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Potiguar 01 acha corpo de pescador desaparecido no litoral do RN

O helicóptero da Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte, o “Potiguar 01”, localizou na manhã desta quarta-feira (26), na praia de Touros, litoral Norte potiguar, o corpo de Antônio Francisco da Silva, de 28 anos. Pescador, ele estava desaparecido desde a ultima segunda-feira (24), após uma tempestade na praia de Carnaubinhas.

Segundo Francisco de Assis dos Santos, pai do pescador, o filho estava pescando com o cunhado quando foram pegos por uma tempestade e perderam o motor da embarcação. “Antônio caiu no mar e o cunhado não conseguiu mais localizá-lo, regressando para a praia com a ajuda de um remo”, informou o capitão da PM Rodrigo Pimenta.”

A aeronave “Potiguar 01”, que tinha em sua equipe o capitão Rodrigo Pimenta (PMPB/FN, comandante da Aeronave), o 1° Tenente Romualdo Galvão (PMRN, coordenador de Operações Aéreas) e os tripulantes operacionais sargento Genilson Soares e soldado Laertte Silva, iniciou o procedimento de busca por volta das 7h30 da manhã desta quarta, achando o corpo por volta das 10h.

O resgate

A equipe da aeronave explicou que o “Potiguar 01” pousou em Touros após decolar de sua base, no Aeroporto Internacional Augusto Severo, em Parnamirim. O corpo do pescador estava afastado cerca de 10 milhas náuticas ao Norte do local indicado, e cerca de 3 milhas náuticas da orla da praia, quando foi localizado e resgatado pela equipe.

Fonte: G1 RN.

Governador do Paraná Beto Richa entrega a primeira base descentralizada do Graer em Londrina

Londrina vai ganhar a primeira base do Grupamento Aeropolicial e Resgate Aéreo (Graer) no interior do Estado, na próxima sexta-feira (28). A entrega oficial da base descentralizada do serviço será feita pelo governador Beto Richa e pelo secretário estadual da Segurança Pública, Cid Vasques.

A base contará com um helicóptero e um efetivo formado por cinco integrantes, entre policiais militares e civis e bombeiro. O Graer é responsável pelo apoio aéreo no policiamento ostensivo e pelo transporte de vítimas que precisam de atendimento médico de urgência. Além disso, auxilia ações de Defesa Civil e operações policiais militares e civis.

O grupo também dá apoio a órgãos federais, estaduais e municipais, em todo o território nacional, em missões de segurança pública ou defesa civil e em ações de preservação da ordem pública. Além de Londrina, Foz do Iguaçu também deve ganhar uma base do Graer, nos próximos meses.

O governador Beto Richa também inaugura o 2.º Comando Regional de Polícia Militar em Londrina. Trata-se de uma unidade que responde diretamente ao subcomandante-geral da PM e atua como órgão de planejamento, coordenação dos batalhões e companhias de polícia.

Também será instalada a Corregedoria da Polícia Militar, que substitui a extinta seção da justiça e disciplina, e tem como meta apurar irregularidades e fatos decorrentes que envolvam os integrantes da PM.

O governo também inaugura oficialmente a Delegacia de Homicídios de Londrina. É a quinta especializada criada no Paraná. As outras estão em Curitiba, Foz do Iguaçu, Cascavel e Maringá.

A missão do GRAER é o apoio aéreo no policiamento ostensivo, socorrimento público, nas ações de defesa civil, nas ações e operações policiais militares e bombeiros militares, no apoio a órgãos federais, estaduais e municipais em todo território nacional, em missões de segurança pública e/ou defesa civil, no transporte de autoridades e em todas as demais ações de preservação da ordem pública, conforme diretrizes do Comandante-Geral.

Inauguração da Sede:

Local: Av: Santos Dumont, 893 – Jardim Aeroporto – Londrina – PR
Data: 28 de Setembro de 2012.
Horário: 14hs30min.

Fonte: Agência de Noticias do Paraná e Ta na Cidade.

Conheça a Unidade Aérea de East Bay Regional Park District/EUA

EXCLUSIVO PILOTO POLICIAL

Conheça a unidade aérea de Air Support Unit – East Bay Regional Park District – uma pequena grande unidade da região San Francisco, Califórnia/EUA.

A região da Baia da San Francisco é repleta de áreas de preservação permanente, sendo algumas abertas ao público na forma de parques para efetuar trilhas, piqueniques, caminhadas etc, e outras áreas de acesso proibido, onde protege dessa forma algum tipo de recurso natural, como lagos que abastecem a região com água potável ou regiões com vegetação preservada.

A grande dificuldade é que essas áreas são enormes e não contiguas, bem como pertecem a vários cidades e condados, mais especificamente aos condado de Contra Costa e Alameda. Sendo assim, optou-se por criar um departamento específico para cuidar dessa enorme região de parques, que incluem 65 parques com uma área de mais de 1750 square miles e mais de 1.900 quilometros de trihas abertas a visitação. Atualmente, o East Bay Park District é o maior sitema de parques regionais dos Estados Unidos e recebe anualmente aproximadamente 14 milhões de visitantes.

Com a criação do East Bay Park District, uma solução inteligente do departamento foi criar uma unidade aérea para efetuar o apoio a esse tipo de serviço de policiamento, vigilância e fiscalização.

A unidade aérea chama-se East Bay Park Police Air Support Unit e tem sua sede no aeroporto de Hayward, Califórnia/EUA, onde ocupa dois espaçosos hangares.

Atualmente a unidade opera dois helicópteros, um AS350B2 e um AS350B3, também conhecidos pelo designativo de “Eagle”.

As aeronaves da unidade são equipadas com sistema de imageamento térmico FLIR 8500, moving map Aerocomputer, farol de busca Night Sun SX-16 e completo sistema de comunicação policial. A aeronave AS350B3 também é equipada com sistema de comunicação via satélite e sistema EFIS da Chelton/Cobham.

A missão primordial da unidade é efetuar o patrulhamento da região dos parques, mas a unidade também efetua apoio a outros departamentos de policía da região que não dispõe de apoio aéreo ou que seu apoio aéreo é limitado.

Esse apoio aéreo a outras unidades e departamentos de polícia da região funciona como uma “cortesia”, não existe qualquer contrapartida por parte do departamento apoiado.

A unidade é bem enxuta, seguindo os moldes americanos, com  tripulação prevista de apenas piloto e  TFO (Tactical Flight Officer), operando em turnos diurnos de 10 horas de serviço, sete dias por semana, e operando em sobreaviso nos demais horários.

A unidade conta com um efetivo total de somente de 4 pessoas efetivas, sendo 3 pilotos comandantes de aeronave, um deles acumula a função de comandante da unidade, e um Tactical Flight Officer. A unidade ainda conta com outro Tactical Flight Officer treinado, mas que que trabalha no serviço operacional regular e pode ser acionado eventualmente em caso de necessidade.

A unidade ainda conta com apenas um  mecânico aeronáutico que também possui a habilitação de inspetor e realiza todas as manutenções e inspeções previstas pelo fabricante no próprio hangar da unidade. Tal mecânico, funcionário contratado, trabalha em tempo integral para o departamento .

Apesar de enxuta, a unidade está muito avançada em questões de doutrina operacional, pois possui seu Air Operations Standard Operating & Procedures Manual (Manual  de Procedimentos Operacionais de Operações Aérea), também chamado genericamente de “policy”, e estão em processo de implantação de um programa de Safety Management Sistem (SMS – ou SGSO – Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional, no Brasil).

