castro.

Com decolagem imediata de retorno a Salvador com proa do heliponto do Departamento de Polícia Técnica (DPT), de onde foi realizado o transporte intermodal da vítima, por via terrestre, até o HGE.

GRAER-BA REALIZA RESGATE COM O EC 145

O Investigador de Polícia Civil foi submetido a uma cirurgia e não corre risco de morte.

Faltando menos de três meses para o aniversário de 07 (sete) anos de Operação do GRAER/BA, com esta missão, contabiliza-se 291 (duzentas e noventa e uma) pessoas salvas pelos nossos GUARDIÕES!

“Surgem sempre como anjos

Trazem fé e proteção

Salvam vidas como Arcanjos

Asas fortes, peito irmão.”

(Trecho do Hino do GRAER)

GRPAe/SP promove mais um treinamento inicial em Operações Aeromédicas

O Grupamento de Radiopatrulha Aérea – “João Negrão”, unidade pertencente a PMESP, promove mais um treinamento inicial em “OPERAÇÕES AEROMÉDICAS” objetivando a capacitação dos médicos recém-contratados pelo GRAU (Grupo de Resgate e Atendimento à Urgências).

O GRAU é um grupo subordinado à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo e é responsável no “Sistema Resgate” por prover os médicos para a composição das equipes das USAs (Unidades de Suporte Avançado) e tripulações das aeronaves destinadas ao resgate aeromédico.

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Este treinamento faz parte dos esforços do Governo do Estado de São Paulo para a ampliação do atendimento do resgate aeromédico para as regiões onde o GRPAe possui Bases de Radiopatrulha Aérea. Atualmente 85% da população paulista, o que corresponde a aproximadamente 35 milhões de habitantes, podem contar com o suporte de uma aeronave policial / defesa civil dentro de um tempo de voo máximo de 15 minutos.

O treinamento visa atender também à regulamentação existente para a atividade do médico de voo prevista na Portaria do Ministério da Saúde, concernentes à capacitação específica daqueles profissionais envolvidos no resgate aeromédico. Além dos médicos do GRAU, os enfermeiros pertencentes ao efetivo do Corpo de Bombeiros, os quais já frequentaram o Curso de Enfermeiro de Voo (com duração de 30 dias), também participam do treinamento, havendo assim maior integração e sinergia entre as tripulações médicas que comporão as equipes do GRPAe.

Em síntese, o treinamento é composto por instruções teóricas de Medicina Aerospacial, Fisiologia de Voo, Noções de Aeronáutica, Técnica e Prática Operacional (SOP`s), CRM e Segurança de Voo. Além das instruções teóricas, grande parte da carga horária é destinada aos treinamentos práticos em Fraseologia Padrão, Ambientação à Aeronave AS-350 e Ambientação à Altura, todas estas realizadas na BRPAe situada no município de Sorocaba, inclusive com a utilização da nova plataforma de treinamento do GRPAe.

A última fase do treinamento envolve a aplicação prática em exercícios de Operações Embarcadas, incluindo o embarque e desembarque à baixa altura, infiltração em cena de acidente com rapel, aproximação para área restrita e pouso em local não homologado/registrado, além de um exercício final simulado englobando todo o “ciclo” de atendimento.

Finda as etapas descritas, o médico de voo ainda passa por um estágio de voos avaliados, estando o avaliando sob a supervisão de enfermeiros e médicos selecionados pela Seção de Saúde do GRPAe. Somente após tal aprovação os médicos poderão assumir as funções a bordo das aeronaves do resgate aeromédico.

Conheça um pouco mais da Segurança de Voo em Operações de Resgate Aeromédico do GRPAe/SP.

Policial Militar sofre acidente de trânsito e é atendido por helicóptero em Fortaleza, CE

Ceará – Um soldado da Polícia Militar, Ivanildo José de Freitas, ficou gravemente ferido após colidir, no final da manhã do dia 30/08, a moto que dirigia com um caminhão no cruzamento das avenidas Engenheiro Santana Jr. e Padre Antônio Tomaz, em Fortaleza. Depois do acidente, um helicóptero da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) do Ceará pousou no cruzamento das vias para prestar atendimento ao policial ferido.

