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Esquadrão Onça da FAB realiza transporte aeromédico de criança da Bolívia para o Brasil

Esquadrão Onça da FAB realiza transporte aeromédico de criança da Bolívia para atendimento médico no Brasil
Esquadrão Onça da FAB realiza transporte aeromédico de criança da Bolívia para atendimento médico no Brasil

Brasil – Em uma missão de alto impacto e solidariedade, o Primeiro Esquadrão do Décimo Quinto Grupo de Aviação (1º/15º GAV) – Esquadrão Onça, sediado na Base Aérea de Campo Grande (BACG) cumpriu com êxito uma Evacuação Aeromédica (EVAM) para trazer uma criança da cidade de La Paz, na Bolívia, até o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ). A operação foi necessária devido à urgência de cuidados médicos, incluindo uma cirurgia cardíaca vital para a criança de 1 ano de idade.

Logo de início, a missão enfrentou grandes desafios, uma vez que os pilotos tiveram que superar as adversidades do maior aeroporto da América do Sul e o quinto mais alto do mundo, o Aeroporto Internacional de El Alto, na capital da Bolívia, exigindo uma operação restrita de pouso e decolagem.

Com uma tripulação composta por seis militares do Esquadrão Onça e cinco membros da equipe médica do Grupo de Saúde de Campo Grande (GSAU-CG) e do Hospital Central da Aeronáutica (HCA), uma UTI foi montada a bordo para garantir o transporte seguro e adequado da criança até o Rio de Janeiro.

O Comandante da aeronave, C-105 Amazonas, empregada na missão, Capitão Aviador Vitor Graeff Pilotto, falou sobre a responsabilidade de transportar pacientes em condições delicadas, aliada à destreza necessária para operar em um aeródromo de condições especiais, o que proporcionou um profundo orgulho para toda a tripulação. “Foi possível ver nos olhos do pequeno paciente e seus familiares o retrato da esperança que podemos proporcionar a eles, verdadeiramente gratificante. Estaremos sempre prontos onde o Brasil precisar. Lançar Suprir Resgatar! Onça! ”, exclamou.

Além disso, às vésperas do voo, a Chefe de Gabinete da Diretoria de Saúde da Aeronáutica (DIRSA), Brigadeiro Médica Ericka Rabello Galhardi visitou a aeronave equipada, demonstrando o compromisso e a atenção da alta gestão da saúde da Aeronáutica na missão humanitária.

A missão contou com apoio crucial do GSAU-CG e da coordenação do HCA. O auxílio do Adido Aeronáutico na Bolívia, Coronel Aviador Marcos Afonso De Carvalho Quintella, e do Comandante da Base Aérea do Galeão (BAGL), Coronel Aviador Fabio Ferreira Silva foi essencial para o sucesso dessa operação humanitária.

A Major Médica do HCA, Ana Maria Da Trindade Castello Branco, relatou que essa missão ilustra sobremaneira o espírito de cooperação entre as Organizações Militares da FAB. “Mesmo com o desafio de 12 horas com o paciente a bordo, foi extremamente gratificante participar dessa enorme mobilização que envolveu um trabalho conjunto entre a equipe médica boliviana que atendeu o paciente na internação, adidos militares na Bolívia, UTI Aérea Brasília, GSAU-CG, Esquadrão Onça e HCA.”, concluiu.

Socorro pelos ares: CIOPAER e SAMU realizaram 153 missões aeromédicas no Ceará em 2023

Socorro pelos ares: CIOPAER e SAMU realizaram 153 missões aeromédicas no Ceará em 2023
Socorro pelos ares: CIOPAER e SAMU realizaram 153 missões aeromédicas no Ceará em 2023

Ceará – Proteger a população cearense, seja por terra ou mar, é um dos propósitos das Forças de Segurança do Ceará. Entretanto, existem missões que precisam cruzar o céu cearense. E foi dessa forma que, somente no ano de 2023, as aeronaves da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) foram acionadas 2.371 vezes para proteger ou socorrer vítimas. Ao todo, foram 2.896 horas voadas em prol de atender demandas da sociedade cearense.

Desse número, 1.364 voos foram realizados para dar suporte em ações policiais com foco na preservação da ordem pública, da incolumidade das pessoas e do patrimônio. Na ocasião, mais de 1.485 horas voadas foram registradas. As aeronaves realizaram missões de observação e monitoramento de pessoas e veículos suspeitos, bem como agindo preventivamente no combate à criminalidade e a possíveis crimes.

CIOPAER publica edital para processo seletivo do Curso de Formação de Operadores de Suporte Médico 2023.

Com o emprego do esforço aéreo, a Coordenadoria registrou, em 2023, 153 missões do serviço aeromédico, entre remoções de pacientes e transporte de órgãos para transplantes, tendo um total de 264 horas de voo. As ações acontecem por meio de uma parceria entre as secretarias da Segurança e da Saúde. Em agosto do ano passado, o aeromédico da CIOPAER completou nove anos de serviços prestados à população cearense.

O coordenador da CIOPAER, coronel Darley Sousa, ressaltou a importância das missões realizadas durante todo o ano de 2023. “A Ciopaer busca, constantemente, o aprimoramento do serviço prestado na área da segurança pública, bem como sempre um melhor atendimento aeromédico à população cearense. Isso deixa cada vez mais forte o lema da Coordenadoria: Voar para Proteger e Salvar”, destacou.

Estrutura

Atualmente, a Coordenadoria conta com cinco bases fixas, instaladas em Juazeiro do Norte, Sobral, Quixadá, Crateús e em Fortaleza. A CIOPAER dispõe ainda de nove aeronaves, um EC130 B4 monoturbina, dois AS350B2 esquilo monoturbina, três Airbus EC145, um Airbus EC135 e dois H135.

Cerca de 160 profissionais de segurança pública compõem o efetivo da unidade aérea, entre pilotos, tripulantes operacionais, mecânicos e apoio solo, além de médicos e enfermeiros do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU).

Socorro pelos ares: CIOPAER e SAMU realizaram 153 missões aeromédicas no Ceará em 2023
Socorro pelos ares: CIOPAER e SAMU realizaram 153 missões aeromédicas no Ceará em 2023

Um voo de balão em 1875, a morte e a segurança de voo hoje. Qual a relação?

Primeiro desenho da morte de Rozier e Romain.
Primeiro desastre aéreo. Obras de arte históricas que mostram a morte dos balonistas franceses Jean-François Pilatre de Rozier (1754-1785) e Jules Romain (falecido em 1785) depois que seu Balão Real caiu perto de Boulogne, França, em 15 de junho de 1785. Este é considerado o primeiro desastre aéreo do mundo.

Professor Segalla
Fisioterapeuta, Psicólogo, Professor de Fisiologia de Voo,
e Sargento Enfermeiro Veterano da FAB.

É fácil esquecer que os primeiros anos da busca científica foram ocasiões em que se poderia arriscar não apenas riqueza e reputação, mas também a própria vida. Um exemplo pouco conhecido, mas perfeito disso, é o horrível e mortal voo de balão feito em 1875 por Gaston Tissandier, Joseph Croce-Spinelli e Théodore Sivel. Em um cenário remanescente de um filme de terror, dos três homens que ascenderam aos céus de Paris naquele dia de abril, apenas um retornaria vivo – e ficaria danificado para sempre pela experiência.