Após a implementaçao do SMS, o projeto da unidade é submeter-se ao programa de certificação da ALEA, chamado de ALEAC.

Com relação  a parte de treinamento da unidade, além do recheque anual previsto pela regulamentação FAA, os pilotos realizam anualmente um treinamento de emergência da aeronave junto ao fabricante (American Eurocopter) e outro treinamento de emergência noturna, sendo assim, praticamente a cada seis meses intercalados o piloto passa por um treinamento de emergência da aeronave.

Além do treinamento, obrigatoriamente os pilotos devem participar anualmente de ao menos um seminário de segurança de voo realizado pela ALEA.

O treinamento de proeficiência das tripulações é efetuado todas as quartas-feiras, seguido de um planejamento próprio da unidade, onde, alternadamente, são realizadas missões de carga externa, pouso em áreas não preparadas, vôos com óculos de visão noturna (NVG), entre outros.

A unidade voa aproximadamente 1000 horas por ano e pode ser considerada multimissão. Além do patrulhamento e fiscalização das áreas dos parques, também efetua apoio a outros departamentos de polícias de cidades da região, missões de combate a incêndio, resgate aeromédico e carga externa.

Os tripulantes, obrigatoriamente, voam com colete tático que inclui flutuador individual de emergência, sistema HEED III e kit de primeiros socorros, além disso eles efetuam o treinamento de escape de aeronave submersa a cada dois anos.

Alguns detalhes interessantes a cerca da unidade:

Apesar da unidade estar apta e treinada para efetuar missões de resgate aeromédico, tal missão é aceita somente em último recurso. O sistema americano de resgate aeromédico prevê a existência de empresas privadas de resgate aeromédico e tal serviço é pago a elas pelas seguradoras. Caso o resgate aeromédico seja feito pela unidade, além da mesma não receber por isso, a empresa particular deixa de receber sua receita, e sempre acaba criando certo atrito e constrangimento.

As tripulações efetuam patrulhamento nos parques com o Bambi Bucket a bordo e pronto para utilização em caso de uma eventualidade. Apesar da proximidade com o mar, o clima da região é bem seco e a vegetação torna-se muito suscetível a incêndios, que se não controlados podem se alastrar e provocar uma tragédia.

Só para conhecimento, a maioria das construções e residências na região são feitas de madeira e outros materiais que não alvenaria, devido a potencialidade de terremotos na região. Só para ilustrar, em 1991, ocorreu um incêndio na região das colinas que fugiu ao controle dos bombeiros e atigiu um região habitada, destruindo mais de três mil residências e matando 25 pessoas.

Por serem de modelos diferentes, os helicopteros operam Bambi Buckets diferentes, o AS350B2 opera equipamento com capacidade de 545 litros e o B3 com o equipamento de 1225 litros. Uma bela diferença.

Um detalhe interessante na configuração da aeronave é uma vigia de auxílio ao piloto para executar missões com carga externa (aqui chamada de “long line”). É um acessório provido pela DART e particularmente nunca havia visto anteriormente. Lembrando sempre que a unidade conduz as missões de “long line” somente com um piloto a bordo.

A unidade conta com um veículo de apoio, tipo caminhonete, que também transporta um reservatório e bomba de combustível para transportar cerca de 300 litros de querosene. O detalhe interessante é que, com tal capacidade, o motorista do veículo não é obrigado a ter curso/habilitação de manuseio e operação de produtos perigosos (chamado de MOPP no Brasil e “Hazardous materials” nos EUA). Solução bastante interessante para uma unidade que tem um efetivo bastante reduzido e assim possibilita a operação do veículo de apoio por qualquer motorista com habilitação comum.

Confira mais fotos:

 


Texto e fotos: Alex Mena Barreto, exclusivo para o site Piloto Policial.


Nota do autor:

Gostaria de agradecer a oportunidade da visita ao Sergeant Bill Probets, Piloto Chefe do ASU, que foi extremamente atencioso nas tratativas da visita; aos Officer/Pilots Doug Jackley e Kevin Iacovoni pela atenção e disponibilidade em mostrar e explicar o funcionamento de toda a unidade; e ao  Officer Gary Hirata pela cortesia  e apoio prestado.

Fun Meter Full !!


Leia também:

Site Piloto Policial participa do Western Region Safety Seminar da ALEA.

Site Piloto Policial visita o Departamento de Policia de Miami Dade (MDPD).

Helicóptero Águia auxilia policiamento em Rio Claro/SP

Recentemente foi entregue em Piracicaba, um helicóptero (Águia 19), que vem apoiando as Unidades Operacionais da Polícia Militar diuturnamente, em suas diversas atividades, como o policiamento ostensivo e ambiental, salvamentos, combate a incêndios, nas diversas atividades da Defesa Civil, na preservação da ordem pública, e no apoio a transplante de órgãos.

No total, 52 municípios de São Paulo são atendidos pelo Águia 19 cobrindo uma extensão de pouco mais de 17 km², onde residem 2,96 milhão de pessoas. A Base de Radiopatrulha Aérea de Piracicaba iniciou suas operações em 18 de agosto de 2010.

Os novos helicópteros, com capacidade para seis pessoas, são equipados com rádios digitalizados – que permitem a comunicação sem o risco de interceptação; – um pequeno computador a bordo da aeronave, que fornece mapas e cartas de rotas de um município; farol de busca para localização de pessoas durante o período da noite; gancho para resgate de pessoas e objetos; equipamentos médicos de resgate, como maca para remoção, equipamentos de ressuscitação, aparelhos para oxigênio, cordas e ganchos; esqui com degrau estendido; plataforma com degrau para embarque e desembarque de tripulantes com maior segurança; e GPS Garmin – um identificador de coordenadas de alta definição, que possui interface de alta qualidade e fácil acesso.

Especialmente no município de Rio Claro, em diversas operações policiais, bem como o policiamento de rotina, têm contado com o apoio do Helicóptero Águia da Polícia Militar.

Pode-se notar nos céus da cidade azul, as asas do imponente helicóptero modelo esquilo, que chama a atenção por onde passa e contribui sobremaneira com o policiamento realizado pelas viaturas terrestres.

A visão privilegiada, a rapidez nos deslocamentos, o alto treinamento dos tripulantes, pronto atendimento sempre que solicitados e qualidade dos serviços prestados fazem com que esta Unidade da Polícia Militar seja destaque por onde passa.

Fonte: Diário do Rio Claro.

FAA certifica o helicóptero R66 – Turbine Police Helicopter

No dia 7 de setembro de 2012, a Companhia de Helicóptero Robinson recebeu o certificado da FAA referente ao R66 Turbine Police Helicopter. O modelo R66 Policial é especialmente configurado para operações de segurança pública e cumpre o último regulamento da FAA com relação à resistência ao choque.

O helicóptero R66 Policial combina potência, alto desempenho e capacidade com o mais novo sistema de vigilância.  O R66 vem com tecnologia aprovada pela FAA, incluindo câmera FLIR Ultra 8000, monitor colorido de 10 polegadas, o novo Holofote Spectrolab SX-7 equivalente a 30milhões de velas e um controle dual de áudio.

A Robinson acredita que o competitivo preço de US $1,104,000 e a manutenção simples do helicóptero, irá atrair o interesse de grandes e pequenas agências policiais. A primeira unidade do R66 Policial será entregue em Outubro desse ano para o Departamento de Policia de Fontana, sul da Califórnia. O Departamento de Policia de Fontana é a agência líder entre uma aliança que envolve quatro cidades e usa o helicóptero R44 da Robinson desde 2005.