Segundo o motorista do caminhão, o acidente aconteceu quando ele foi mudar de faixa e não viu a moto, que estava à sua esquerda. Depois do acidente, o motorista ficou no local. O caminhão não transportava nenhuma carga.

Informações preliminares dos médicos que prestaram atendimento afirmam que o policial apresentava sinais de fraturas nos membros inferiores e uma hemorragia. Dados mais precisos só poderiam ser dados após exames detalhados. Devido à colisão entre os dois veículos, o trânsito ficou ainda mais complicado no local.

O helicóptero que transportava o policial pousou na Praça da Bandeira, no Centro, e a vítima do acidente foi encaminhada para o Instituto Dr. José Frota (IJF).

Serviço de Aeromédico salva 486 vidas em mais de três anos de atuação

Alagoas – “Graças a Deus que existe esse helicóptero do Samu porque conseguiu agilizar a transferência do meu neto para Maceió”, disse dona Selma Lima, avó da criança, que completou nesta sexta-feira (30) dez dias de nascido.

O bebê está internado no Hospital do Açúcar desde a última terça-feira (27), quando foi transferido da Santa Casa de Misericórdia de Penedo para Maceió. O recém-nascido está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal do hospital e o quadro médico é estável.

Aeromédico tem ajudado a salvar vidas (Foto: Ascom Samu)O Samu Aeromédico foi criado pelo governo do Estado em maio de 2010. A iniciativa faz parte de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), o Corpo de Bombeiros e Gabinete Militar. O serviço foi pioneiro no Brasil e há três anos o Samu Aeromédico já salvou 486 vidas.

“Nosso objetivo é trabalhar cada vez mais para servir melhor à população. Temos profissionais capacitados para salvar vidas e, isso só é possível, graças ao empenho de todos que atuam no serviço”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Jorge Villas Bôas. Ele acrescentou ainda que o Samu Aeromédico é um serviço do SUS e está à disposição de todos os alagoanos.

Segundo o gerente do Samu Maceió, Lucas Casado, o Aeromédico realiza em média 14 atendimentos por mês, entre transferências de pacientes de hospitais, atendimentos graves, geralmente de acidentes automobilísticos. Além de transportar pacientes que necessitem de exames mais complexos ou especializados.

O serviço conta com um helicóptero moderno, modelo Esquilo 355 bi-turbina, sendo equipado e adaptado para o atendimento especializado de pessoas em estado grave. Além dos médicos especializados e de enfermeiros treinados, que realizaram cursos específicos de capacitação para o serviço, a aeronave conta com uma equipe de tripulantes e mecânicos, também treinados. O Aeromédico é uma Unidade de Suporte Avançado, que corresponde a uma UTI Aérea.

Estatística

De acordo com o Setor de Estatística do Samu Maceió, em maio de 2010 foram salvas 90 pessoas; em 2011 foram 143; em 2012 foram 165 e, de janeiro a agosto deste ano, já foram realizados 88 atendimentos. O serviço funciona das 7h às 17h. A abrangência do serviço da aeronave compreende as áreas das BRs 101, 104 e 316, além das ALs 101 Norte e Sul, 110, 115 e 220.

Fonte: Maceió Agora

Vítima de acidente na BR 277 é levada de helicóptero a Curitiba

O condutor de uma caminhonete Mitsubishi L200 Triton, Solon Cicero Linhares, único sobrevivente de um acidente que ocorre na manhã do dia 31/08, nas proximidades do Rio das Pedras, em Guarapuava, foi transferido com o helicóptero do Graer (Grupamento Aéreo da Polícia Militar) a um hospital em Curitiba.

A aeronave pousou em um campo de futebol. Foto: Harald Essert / Diário.O estado de saúde do motorista, segundo o Hospital São Vicente de Paulo, onde esteve internado na UTI, já seria “bem melhor”, sendo que não há sinais de trauma, e também não foi necessário entubamento. No entanto, ele ainda deve passar por mais exames que possam indicar se houve danos internos.

