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Operação conjunta do GRPAe/FAB/COE no acidente do helicóptero R44/PT-YON

A Aeronave Robson 44, prefixo PT-YON, acidentou-se em 10Set10, por volta de 11:30h, na serra do mar, sendo solicitado apoio às buscas pelo SALVAERO Curitiba, da Base de Radiopatrulha Aérea da Praia Grande e da Força Aérea Brasileira.

Águia de Ribeirão Preto resgata homem que caiu em penhasco

Brasão da Base de Radiopatrulha Aérea de Ribeirão Preto (GRPAe SP)

Um homem, ainda não identificado, ficou ferido depois de cair em um penhasco, entre os bairros Pacaembu e Jardim Gonzaga, São Carlos, na tarde desta sexta-feira (10/09/2010). O helicóptero Águia 8 da Base de Radiopatrulha Aérea de Ribeirão Preto precisou ser acionado para fazer o resgate, que durou cerca de quatro horas.

Vídeo de perseguição policial com FLIR

Após efetuar disparos em um mercado, a polícia de Omaha, EUA, começou a acompanhar o suspeito em um veículo e solicitou apoio da unidade aérea “Able-1”. Usando de sua tecnologia FLIR, a aeronave “Able-1” ajudou os policiais em solo a localizar o suspeito em complexo residencial de apartamentos.

MPE indicia quatro por derrubada de helicóptero no RJ

O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro (MPE-RJ) denunciou, nesta quarta-feira, o traficante Fabiano Atanásio da Silva e mais três pessoas pela tentativa de invasão do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, em outubro de 2009. Na ocasião, ação dos bandidos resultou na queda de um helicóptero da Polícia Militar, o que resultou na morte de três militares.

Ocorrências estranhas! – E se fosse com você ?

Diz a máxima policial : “Cada ocorrência é uma ocorrência diferente. Sabemos como começa, mas nunca temos certeza como terminará !”Pois bem, seguindo essa máxima e que não poderia ser diferente na atividade aérea, vamos às ocorrências estranhas:

Helicóptero de combate a incêndio é apedrejado enquanto abastecia

O proprietário de uma chácara em Portugal apedrejou um helicóptero de combate a incêndio quando este se abastecia com água para combater um fogo na região. Quando o helicóptero se preparava para se abastecer com água o proprietário do local “começou a atirar pedras”, contou o piloto do helicóptero.

A GNR foi informada do sucedido e identificou o homem. Um comandante da força policial afirma que o indivíduo abordou os agentes garantindo que pretendia ver restituída a água que lhe foi retirada. Na altura, o helicóptero estava em missão para combater um reacendimento de um foco de incêndio em um parque florestal.


Helicóptero da polícia britânica quase colide com um OVNI

Segundo o “Daily Mail” de Inglaterra, de acordo com o relatório secreto liberado em maio deste ano, quando um helicóptero da polícia patrulhava a região de Birmingham Midlands West, avistaram uma pequena máquina voadora que veio emitidos raios verdes azulados, a uma distância de 7 ou 8 metros. Para evitar a colisão, o piloto do helicóptero foi obrigado a mudar de rumo.


Polícia usa helicóptero para prender peladão em rodovia nos EUA

Um homem foi flagrado correndo nu em uma rodovia na semana passada em Anderson, no estado da Califórnia (EUA). Para prendê-lo, a polícia rodoviária da Califórnia utilizou um helicóptero, segundo reportagem do jornal “Anderson Valley Post”.

A polícia levou menos de uma hora para capturar o “peladão”, que foi identificado como sendo Kelly Evans, de 48 anos. Ele tentou se esconder perto de uma torre de transmissão, mas o piloto do helicóptero conseguiu avistá-lo e passou sua localização para os policiais. De acordo com o sargento Robert Curato, o suspeito estava bêbado. Ele foi levado para a cadeia do condado de Shasta.


Resgate de jacaré com helicóptero

Um jacaré resolveu aparecer em uma praia. O animal foi localizado por surfistas que estavam na água logo cedo aproveitando as ondas. Os surfistas tentaram tirar o jacaré da água com o auxílio de uma corda. Contudo, o animal conseguiu mergulhar e escapou.