O balonismo tripulado na verdade começou quase 100 anos antes do voo fatal, e sem surpresa teve sua própria parcela de tragédias durante o período que antecedeu a ele. O primeiro vôo de balão tripulado e sem cabo lançado de Paris em 21 de novembro de 1783, e levou o professor de ciências francês Jean-François Pilâtre de Rozier junto com o Marquês d’Arlandes. O balão usou ar quente para flutuar e foi projetado pelos irmãos Montgolfier , um dos quais (Étienne), na verdade, foi o primeiro homem a voar em um passeio de balão amarrado no início daquele ano.

O primeiro voo de balão sem limite, 21 de novembro de 1783.
O primeiro voo de balão sem limite, 21 de novembro de 1783.

No que poderia ser considerado um presságio sombrio, de Rozier também se tornaria uma das primeiras fatalidades dos acidentes aéreos. Durante uma tentativa de cruzar o Canal da Mancha em 15 de junho de 1785, uma mudança na direção do vento empurrou De Rozier e o colega Pierre Romain de volta para a terra, onde o balão inesperadamente se esvaziou, enviando-os para a Terra. Ambos os homens morreram no impacto.

Estas mortes não foram o único desastre relacionado com o balão a ocorrer em 1785. Em 10 de maio, um balão de ar quente caiu na cidade de Tullamore, na Irlanda , iniciando um incêndio que queimou aproximadamente 100 casas.

Primeiro desenho da morte de Rozier e Romain.
Primeiro desastre aéreo. Obra de arte que mostra a morte dos balonistas franceses Jean-François Pilatre de Rozier (1754-1785) e Jules Romain (falecido em 1785) depois que seu Balão Real caiu perto de Boulogne, França, em 15 de junho de 1785. Este é considerado o primeiro desastre aéreo do mundo.

Pode-se esperar que tais tragédias prejudiquem os experimentos de aviação. A emoção do voo era demais para resistir, no entanto, e os aspectos científicos e militares práticos do balonismo eram importantes demais para serem ignorados.

O primeiro uso de um balão na guerra ocorreu durante a Batalha de Fleurus em 1794, na qual o Exército Revolucionário Francês enfrentou o exército da Coalizão durante a Guerra da Primeira Coalizão. O balão de observação l’Entreprenant forneceu reconhecimento para os franceses que ajudaram em sua vitória decisiva, e o uso de tais balões rapidamente se tornou rotineiro.

Bataille de Fleurus, de Jean-Baptiste Mauzaisse.
Bataille de Fleurus, de Jean-Baptiste Mauzaisse.

Na década de 1860, o voo de balão tornou-se uma rotina, e os aventureiros começaram a buscar altitudes cada vez maiores em nome da ciência. O químico francês Gaston Tissandier (1843) apaixonou-se pela ideia de voo tanto cientificamente quanto emocionalmente. Como ele descreveu no livro de 1871 Travels in the Air:

Quem poderia, de fato, permanecer impassível diante do belo espetáculo que nos é apresentado pela atmosfera límpida, tão caprichosamente interceptada pelo vapor branco, e notar a magnitude de sua extensão, sem experimentar o desejo de conhecer os mistérios escondidos em seu seio? O zéfiro calmo ou a tempestade, a brisa suave ou o terrível ciclone, oferecem imagens admiráveis para o verdadeiro amante da natureza; e o ar, como o oceano, prova uma fonte de atração invencível para a mente.O que quer que seja dito por certos físicos pedantes que desejam ignorar os balões, a ciência tem muito a aprender com essas viagens aéreas. “Seria necessário um volume”, diz Lavoisier, “para descrever todas as vantagens que os aerostatos podem proporcionar à sociedade como um todo”; e Arago também se interessava mais pelas ascensões dos balões. A maioria de nossos homens instruídos compreende o serviço científico que pode ser feito por esses esquifes aéreos, que podem ser chamados de “observatórios flutuantes”, transportando o filósofo para o meio da atmosfera e colocando-o em contato imediato com alguns dos maiores fenômenos. da natureza, permitindo-lhe, talvez, descobrir as causas e o mecanismo das correntes aéreas.
…
Mas, além do interesse científico ligado a essas excursões, não somos atraídos também pela maneira estranha de viajar e pelo encanto de conhecer cenas novas? Se um turista pode entrar dolorosamente nas geleiras dos Alpes em busca de novas sensações, não seria melhor levar seu anseio depois da novidade para as regiões das nuvens? Quanto a mim, nunca vi um balão passar por cima sem desejar fazer uma excursão no ar! Mas, ai de mim! Existe uma grande distância entre o desejo e sua realização.

Tissandier ganhou uma fatídica oportunidade de voar em Calais, na França, em agosto de 1868. Ele viu uma propaganda indicando que o notável Claude-Jules Duruof estaria fazendo uma ascensão. Tissandier procurou Duruof, depois de uma conversa de quinze minutos, eles se tornaram “os melhores amigos do mundo”, e Gaston recebeu um lugar no balão.

A história do passeio em Travels in the Air vale a pena ler na íntegra, apenas para ver quão ousados os homens estavam em seu voo. Os dois homens (e o assistente de Duruof) passaram o dia todo no balão, e foram atingidos duas vezes por rajadas de vento sobre o mar do Norte, uma vez que o sol já estava se pondo. Mesmo após a primeira deriva, eles se recusaram a pousar e mal conseguiram pousar na costa.

Tissandier foi fisgado, e ele se tornou um balonista regular, primeiro continuando com Duruof e depois juntando-se a outros colaboradores. Sua coragem e habilidade no voo foram realmente testadas, no entanto, durante a Guerra Franco-Prussiana (19 de julho de 1870 – 10 de maio de 1871), que levou a um cerco de Paris que começou em 19 de setembro de 1870.

Vários aviadores ficaram presos dentro a cidade, e estabeleceu-se um plano com o governo para enviar mensagens para fora da cidade via balão pois todas as outras formas de comunicação haviam sido cortadas. Durouf partiu no dia 23 de setembro. Foi seguido pelo balonista Mangin no dia 25, Godard Jr no dia 29 e Tissandier no dia 30. Assim nasceu o correio de balão, e 65 voos foram feitos fora de Paris durante o cerco , com 155 pessoas sendo transportadas e 3 milhões de cartas.

Cartaz de voos de balão durante o cerco de Paris, mostrando seu local de pouso. (c. 1880, por M. Mangin, via Wikipedia .)
Cartaz de voos de balão durante o cerco de Paris, mostrando seu local de pouso. (c. 1880, por M. Mangin, via Wikipedia .)

Gaston Tissandier continuou seus voos de balão e fez observações de fenômenos ópticos e atmosféricos em nome da ciência. Seu voo desastroso ocorreria na primavera de 1875. Ele havia se juntado a dois outros experientes aviadores, Joseph Croce-Spinelli e Théodore Sivel, os dois últimos interessados em estudar os efeitos da inalação de oxigênio em grandes altitudes para evitar a asfixia.

Os primeiros experimentos foram promissores, e em 16 de abril o trio decolou de Paris para estudar fenômenos meteorológicos da alta atmosfera. Além das buscas científicas, eles também esperavam superar o recorde de 1862 de altitude de James Glaisher , estimado em 36.000 pés. Glaisher perdeu a consciência no voo e quase perdeu a vida, mas Croce-Spinelli, Sivel e Tissandier estavam confiantes de que eles fariam bem com o suprimento de oxigênio.