A razão da transferência, segundo o hospital São Vicente, é que a vítima tem um irmão médico que trabalha no hospital curitibano para o qual foi transferido.

Não há informação, nem no hospital, nem no Graer, sobre o nome da instituição para o qual Solon foi levado. Mas, segundo policiais do Graer, o helicóptero levaria a vítima ao Parque Barigui – perto de onde fica o Hospital Evangélico.

O helicóptero chegou por volta das 15h15 a Guarapuava, e pousou em um campo de futebol que há nos fundos do pátio da Delegacia da Polícia Federal. O local foi escolhido pela proximidade com o hospital São Vicente. A operação de transferência de Solon da ambulância para a aeronave foi rápido, sendo que o helicóptero alçou voo cinco minutos depois, com expectativa de chegar a Curitiba em 1h30min.

No acidente ocorrido, Solon dirigia sentido Curitiba, quando bateu em um Toyota Corolla que fazia uma ultrapassagem e vinha em sentido contrário. Os dois ocupantes do automóvel, e o passageiro da caminhonete, morreram no local.

Fonte: Diário de Guarapuava

GRAER/BA resgata turistas franceses, vítimas de acidente em Lençóis/BA

A Chapada Diamantina na Bahia é sem dúvida um dos lugares mais bonitos do planeta, atraindo assim baianos, turistas nacionais e estrangeiros em todas as estações do ano, que se encantam com suas belezas naturais, onde a natureza não poupou generosidade em sua fauna e flora, que enchem os olhos e o coração daqueles que a visitam.

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Muitas vezes, o encantamento pode oferecer perigo para os que não conhecem bem as suas trilhas e os segredos que a vegetação guarda tentando preservar sua integridade, que não raro sofre interferências humanas.

Desta vez, não foram às chamas dos incêndios que levaram para Lençóis uma equipe de Guardiões, foi um dos nossos ilustres visitantes SEBASTIAN BUCHE, 36 anos, oriundo de Paris, França.

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O francês, quando realizava a trilha da Cachoeira da Fumaça, no dia 24/08, caiu em local de difícil acesso (nas proximidades da cachoeira do Palmital), e as condições meteorológicas não eram favoráveis, dificultando assim o seu resgate, inclusive com registro que o mesmo se encontrava num buraco com 12 metros de profundidade, o que até mesmo com helicóptero existiria dificuldade de acesso. A ocorrência já contava com a coordenação do Ten Cel BM Miguel Filho, Comandante do Corpo de Bombeiros local e do Maj PM Lopes, Comandante da CIPPA (Companhia Independente de Polícia e Proteção Ambiental) e aplicação de suas competentes equipes.

Com o tempo contribuindo em pleno Dia do Soldado (25/08), a equipe formada pelo Maj PM César Ricardo, Cap PM Augusto, Sub Ten PM Ivan e Sgt PM Jurandy decolou da Base Guardião em Salvador, para realizar a operação SAR, do turista estrangeiro que foi vitimado com lesões graves em área de acesso restrito, levando também, o Cap BM Volta e o CB BM Jorge para apoiar na missão.

No local, visualizou-se que era possível acessá-los com a técnica do rapel, o que foi realizado pelo Sub Ten PM Ivan, descendo com a maca envelope e o “ked”, também foram disponibilizados os materiais necessários para o salvamento (prancha rígida e mochila de resgate), porém não havia condições de pouso total. Após, estabilizada a vítima, o seu içamento era questão de tempo.

Lançando mão da técnica do “McGuire”, foi feita a extração da vítima e do Tripulante Operacional até a ZPH, onde os Bombeiros os recepcionaram, porém, ainda faltava a amiga da vítima (Camille Burgat, 25 anos, de Paris) que ficara no local.