O Corpo de Bombeiros Voluntários foi chamado para tentar o resgate e novamente, o jacaré deu um baile em todos e mergulhou fundo. Foi a vez do helicóptero Águia da Polícia Militar tentar tirar o jacaré da água com uma rede. A aeronave sobrevoou a praia, mas não conseguiu localizar o réptil.

Panamá anuncia compra de seis AW139 para Agência de Defesa Interna

A AgustaWestland anunciou a venda de seis helicópteros biturbina médio AW139 para o Departamento de Segurança Interna do Panamá (Senan).

ANAC organiza Seminário de Operações de Resgate Aéreo e Defesa Civil – Veja a Programação

A ANAC irá realizar o Seminário de “Operações de Resgate Aéreo e Defesa Civil” na cidade do Rio de Janeiro, nos dias 20 e 21 de setembro de 2010, no auditório do Arquivo Nacional. Objetiva-se divulgar as melhores práticas em operações deste tipo.

As inscrições deverão ser feitas pelo e-mail: resgateaereo@anac.gov.br até 15/09/2010.

Este seminário cumpre o RSVA 018/C/05 (do CENIPA) e o Seminário está sendo organizado pela Gerência de Fatores Humanos na Aviação e Medicina de Aviação (GFHM) da Superintendência de Segurança Operacional (SSO).

Os palestrantes foram convidados individualmente e são os seguintes: Cmte. Wilson Spierr, Dr. Carlos Alberto Chaves de Carvalho, Cel Sidney Franklin, Cap Nelson, Cmte Adonis, Ten Mauro Pascale, Dr. Antonio Bento da Costa Borges de Carvalho.

Abaixo segue a previsão de programação do evento, com seus respectivos palestrantes, podendo sofrer alterações.

20/09 – 2ª feira

HorárioPainelPalestrante
8:00Credenciamento e AberturaANAC
9:00Regulamentação – Subparte K do 91ANAC
9:50Coffe-break
10:20AeronavesComte. Wilson Spierr
11:10Apoio ao Resgate – Regulação de leitos HospitalaresDr. Chaves (Superintendente de Regulação-RJ)
12:00Almoço
14:00Atuação da Equipe MédicaCap. Raphael Bastos (BOA- CBMERJ)
14:50Equipamentos MédicosCel. Franklin (BOA-CBMERJ)
15:40Coffe Break
16:10Operações de Resgate de Acidentes AutomobilísticosTen Med Fabiana (PMESP)

21/09 – 3ª feira

HorárioPainelPalestrante
8:00CredenciamentoANAC
9:00Operações de Resgate em Mata e MontanhaCap. Nelson (BOA-MG)
9:50Coffe Break
10:20Operações PoliciaisComte. Adonis (Polícia Civil RJ)
11:10Prevenção de Acidentes em Operações de Defesa CivilTen. Pascale (CENIPA)
12:00Almoço
14:00Operações de Resgate em Praia / Superfícies AquáticasCorpo de Bombeiros do Rio de Janeiro
14:50Operações OffshoreDr. Bento (Petrobras)
15:40Coffe Break
16:10Encerramento

ANAC

Fonte: Gerência de Fatores Humanos na Aviação e Medicina da Aviação – GFHM/SSO – ANAC

Um voo com Erin Nolan, a primeira comandante de Bell 412 do NYPD

Tenho algum receio de deixar o chão, especialmente em um helicóptero. Então, quando fui convidado para ir na patrulha com Erin Nolan, a primeira piloto feminina do NYPD qualificada para comandar um de seus maiores helicópteros, o Bell 412 de resgate aéreo e marítimo, fiquei aliviado ao saber que o meu fotógrafo seria o experiente David Turnley, que ganhou um Pulitzer Prémio por cobrir zonas de guerra e revoluções.

Pra você militar

NÁDIA TEBICHERANE

Você tão jovem
Sentinela da Terra,
do Ar, do Mar
Sentinela das ruas iluminadas, dos becos
escuros, da noite sem dono,
das pessoas no bar…

Onde você vai militar?
Seu destino buscar
e tantos outros guardar
No tanque blindado, no águia que corta o espaço,
no navio que desbrava o mar, vai a antiga guerra travar,
o sonho humano resgatar…

Coloco minha vida, meu chão, meu
país na sua mão.
A esperança de andar de peito aberto
sem medo no coração.
Viver a ilusão, o delírio, a emoção
de dormir e acordar no dia do homem verdadeiramente irmão.