Da esquerda para a direita: Sivel, Tissandier e Croce-Spinelli em seu voo de balão de 1875. Revista da Via McClure.
Da esquerda para a direita: Sivel, Tissandier e Croce-Spinelli em seu voo de balão de 1875. Revista da Via McClure.

Para os resultados de sua viagem, recorro a um relato contemporâneo no American Journal of Science and Arts:

Na manhã do dia 16 de abril passado, sob os auspícios da Academia de Ciências, o Zenith, contendo os três aeronautas experientes, Capitão Sivel, Croce-Spinelli e Gaston Tissandier, e bem equipado para o trabalho científico, começou sua ascensão de as obras de gás de La Villette, Paris. Após uma hora de subida, ao meio-dia, eles atingiram uma altitude superior a 5.000 metros, o barômetro marcando uma pressão de 400 milímetros e o termômetro 5 ° C. Eles tinham oxigênio em bolsas para respirar o ar rarefeito superior e encontraram muitos benefícios. A 1h20 de voo o barômetro marcou 320 mm, mostrando uma altitude de 7.000 metros; a temperatura era de – 10 ° C, e logo depois de 7.400, com a temperatura de -11 ° C.

Para dar alguma perspectiva, 7.400 metros são aproximadamente 24.000 pés. Os paraquedistas que fazem saltos acima de 15.000 pés são obrigados a usar oxigênio no trajeto até a altitude. Acima de 23.000 pés, os paraquedistas são obrigados a ter oxigênio na subida e descida. O trio de balonistas estava rapidamente se aproximando da altitude de 26.000 pés, acima da qual é conhecida como a “zona da morte” porque a concentração de oxigênio não é suficiente para sustentar a vida humana.

…Sivel e Croce já estavam pálidos e muito fracos. Por consentimento mútuo, Sivel, com sua faca, cortou as cordas que mantinham fechadas três sacos de lastro de 25 quilos cada, que estavam pendurados do lado de fora. Os três sacos se esvaziando, o balão subiu rapidamente, e perto de 1h30 de voo todos os três aeronautas desfaleceram. Tissandier, enquanto sua consciência o deixava, leu no barômetro 280 mm, mas já estava muito paralisado para falar o seu pensamento – 8 mil metros.

Todos os três aviadores foram subjugados pela menor concentração do oxigênio antes que pudessem chegar ao oxigênio ensacado.

Tissandier e seus amigos reviveram parcialmente, enquanto o balão fazia uma descida muito rápida; mas novamente tudo ficou difícil. O sobrevivente supõe que mais lastro foi provavelmente derrubado por um deles para evitar uma descida fatal, e o balão subiu. Às 3 horas, o balão desceu novamente rapidamente e Tissandier ficou consciente; e às 4 horas atingiu a terra em Ciron, perto de Le Blanche, com um choque severo. Sivel e Croce estavam mortos, seus rostos negros e suas bocas cheias de sangue. A maior altitude atingida, conforme indicado pelo barômetro, foi de 8.540 a 8.600 metros.

Incrivelmente, Tissandier sobrevivera tanto à asfixia quanto à queda. No final, os homens não alcançaram a altitude alcançada por Glaisher. Havia descobertas científicas na viagem, no entanto, do tipo mais sombrio:

As lições ensinadas à ciência são: que o homem não pode fazer uma subida rápida do balão até uma altitude de 8.000 metros; que a única chance de alcançar aquela altitude em um balão é fazendo com que a velocidade de subida acima dos 7.000 metros seja muito lenta, dando 12 horas, pelo menos, para os próximos 1.000 metros, e uma taxa a metade dos que estão mais à frente; que melhores arranjos para transportar ar ou oxigênio para suprir os respiradores podem ser úteis; esse homem atinge logo o limite ascendente da investigação atmosférica.

Tissandier não escapou ileso: ele ficou pelo menos parcialmente surdo como resultado da expedição desastrosa. Ele continuou seu balonismo, no entanto, e em 1883 foi o primeiro a conseguir voo motorizado, tendo afixado um motor elétrico a um de seus dirigíveis. Em 1894, ele finalmente entregou o campo para os aeronautas mais jovens. Na aposentadoria, ele decorou seu apartamento em Paris com lembranças da história do balonismo, incluindo um relato original de uma testemunha ocular de 1783 sobre a primeira demonstração pública de voo de balão dos irmãos Montgolfier, testemunho de ninguém menos que Benjamin Franklin.

Os sacrifícios de tais primeiros pioneiros não foram em vão; eles pavimentaram o caminho para a era moderna da aviação, e suas experiências em alta altitude melhoraram a segurança dos voos para todos aqueles que se seguiram. Essas almas corajosas (ainda que sejam um pouco loucas) não devem ser esquecidas.

Ilustração do século XIX do jornalista Joseph Eustache Croce-Spinelli (1845-1875), do oficial da Marinha Henri-Theodore Sivel (1834-1875) e do escritor e cientista francês Gaston Tissandier (1843-1899) na cesta do balão 'Zenith'
Ilustração do século XIX do jornalista Joseph Eustache Croce-Spinelli (1845-1875), do oficial da Marinha Henri-Theodore Sivel (1834-1875) e do escritor e cientista francês Gaston Tissandier (1843-1899) na cesta do balão ‘Zenith’, em 15 de abril de 1875.

Hemotransfusão no APH aeromédico será tema de palestra no 4º CONAER

Hemotransfusão no APH aeromédico será tema de palestra no 4º CONAER
Hemotransfusão no APH aeromédico será tema de palestra no 4º CONAER

Nos dias 26 e 27 de junho de 2024 acontecerá no Aeroporto Internacional de Goiânia – Santa Genoveva (GO), o 4º Congresso Aeromédico América Latina (CONAER). O evento acontecerá simultaneamente com a Aviation XP e unirá a aviação e a saúde em um mesmo ambiente, promovendo o encontro de profissionais da saúde, pilotos, empresas e organizações, estimulando a integração, o desenvolvimento, a produção científica, e a troca de experiências.

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A programação do evento prevê palestras, painéis e apresentação de trabalhos científicos. Além disso, os participantes poderão visitar a feira Aviation XP, onde haverá área de exposição e espaços para convivência e networking. O evento tem a parceria e apoio da Associação Brasileira de Operações Aeromédicas – ABOA.

Uma das palestras confirmadas para o 4º CONAER é “Hemotransfusão no APH aeromédico: evolução e resultados“. Nessa edição, o médico Maurício Lemos será o palestrante. Ele é operador de suporte médico (OSM) da Unidade Aérea Pública da SESA/SAMU Paraná, Base Aeromédica de Maringá, onde o serviço de transfusão foi implantado em 2022.

Maurício Lemos é Cirurgião Torácico. Diretor do programa ATLS – Advanced Trauma Life Support – ACS – Núcleo – Maringá. Diretor do programa PHTLS – Pre-Hospital Trauma Life Support – Núcleo – Maringá. Pós-graduação em Emergência Pré-Hospitalar. Médico regulador e intervencionista do SAMU 192 Regional – Maringá. Mestre em ciências da saúde – PCS – UEM. Doutor em Promoção da Saúde – Unicesumar. Membro Adjunto do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC), Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT) e Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica. Membro da NAEMT. Coordenador Médico do Serviço de Operações Áreas da Unidade Aérea Publica-SESA/Pr Base Maringá

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Hemotransfusão no APH aeromédico será tema de palestra no 4º CONAER

Coração captado em Bauru é levado pelo helicóptero da PRF para transplante em Botucatu, SP

São Paulo – Na manhã de sexta-feira (12), um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PFR) foi acionado pela Central de Transplantes para transportar um coração de Bauru (SP) para Botucatu (SP).