As especificações de desempenho do R66 incluem uma velocidade de cruzeiro de até aproximadamente 220 km/h, carga útil de até 400 kg com o tanque cheio e pairado fora do efeito solo (Out of Ground Effect -OGE), com peso máximo de decolagem, de 10.000 ft.

A Robinson vai continuar expandindo a linha R66 com uma versão ENG (Electric News Gathering) e outra com flutuador, ambas para 2013.


Veja aqui o folder de especificações do R66 Police


Fonte: Helihub

Eurocopter atualiza AS350B3 da Polícia de Botswana para operações noturnas

Os helicópteros AS350B3 (esquilo), da frota da Polícia de Botswana, país localizado no sul da África, foram atualizados para missões noturnas, de acordo com a lei 24/7.

No contrato de atualização, a Eurocopter da África do Sul modificou os instrumentos do painel dos pilotos e o console da câmera infravermelha de observação para ser compatível com os óculos de visão noturna, os NVG’s (Night Vision Goggles).

O sistema dos NVG’s permite que o piloto navegue e voe em baixas altitudes em operações noturnas, o que de outra maneira seria praticamente impossível e extremamente perigoso.

“Esse aumento na nossa capacidade de missão noturna vai ser muito benéfica para nós, uma vez que temos a responsabilidade de fornecer suporte aéreo em uma área muito grande. Isso significa que os caçadores e criminosos não conseguirão mais se esconder de nós a noite”, explicou o Diretor Pilane Sebigi, Comandante Oficial da Unidade de Policia de Suporte Aéreo de Botswana.

Em 2009, a recém-criada Unidade de Suporte Aéreo da Polícia de Botswana adquiriu três helicópteros AS350B3 junto a Eurocopter. Desde então, tem mais de 4.000 horas de voo registradas e um impacto considerável nos crimes relacionados e nas missões de resgate, além de participar de outras intervenções civis.

“Nós ficamos e permanecemos extremamente orgulhosos de continuar ajudando a Unidade de Suporte Aéreo da Polícia de Botswana. O AS350B3 tem um histórico comprovado em missões policiais – especialmente em condições quentes e difíceis – e nos estamos confiantes de que com esse valioso acessório de voo noturno dessas aeronaves será ainda mais valioso contribuir para a proteção e segurança dos cidadãos de Botswana”, disse o Chefe Executivo da Eurocopter da África do Sul, Fabrice Cagnat.

Outras unidades que utilizam o AS350 em suas operações são a Polícia da África do Sul, a qual opera uma frota de 14 AS350B3 e uma versão B2, a Polícia da Angola e a Polícia da Namíbia.

Além da atualização referente ao NVG, a Eurocopter esta providenciando também um treinamento para seis pilotos da Unidade de Polícia de Suporte Aéreo de Botswana.

Fonte: Defence Web e Aviation Today.

Discovery realiza evento de Pré-Estréia da série “Águias da Cidade”

Série traz as operações médicas e policiais realizadas com a frota de helicópteros da Polícia Militar de São Paulo e os dramas vividos por pilotos e socorristas

O evento de pré-estréia da série Águias da Cidade ocorreu ontem (25/09) no Joquey Club de São Paulo, onde aconteceu a coletiva com a imprensa. Estiveram presentes e prestigiando o evento representantes da Discovery, Mixer, dos Águias do Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar de São Paulo e a presença do Comandante Geral da PM, Cel PM Roberval Ferreira França.

Acompanhar os passos de homens e mulheres que se arriscam para salvar vidas. Essa é a proposta de ÁGUIAS DA CIDADE, a nova série brasileira do Discovery que estreia em 10 de outubro, quarta-feira, às 22h20. 

Dividida em oito episódios, a produção leva os telespectadores em voos dramáticos realizados pelo Grupamento de Radiopatrulha Aérea (GRPAe), da Polícia Militar do Estado de São Paulo, mais conhecidos como Águias.

Trata-se de um trabalho diário feito por profissionais competentes, capazes de transformar imprevistos, acidentes e fatalidades em oportunidades para o triunfo da vida. Pilotos, médicos e enfermeiros que estão sempre agindo no limite, seja do tempo ou dos recursos médicos e técnicos.

ÁGUIAS DA CIDADE é um projeto que envolveu grandes desafios, incluindo o acesso à Polícia Militar e a logística montada com micro câmeras digitais, instaladas nos helicópteros e acopladas ao corpo dos integrantes das equipes do Grupamento Aéreo. Após mais de dois meses de pré-produção, foram mais de seis meses de gravações com acesso ilimitado ao Grupamento, resultando em quase 1000 horas de imagens que registram momentos emocionantes.

Dinâmica, ÁGUIAS DA CIDADE reúne toda a ação que se passa na cabine dos helicópteros e centrais de atendimento, captando as alegrias e frustrações de seus protagonistas. Desde a chegada da chamada, passando pelo deslocamento da equipe, as manobras e pousos arriscados, até o socorro prestado para estabilizar a pessoa acidentada e levá-la aos hospitais de referência.

A série também mostra que, apesar do ritmo frenético do trabalho em questão, a urgência não deve comprometer a segurança da equipe de resgate – os pilotos são altamente treinados e, para fazer parte deste seleto grupo, os testes são rigorosos. A preparação dos oficiais que integram o Grupamento Aéreo também é foco dos oito episódios. 

O Grupamento Aéreo da Polícia Militar trabalha em conjunto com o Corpo de Bombeiros e a Centro de Operações da Polícia Militar para atender aos mais graves e urgentes dos cerca de 30 mil chamados recebidos diariamente na cidade. E, nesta megalópole em que congestionamentos de dezenas de quilômetros são constantes, muitas vezes a ajuda só pode vir do alto. ÁGUIAS DA CIDADE dá voz a esses personagens, heróis anônimos que guardam a população de São Paulo. Histórias de vida de quem se dedica a servir e fazer o bem numa cidade em que o caos se impõe a cada minuto.

A série é uma coprodução entre Discovery e Mixer, com incentivo da Ancine pelo artigo 39. Por parte da Mixer, a direção geral é de Rodrigo Astiz e a direção, de Sérgio Zeigler. Pelo Discovery, o projeto foi supervisionado por Carla Ponte, Rafael Rodriguez e Michela Giorelli.

 

Confira o vídeo do evento:


Confira a matéria: Discovery estreia superprodução em outubro – “Águias da Cidade”


Assista aos episódios:

– Episódio 1
– Episódio 2
– Episódio 3
– Episódio 4
– Episódio 5
– Episódio 6
– Episódio 7
– Episódio 8


Sobre o Discovery

O Discovery é uma marca global dedicada a criar conteúdo de alta qualidade baseado na vida real. Sua missão é informar, entreter e satisfazer a curiosidade de seu público, através de uma programação variada nas áreas de ciência, tecnologia, natureza, história, aventura humana e cultura mundial. Lançado nos Estados Unidos em 1985, e na América Latina, em 1994, o Discovery está presente em mais de 200 países e territórios.
©[2012] Discovery Communications, Inc. Discovery e o logotipo do Discovery são marcas da Discovery Communications, Inc. Todos os direitos reservados.