Idealismo, paixão, coração, fé,
coragem, tudo na bagagem.
Vai soldado da paz. Vai seu nome honrar, vai a vitória buscar,
mas não esqueça de voltar,
gargalhar, brincar,
celebrar, relembrar, amar…

Aqui estamos todos:
A nação,as pessoas comuns, os amigos,
as mães, os pais,
os filhos, o futuro, a festa,
a amada, a vida.
Estamos todos a esperar…

Mercy Flight acusa helicópteros da polícia de “roubarem” chamadas de emergência por razões promocionais

Mercy Flight Central fornece transporte de helicóptero para atendimento médico de emergência de sua base em Marcellus para a região central do estado de Nova York, Finger Lakes e Rochester.

EUA – Três helicópteros de resgate que servem em New York Central estão envolvidos em uma verdadeira guerra aérea por chamados de emergências aeromédicas.

A Mercy Flight Central, um serviço privado com um helicóptero de prontidão em Marcellus, alega que o helicóptero Air One do condado de Onondaga e o helicóptero da polícia estadual da área estão “atropelando” os chamados de emergência – respondendo a emergências médicas antes que a aeronave da Mercy Flight tenha chance de decolar para o transporte de emergência e colocam os pacientes em risco.

O County Sheriff’s Office Onondaga e polícias estaduais dizem que nunca “atropelam” as chamadas e que o helicóptero mais próximo disponível deve atender a ocorrência. A chave para o atendimento, dizem, é quem pode levar o paciente da emergência mais rápido para o hospital.

A Mercy Flight está processando o County Sheriff’s Office Onondaga e o governo federal, alegando que a Federal Aviation Administration (FAA) não autoriza uma aeronave policial a prestar os primeiros atendimentos médicos.

A disputa destaca um drama por trás dos transportes de pacientes com trauma de emergência envolvendo três agências com caros helicópteros e, por muitas razões, querem ficar no negócio de resgate aeromédico.

Todos têm grandes investimentos. O custo do helicóptero Mercy foi de US$ 5 milhões, o custo da aeronave de Onondaga de US$ 2,3 milhões e o da polícia estadual de US$ 6,2 milhões.

Enquanto os contribuintes bancam os custos dos helicópteros da polícia, a Mercy Flight cobra das companhias de seguros US$ 8,500 para cada atendimento, dizem os funcionários. Kent Johnson, presidente da Nacional EMS Pilots Association (NEMSPA), disse que existem disputas similares no resto do país.

“A este respeito, normalmente eu não acho que  a polícia está competindo com helicópteros EMS”, disse Johnson. Em sua área de Utah, despachantes usam a regra dos sete minutos: Se o helicóptero EMS não levar mais do que sete minutos a mais que o helicóptero da polícia para atender a ocorrência, então a aeronave de EMS deve ir, disse Johnson.

O piloto Bob Hansen verifica os controles do helicóptero. David Lassman / The Post-Standard

Funcionários da Mercy Flight dizem que as suas tripulações podem realizar procedimentos que nem a aeronave do condado, nem o do helicóptero de resgate da polícia pode. Eles podem entubar o paciente, administrar medicação via venosa e prover respiração artificial a bordo da aeronave.

“Somos uma UTI aérea”, disse Ross Hoam, Supervisor de operações da Mercy Flight. “Eles são um helicóptero de polícia.” Funcionários da Mercy Flight citam casos em que um helicóptero da polícia chegou a uma ocorrência só para perceberem que o paciente era muito instável para o transporte. Em cada um desses casos, dizem eles, a Mercy Flight poderia tê-lo estabilizado e assim transportá-lo.

O Presidente da Mercy Flight, Paul Hyland, disse que o xerife e o efetivo de sua unidade aérea tem “atropelado” os chamados “pois as agências policiais querem realizar as evacuações aeromédicas principalmente por razões promocionais”.