A captação do órgão foi feita no Hospital de Base de Bauru e transportado via terrestre até o Aeroclube da cidade, onde embarcou em um voo de 24 minutos até o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) à bordo de um helicóptero modelo Bell 407.

A cirurgia com o paciente que recebeu o órgão teve início às 15h00 do mesmo dia e encerrou por voltas das 21h00. Segundo a PRF, o transporte por helicóptero é uma ferramenta indispensável para o sucesso desse tipo de procedimento, uma vez que o coração é o órgão humano com menor vida útil após a retirada da circulação sanguínea.

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Bombeiros e equipe aeromédica do SAMU resgatam vítima de acidente com carreta carregada de gasolina

Bombeiros e equipe aeromédica do SAMU resgatam vítima de acidente com carreta carregada de gasolina
Bombeiros e equipe aeromédica do SAMU resgatam vítima de acidente com carreta carregada de gasolina

Paraná – Na manhã de sábado (13), uma carreta carregada de gasolina tombou na PR-170, entre Borrazopolis e Novo Itacolomy, deixando o condutor de 38 anos gravemente ferido preso às ferragens.

Por ser tratar de produto perigoso, o local foi isolado. Houve vazamento significativo de combustível com altíssimo risco de explosão. Bombeiros de Apucarana e equipe médica do helicóptero do SAMU da Base Aeromédica de Maringá trabalharam por mais de 2 horas e meia no resgate.

A vítima apresentava sinais de síndrome de esmagamento, foi medicado e monitorado durante todo o resgate pela equipe médica do SAMU. Após sua retirada das ferragens foi removido pelo helicóptero Saúde 10 para o hospital Honpar, em Arapongas.

PM localiza destroços da aeronave desaparecida em área de mata fechada no município de Paraibuna

Helicóptero desaparecido foi encontrado em zona de mata fechada (Crédito: Divulgação/ PMESP)
Helicóptero desaparecido foi encontrado em zona de mata fechada (Crédito: Divulgação/ PMESP)

São Paulo – A Polícia Militar de São Paulo localizou na manhã desta sexta-feira (12) o helicóptero Robinson R44, matrícula PR-HDB, que estava desaparecido desde 31 de dezembro. A aeronave foi encontrada no 12º dia de buscas pela equipe do Comando de Aviação da PM a bordo do Águia 24, em Paraibuna, em uma área de mata fechada.

Após localizar a aeronave, policiais militares a bordo de outro helicóptero, o Águia 12, conseguiram descer por meio do guincho elétrico para chegar até os destroços. Infelizmente, não houve sobreviventes. “Estão todos mortos. A gente queria dar uma notícia diferente, mas, infelizmente, não foi possível. Os quatro ocupantes estão nos destroços da aeronave”, disse o coronel Ronaldo Barreto de Oliveira, comandante da Aviação da PM.

As vítimas serão levadas para o IML, que fará os exames necroscópicos para determinar a causa das mortes.

Estratégia das buscas

O helicóptero desapareceu em 31 de dezembro, após deixar a capital com destino a Ilhabela, no litoral norte. Desde então as polícias Militar e Civil auxiliaram a Força Aérea Brasileira nas buscas.

Após mais de 130 horas de voo (68 horas de voo realizadas pela PM e 62 horas realizadas pela PC), em uma área de milhares de quilômetros quadrados que cobriu os municípios de Paraibuna, Natividade da Serra, Redenção da Serra, Serra do mar de Caraguatatuba e São Luiz do Paraitinga, o Comando de Aviação da PM e a Polícia Civil se reuniram ontem para traçar um novo plano de buscas.

Com base na triangulação do sinal de antenas de celulares (Estação Rádio Base – ERB), foi definido uma nova abordagem. Ao invés de realizarem voos mais rápidos, para cobrir uma área maior, foi acertado que as equipes fariam voos em velocidade e altura menores, em uma área delimitada pela inteligência da Polícia Civil.

A região foi separada por quadrantes e, na manhã desta sexta, quando os policiais militares sobrevoaram as primeiras regiões, encontraram os destroços na mata. Oficiais da Força Aérea Brasileira e técnicos do SERIPA IV, órgão responsável por fazer a investigação do acidente, também foram ao local da queda. A retirado dos destroços é de responsabilidade do proprietário ou operador da aeronave.

Coletiva de imprensa PM e PC:

Suporte Aéreo Avançado de Vida de Minas Gerais realizou mais de 1,2 mil atendimentos em 2023

Equipes do BOA do CBMMG preparando equipamentos e aeronaves. Foto: Roberto Valadares Caiafa

Minas Gerais – “Aqui trabalhamos com a luta entre a vida e a morte e estamos sempre procurando o resultado positivo, que é a vida. Em todo esse tempo, tive muitas alegrias e também tristezas, mas o que carrego comigo é que ajudamos muitas pessoas e nosso dia a dia é voar para salvar”. Assim, o tenente-coronel Peterson José Paiva Monteiro, comandante do Batalhão de Operações Aéreas (BOA), resume os quase 12 anos de atuação do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV).

O serviço, oferecido pelo Governo de Minas, é fruto de parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde (SES-MG), o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), o Comando de Aviação do Estado (Comave) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), por meio dos Consórcios Regionais de Saúde.

O SAAV é um dos maiores operadores aeromédicos do SUS no Brasil e tem como diretrizes a redução do tempo de resposta aos chamados, a agilidade para acesso aos serviços de saúde e a humanização do contato e do atendimento em qualquer parte do estado.

Desde o início das operações, foram registradas mais de 19 mil horas de voo, com 7.780 pacientes transportados e 9.249 atendimentos. Em 2023, foram 1.227 atendimentos e 963 transportes. A frota conta com cinco helicópteros e dois aviões que operam em quatro bases, localizadas em Belo Horizonte, Montes Claros, Varginha e Uberaba, para otimizar a resposta aos chamados.

Suporte Aéreo Avançado de Vida de Minas Gerais realizou mais de 1,2 mil atendimentos em 2023. Foto: Fábio Marchetto / SES-MG.
Suporte Aéreo Avançado de Vida de Minas Gerais realizou mais de 1,2 mil atendimentos em 2023. Foto: Fábio Marchetto / SES-MG.

A previsão é que mais quatro aeronaves sejam entregues neste ano e outras duas bases sejam inauguradas na região Leste do estado e na Zona da Mata mineira. As bases contam com pilotos, tripulantes operacionais, médicos, enfermeiros, mecânicos e técnicos de apoio de solo, que cuidam do abastecimento dos aviões e helicópteros.

“Estamos investindo muito na expansão do transporte de urgência e emergência no estado para que os pacientes rapidamente sejam socorridos e transferidos. Seja por via terrestre ou aérea, essa velocidade é primordial para salvar muitas vidas,” ressalta o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti.

“Até o final de 2024, teremos uma cobertura de 100% do SAMU em Minas Gerais e, com as novas aeronaves, que devemos receber já nos próximos meses, vamos criar as bases do Saav em Governador Valadares e Juiz de Fora, alcançando todo o estado com a cobertura área do serviço, o que vai garantir um tempo de resposta muito menor”, anunciou o secretário.