Retornando, com a utilização do “SLING” a mesma foi também resgatada e não apresentava lesões. Já no aeroporto de Lençóis, o Sr Sebastian Buche foi atendido pelo médico Dr. Ben Hur Caetano P. dos Anjos Leite, ortopedista e traumatologista, que realizou uma avaliação do quadro geral e fez um relatório, constatando que o mesmo se encontrava com fratura de três costelas do lado direito, fratura de clavícula, TCE leve, lesão na cabeça e na bacia, confuso e sem memória recente (mesmo após o resgate, acreditava ainda estar na trilha e querendo um médico). Enquanto isto, o Guardião foi resgatar os Bombeiros e o Tripulante Operacional que estavam na ZPH.

Nesta data especial, a Tripulação do Guardião 05, reafirmou o compromisso com o bem servir, mesmo com o risco da própria vida em prol da vida!

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Fotos: Graer/BA

Vídeo mostra resgate de casal que caiu de parapente em Socorro, SP

São Paulo – Um vídeo divulgado pelo Corpo de Bombeiros registrou o resgate do casal que ficou ferido após cair de parapente, em uma mata fechada, no Pico da Cascavel, em Socorro (SP), no domingo (25).

As imagens mostram o momento em que o helicóptero Águia 11 da Polícia Militar de São Paulo chegou para atender o instrutor que sofreu uma fratura exposta na perna. O rapaz foi levado para o Hospital São Francisco de Bragança Paulista e o estado de saúde é estável.

Já o resgate da mulher, foi feito antes da chegada do helicóptero, com a ajuda dos moradores da região de forma voluntária. “Ela estava muito assustada porque estava conhecendo o esporte e infelizmente aconteceu esse problema. Mas a todo o tempo ela estava consciente do que aconteceu”, disse o sargento da Polícia Militar Marcos Boiago. A vítima é moradora de São Paulo (SP), foi submetida a uma cirurgia na Santa Casa de Socorro e deve ser transferida ainda nesta segunda-feira (26) para a capital.

Acidente

Segundo a Polícia Militar, a dupla caiu em uma mata fechada logo após realizar o salto. Eles precisaram esperar por quase três horas para serem resgatados porque o socorro teve dificuldades para acessar o local da queda. A polícia foi acionada por volta das 12h20 por outros praticantes do esporte que também estavam no local e assistiram ao acidente.

O instrutor, segundo o sargento Marcio Boiago, do grupamento aéreo da PM, sentia muitas dores no joelho e tornozelo e, por isso, não pode contar em detalhes como a queda ocorreu. “Era muita dor, então ele não podia explicar muito. Mas parece que ele entrou em em uma corrente de ar quente e perdeu o controle e acabou girando, batendo num local de pedregulho. Então, foi um pouso complicado”, explicou.

Helicóptero águia fez o resgate de instrutor de parapente em Socorro (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)

Fonte: G1

Samu Aeromédico resgata bebê em Penedo e o transfere para Maceió

Pela quarta vez este ano, o “Arcanjo”, Samu Aeromédico realiza salvamento em Penedo. Sendo, que nesta manhã de terça-feira (27), foi a terceira que o resgate é usado para transferir um recém-nascido por falta de UTI na cidade. Um bebê de apenas seis dias de vida, que nasceu na Santa Casa de Misericórdia de Penedo, precisou de cuidados mais avançados.

Sem UTI, mais um recém-nascido precisa ser levado para tratamento em outra cidade. Foto: Roberto Miranda.

Davi Luiz nasceu na última quarta-feira (21), com desconforto respiratório. “O bebê apesar de não ser prematuro, está com desconforto respiratório, possivelmente ocasionado por uma má formação da laringe. E para constatar a patologia, precisa de cuidados mais específicos e ficar em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI)”, explicou o pediatra Paulo César, que solicitou a transferência.

O Bebê foi encaminhado ao Hospital dos Usineiros, em Maceió. Lá, vai passar por uma laringoscopia, exame realizado nas vias aéreas (nariz, faringe e laringe), por meio de um aparelho com o nome de fibroscópio, que tem por objetivo, ajudar no diagnóstico da patologia. A partir do resultado, vai saber se existe a necessidade de procedimento cirúrgico.

A transferência contou com o apoio do corpo médico da Santa Casa de Penedo, de uma equipe Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), base Penedo e da equipe do Arcanjo, formada pelo comandante da aeronave, um tripulante, um médico e uma enfermeira.