“O Air One principalmente quer atender essas chamadas pois essa é a única maneira de demonstrar : Nós estamos salvando vidas! “, diss Hyland. “Então, eles fazem de tudo para atendê-la em nossa frente” Warren Darby, sheriff do Air One disse que atende ocorrências aeromédicas quando é solicitado como sendo o mais próximo do local da ocorrência.

“A chave está em levar a vítima para os centros de trauma e cirurgia mais rápido, dentro da oportunidade da hora de ouro, como eles chamam “, disse Darby. A polícia estadual também nega “atropelar” os chamados da Mercy Flight. O sargento Kern Swoboda disse que é uma questão de envio do apoio que se tem disponível. Eles simplesmente estão respondendo aos chamados de emergência, disse ele.

A questão do Air One estar voando para fora da área do condado em emergências aeromédicas surgiu recentemente, quando as despesas do helicóptero estavam sendo auditadas pelos legisladores do condado.

O município não pode cobrar as chamadas dos outros municípios. O legislador James Rhinehart, questionou se os contribuintes estavam sendo enganados pelo uso do helicóptero nesses casos. Custa cerca de 2.000 dólares por hora de voo da aeronave Air One, disse ele. Antes do orçamento municipal ter sido aprovado no mês passado, Rhinehart sugeriu que o programa Air One poderia ter sido reduzido para cortar custos.

Em resposta a essas perguntas, o departamento do xerife reuniu o apoio dos bombeiros e equipes de resgate locais para salvar o programa Air One. Os advogados do condado disseram ao gabinete do xerife do condado que seria aberto processos para investigar se a aeronave Air One atendeu emergências aeromédicas fora da área do condado, caso estivesse mais próximo.

A Mercy Flight apresentou queixas em um conselho local que supervisiona a atividade de emergências médicas na área onde a aeronave Air One atende chamados aeromédicos. Eles ficaram sem resposta a essas reclamações, disse Hyland.

A ação da Mercy Flight na esfera federal pretende aplicar uma lei federal que exige que a Mercy Flight atenda primeiro qualquer chamada envolvendo evacuação aeromédica. A aeronave da polícia só poderá atender à ocorrência caso o helicóptero aeromédico não estiver disponível, disse Hyland.

O xerife Kevin Walsh disse que os funcionários da Mercy Flight estão se espalhando falsas informações. Ele reconheceu que o Air One, por vezes, não podem transportar um paciente, por eles estarem muito críticos, e que a Mercy Flight tem melhor capacidade médica.

A Mercy Flight tem um enfermeiro e um paramédico a bordo de seu helicóptero. A aeronave Air One e a da polícia estadual tem apenas um paramédico. “Eles têm um Cadillac e nós temos um Oldsmobile”, disse Walsh. Mas, se a idade é maior, podemos socorrer a vítima mais rápido, disse ele.

A Mercy Flight alega que, mesmo se chegar a ocorrência depois que a Air One, o paciente vai se beneficiar, diz Hoam. “Se o paciente tem que esperar até chegar ao hospital para ser entubado, então não importa o quão rápido você chegou à ocorrência”, disse ele. “Nós podemos fazer isso no local da ocorrência.”

A guerra aérea piorou duas semanas atrás. A Mercy Flight enviou uma carta para cinco municípios da região de Central New York dizendo que já não participaria mais do sistema de despacho de helicópteros, chamado de “câmara de compensação” (‘clearinghouse’).

“Nós não podemos tolerar os serviços que se auto despacham para as ocorrências, o que compromete a segurança”, diz a carta da Mercy Flihgt. “O conceito de “câmara de compensação” (‘clearinghouse’) não está funcionando e não faremos mais parte dele.”

A Mercy Flight disse que deixaria notificar a câmara que o seu helicóptero estava disponível, disse a carta. Onondaga é um dos quatro municípios do estado com o seu próprio helicóptero, Hoam disse. Dois dos outros – Erie e Westchester – só atendem chamada policiais, tais como buscas, salvamentos e apoio em perseguições. Nassau County também faz evacuações aeromédicas, declarou Hoam.

Quem paga a conta?

De 2005 até setembro de 2009, a aeronave Air One transportou 78 pacientes – 46 deles de fora do condados de Onondaga. De acordo com o gabinete do xerife, nesse período, o helicóptero respondeu a 1.643 chamadas, incluindo apoios, prisões e outros ocorrências policiais.