Ana Elisa Machado da Fonseca, coordenadora de Atenção às Urgências e Emergências da SES-MG, explica a atuação em parceria. “A SES-MG é responsável por financiar as aeronaves, o Corpo de Bombeiros disponibiliza o espaço físico, pilotos e toda a condução aérea, e os consórcios de saúde cedem os profissionais do SAMU que atuam na gestão e regulação dos atendimentos”, detalha ela.

“O serviço aéreo garante um tempo resposta menor que 30 minutos a toda a população do estado, alcançando rapidamente locais de difícil acesso e dando o atendimento imediato a toda a população mineira, por meio da priorização dos casos de acordo com a gravidade”, evidenciou a coordenadora.

As principais portas de entrada para o atendimento pela equipe do SAAV são o sistema SUSFácil de regulação estadual de pacientes, onde chegam as demandas de transporte inter-hospitalar ou interestadual de urgência e transferências de pacientes graves; as chamadas feitas para os bombeiros pelo telefone 193, ou para o SAMU, pelo 192; ou, ainda, o emprego por iniciativa própria do grupamento, quando tomam conhecimento de alguma ocorrência que precisa de atendimento rápido, como em desastres ou acidentes.

Arcanjos

A palavra arcanjo significa anjo principal, que atua como mensageiro em missões especiais. Segundo o tenente-coronel Peterson, quando o BOA foi criado, era necessário dar um nome às aeronaves e Arcanjo foi o escolhido para simbolizar a proteção às pessoas e a missão cotidiana do grupamento.

“Tivemos a inspiração deste nome que é um anjo que leva bondade e protege. Na nossa missão, chegamos para levar esperança quando tem angústia e escuridão. O nome foi tão inspirador que o Corpo de Bombeiros de Santa Catarina o adotou para uma das aeronaves de lá em homenagem a Minas Gerais, depois que auxiliamos, em 2008, no atendimento de uma grande tragédia no Vale do Itajaí”, conta.

Ao todo, são 11 Arcanjos, mas alguns deles não atuam mais em missões, devido ao tempo de utilização ou porque foram retirados da operação. O último a chegar para compor a frota é o um avião Grand Caravan, utilizado para diversas missões. Na aeronave, é possível montar uma UTI aérea para dar assistência à população e realizar o transporte para qualquer região do Brasil.

Suporte Aéreo Avançado de Vida de Minas Gerais realizou mais de 1,2 mil atendimentos em 2023. Foto: Fábio Marchetto / SES-MG.
Suporte Aéreo Avançado de Vida de Minas Gerais realizou mais de 1,2 mil atendimentos em 2023. Foto: Fábio Marchetto / SES-MG.

Helicóptero da PRF que fazia resgate de vítima sofre acidente em Belo Horizonte, MG

Helicóptero da PRF que fazia resgate de vítima sofre acidente em Belo Horizonte, MG
Helicóptero da PRF que fazia resgate de vítima sofre acidente em Belo Horizonte, MG

Minas Gerais – O helicóptero Patrulha 13 (AW119 Koala), matrícula PR-FKC, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que participava do resgate de uma das vítimas de grave acidente do Anel Rodoviário, no bairro Betânia, na região Oeste de Belo Horizonte, acidentou-se. Apesar da queda, nenhum tripulante ficou ferido.

Estavam a bordo três tripulantes da PRF, dois profissionais de saúde do SAMU e a vítima socorrida. Depois do acidente, a vítima que transportavam foi levada de ambulância para o hospital João XXIII, em Belo Horizonte.

A equipe aeromédica foi acionada para resgatar vítimas de um acidente de trânsito que envolveu cinco caminhões e que fechou totalmente o trecho sentido Vitória. Dois dos cinco caminhões envolvidos na cena acabaram tombando. Os bombeiros atuaram no desencarceramento das vitimas e na contenção de vazamento de combustível e óleo hidráulico.

Conforme as primeiras informações, na aeronave, estava uma das vítimas socorridos em estado grave. Ela foi retirada das ferragens pelos bombeiros, e após estabilizada pela equipe aeromédica, foi embarcada no Patrulha 13 para transporte ao hospital João XXIII, em BH.

Logo depois que o Patrulha 13 decolou com a vítima a bordo, passou a baixa altura sobre os telhados, e realizou em seguida um pouso forçado. O acidente com o helicóptero foi flagrado pela reportagem da Rádio Itatiaia e por populares. Um dos vídeos divulgados na redes sociais mostra a dinâmica do acidente. Uma equipe do SERIPA III da Força Aérea (FAB) foi acionada e realizará a investigação.

Segundo reportagem dada pelo Comandante Aurélio, piloto da aeronave, à Rádio Itatiaia, durante a decolagem houve uma queda de rotação e a aeronave não conseguiu manter sustentação, precisando realizar um pouso forçado. Houve danos na cauda do helicóptero e abertura dos esquis com o pouso.

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Serviço aeromédico do Paraná se consolida como uma referência nacional

Aeromédico do Oeste do Paraná completa 8 anos de operações aéreas salvando vidas. Foto: Base Cascavel.

Paraná – No ano de 2023, o serviço aeromédico custeado pela Secretaria da Saúde do Estado do Paraná (SESA) alcançou um marco histórico. As equipes multiprofissionais atenderam 4.003 pacientes, em um esforço conjunto e coordenado com o Sistema Estadual de Regulação.

A gestão estadual aplica cerca de R$ 100 milhões por ano para a manutenção de uma estrutura formada por oito helicópteros, três aviões e 245 ambulâncias. Além disso, o estado mantém contrato com a empresa Helisul Aviação para operacionalização do serviço aeromédico.

Desde sua implantação em 2007, o serviço atendeu 28.047 pacientes e transportou 282 órgãos para transplante. Em 2023, houve um aumento de quase 17% em relação a 2022, quando atenderam 3.425 pacientes. O Paraná realiza a maior quantidade de atendimentos per capita e nominal nesta modalidade. Foram 10,97 atendimentos por dia.

A SESA mantém bases aeromédicas em Curitiba e Região Metropolitana, Ponta Grossa, Maringá, Cascavel e Londrina, além do litoral durante a Operação Verão. Em 2014, quando iniciou o aeromédico em Cascavel e um avião dedicado em Curitiba, os atendimentos aumentaram 70%, passando de 683 para 1.162 anuais. Dai para frente os números se multiplicaram.

O aeromédico do Paraná é realizado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e pelo Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA). Para o transporte de órgãos também são utilizadas aeronaves da Casa Militar. O serviço aeromédico da PRF foi retomado em julho de 2023 e atenderam 93 pacientes em 6 meses.

Para o coordenador do serviço, o médico Vinícius Filipak, o profissionalismo das equipes, atuação incansável e uma estrutura de serviço garantida por uma política pública definida e transparente já beneficiou milhares de cidadãos paranaenses.

“Mais que um simples número, mesmo que expressivo, significa que somente em 2023, mais de 4 mil oportunidades de redução de dor e sofrimento, minimização de sequelas e de risco de óbito, e especialmente a ampliação da chance de retorno destes pacientes ao convívio familiar e profissional”, complementou Filipak.

Estatística do serviço aeromédico do Paraná.
Estatística do serviço aeromédico do Paraná.

Helicóptero da PM já realizou mais de 14 horas de voo nas buscas do R44 desaparecido na Serra do Mar

Helicóptero da PM já realizou mais de 14 horas de voo nas buscas do R44 desaparecido na Serra do Mar
Helicóptero da PM já realizou mais de 14 horas de voo nas buscas do R44 desaparecido na Serra do Mar. Foto: CAVPM.