Como funciona

O Samu Aeromédico, batizado de “Arcanjo”, funciona integrado com o Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O Serviço Aéreo de Resgate de Alagoas é administrado pelo Samu, que fornece o médico e um enfermeiro para compor a equipe, com o piloto e o tripulante operacional do CBM. Ele é solicitado em todo o estado diante de situações que necessitam de extrema agilidade.

Sem UTI, mais um recém-nascido precisa ser levado para tratamento em outra cidade. Foto: Roberto Miranda.

Fonte: Aqui Acontece

Helicóptero do Graer transfere paciente para Ponta Grossa

Um helicóptero do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar do Paraná transferiu, na tarde do dia 23/08, um paciente do município de Figueira, localizada há duas horas de Ponta Grossa para o Hospital Bom Jesus. O paciente, de 56 anos, chamado Rilvan Alves sofreu um infarto e precisava de um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Segundo informações da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), a aeronave saiu da base aérea de Londrina e pousou na pista do Hospital Universitário de Uvaranas. “O paciente não é nosso, mas cedemos o local para que o helicóptero pudesse realizar o pouso”, explica o diretor do hospital, Everson Krum.

De acordo com os enfermeiros do Serviço de Atendimento Móvel e de Urgência (Samu), responsável pelo transporte do paciente ao Bom Jesus o estado de saúde de Rilvan é estável. “Ele sofreu um infarto e precisava ser encaminhado logo para a UTI, porém, ele passa bem e receberá todos os atendimentos necessários”, disse o médico do Samu.

No início deste mês o Graer transferiu duas irmãs, de quatro e sete anos, de Ponta Grossa para Curitiba, após sofrerem queimaduras. As crianças estavam em casa, na Rua Sertanópolis, no Bairro Ronda, quando se queimaram com chá.

Fonte: Diário dos Campos

Tripulações rejeitam o resgate de pacientes pesados nos EUA

Para um paciente de 202kg (446 lbs) do Novo México, ter um ataque cardíaco não foi a pior coisa que aconteceu no mês de abril passado. O paciente estava sendo rejeitado pela tripulação do helicóptero de resgate, porque a vítima era “grande demais” para ser transportada.

Helicópteros e aviões de emergência médica transportam cerca de 500.000 pessoas por ano nos EUA, mas alguns pacientes têm que ser rejeitados porque excedem o peso e as regras de tamanho. (Foto: cortesia da Air Methods via NBC News)

“É um problema, com certeza”, disse Craig Yale, Vice-presidente de Desenvolvimento Corporativo da Air Methods, um dos maiores operadores de transporte aeromédico dos EUA. “Podemos chegar a um local e achar que o paciente é pesado demais para que possa ser transportado.”

Cada vez mais, a quantidade de pacientes que precisam de remoção aérea que ficam em solo está crescendo nos Estados Unidos da América, diz Yale e outros operadores. Estima-se que uma média aproximada de 5.000 pacientes super-dimensionados por ano – cerca de 1% dos mais de 500.000 voos aeromédicos por ano nos EUA – para que o transporte seja negado os pacientes devem exceder o limite de peso e de tamanho ou quando eles não podem ser embarcados através das portas da aeronave.

Especialistas dizem a respeito da população “plus-size” do país (pelo menos dois terços da população adulta está com sobrepeso ou obesa), que agora estão forçando prestadores de serviços médicos de emergência para reforçarem as suas frotas, comprando helicópteros maiores e aeronaves de asa fixa, ou correrão o risco de deixar os clientes criticamente enfermos e feridos para trás.

Apenas na última primavera, os registros mostram que pelo menos outros três pacientes da Air Methods foram recusados​​, incluindo uma vítima de 209 Kg (460 lbs) do Texas que não conseguia respirar; um paciente do Arizona com 201 kg (444 lbs) com abscessos graves e celulite; e um paciente de 102 Kg (225 lbs) do Arizona, que tinha uma infecção grave, que não puderam ser transportados pelos “helicópteros ambulância”.