O helicóptero da Mercy Flight baseado em Marcellus, que atende a região dos municípios de Onondaga, Cortland, Cayuga, Oswego e Tompkins transportou 116 pacientes no ano passado. A aeronave aeromédica tem uma motivação financeira para lutar por cada chamada, disse Walsh.

A Mercy Flight é uma entidade sem fins lucrativos criada pela empresa de propriedade de Hyland, essa com fins lucrativos, de resgate aeromédico de Nova York. O braço com fins lucrativos compra o helicóptero, paga seu seguro e recebe cerca de US$ 2,4 milhões anuais em pagamento pelo arrendamento da aeronave para o braço da empresa sem fins lucrativos.

Todas empresas de transporte aeromédico são criados dessa mesma forma, diz Hyland. Sua empresa tem um lucro de cerca de US$ 100.000 anuais, segundo Hyland. Hyland diz ainda que a aeronave Air One onera desnecessariamente os contribuintes de Onondaga, afirmando que existe a aeronave do setor privado disponível e melhor equipada e que cobra o serviço da empresa de seguro do paciente.

“Eles estão violando a lei e ainda que eles estão passando para trás o contribuinte”, disse ele. “Eles estão transportando esses pacientes e não há um contrapartida contratual para fazer a cobrança por esses serviços para ser pago pela companhia de seguros.”

CIOPAer/AC apoia “Operação Terra e Ar”

No final da tarde de sexta-feira (03/Set/10), policiais militares do 3° Batalhão da Polícia Militar realizaram a “Operação Terra e Ar”, nos bairros da Baixada da Sobral.

A operação contou com o apoio do helicóptero Comandante João Donato e teve como objetivo o combate ao tráfico de entorpecentes, cumprimento de Mandados de Prisão e desarmamento em uma tentativa de minimizar a violência.

Pod infravermelho cai de helicóptero da polícia de Columbus/EUA

A polícia de Columbus, em Ohio/EUA e os investigadores federais estão tentando determinar qual a causa da queda de uma câmera que caiu de um helicóptero da polícia na quarta-feira (25/AGO/10) e danificou cerca de seis carros estacionados em solo.

O Brasil e a Política Nacional de Aviação de Segurança Pública

Helicópteros, a importância do uso das aeronaves em Brumadinho, MG

Durante a década de 80, começaram a surgir no Brasil os primeiros serviços aéreos policiais, unidades que foram criadas pelos órgãos de segurança pública dos principais estados do país para combater o crime organizado, uma modalidade que já naquela época estava atingindo níveis alarmantes para as autoridades e para a população em geral. Essa aviação, em sua grande maioria, foi fruto de iniciativas independentes de cada governo estadual, quase sempre sem a presença e o apoio do Governo Federal.

Major Josilei Gonçalves.

Até 2008, foi assim que várias unidades aéreas policiais, que hoje existem em muitos estados, surgiram no Brasil. Mesmo executando excelentes trabalhos de apoio à população, desde missões de combate ao crime organizado, busca e resgate, combate a incêndios, transporte de órgãos, entre outros; porém, persistem várias regiões interioranas que são pouco beneficiadas com esse atendimento.

Com vistas a reverter esse quadro e criar uma forma de difundir e integrar o serviço aeropolicial no Brasil, o Governo Federal, através da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), que está subordinada ao Ministério da Justiça, criou em novembro de 2008, a Polícia de Aviação Pública.

“No dia 2 de julho de 2008, eu fui chamado pelo Coronel Luiz Antônio Ferreira, diretor da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), para implantar a aviação na Força Nacional”, conta o Major Josilei Gonçalves, presidente do Conselho Nacional de Aviação de Segurança Pública da SENASP.

Pode-se dizer que o embrião dessa política nasceu com os Jogos Pan-Americanos, realizado no Rio de Janeiro em 2007, para o que o Governo Federal adquiriu sete helicópteros, sendo três Helibras AS350B2 Esquilo, para garantir a segurança do evento. Com o término dos Jogos, a própria FNSP ficou com uma das aeronaves, sendo as demais doadas para o Pará e para o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.