São Paulo – A Polícia Militar de São Paulo segue em apoio a Força Aérea Brasileira (FAB) nas buscas a um helicóptero desaparecido. O Comando de Aviação da PM (CAvPM) realizou até o momento, mais de 14h de voo com o Águia 24. Foram feitas buscas nas regiões de Paraibuna, Natividade da Serra, Serra do Mar de Caraguatatuba e Redenção da Serra. As buscas de hoje (04) iniciaram as 08h na região.

No último domingo (31), por volta das 22h40, foi gerado um alerta para o Comando de Aviação (CAVPM) e para o Corpo de Bombeiros, para uma possível queda de helicóptero, matrícula PR-HDB, modelo Robinson 44 (cinza e preto).

O horário de decolagem teria sido às 13h15 no Aeroporto Campo de Marte. O último
contato com a aeronave foi às 15h10. O Piloto e mais três tripulantes (passageiros) estavam com destino à cidade de Ilhabela, litoral de São Paulo.

A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Coordenação de Salvamento Aeronáutico (SALVAERO), é responsável pela alocação de recursos e execução das Operações de Busca e Salvamento (SAR). Um avião da FAB, SC-105 Amazonas do Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV) voou mais de 24 horas e encontra-se na região. Seu radar é capaz de realizar buscas sobre terra ou mar, com alcance de até 360 quilômetros.

Além disso, o Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA 4) está incumbido das investigações dos acontecimentos. As informações fornecidas aos Centros de Operações da PM, sobre possíveis avistamentos são retransmitidas ao CAvPM, que mapeia as informações e realiza as buscas.

De forma complementar, quando há informações de locais pontuais ou sem acesso da aeronave, o Corpo de Bombeiros faz a verificação por via terrestre. As áreas de buscas apresentam dificuldades, tanto pelo clima úmido da região, como também devido à altura das árvores, que possuem copa densa.

Os voos do helicóptero Águia da Polícia Militar, por questões de regulamentação aérea, podem ser feitos com boa performance em uma altitude mais baixa, e esse recurso é importante para facilitar a localização de objetos e pessoas. O Águia também é equipado com uma câmera termal, que permite a captação de imagem e calor.

CCJC da Câmara aprova proposta que garante mais agilidade no transporte de órgãos e equipes de captação

Foto: Carlos Tavares / Ag.Para

Em dezembro, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara (CCJC) aprovou proposta que obriga órgãos públicos, instituições militares e empresas públicas e privadas de transporte a ceder vagas, com prioridade, para o transporte de órgãos e tecidos para transplante e equipes médicas responsáveis pela captação (PL 2288/15).

Os órgãos, empresas e instituições que operem ou utilizem veículos de transporte de pessoas e cargas, por via terrestre, aérea ou aquática, se recusarem a dar essa prioridade, sem justa causa, estarão sujeitas a multa.

De acordo com o texto aprovado, o transporte será gratuito e coordenado pelo Sistema Nacional de Transplantes, por meio da Central Nacional de Transplantes. Também deverá ser feito em tempo e condições adequados para cada tipo de órgão, tecido ou parte do corpo, garantindo-se a qualidade, a segurança e a integridade do material.

A proposta considera justa causa o cancelamento de reserva do passageiro para garantir o transporte para o transplante, isentando a empresa de responder por descumprimento do contrato de transporte. O texto tramitou em caráter conclusivo e poderá seguir para sanção presidencial, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara.

Exceção será feita para aeronaves, veículos e embarcações que estiverem em missão de defesa aeroespacial ou engajados em operações militares, que não deverão interromper suas operações. O projeto modifica a Lei dos Transplantes.

A relatora na CCJC, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), defendeu que o texto vai acelerar o processo da doação de órgãos no País. “Nós aprovamos um projeto da maior importância para quem acredita na doação de órgãos, para quem acredita na importância da doação de órgãos. Esse projeto acelera o transporte para que esses órgãos cheguem aos possíveis usuários.”

Brasil Vida Táxi Aéreo inova no transporte aeromédico brasileiro

Brasil Vida Táxi Aéreo inova transporte aeromédico brasileiro
Brasil Vida Táxi Aéreo inova transporte aeromédico brasileiro

Goiás – Prestes a completar 20 anos de atuação, a Brasil Vida Táxi Aéreo alcança feitos inéditos no transporte aeromédico e reforça seu papel na assistência médica avançada no Brasil. Neste ano, a companhia realizou o transporte de um paciente com suporte cardíaco de balão intra- aórtico (BIA), um dispositivo que alivia a carga do coração e melhora o fluxo sanguíneo para as artérias coronárias.

O homem, de 64 anos, estava internado em um hospital privado de Natal e foi levado ao Hospital Samaritano Paulista, em São Paulo, para receber um coração artificial enquanto aguardava para um transplante cardíaco.

Brasil Vida Táxi Aéreo inova transporte aeromédico brasileiro
Brasil Vida Táxi Aéreo inova transporte aeromédico brasileiro

Além disso, ainda em 2020, a empresa se tornou a pioneira nacional no transporte de pacientes com suporte ECMO. Durante a pandemia de Covid-19, executou cerca de 30 desses transportes, o que levou a empresa a equipar uma aeronave reforçando seu papel crucial na assistência médica avançada.

O último voo com ECMO ocorreu neste Natal, quando foi transferida para a capital paulista a triatleta brasileira Luisa Baptista, depois de ter sido atropelada durante um treino de bicicleta em uma estrada no interior de São Paulo.

Outra frente de atuação da companhia, ainda novidade no Brasil, é o serviço de medical escort, que consiste em oferecer suporte técnico e especializado durante o transporte de pacientes em voos regulares.

Esse serviço envolve equipe qualificada que acompanha o paciente durante o translado, garantindo cuidados contínuos e imediatos, sendo fundamental em emergências para manter a estabilidade e segurança do paciente durante o transporte.

Intercâmbio Internacional

A Brasil Vida Táxi Aéreo foi a única empresa brasileira a participar, neste ano, da International Travel & Helth Insurance Conferences (ITIC), a principal conferência global do segmento de saúde mundial. Durante o evento, fortaleceu a presença internacional e firmou parcerias com outros players da aviação geral mundial.

Corpo de Bombeiros do Acre vai receber avião para operações ambientais e aeromédicas

Corpo de Bombeiros do Acre vai receber avião para operações ambientais e aeromédicas
Corpo de Bombeiros do Acre vai receber avião para operações ambientais e aeromédicas

Acre – O governo do Acre, por meio da Secretaria de Saúde (Sesacre), Corpo de Bombeiros Militar (CBMAC) e Procuradoria-Geral do Estado (PGE), em parceria com o Ministério Público do Trabalho da 14ª Região (MPT), anunciou a aquisição de uma nova aeronave que irá atender as demandas ambientais e aeromédicas nos 22 municípios acreanos.

A aquisição do avião, modelo Cessna Grand Caravan EX, será feita por meio de acordo de cooperação técnica entre o MPT, Sesacre e CBMAC. Na quarta-feira (27), o governador Gladson Cameli assinou o termo de formalização do pagamento da primeira parcela, paga com recursos do MPT.