Sobre a Mixer

Uma das principais produtoras do mercado brasileiro, a Mixer realiza conteúdos audiovisuais de todos os gêneros e para todas as plataformas, tanto sob demanda como no desenvolvimento de conteúdos próprios. Nos últimos oito anos, a Mixer tem se destacado por suas produções nas áreas de publicidade, TV e cinema. Entre as quais, estão séries de TV, como os premiados “Julie e Os Fantasmas” (Band/Nickeleoden), “Brilhante F.C.” (TV Brasil); “Mothern” (GNT), “Descolados” (MTV/Band), as séries em animação “Escola pra Cachorro” (Nickeleoden/TV Cultura) e “Sitio do Picapau Amarelo” (TV Globo). A internacionalmente premiada série de documentários para Discovery, entre eles “O Assassinato de Jean Charles”, “São Paulo Sob Ataque” e “Desafio em Dose Dupla”. Na área de cinema, a Mixer possui o premiado longa-metragem “Besouro” (Disney/Globofilmes), além de “Corações Sujos” (Downtown/ Globofilmes).

Fonte: Discovery Networks Brasil.

Corpo de Bombeiros e GRAER/BA combatem incêndio na Chapada Diamantina

Uma garoa que caiu até as 12h desta segunda-feira (24/09) ajudou a controlar o incêndio na região que abrange cinco cidades da Chapada Diamantina, centro-norte da Bahia, que é afetada pelas chamas desde o dia 11 de setembro, segundo Ana Paula Soares, gestora da Área de Proteção Ambiental (APA), que faz parte do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).

Segundo Ana Paula, mais de 25 mil hectares foram consumidos pelo fogo desde o início do incêndio. “Os focos foram controlados, mas ainda estão sendo monitorados pelo Corpo de Bombeiros. O incêndio chegou à região mais preservada, que é a região das montanhas, das matas, das nascentes. Ele foi bem difícil”, explica Ana Paula.

Segundo levantamento preliminar do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), o fogo afeta entre 20 e 25 mil hectares da Serra do Barbado, unidade de conservação ambiental da Bahia. No local, está o Pico do Barbado, que tem 2.033 metros de altitude. Os municípios de Rio de Contas, Abaíra, Rio do Pires, Piatã, Jussiape e Érico Cardoso fazem parte da região. Na Serra do Barbado, estão as nascentes de três dos principais rios do estado: Paraguaçu, São Francisco e Rio de Contas.

Difícil acesso

O secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eugênio Spengler, sobrevoou no sábado (22) a área afetada. Em entrevista ao G1, o secretário informou que o objetivo do voo foi identificar onde estão localizados os principais focos do incêndio, além de observar a área que foi consumida pelo fogo. “Em conversa com o Corpo de Bombeiros e equipe de Meio Ambiente será possível traçar ações de reforço para os próximos dias”, afirma Eugênio Spengler.

O secretário observa que a região afetada pelo incêndio é de difícil acesso e que é necessário contar com apoio aéreo no combate às chamas. “Contamos com o reforço de dois helicópteros do Graer – Grupamento Aéreo da Polícia Militar e de mais uma aeronave de monitoramento para identificação dos pontos a serem combatidos. Temos 75 bombeiros atuando, além de outros 55 que podem ser mobilizados a qualquer momento e 125 brigadistas voluntários”, relata.

Prejuízos

Além dos impactos ambientais, os incêndios na Chapada Diamantina causam prejuízos à saúde da população e à economia. De acordo com o secretário do Meio Ambiente, levantamentos preliminares indicam que entre os municípios de Abaíra e Rio de Contas já foram perdidos 10 mil pés de café em decorrência dos incêndios este ano. “É um dos melhores cafés que se produz no Brasil”, pontuou.

Com as queimadas, a qualidade do ar fica comprometida, aumentando a incidência de problemas respiratórios. Há ainda os impactos decorrentes da queima de vegetação nativa. “Afeta a proteção de nascentes, impacta na fauna, com animais morrendo ou fugindo de seu habitat natural para outro”, observou Eugênio Spengler.

Incêndios recorrentes

Sobre as causas do incêndio na região da Chapada Diamantina, o secretário de Meio Ambiente destaca que a situação de queimadas ocorre todos os anos e que, em 2012, complicações climáticas podem ter intensificado a situação. “Tivemos o agravamento da seca, como tem muita concentração de matéria orgânica com baixa umidade, o ambiente fica favorável à proliferação de incêndio. Há várias outras causas, nas propriedades rurais, por exemplo, muitos agricultores ainda utilizam manejo com fogo sem os cuidados necessários e acabam perdendo o controle do fogo”, pontua Eugênio Spengler.

“No sentido de reduzir as ocorrências de incêndio, temos uma série de ações sendo aperfeiçoadas, voltadas para a educação ambiental e sensibilização da comunicação local”, conclui secretário.

Fonte: G1.

Bombeiros do Rio de Janeiro conhecem o Ciopaer/MT

Mato Grosso – Na manhã desta terça-feira (18/9) o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), localizado no Aeroporto Internacional Marechal Rondon em Várzea Grande, recebeu em suas instalações, dezessete alunos do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO) da Escola Superior de Comando Bombeiro Militar do Estado do Rio de Janeiro – ESCBN/RJ.

O major BM Samuel Martins, explicou que o Curso é destinado ao aperfeiçoamento de capitães, sendo requisito essencial para a promoção ao posto de major. Esclareceu ainda, que a viagem de estudo faz parte da grade curricular e, destina-se a mostrar in loco aos discentes outras realidades e técnicas de bombeiros adotadas por corporações coirmãs.

O grupo recebeu as informações por meio de oficinas, sendo lhes apresentado os equipamentos, técnicas de segurança de voo, estrutura das aeronaves de asa fixa (avião) e aeronaves de asa rotativa (helicóptero), além de informações acerca das atividades desenvolvidas pelo Ciopaer.

A visita vem ao encontro da política do Centro em demonstrar a comunidade em geral as possibilidade de emprego do helicóptero e avião nas atividades aerotransportada de segurança pública.

Atualmente o órgão conta com 3 helicópteros e 4 aviões e conta com policiais e bombeiros militares, além de policiais civis.

 

Fonte: Corpo de Bombeiros Militar do Mato Grosso

Polícia da Nigéria acrescenta mais dois Bell 412 à sua frota

A Polícia Nigeriana adicionou recentemente mais dois Bell 412EP para completar a sua frota que tem seis helicópteros. Com numero de série 36576 e 36577, com as respectivas matrículas N455ZT e N4554L chegaram na cidade de Lagos após atravessarem o Oceano Atlântico em uma expedição. Ambas aeronaves ainda possuem os registros da FAA e serão cancelados.

A frota Nigeriana conta ainda com dois Bell 206, três 427 e recentemente adquiriu um Cessna Citation XLS jet. Eles ainda possuem um Cessna Citation I e um Conquest II. Vale lembrar que em marco de 2012, a Policia Nigeriana perdeu um quarto Bell 427 em um acidente fatal.

Em 2005, a Autoridade Federal da Capital também doou um Robinson R44 para a Policia da Nigéria, mas o mesmo nunca entrou em serviço devido à carência de combustível adequado e da falta de um piloto próprio para essa aeronave.

Em 2012, o Governo anunciou o plano de adquirir cinco Bell 429 para a Polícia, mas isso ainda não aconteceu.

Fonte: Helihub e Aviation in Nigéria

Conheça a Unidade de Suporte Aéreo do Departamento de Policia de Miami Dade, EUA

Conheça um pouco sobre  a unidade de suporte aéreo do Miami Dade Police Department, localizada no aeroporto de Opa-Locka, em Miami, Flórida/EUA. 

Durante o mês de agosto de 2012, o site teve a grata oportunidade de visitar a unidade de suporte aéreo do Departamento de Policia de Miami Dade County(MDPD), na Flórida/EUA.