“Com estas doações, outros estados começaram a pedir recursos para a compra de equipamentos. Neste momento, nós criamos a Comissão de Aviação de Segurança Pública, para assessorar e instruir tecnicamente o ministro da Justiça e o secretário nacional de Segurança Pública nos assuntos ligados a aviação”, explica Gonçalves.

Para receber os recursos do governo, o estado interessado tem de demonstrar comprometimento, fazer um contato com a SENASP e levar um projeto para a compra dessa aeronave. Nesse momento, entra novamente a Comissão de Aviação de Segurança Pública, que também tem o papel de analisar aquele projeto e assessorar quanto ao melhor equipamento a ser comprado, conversando com os seus representantes, fazendo visitas para analisar a capacidade operacional, entre outros.

“Para fornecer esses recursos, nós precisamos detectar o comprometimento do estado, não de pessoas. Ele tem que utilizar o helicóptero para aquilo que foi especificado, em prol da segurança pública”. Com o projeto aprovado, a SENASP então repassa a verba para que o estado possa comprar o equipamento desejado. Em pouco mais de um ano, o montante chegou já a R$ 260 milhões, proporcionando a compra de 32 helicópteros, a maioria da Helibras (Eurocopter).

Em contrapartida, as aeronaves que foram compradas com dinheiro da SENASP podem ser solicitadas pelo Governo Federal para atuar em operações e missões em outros estados. “Nesse caso, nós pagamos a diária dos tripulantes e o combustível da aeronave. Quando chegar a Copa do Mundo, esse sistema estará funcionando a pleno, já estamos criando experiência para isso”. Os estados também devem comprovar, através de relatórios, as melhorias que aquele helicóptero está proporcionando para a segurança pública.

“Para aqueles estados que estão começando um serviço aéreo, nós sugerimos e recomendamos a integração, ou seja, que seja formado por membros do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Civil. Juntando as três instituições, em prol da atividade aérea, você faz com que ela cresça, que tenha sucesso. Posteriormente, o governo pode achar conveniente criar um Corpo de Bombeiros (serviço aéreo) separado, mas aí você já tem piloto, tem o conhecimento, a doutrina. É diferente do que começar do zero”.

Por outro lado, a Política de Aviação de Segurança Pública tem por missão capacitar e dar treinamento aos serviços aéreos que estão começando, através da Assessoria Especial de Aviação Policial.

O Acre é um exemplo de sucesso deste trabalho que vem sendo realizado pela SENASP – em agosto do ano passado, seu governo recebeu um Helibras AS350B2 Esquilo, mas não tinha pilotos com formação policial para voar a aeronave. “Nesse caso, o comandante é da Assessoria Especial de Aviação Policial, e o co-piloto é do Acre. A inauguração do hangar será feita em setembro”.

A missão da Assessoria encerrará no Acre quando o primeiro comandante estiver formado, ou seja, depois de mil horas de vôo. Atualmente, a Assessoria é formada por aproximadamente 40 pilotos e tripulantes, que hoje estão prestando apoio na formação de efetivo de vários serviços aéreos do Brasil, como no Amazonas, por exemplo. Assim como o Major Gonçalves, que é oriundo da Polícia Militar do Distrito Federal, os profissionais que compõe a Assessoria, além de serem extremamente experientes, vieram de diferentes unidades aéreas, de vários estados brasileiros.

Outro papel exercido pela Assessoria é a busca pela padronização dos procedimentos operacionais, para que os serviços aeropoliciais possam atuar de forma integrada, sem maiores dificuldades, em grandes eventos ou calamidades públicas, como foi o caso das enchentes de Santa Catarina em 2008.

A SENASP também realizou o 1º Curso Teórico de Piloto Privado de Helicópteros e Avião, com a participação da maioria dos estados, no qual 60 servidores estaduais e federais foram aprovados nas bancas de Avaliação da Agência Nacional de Aviação Civil.

E a Política de Aviação de Segurança Pública também possui o Conselho Nacional de Aviação de Segurança Pública, que é representado por 90 servidores das Polícias Civil, Militar e dos Corpos de Bombeiros de todos os estados brasileiros, além da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e o Departamento da Força Nacional de Segurança Pública, onde são tratados os assuntos pertinentes ao segmento no Brasil, com trocas de informações, e estudos sobre segurança de vôo, padronização e otimização de procedimentos operacionais, e outros.