O avião, que já está em produção, vai custar quase U$ 5,8 milhões, o que representa, na cotação de R$ 4,84, pouco mais de R$ 28 milhões. O prazo de fabricação é de 18 meses e possuirá kit aeromédico. Equipamentos como bomba de infusão, monitor, desfibrilador, macas de transporte, incubadoras e ventiladores pulmonares vão garantir o atendimento da unidade de terapia intensiva aérea.

“Já temos uma pareceria importante com o CIOPAER, que realiza resgates aéreos com equipes do SAMU. O Ministério da Saúde reconhece esse veículo como ambulância aérea e financia o custeio para essa finalidade, então a aeronave de asa fixa vai entrar com um suporte, fortalecendo nossa linha de cuidado na urgência e emergência”, observou o Secretário de Saúde, Pedro Pascoal.

O MPT já realizou o pagamento de 35% do veículo e vai pagar mais 40% na entrega. A Sesacre arcará com o pagamento dos 25% restantes, com recursos do Ministério da Saúde, destinados à aquisição de ambulâncias.

SAER e SARASUL realizaram 240 missões aeromédicas no Sul Catarinense em 2023

SAER e SARASUL realizaram 240 missões aeromédicas em 2023
SAER e SARASUL realizaram 240 missões aeromédicas em 2023

Santa Catarina – O Serviço Aeropolicial Sul (SAER) da Polícia Civil, que tem sede em Criciúma, divulgou o balanço anual de suas atividades. Em 2023, SAER Sul realizou 288 missões policiais e 240 missões aeromédicas, em parceria com o Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico do Sul de Santa Catarina (SARASUL).

Segundo dados da Polícia Civil, até domingo (25), foram voadas 461 horas no cumprimento das 528 missões. “Foi um ano bem produtivo, com quase 100 ocorrências atendidas a mais que em 2022. Atendemos 92 municípios durante os últimos meses. Além das cidades do Sul Catarinense, tivemos missões em Florianópolis e Rio do Sul em virtude das enchentes que atingiram o Estado”, explicou o delegado Alan Amorim.

Foram missões variadas em atendimento às solicitações da Polícia Civil, Defesa Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, SC Transplantes e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). “Atualmente, temos uma equipe com 20 pessoas, sem contar os profissionais de saúde que atuam no SARASUL”, afirmou o delegado.

O diretor do SAER ressalta que para o próximo ano aguarda os trâmites da nova base, que deve ser construída no Aeroporto Municipal Diomício Freitas, em Forquilhinha. Atualmente, eles estão com as instalações no bairro Vila Macarini, em Criciúma. “Já temos o compromisso que será no aeroporto. O terreno já está definido e esperamos que no primeiro semestre de 2024 tenhamos novidades sobre nossa base”, pontuou.

Brasil Vida e equipe médica do HC realizam transporte ECMO de São Carlos para São Paulo

Triatleta Luisa Baptista é transferida de avião para o HC da USP após terapia de circulação extracorpórea — Foto: Prefeitura de São Carlos/Divulgação.

São Paulo – Nesta segunda-feira (25), a triatleta Luísa Baptista, de 29 anos, foi transferida da Santa Casa de São Carlos, no interior de São Paulo, para a UTI do Hospital das Clínicas (HC) da USP, na capital paulista. Uma equipe de intensivistas, composta por três médicos e dois enfermeiros do HC, articulada com o Comitê Olímpico Brasileiro, deslocou-se para São Carlos.

Na Santa Casa, a equipe realizou a terapia de Oxigenação por Membrana Extracorpórea (ECMO) na paciente. Depois de estabilizada, o transporte de Luiza foi realizado em uma ambulância aérea (Learjet 31A) da empresa Brasil Vida Táxi Aéreo. A paciente foi embarcada no Aeroporto de São Carlos e transportada ao Aeroporto de Congonhas, de onde seguiu em uma ambulância para o HC.

A atleta estava treinando no sábado (23), quando um motociclista atingiu sua bicicleta em uma estrada municipal (SCA-329) no distrito de Santa Eudoxia, região de São Carlos (SP). Segundo informações do B.O, o motociclista de 27 anos não tinha Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e sofreu múltiplas fraturas com o acidente. Ele foi socorrido e sua moto foi apreendida pela Polícia Militar.

Luísa Baptista permanece em estado grave e acompanhada por equipe médica especializada do HC. A triatleta conquistou a medalha de ouro no triatlo nos Jogos Pan-Americanos de 2019, em Santiago (Chile) e representou o Brasil nas Olimpíadas de Tóquio, dois anos depois.

Governo do Mato Grosso do Sul e Marinha firmam cooperação para operações aeromédicas

Governo do Mato Grosso do Sul e Marinha selam cooperação para operações aeromédicas. Fotos: Saul Schramm
Governo do Mato Grosso do Sul e Marinha selam cooperação para operações aeromédicas.

Mato Grosso do Sul – O Governo de Mato Grosso do Sul e a Marinha do Brasil assinaram termo de cooperação nesta sexta-feira (22) para a realização de operações de evacuações aeromédicas (EVAM). O acordo foi fechado diretamente entre Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) e o Comando do 6° Distrito Naval, sediado em Ladário.

A parceria visa mitigar custos com o fornecimento pelo Governo do Estado de 7,5 mil litros de querosene de aviação in natura para aeronaves do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Oeste. Tais equipamentos dão apoio em atendimentos aeromédicos coordenados pela Sejusp.

Conforme o termo de cooperação assinado pelo governador Eduardo Riedel, pelo secretário estadual de Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, e o vice-almirante Iunis Távara Said, comandante do 6º Distrito Naval, o limite para cada atendimento é de 100 milhas náuticas.

Além disso, anualmente será apresentado o quantitativo de operações aeromédicas realizadas, o dispêndio de horas de voo e o custo total calculado com base no valor da hora de voo logística vigente. A cooperação não envolve transferência de recursos financeiros.

GTA de Pernambuco realiza o primeiro transporte aeromédico com o avião Seneca II

GTA de Pernambuco realiza o primeiro transporte aeromédico com o avião Seneca II

Pernambuco – Na sexta-feira (22), o Grupamento Tático Aéreo (GTA) de Pernambuco realizou o primeiro transporte aeromédico com o avião Embraer 810C (Seneca II). O Defesa 05 foi recebido pelo estado em setembro de 2023, após ter sido apreendido em uma operação realizada pela Polícia Federal. Foi instalado um kit aeromédico na aeronave e os pilotos passaram por treinamento.

Com tripulação do GTA e equipe médica do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco, um paciente de 43 anos com problemas cardíacos foi transportado do Arquipélago de Fernando de Noronha para a Base do GTA no Recife, onde uma ambulância do SAMU aguardava para levá-lo ao Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco (PROCAPE).

Em vídeo divulgado, o GTA informou que o serviço amplia sua capacidade de assistência, atendimento, resgate de pacientes em situações críticas e transporte de órgãos. “Mais uma vida salva, fruto de um intenso trabalho da gestão da unidade aérea, juntamente com o Governo do Estado, para tornar este sonho, uma realidade”, declarou o Comandante do GTA, Cel PM Câmara Júnior.

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Bombeiros e SAMU Aeromédico salvam criança que se afogou em piscina

Bombeiros e SAMU Aeromédico salvam criança que se afogou em piscina
Bombeiros e SAMU Aeromédico salvam criança que se afogou em piscina

Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA) e o SAMU Aeromédico realizaram na tarde de sexta-feira (22), o atendimento a uma vítima de afogamento em piscina no Município de Florianópolis, que necessitava de suporte avançado.