Em tais casos, a outra opção é ir de ambulância terrestre, o que pode levar o dobro do tempo, e muitas vezes em situações onde cada segundo conta. Um estudo de 2011 do Journal of Academic Emergency Medicine descobriu que os pacientes transportados pelos helicópteros aeromédicos tinham um terço menos probabilidade de morrer do que aqueles transportados por terra.

“Claramente, alguém que está sangrando ou alguém que você não possa controlar o sangramento, eles têm que chegar lá”, disse o Dr. David Thomson, um professor de medicina de emergência da Brody School of Medicine da East Carolina University e um membro da Associação de Serviços Aeromédicos.

Se não for possível transportar por meio aéreo, as equipes de funcionários altamente treinadas que organizam os voos, vão transferir os pacientes para ambulâncias terrestres, para garantir o contínuo alto nível de cuidados intensivos.

Recusar pacientes pesados não é uma ocorrência regular, mas isso acontece com tal frequência que faz com que os tripulantes mantenham ferramentas de medição à mão para estes casos, disse Thomson.

“Houve alguns casos em que a tripulação foi para o hospital medir o paciente, em seguida, medir o túnel de entrada da aeronave e disse: ‘não, esse paciente não vai na aeronave’.”

Os limites de tamanho para os pacientes podem variar muito, dependendo dos operadores de transporte médico, os tipos de aeronave, até mesmo as condições meteorológicas do dia. No Airlift Northwest perto de Seattle, as equipes começam a se preocupar com qualquer paciente que seja mais pesado do que 113 kg (250 lbs) e mais largos do que 66 centímetros (26 pol.) de diâmetro, disse Brenda Nelson, a Enfermeira Chefe de Voo da empresa.

Mas, outras empresas de transporte lidam rotineiramente com pacientes que pesam entre 159 kg (350 lbs) e 181 kg (400 lbs) ou mais. No Sistema de Saúde da Universidade de Duke, os funcionários com o Life Program compraram recentemente dois novos helicópteros Eurocopter EC-145, a um preço entre US $ 8 milhões e US $ 10 milhões, em parte, para que eles pudessem lidar com pacientes com até 295 kg (650 lbs).

“Para praticamente todo mundo no estado, houve situações em que o paciente era muito grande”, disse Barbara Willis, Diretora de Operações Clínicas da Life Flight. Antes de chegarem as novas aeronaves, os pacientes da Duke Life Flight foram limitados a uma circunferência abdominal de 44 polegadas (112 cm), disse ela. “Agora, nós realmente não precisamos nos preocupar”, acrescentou Willis.

Os pilotos, também, tem que pesar os riscos dos pacientes “plus-size”, equilibrando peso da vítima e a influência no peso e balanceamento da aeronave, para a poder decolar com segurança. A força de sustentação que permite que aviões e helicópteros possam voar, varia de acordo com a densidade do ar. Ar mais denso produz maior sustentação e menor densidade do ar diminui a sustentação. O ar se torna menos denso com as temperaturas mais altas e quando a pressão barométrica cai. “Se você tem um dia realmente quente e úmido, não pode levantar o mesmo peso do que em um dia frio e seco”, diz Thomson.

Assim, quando um paciente relata que pesa 113 kg (250 lbs), e na verdade pesa em torno 159 kg (350 lbs), as equipes de emergência têm um dilema. Mesmo que eles voem cerca de 15 minutos para queimar combustível, ainda assim eles podem não ter potência suficiente para o decolar.

“Está definitivamente se tornando mais um problema”, disse Thomson, que vê pacientes no Centro Médico Vidant em Greenville, Carolina do norte. “Todo o espectro de serviços de pronto-socorro, tanto serviços aeromédicos quanto de socorro em terra, são afetados quando você tem esses ‘grandes’ amigos.” A solução, é claro, requer uma mudança na sociedade, incluindo o reconhecimento de que os efeitos da obesidade vão além de doenças cardíacas e diabetes até o acesso básico a cuidados de emergência.