Para dar continuidade ao plano de expansão e modernização da frota aeropolicial brasileira, a SENASP está negociando a compra de mais 23 aeronaves, totalizando investimentos na ordem de R$ 130 milhões. Entretanto, ao invés de repassar os recursos para o estado, ela vai comprar um grande lote de aeronaves e distribuí-las de acordo com a prioridade.

“Esses 23 equipamentos estarão distribuídos em seis distintas categorias, que vai do modelo monoturbina mais básico e leve até o biturbina mais avançado. Algumas aeronaves vão ficar para a Força Nacional”. Com isso, a SENASP quer evitar os burocráticos processos de licitação e, principalmente, negociar melhores preços e condições de compras.

“Paralelamente a este processo, nós estamos com uma tratativa bem adiantada com a Força Aérea Brasileira (FAB) para a compra de um avião de transporte de tropas, o Casa C-295 e também entraríamos no programa do EC.725 Super Cougar.

Nós devemos fechar esse convênio até o final deste ano. No caso do C-295, o avião será da Força Nacional, mas operado junto com a FAB, com o co-piloto nosso, para que possamos aprender sobre a aeronave. Depois de seis anos, ela será integrada na FNSP. Para o EC.725, desde o início ele será totalmente operado da Força Nacional”.

Vale lembrar que a SENASP criou o Programa Policiamento de Fronteiras, que tem como prioridade combater e fiscalizar os crimes fronteiriços. Para isso, serão adquiridas seis aeronaves bimotoras de médio porte para fazer o transporte de pessoal, com treinamento e equipamento adequado, para localidades que ficam situadas em regiões de fronteira.

A SENASP já inaugurou a 1ª Base Aérea de Aviação de Segurança Pública, que fica em Ponta Porá (MS). Esse contrato deve ser firmado ainda este ano.

Sem dúvidas, a Aviação de Segurança Pública vive um momento inédito em sua história. “Hoje 210 aviões e helicópteros atuam no segmento de segurança pública no Brasil. Nossa intenção é que esse número chegue a 450 até 2014, para atender a demanda da Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016”.

MD Helicopters entrega novo MD500E para o Hawaii County Fire Department

A MD Helicopters realizou a entrega de uma nova aeronave MD 500E para o Hawaii County Fire Department.

O Departamento cobre uma área de 4000 milhas quadradas e realiza aproximadamente 300 missões por ano, sendo metade combate a incêndios e metade salvamentos, voando aproximadamente 1.000 horas/ano.

Graer/AM versus Trânsito

Com um texto bem mais incisivo e cobrança às autoridades com “missões específicas” de controlar o trânsito, a Polícia Militar reenviou nota de esclarecimento sobre o pouso do helicóptero Águia Uno, do Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer), na manhã de quarta (01/Set/2010) no viaduto do Coroado.

Polícias de Surrey, Sussex e Hampshire/ING decidem por operação conjunta

As polícias de Surrey, Sussex e Hampshire na Inglaterra chegaram a um acordo para compartilhar os serviços de apoio aéreo. As três polícias dizem que a fusão permitirá que as forças continuem as operações aéreas com orçamentos cada vez menores.

Acidente com helicóptero EMS em Arkansas/EUA

Três membros da tripulação morreram após o a queda de um helicóptero aeromédico nesta terça-feira (31/08/2010) perto da cidade de Scotland, em Arkansas/EUA. Não havia pacientes a bordo da aeronave.

Formação do mecânico de manutenção aeronáutica

BAVOP da PM do Distrito Federal habilita mecânicos para manutenção dos helicópteros Esquilo

SGT SOUZA LOPES – PMDF/FN
Mecânico de Manutenção Aeronáutica

OBJETIVO

O objetivo deste artigo, com base na RBHA 65 (Norma substituída pelo RBAC 65 em 2018), com alguns comentários advindos de minha experiência, é assessorar os Comandantes de Unidades Aéreas, bem como os Chefes das Seções de Manutenção, no tocante à legislação que versa sobre a formação dos mecânicos de manutenção aeronáutica.

LEGISLAÇÃO

A legislação que trata da formação do mecânico de manutenção aeronáutica é a RBHA 65 (Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica).