A equipe de serviço do helicóptero Arcanjo 01 da Base de Florianópolis foi acionada pelo Central do SAMU para realizar o atendimento a criança em Parada Cardiorrespiratória devido a afogamento em piscina no Bairro São João do Rio Vermelho.

A aeronave decolou e realizou o pouso em campo próximo a ocorrência, realizando rápida intervenção. Sendo a primeira equipe a chegar no local, iniciou as manobras de Reanimação Cardiopulmonar, monitorização, acesso venoso e intubação.

Com a chegada da equipe do Auto Socorro de Urgência (ASU) da Barra da Lagoa e continuidade dos procedimentos, as manobras de RCP possibilitaram, após 8 minutos, o retorno da circulação espontânea da vítima, com estabilização de seus sinais vitais. Em seguida, a vítima foi embarcada e levada de helicóptero para o Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis.

Novo avião do serviço aeromédico de Alagoas faz seu primeiro transporte

Novo avião do serviço aeromédico de Alagoas faz seu primeiro atendimento
Novo avião do serviço aeromédico de Alagoas faz seu primeiro atendimento

Alagoas – O novo avião Cessna 210N do serviço aeromédico de Alagoas realizou seu primeiro atendimento. Um bebê de quatro meses, que estava internado no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP), em Recife (PE), foi transportado para o Hospital da Criança, em Maceió (AL).

A aeronave foi entregue oficialmente pelo governador Paulo Dantas nesta quarta-feira (20), durante a inauguração do Aeroporto de Marechal Deodoro. O serviço é formado por equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBM/AL) e por médicos e enfermeiros do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

“Salvar vidas é o maior desafio dos profissionais, tanto do SAMU como do Corpo de Bombeiros Militar. Agora, contando com um avião, temos certeza de que mais alagoanos serão salvos e isso é o que faz a diferença no serviço de atendimento das urgências e emergências. Vamos criar serviços para que a população seja melhor assistida”, destacou a coordenadora do SAMU Maceió, Beatriz Santana.

Novo avião do serviço aeromédico de Alagoas faz seu primeiro atendimento
Novo avião do serviço aeromédico de Alagoas faz seu primeiro atendimento.

Mais sete aviões Cessna passam a integrar a frota de 540 aeronaves da Patrulha Aérea Civil dos EUA

Mais sete aviões Cessna passam a integrar a frota de 540 aeronaves da Patrulha Aérea Civil dos EUA.

EUA – A Patrulha Aérea Civil (Civil Air Patrol – CAP) adquiriu mais sete aviões, cinco Cessna Skyhawk, um Cessna Skylane e um Cessna Turbo Stationair HD da Textron Aviation. As aeronaves se juntarão a uma frota de 540 aeronaves Cessna de propriedade e operadas pela CAP.

“De busca e salvamento a socorro em desastres, as missões que a CAP realiza diariamente são tão amplas quanto sua presença nos EUA. Estamos honrados que as aeronaves Cessna continuem a ser a plataforma de escolha da organização para essas operações cruciais”, disse Bob Gibbs, vice-presidente de Vendas de Missões Especiais. “A frota de aeronaves a pistão Cessna é reconhecida na aviação geral por seus custos operacionais, desempenho e durabilidade, fatores importantes para uma organização que apoia uma variedade de comunidades em todo o país.”

Como serviço auxiliar da Força Aérea dos EUA, a CAP realiza missões para agências governamentais e, como organização sem fins lucrativos, também ajuda estados e comunidades. Em 2022, o CAP voou mais de 100 mil horas e salvou 151 vidas, realizando missões atribuídas pela Força Aérea, bem como apoio a estados e comunidades. A CAP é a maior operadora de aeronaves a pistão Cessna do mundo.

“A Patrulha Aérea Civil está entusiasmada em dar as boas-vindas a essas novas aeronaves Cessna à maior frota de aeronaves monomotores a pistão do mundo”, disse o General-de-Brigada Edward D. Phelka, comandante/CEO nacional da CAP. “A CAP está orgulhosa de continuar a fazer parceria com a Textron Aviation à medida que utilizamos seus excelentes produtos na execução de missões complexas e variadas para a América.”

Além dessa entrega, a CAP adquiriu em setembro mais 14 Skyhawk 172s e um Skylane 182T, que irão reforçar os serviços de emergência e missões de socorro em desastres em todo o país.

Ministérios da Saúde e da Justiça e Segurança Pública firmam acordo para ampliar Programa Aeromédico

Ministérios da Saúde e da Justiça firmam acordo para ampliar Programa Aeromédico.

Brasil – O atendimento a vítimas de acidentes e outras emergências e até o transporte de órgãos nas estradas brasileiras ganhará ainda mais celeridade. O reforço nessa assistência, por meio do Programa Aeromédico, permitirá o uso de aeronaves da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas ocorrências, aumentando as chances de salvamento mais rápido e diminuindo a mortalidade nas rodovias federais.

O acordo de cooperação para esta ação foi firmado nesta quinta-feira (21) pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, e pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. O projeto, que já está em operação como piloto em algumas cidades, como Recife (PE), Curitiba (PR) e Contagem (MG), vai chegar a novas localidades: Campo Grande (MS), Rio de Janeiro (RJ) e Fortaleza (CE).

Ministérios da Saúde e da Justiça firmam acordo para ampliar Programa Aeromédico.

A ideia é implantar um aeromédico em cada capital do país, incorporando as aeronaves da PRF reguladas por meio das Centrais de Regulação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) 192.

De acordo com a ministra Nísia Trindade, pelo menos R$ 54 milhões devem ser investidos no projeto ao longo de 2024. “Esse acordo vai favorecer a assistência em situações de urgência. Essa parceria será para que todos os estados tenham as unidades aeromédicas com apoio do Ministério da Saúde. Estamos falando de 26 estados e de um investimento para 2024 de mais de R$ 54 milhões para esse planejamento. É o início de uma parceria que será fundamental para o Sistema Único de Saúde (SUS), para a saúde da nossa população”, destacou Nísia.

“É uma diretriz do presidente da República ampliar o acesso aos serviços de saúde. E a integração de estados e municípios e da equipe da Polícia Rodoviária Federal vai propiciar o manejo dessas aeronaves, seguindo os critérios do SUS”, completou o ministro Flávio Dino.

A Central de Regulação do SAMU 192 desempenha um papel fundamental na coordenação e no direcionamento dos recursos de atendimento móvel de urgência. Ao envolver as aeronaves da PRF, será possível garantir uma resposta mais ágil e eficaz, especialmente em áreas de difícil acesso ou situações que demandam uma intervenção rápida.

Pelo acordo, os dois ministérios concordam em intensificar as ações no sentido de promover o melhor atendimento ao pré-hospitalar móvel e de resgate às vítimas de acidente e demais urgências, possibilitando uma integração de recursos e expertise para otimizar o transporte rápido e seguro em casos de urgência.

Entre as autoridades presentes no ato de assinatura do acordo, realizado na sede do Ministério da Justiça, estavam o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa; o secretário de Atenção Especializada à Saúde, Helvécio Magalhães Júnior; o diretor-geral da PRF, Fernando Oliveira; e o diretor do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência do Ministério da Saúde, Nilton Pereira.

PRF, SAMU e Corpo de Bombeiros somam esforços para resgatar vítimas graves em Minas Gerais

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