A unidade aérea do MDPD tem sua sede localizada no aeroporto executivo de Opa-Locka, Miami FL. O MDPD é o maior departamento de polícia da região sudeste dos EUA e o oitavo maior dos EUA. Ele atua em uma região com cerca de 2,4 milhões habitantes e 10 milhões de visitantes anuais em uma área de quase 2.000 quilômetros quadrados de terra, baía, mar e pântanos.

A frota atual da unidade consiste de quatro Eurocopter AS350B3 AStar (N804MP, N805MP, N806MP, N807MP), além de um Cessna U206 (N402MP) e um Cessna P210 (N401MP).

Alex Mena Barreto, foi recebido pelo simpático Officer T.Jackson, piloto da unidade, que na medida do possível esclareceu algumas dúvidas e questionamentos sobre a operação da unidade.

A rotina da unidade prevê a existência de duas aeronaves com equipes prontas no pátio para responder aos chamados das 6 horas da manhã até as 4 da madrugada.

A unidade conta com 13 comandantes de aeronaves, 04 TFO (Tactical Flight Officer), todos policiais de carreira, e 05 mecânicos de voo, contratados pelo departamento, sendo que durante o turno noturno necessariamente deve haver dois pilotos a bordo.

A unidade segue os moldes dos padrões americanos de suporte aéreo, tripulação formada por um piloto e um Tactical Flight Officer apenas e a operação é  focada no aspecto de utilização maciça de equipamentos de ultima geração.

Todas as aeronaves, inclusive as de asas fixa, são dotadas de sistemas de imageamento térmico de última geração.

Em princípio as aeronaves decolam apenas em apoio as ocorrências e/ou missões planejadas, diferente da LAPD que voa H24. A unidade voa cerca de 5.000 horas/ano, incluindo as aeronaves de asas fixa.

Para se candidatar a trabalhar na unidade, além de policial, o candidato deve ter uma experiência mínima de 5 anos no patrulhamento e ter alguma licença inicial de piloto. Posteriormente, já na unidade, o piloto novato inicia sua operação como segundo em comando/TFO até tornar-se comandante de aeronave. A unidade tem como padrão, além da realização anual de “check ride”, a realização de treinamento de emergência a cada dois anos de todos os pilotos na American Eurocopter.

Os helicóptero AS350B3 tem aproximadamente entre 2 e 4 anos de operação, e são equipados com corta cabos, bancos anticrash, Submersible Systems’ HEEDS, sistema Garmin GNS530/WAAS de navegação e comunicações aeronáuticas, sistema secundário de comunicação Bendix / King nav / comms, um transponder Garmin GTX327 com informações de tráfego (TCAS)e um radar altímetro Honeywell, além de um conjunto completo aviônicos voltados para a operação policial instalados, incluindo um farol de busca NightSun SX-16 com sistema de sincronização, câmera e FLIR com designador laser L3 Wescam 12TS200 com capacidade de downlink, sistema de moving map Avalex Aerocomputers UtiliChart LE5000, sistema de recuperação de veículos, sistema de comunicação Wulfsberg e painel adaptado para utilizaçao de óculos de visão noturna.

A unidade ainda possui bancos de Tyler Special Ops e sistema de fast rope, que são instalados conforme a necessidade da missão e da unidade.

As duas aeronaves de asas fixas são usados para missões de vigilância, transporte oficial, e transporte de soro antiofídico. O Cessna P210 é uma conversão pressurizada do modelo 210, perfeitamente adequado para um transporte rápido de antídotos de picadas para cobra, aranha e escorpião, que ficam armazenados em Miami.

Já a aeronave Cessna U206 é equipada com um poderoso sistema de camera e FLIR da L3 Wescam, que, segundo os integrantes da unidade, consegue identificar a placa de um veículo em missões de vigilância a cerca de 10 mil pés de altura do terreno (sic).

Outra característica interessante observada na unidade é que a mesma não possui contrato de manutenção, possui apenas contrato para fornecimento de peças. Cerca de 95% de toda a manutenção das aeronaves é feita exclusivamente pelos cinco mecânicos/inspetores, contratados pelo departamento, no próprio hangar da unidade com o auxílio de um planejado de estoque de suprimentos de peças e componentes na própria unidade.

A unidade aérea demonstra um sério comprometimento em prover um suporte aéreo com o que há de mais moderno em termos de equipamentos e tecnologia, mas com uma preocupação constante em manter-se enxuta e com os custos sob controle.

Autor do texto e fotos: Alex Mena Barreto.

DOA/PRF apoia Operação Iguaçu da PF e do Ibama

Informações apresentadas ontem pela Polícia Federal do Paraná, a partir da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, colocam em dúvida a credibilidade e a metodologia de trabalho de uma das companhias de saneamento considerada das mais sérias e atuantes do País.

O resultado da Operação Iguaçu – Água Grande aponta a Sanepar, a Companhia de Saneamento do Paraná, como a maior poluidora do rio Iguaçu no Estado.

A operação, iniciada com investigações em 2009, teve ontem um de seus mais importantes momentos, com 43 equipes especializadas da Polícia Federal, do Ibama, e apoio de uma equipe da Divisão de Operações Aéreas do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, para o cumprimento de 30 mandados de busca e apreensão em 19 cidades.

Central e regionais da empresa foram alvo de buscas, além de coletas de material para análise laboratorial. Quinze mil quilômetros foram percorridos no leito do Iguaçu, nos últimos quatro anos, e 430 amostras apanhadas foram enviadas ao laboratório da Unicamp.

O trabalho de investigação revela que 20% das estações de tratamento e esgoto da Sanepar atuam de forma clandestina. Elas não existem juridicamente e operam sem suporte de licenças específicas. A PF afirma que a empresa cobra pelo serviço de coleta e tratamento de esgoto, mas que, no entanto, não faz o trabalho adequadamente e os efluentes lançados por ela em rios e cursos de água são contaminantes. O delegado Rubens Lopes da Silva, diante do que foi apurado e da gravidade das denúncias, afirma que “a Sanepar é uma empresa de fachada”.

Outra situação grave, conforme o delegado, é que a empresa teria conhecimento de toda a situação irregular. “Ela elabora documentos de consumo interno, considerados de acesso restrito, em que informava sobre lançamento de forma inadequada e dos prejuízos ambientais que a atitude provoca”. Ontem, gerentes das unidades da Sanepar em municípios das regiões Oeste e Sudoeste do Paraná estiveram em Cascavel para prestar depoimentos na Polícia Federal.

Cidades onde PF e Ibama cumpriram mandados:

– Curitiba
– Londrina
– Maringá
– Ponta Grossa
– Cascavel
– Apucarana
– Arapongas
– Campo Mourão
– Cornélio Procópio
– Foz do Iguaçu
– Guarapuava
– Matinhos
– Santo Antonio da Platina
– Telêmaco Borba
– Toledo
– Umuarama
– União da Vitória

Fonte: O Paraná

O pastel

MARCUS VINICIUS BARACHO DE SOUSA

Qual seria a relação de um pastel com a aviação de segurança pública? Bem…acho que nenhuma, a não ser pelo fato de que o assunto me fez pensar um pouco.

Não faz muito tempo, enquanto assistia a um noticiário, observei uma reportagem sobre concurso de pasteis que estava sendo realizado no centro de São Paulo. Percebi que haviam muitos participantes e tinham critérios a serem avaliados pelos juízes, até que o produto fosse certificado. O que teria de impressionante na confecção de um pastel de feira? É algo simples de fazer e quanto poderia ser diferente um do outro?

Mas havia diferenças a serem consideradas, como o método de elaboração dos recheios e massa, seu armazenamento, tipo de óleo utilizado na fritura e qual a destinação dada ao que foi utilizado e demais sobras, atendimento, higiene e apresentação do produto.