Isso está particularmente claro para Craig Yale, Executivo de 57 anos da Air Methods, que recentemente perdeu 57 kg (125 lbs) depois de passar por uma cirurgia gástrica para perda de peso. Dezoito meses atrás, quando pesava 152 kg (335 lbs), Yale percebeu que ele podia não caber em uma aeronave da sua própria empresa. “Não passou pela minha cabeça”, disse ele.

Hoje, ele não teria nenhuma dificuldade. Mas Yale disse que se preocupa com os outros, que podem não perceber que tanto peso extra poderia ameaçar suas vidas, e não apenas com a doença, mas com atrasos em caso de emergência. “Eu encorajaria qualquer um a fazer o que puder para ser saudável”, disse ele.

Fonte: Asa Rotativa – NBC News

Mulher cai 15 metros na Serra do Mar do PR e é resgatada por helicóptero

Paraná – Uma mulher de 44 anos caiu 15 metros do morro Pão de Ló, que integra a Serra do Mar paranaense, neste sábado (10). Dois helicópteros, um da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e outro da Polícia Militar (PM), foram acionados para o resgate. A mulher teve traumatismo craniano e foi levada para o hospital em estado grave.

O comandante da PRF Claudinei Antônio de Oliveira explicou que a vítima fazia uma caminhada no morro com um grupo de amigos, quando escorregou. “Ela caiu na trilha, que é bastante íngreme. O chão estava um pouco liso e ela escorregou, rolando cerca de 15 metros”, acrescentou.

Como a região era de difícil acesso, os bombeiros chegaram até a vítima por rapel. A ação foi filmada pela PRF. A mulher foi levada para o hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, e segundo o hospital não é possível dizer o estado de saúde. Foi informado apenas que ela teve várias escoriações e passa por exames médicos.

Assista o vídeo do resgate:

Fonte: G1 e RIC

Serviço de resgate aéreo do Estado do Paraná salva 400 vidas

Em dois anos e meio, de janeiro de 2011 a julho de 2013, o Grupamento Aeropolicial e Resgate Aéreo (GRAER) do Governo do Estado salvou 300 vidas, com a remoção ou o resgate de pessoas que precisaram de atendimento médico de urgência e foram transportadas de helicóptero para hospitais de grandes centros. Além disso, as aeronaves gerenciadas pela Casa Militar fizeram a remoção de cerca de 100 pessoas.

Esse serviço de remoção e resgate de pessoas que necessitam atendimento de urgência foi ressaltado durante o encontro que o governador Beto Richa teve nesta sexta-feira (02.08) com o prefeito e a comunidade de Grandes Rios, no Norte do Estado. Richa esteve, também, em Cruzmaltina, Lidianópolis e Faxinal para tratar das novas ações do Estado nestes municípios, dos projetos em andamento e dos já concluídos.

Com pouco mais de seis mil habitantes, Grandes Rios já recebeu quatro vezes o helicóptero GRAER para o transporte de urgência de pessoas que haviam sofrido Acidente Vascular Cerebral (AVC) para grandes centros. “Ligamos para a base aérea e os helicópteros chegam em 15 minutos. Cinco minutos depois do embarque as pessoas já estão em Londrina ou Arapongas para receber o atendimento”, contou o prefeito Antonio Cláudio Santiago.

“Se fosse ambulância, teríamos que percorrer uma hora e meia até Londrina, que é a maior cidade da região. Tempo demais para quem precisa de socorro”, explicou o prefeito. “Essa ação do governo dá muita segurança para a população dos pequenos municípios.”

O governador Beto Richa disse que 70% da frota aérea do Estado são destinados à saúde. “Os helicópteros têm atendido um grande número de pessoas em situação de urgência ou emergência e, também, no transporte de órgãos para transplantes”, disse Richa. “Só quem passa por essa situação, os familiares e médicos que atendem esses pacientes, sabem que cada minuto é precioso para salvar uma vida”, afirmou Richa.