Percebemos que fazer um bom pastel não é tão simples e depende de um processo produtivo bem elaborado. Com isso chegamos a conclusão que o método é tão importante quanto o resultado, não é apenas fazer mas fazer da melhor forma.

Agora fico pensando….se temos alguém que está preocupado em certificar o pastel que vende na feira, mostrando ao cliente que o produto oferecido (pastel), não é somente o mais saboroso, mas o melhor elaborado, nós que atuamos na Aviação de Segurança Pública, também não deveríamos buscar a certificação dos nossos serviços?

Qual é a melhor forma de fazer um salvamento aquático? Seria a do Grupamento Aéreo Paulista, Carioca, Mineiro, Pernambucano, etc…? Independente de quem fosse, não seria interessante identificar o melhor método e oferecer a sociedade a melhor forma de fazer?

Normalmente temos uma cultura de valorizar o resultado, esquecendo o método. Sendo positivo o resultado, tá tudo bem. Mas precisamos mudar isso e começar a dar importância ao método, identificando quais são os nossos processos produtivos e elaborando pesquisas contínuas de como realizá-los da melhor forma.

Não importa quem é mais eficiente ao realizar uma missão aérea de segurança pública, e sim que os bons métodos sejam identificados e realizados em todos os cantos do País.

A OASP (Organização Aérea de Segurança Pública) que aplica os conceitos de gestão com qualidade, enaltece as melhores práticas, padroniza seus processos, preserva seu patrimônio cultural e promove um ambiente saudável para sua força de trabalho, com segurança de voo e capacitação contínua.

Não podemos esquecer que sendo uma atividade de custos elevados e dependente do erário público, a Aviação de Segurança Pública depende muito de métodos eficientes e que garantam o aproveitamento de cada minuto voado, oferecendo a população o melhor.

Nós que trabalhamos nesse setor podemos até achar que fazemos bem, mas observe e verá que tudo pode ser melhorado e o aprimoramento contínuo, dá suporte ao crescimento da Organização.

Agora convido a todos para uma análise de seus respectivos métodos, identificando melhores práticas a cada dia, busquem a certificação de seu produto, a missão aérea de segurança pública!

O autor é Ten Cel Res da Polícia Militar de São Paulo e trabalhou no Grupamento de Radiopatrulha Aérea – “João Negrão”.

Risco Aviário – Colabore com a Prevenção

As pistas da maioria dos grandes aeroportos brasileiros foram construídas a mais de 40 anos, em locais, à época, distantes dos centros urbanos e de seus moradores. Na década de 70, o Brasil apresentava uma população correspondente à metade da atual (IBGE, 2004), a relação entre os resíduos sólidos nas cidades e a aviação ainda não havia sido identificada, mas já havia dois acidentes fatais registrados, no Rio de Janeiro e em Guaratinguetá, em consequência de colisões de aeronaves militares com aves comumente atraídas por material orgânico, ambos ocorridos em 1962 (BRASIL, 2011).

Desde essa época, as cidades têm aumentado de tamanho sem um adequado planejamento, acabando por sitiar a maioria dos aeroportos do país. A importância do assunto é ratificada por sua inclusão na Constituição Federal (CF) de 1988, que obriga os municípios a planejar e controlar o uso e a ocupação do solo urbano, ordenando o pleno desenvolvimento das funções sociais das cidades, a fim de que se garanta o bem-estar dos seus habitantes.

Dessa maneira, a maior quantidade de voos e o maior número de aeroportos circundados por cidades em crescimento espontâneo têm contribuído para o aumento das ocorrências de colisão entre aeronaves e aves ou outros animais. Essa situação cria o “Risco Aviário”, isto é o risco decorrente do uso concomitante do mesmo espaço, no ar e no solo, por aeronaves e aves ou outros animais (BRASIL, 2011).

Tendo em vista os números preocupantes e alarmantes do aumento de ocorrências de Risco Aviário reportadas nos últimos anos e a urgência que o problema requer, o Ministério da Defesa (MD) criou a portaria nº 1887/2010 que estabelece medidas mitigatórias do risco aviário nos aeroportos e suas imediações. Coube ao Comando da Aeronáutica (COMAER) confeccionar o PCA 3-2/2011, que estabelece o Plano Básico do Gerenciamento do Risco Aviário (PBGRA).

Este Plano, que se aplica às organizações do COMAER, à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), aos Administradores Aeroportuários e aos operadores de aeronaves no território brasileiro, visa definir parâmetros para as análises de implantação de empreendimentos e/ou atividades com potencial atração de aves, na Área do Gerenciamento do Risco Aviário (AGRA) dos aeródromos brasileiros. A AGRA é uma área circular, com centro no ponto médio da pista do aeródromo, e possui um raio de 20km (BRASIL, 2011, p.7).

Desde então, equipes dos Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA) têm realizado, sob a coordenação do CENIPA, o levantamento dos focos atrativos no entorno dos aeroportos tido como prioritários, de acordo com a lista de aeródromos prioritários para o gerenciamento do risco aviário (LAPGRA). Todos os focos atrativos levantados são compilados em um relatório descritivo (RD) e encaminhados para ANAC, via CENIPA. A ANAC, por sua vez, foi incumbida de informar oficialmente às prefeituras sobre os problemas detectados, para que sejam adotadas medidas que reduzam a atração de aves no entorno de cada um desses aeroportos.

O CENIPA tem elaborado constantes campanhas com o intuito de incentivar e estimular o reporte de avistamento de aves e/ou outros animais, quase colisão e colisões com aves e/ou outros animais, através da ficha CENIPA 15 e dos focos atrativos de aves ou com potencial atrativo de aves, através da ficha CENIPA 15A, ambas com a finalidade de se manter um banco de dados confiável a fim de auxiliar na mitigação e no gerenciamento do risco aviário. Todos os reportes podem ser realizados pelo website www.cenipa.aer.mil.br.

Para o sucesso do controle do risco aviário, é importante o engajamento, sistemático e diário, não só dos envolvidos e responsáveis na implementação do gerenciamento do risco aviário em seus locais de trabalho, mas também de todos os profissionais da aviação civil e militar, com destaque para os pilotos, diagnosticando e reportando os avistamentos de aves e/ou outros animais, as colisões e quase colisões de aves e/ou outros animais, os focos atrativos de aves, os tipos de aves e quantidade existente nesses focos, horários e outras informações pertinentes constantes das fichas CENIPA 15 e CENIPA 15A.

PM fecha BR-116 para pouso de helicóptero e vítima de afogamento tem vida salva pelo CIOPAER

Ceará – A Polícia Militar (PM) fechou a BR-116 para o pouso de helicóptero da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas – CIOPAER, por volta das 15h desta quinta-feira (20). O veículo trazia uma vítima de afogamento para o hospital da Unimed, no Bairro de Fátima, que vinha de um hotel na praia do Cumbuco, a 30 quilômetros da capital.

Um turista paulista, parente de um coronel da polícia, estava se afogando na piscina do hotel Vila Galé. Ao ser socorrido, um helicóptero foi acionado para levá-lo ao hospital. De acordo com um médico do Samu que participava do resgate, o turista estava em bom estado de saúde e consciente.

Fonte: Jangadeiro Online

 

Fabricante de motores de helicóptero entra em acordo com o Condado de Sacramento após acidente que matou dois policiais

A segunda, de duas ações judiciais federais sobre a queda de um helicóptero há sete anos, que matou dois policiais do Xerife do Condado de Sacramento e feriu um terceiro, pode estar sendo resolvido, encerrando o caso sobre as consequências legais do acidente.

A Turbomeca SA, fabricante do motor da aeronave, concordou em pagar ao Condado de Sacramento a quantia de $ 1,5 milhão para reparar vários danos que foram causados no acidente, de acordo com uma cópia do acordo de solução obtida pelo Conselheiro John Whisenhunt.

A Turbomeca, que é uma empresa francesa, foi acusada de fornecer uma peça defeituosa que teria resultado no acidente, fazendo o helicóptero bater em uma colina perto do Lago Natoma.

O município alegou que teve prejuízos para pagar os benefícios de compensação pelo acidente às famílias dos policiais Joseph Kievernagel e Kevin Blount, que morreram no acidente, e para Eric Henrikson, que sofreu ferimentos graves.

Na medida em que havia uma falta de cobertura de seguro, o município alegou danos adicionais com a perda do helicóptero e dos equipamentos de bordo, como as viagens pós-acidente para investigação.

“O município reconhece que essa liquidação é feita para comprometer uma reivindicação disputada, que (réus) negam qualquer culpa ou responsabilidade, e que o acordo para resolver o pagamento dos rendimentos não são uma admissão de culpa ou de responsabilidade”, diz o pacto .

Uma mediação do negócio foi fechado em 11 de abril e a versão final do documento foi assinado 31 de julho e emitido em 24 de agosto.

A Turbomeca EUA Inc., que fica em Grand Prairie, Texas, não respondeu imediatamente a pedidos de explicações.

As famílias dos dois policiais falecidos e Henrikson, teriam resolvido sua ação contra a Turbomeca em 2008, o que impede as partes e advogados de divulgar seus termos ou fazer quaisquer comentários públicos dos documentos judiciais, referindo-se a “forte preocupação da Turbomeca em matéria de confidencialidade.”

No início da noite de 13 de julho de 2005, Kievernagel pilotava o helicóptero monomotor EC120, Blount estava no banco ao lado dele e Henrikson estava em um assento de salto. Kievernagel, 36, e Blount, 29, foram ejetados da cabine, mesmo usando o cinto de segurança, e foram declarados mortos no local. Ambas as ações alegou a ganância corporativa e encobrimento.

Eles disseram que a empresa estava ciente do problema mecânico que causou o acidente quatro anos e meio antes do ocorrido, mas não fizeram nada para alertar os que utilizavam a aeronave.

Foi declarado que a empresa tinha como plano de jogo, manter os dedos cruzados e jogar com as vidas de pessoas inocentes.

Em maio de 2005, dois meses antes do acidente, a Turbomeca era “consciente de mais de 10 casos de falhas por causa de uma instalação, causando perda total de energia e necessitando aterrissagem de emergência” de pelo menos seis helicópteros e pelo menos quatro incidentes envolvendo helicópteros no chão, alegam os fatos.

No entanto, a empresa “optou por não alertar e informar os seus clientes” e as agências reguladoras, porque não quer pagar por um recall de mais de 300 motores, alegaram.

Em 20 de julho de 2004, a empresa emitiu um boletim de serviço recomendando que uma parte recém-projetada podia ser instalada durante a próxima revisão do motor.

Fonte: The Sacramento Bee.

Voando com a unidade de suporte aéreo policial de Dyfed Powys (UK)‏

Os vídeos abaixo mostram um pouco sobre a rotina da unidade de suporte aéreo policial de Dyfed Powys, no Reino Unido. Um pequeno detalhe a respeito da aviação policial no Reino Unido: lá eles só utilizam helicópteros bimotores. Possuem helicópteros do modelo EC 135, EC 145, MD Explorer, AW 109, e tudo do bom e do melhor em termos de tecnologia embarcada e segurança para a aviação policial.

Por lá, a segurança das tripulações e das pessoas sobrevoadas no solo está em primeiro lugar. Para se ter uma idéia de como a segurança é levada a sério, grupos turbo monomotores ou motores a pistão não existem nas forças policiais inglesas, de acordo com o que prescreve o Police Air Operator`s Certificate (P.A.O.C.), norma produzida pela Joint Aviation Regulation (J.A.R.) – Operational Procedure 3 (OPS 3).

Confira os vídeos:

Fonte: Blog Comandante Duton


Conheça mais o que faz essa Unidade Aérea.


Discovery estreia superprodução em outubro – “Águias da Cidade” – Assista aos episódios

São Paulo – A Discovery estreia em 10 de outubro, às 22h20, a série documental “Águias da Cidade”, superprodução da Mixer sobre a rotina dos pilotos, médicos e enfermeiros do Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Resultado de dois anos e meio de negociações e trabalho, a ideia da série surgiu durante outra produção da Mixer para a programadora.

Rodrigo Astiz, diretor geral da série, filmava “Águas Mortais”, em 2010, abordando os eventos climáticos na América Latina, quando conheceu um médico do Grupamento, que seria entrevistado para o documentário. No momento em que o diretor estava pronto para gravar, soou o alarme para uma saída do Águia e o médico precisou abandonar o local. Astiz então descobriu que estas saídas aconteciam com frequência, em média quatro por dia, e viu nisso um bom material para uma série. A Discovery gostou da ideia e abraçou a produção. 

Para que a produção fosse viabilizada seria preciso ter o aval da Polícia Militar para conseguir acesso irrestrito e sem qualquer tipo de ingerência ao ambiente do Grupamento. A equipe da Mixer desenvolveu um projeto com o mínimo possível de interferência no trabalho dos profissionais. A ideia era acompanhar toda a ação que se passa no helicóptero e nas cabines centrais de atendimento, desde a chegada da chamada, passando pelo deslocamento da equipe, pelas manobras arriscadas, até o socorro prestado para estabilizar a pessoa acidentada e levá-las aos hospitais de referênica.

A série tem bastante foco no profissional, na atuação em equipe fundamental nestas situações de risco e preocupação em mostrar a dimensão humana por trás do trabalho, portanto, não houve resistência dos responsáveis pelo Grupamento em autorizar e colaborar com a produção.

Astiz conta que a produção teve início um mês antes das gravações. “Foi o tempo de nos ambientarmos com o trabalho, conhecer as pessoas, as histórias pessoais, os tipos de trabalho e estudar como posicionar as câmeras e microcâmeras”. A produção optou por não usar um cameraman nos helicópteros e a solução foi instalar aparelhos na aeronave.

Eram oito câmeras no total, posicionadas no painel frontal do helicóptero e nas laterais, no banco do passageiro, no capacete de um tripulante e no peito do médico. Elas eram acionadas na partida do helicóptero e só desligadas quando elas voltavam. “Isso proporciou uma linguagem muito interessante, que é a de voar junto com eles. É uma das maiores qualidades da série”, destaca Astiz.

Para Carla Ponte, supervisora de produção e desenvolvimento da Discovery Networks, esta foi uma decisão bastante acertada. “Tivemos a facilidade de captar o momento de espontaneidade. A ausência de um câmera para a equipe acabou tornando algo muito positivo, que gerou beleza para a série”, observa.

A parte mais complicada, segundo o diretor geral, foi a edição. A equipe gravou entre outubro de 2011 e março de 2012, dando ao diretor de “Águias da Cidade”, Sérgio Zeigler, mais de mil horas de gravação. Também foram captadas cenas de alguns desses profissionais e cenas externas dos “águias” em ação. Para estes momentos, a Mixer contou em algumas chamadas com a participação do comandante Hamilton, famoso por suas atuações nos telejornais.