NOVA GESTÃO – Os resultados alcançados em dois anos e meio são parte do esforço do Governo do Estado na desburocratização e humanização do serviço de saúde. Richa disse que na gestão passada era necessária a autorização expressa do governador para uma aeronave decolar do aeroporto Bacacheri. “Temos a consciência de que cada minuto é precioso para o sucesso de um atendimento médico, que pode salvar uma vida”, destacou.

O GRAER possui duas bases, a de Curitiba, e a de Londrina, que foi instalado há 9 meses e que reforçou os serviços de resgate e remoção no Paraná. É a primeira unidade do interior e atende 90 municípios da região Norte, onde vivem cerca de 1,8 milhão de pessoas.

Além das ações de saúde, o GRAER atua também em ocorrências policiais, no patrulhamento aéreo policial, atendimento a bombeiros, combate a incêndio. No total, de janeiro de 2011 para cá foram realizadas 981 missões.

TRANSPLANTE – O serviço de apoio médico ofertado pelo governo estadual foi reforçado com o serviço de transporte de órgãos para transplante. Só em 2012 foram transportados 155 órgãos para a Central de Transplante. O atendimento é feito pelo departamento de Transporte Aéreo do Governo, gerenciado pela Casa Militar.

O transporte de órgãos praticamente inexistia em gestões passadas. “Nos primeiros dias da gestão autorizei a utilização da frota aérea para quaisquer situações de emergência”, afirmou o governador Beto Richa.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

GRAER/BA resgata família vítima de acidente de trânsito na BA-099

Bahia – Por volta de 13h do dia 21/07/2013, o Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia foi acionado pela Centel para ocorrência de acidente rodoviário na BA-099/Imbassaí, com vítimas presas às ferragens, todos de uma mesma família. Chegando ao local havia uma colisão frontal entre um celta e uma pick-up D20, cabine dupla, onde os 03 (três) ocupantes (pai, mãe e filha) do Celta precisavam de socorro.

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Duas ambulâncias do SAMU davam os primeiros atendimentos às vítimas, porém o local mais próximo era o Hospital de Camaçari e, em sendo o estado do casal grave (inconscientes e com hemorragia interna), a médica do SAMU, Drª Patrícia Ramos, optou pelo transporte aéreo até o Hospital do Subúrbio, o que foi feito.

O casal foi transportado pelo helicóptero, acompanhados da médica e do tripulante operacional. A criança foi levada para a mesma unidade hospitalar via terrestre, por ser seu quadro de saúde estável. No Hospital do Subúrbio foram recebidos pelo médico cirurgião João Vitor do Valle.

Posteriormente, o GRAER foi informado que as vítimas eram turistas de Brasília e estavam de férias e passeavam por Salvador.

Fonte: GRAER/BA.

NOTAer e SAMU socorrem homem de 57 anos após acidente na BR 262

Espírito Santo – Um homem de 57 anos foi socorrido na tarde desta quinta-feira (18) pelas equipes do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAer) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), após um grave acidente automobilístico na BR 262, próximo ao município de Ibatiba. Hélio Luiz Galote sofreu fraturas expostas nos membros inferiores e traumatismo cranioencefálico, sendo socorrido de ambulância até Venda Nova do Imigrante, de onde foi transportado pelo Harpia 05 até Vitória.

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O acidente ocorreu durante a tarde e devido à gravidade da vítima uma equipe do SAMU foi conduzida pelo helicóptero Harpia 05 de Vitória a Venda Nova do Imigrante. A vítima chegou a sofrer uma parada cardíaca e precisou ser estabilizada antes do transporte aéreo até o heliponto do NOTAer, em Maruípe, de onde seguiu para o Hospital São Lucas.

De acordo com o piloto do Harpia 05, Tenente Coronel Caus, as condições climáticas eram muito boas e propícias ao voo, que durou menos de 25 minutos entre Venda Nova do Imigrante e Vitória.

A médica que acompanhou o paciente nos trajetos aéreos até o Hospital São Lucas, Rosana Bertulani, ressaltou a agilidade das equipes em terra e do helicóptero. “O rápido acionamento e integração do SAMU e do NOTAer foram fundamentais para o sucesso no socorro à vítima” destacou Rosana.

Fonte: PMES.

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