A série tem oito episódios e foi financiada com recursos incentivados (Artigo 39). Cada um deles aborda um aspecto do tema, como o treinamento de pilotos novatos, resgates aeromédicos, atuação dos águias no período de chuvas e planejamentos e imprevistos. Pela universalidade do tema, existe a possibilidade de o conteúdo ser exibido em outros territórios.


Fonte: EXAME, por Ana Carolina Barbosa, da  e Blog da Polícia Militar de São Paulo.

Imagens: Divulgação.


Assista aos episódios:

– Episódio 1
– Episódio 2
– Episódio 3
– Episódio 4
– Episódio 5
– Episódio 6
– Episódio 7
– Episódio 8


Leia Também:

Discovery realiza evento de Pré-Estréia da série “Águias da Cidade”.

Águia da PM descobre nove carcaças de carros em canavial de Cosmópolis

O helicóptero Águia da Polícia Militar de Piracicaba (SP) localizou em operação realizada nesta quarta-feira (19) nove veículos depenados abandonados em um canavial às margens da Rodovia João Herrmann Neto (SP-133), que liga Cosmópolis (SP) a Limeira.

A Polícia Militar de Cosmópolis identificou o ponto de desova das carcaças e acionou o apoio aéreo, que localizou os carros escondidos em meio à plantação de cana-de-açúcar.

A origem dos veículos encontrados no local ainda não foi identificada, mas a Polícia Civil irá tentar localizar seus proprietários. A investigação buscará descobrir se há uma quadrilha desovando os carros no local ou se cada carro foi furtado ou roubado separadamente e deixado no canavial.

Fonte: G1

Simulador de Voo AATD H300CBi da BRAVIO é certificado pela ANAC

A ANAC avaliou e aprovou no dia 19/09/2012 mais um FTD – Flight Training Device (Simulador de Voo de Helicóptero) da BRAVIO, desta vez foi o simulador do Schweizer, um AATD H300 CBi. No dia 11/09/2012 foi aprovado o AS350 B2 do Esquilo. Agora os dois simuladores estão certificados.

Os Dispositivos atendem os requisitos da Advisiory Circular – AC 61-136 (FAA/ANAC), de 14/07/2008. Os simuladores tem painel de instrumentos, comandos, cenários gráficos acurados, sons característicos de partida, voos e corte. Tudo para criar um ambiente mais fiel em relação à aeronave representada, com o objetivo de melhorar a relação ensino/aprendizado.

Além dos voos VFR/IFR, o piloto pode realizar uma série de treinamentos e simulações de emergências nos simuladores, sem os riscos que ocorrem nas aeronaves reais. As horas voadas nos simuladores são contabilizadas para experiência e obtenção das licenças para Piloto Privado de Helicóptero – PPH, Piloto Comercial de Helicóptero – PCH e nas habilitações em Voo Por Instrumentos (IFR) e Piloto de Linha Aérea de Helicóptero – PLAH, conforme Regulamento Brasileiro de Aviação Civil – RBAC 61, de 22/06/2012.

Um Electronic Map Display System – MD102-MAP grava os procedimentos das instruções e o aluno pode avaliar o seu próprio desempenho durante o treinamento. As aulas são ministradas por instrutores experientes da EAGLES Academia de Pilotos, Escola de Aviação Civil certificada pela ANAC, o que garante qualidade na formação dos pilotos.

Com tecnologia 100% nacional, a BRAVIO é a primeira empresa brasileira a certificar Simuladores de Voo de Helicóptero no país. Fruto de um trabalho de pesquisa e desenvolvimento ao longo de 6 anos, o dispositivo contém os mais avançados recursos para treinamento no Brasil.

Com tecnologia 100% nacional, a BRAVIO é a primeira empresa brasileira a certificar Simuladores de Voo de Helicóptero no país. Fruto de um trabalho de pesquisa e desenvolvimento ao longo de 6 anos, o dispositivo contém os mais avançados recursos para treinamento no Brasil. Os simuladores estão no Centro de Treinamento, localizado no Aeroporto Campo de Marte/SP.

Contatos:

– BRAVIO:  +55 (11) 2221 5252.
– EAGLES: +55 (11) 2386 1257, 2805 6077.

ou pelos e-mails:

– simuladores@bravio.com.br, ou
– simuladores@eaglesacademiadepilotos.com;

Piloto do BAPM é credenciado como examinador pela ANAC

O major Ricardo Leão Correia, subcomandante do Batalhão de Aviação da Polícia Militar de Santa Catarina (BAPM), foi credenciado como examinador da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para as aeronaves AW-119 MKII Koala e AS-350 Esquilo.

Após realizar curso teórico, major Ricardo foi submetido a uma avaliação prática por outro examinador, que verificou sua capacidade de testar a condição técnica de outro piloto a ser checado.

Com esse credenciamento, a Polícia Militar está buscando preparar examinadores credenciados na aviação para realizarem verificações de proficiência técnica dos tripulantes do BAPM.

No Brasil, para manter a carteira de piloto válida, é necessário realizar além das provas teóricas de regulamento de tráfego aéreo e de conhecimento técnico, uma prova prática de operação da aeronave anualmente.

Fonte: PMSC.

GRAER/PR possui novo Comandante de Aeronave e novos Tripulantes Operacionais

O Grupamento Aeropolicial-Resgate Aéreo (GRAER), Unidade Aérea de Segurança Pública do Paraná, dentro de seu projeto de estruturação e preparação para as eminentes expansões ao interior do Estado, trabalha incansavelmente seu efetivo de forma a preparar tripulações para o desempenho seguro das atividades aéreas e de solo. Essa preparação segue um Plano de Ascenção a Comando, para os pilotos, e rotineiros treinamentos aos TOM-Ms.

Nessa esteira, após a conclusão de todas as fases do Plano de Ascenção, o Major Sérgio Augusto Ramos, Subcomandante do GRAER e Piloto Comercial de Helicópteros, que até então atuava como copiloto nas aeronaves de asas rotativas durante missões reais e treinamentos realizados pelo GRAER, foi considerado apto para assumir as funções de comandante de aeronave BELL BH06 Jet Ranger III.

Essa decisão foi tomada pelos integrantes do Conselho de Voo do Grupamento e homologada pelo Comandante da Unidade, após o referido Major ser submetido a avaliações em voo nos diversos tipos de ações desenvolvidas. Em cerimônia interna, o Major Ramos foi, então, formalmente qualificado como comandante.

Mas a atividade de Voo de Segurança Pública com a utilização de helicópteros necessita, também, dos valorosos trabalhos desenvolvidos pelos Tripulantes Operacionais Multi-Missão, que são os profissionais capacitados para a execução de abordagens, tiro embarcado, salvamentos e o apoio necessário nas remoções aeromédicas.

Com treinamento para efetuar embarques e desembarques a baixa altura, rapel, saltos da aeronave em voo para resgates aquáticos, o TOM-M também figura como auxiliar direto dos pilotos, alertando-os sobre potenciais riscos durante o voo e auxiliando em pousos em áreas restritas.

Assim, também com a realização de cerimônia própria, após decisão unânime do Conselho de Voo, o 2º Sargento Luciano Silva dos Santos e o Investigador da Polícia Civil Alessandro Luis Pini, foram formalmente qualificados como Tripulantes Operacionais Multi-Missão do GRAER, inclusive com o ingresso deles nas escalas de serviço.

Ambos demonstraram, durante o período de estágio, que antecede a qualificação, alto nível técnico e operacional durante o desenvolvimento das missões e treinamentos, o que levou o Comando do Grupamento homologar a decisão do Conselho de Voo.

Confira o vídeo:

Fonte: GRAER/PR.

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