PRÉ-REQUISITOS

Exceto como previsto na seção 65.89 da RBHA 65, para poder realizar os exames de conhecimento teórico o candidato deverá atender as seguintes exigências:

1. Ter idade mínima de 18 (dezoito) anos;
2. Ter concluído o nível médio (antigo 2o grau), com certificado reconhecido pelo MEC ou Secretaria de Educação e Cultura;
3. Ter concluído com aproveitamento um curso de formação em uma entidade homologada pela ANAC/IAC; e
4. Obter aprovação nos exames teóricos específicos da ANAC.

4.1. Aprovação: É considerado aprovado o solicitante que obtiver aproveitamento igual ou superior a 70% em todo o grupo (GMP ou CEL ou AVI).
4.2. Os militares pertencentes às demais Forças Armadas e Forças Auxiliares, possuidores de certificados de conclusão de curso de formação de mecânico de aeronaves realizado em suas Organizações, têm isenção de curso, devendo prestar os exames teóricos da ANAC, dentro da habilitação pertinente.
4.3. Aos militares da Reserva da Marinha, na graduação de 3º Sargento ou acima, que tenham realizado curso no CIAAN, no nível de Especializado ou Aperfeiçoamento, em ambos os casos com a comprovação de um tempo mínimo de 3 (três) anos de serviço ativo, são concedidas licenças, em suas qualificações existentes, após a aprovação em exame de conhecimento prático realizado pela ANAC.
4.4. Aos militares da Reserva do Exército, na graduação de 3º Sargento ou acima, que tenham realizado curso no CIAvEx, no nível de Especializado, com a comprovação de um tempo mínimo de 3 (três) anos de serviço ativo, são concedidas licenças, em suas qualificações existentes, após a aprovação em exame de conhecimento prático realizado pela ANAC.

ALGUNS REQUISITOS IMPORTANTES

1.  Ter domínio na leitura de textos na língua inglesa.
2.  Obter aprovação nos exames teóricos da ANAC.
3.  Não será necessário realizar exames na ANAC os alunos que estiverem nas seguintes situações:

3.1. Oficiais Especialistas, Suboficiais e Sargentos da Aeronáutica, formados pela Escola de Especialistas de Aeronáutica, têm direito à licença definitiva, sem que para isso precisem realizar novo curso ou prestar exames teóricos da ANAC. Somente estão amparados pela RBHA 65 os que possuírem as especialidades inerentes àquelas estabelecidas no Sistema de Aviação Civil, ou seja:
3.1.1. As especialidades de BMA (Mecânico de Aeronaves) correspondem às habilitações de Grupo Motopropulsor, Célula e Aviônicos (com restrição ou não em Equipamento Eletrônico);
3.1.2. As especialidades de BPE (Estruturas e Pinturas) correspondem às habilitações de Célula; e
3.1.3. As especialidades de BEI (Eletricidade e Instrumentos), BET (Eletrônica) e BCO (Comunicações) correspondem às habilitações de Aviônicos.”

CURSOS REALIZADOS EM OUTRAS FORÇAS

Os militares pertencentes às demais Forças Armadas e Forças Auxiliares, possuidores de certificado de conclusão de curso de formação de mecânico de aeronaves realizado na Escola de Especialistas de Aeronáutica ou em convênio com a ANAC/IAC, não precisam realizar novo curso ou prestar os exames teóricos da ANAC, mas devem atender ao estabelecido no parágrafo 65.75(d) da RBHA 65, a fim de obter licença/CHT em suas qualificações existentes, sendo que a experiência profissional pode ser comprovada em Unidades Aéreas.

REVALIDAÇÃO DA CHT

1. Validade do CHT – Após a mudança para a nova sistemática, o CHT tem validade de 6 (seis) anos a partir da data de sua emissão.
2. O detentor de um CHT deverá solicitar sua reemissão encaminhando requerimento ao GER atualizando seus dados cadastrais, anexando cópia do CHT a vencer ou o CHT vencido e comprovando:

2.1. Ter adquirido experiência profissional de, no mínimo, 1 (um) ano de trabalho em empresa aérea ou em empresa de manutenção, homologadas segundo os RBHA 121, 135 ou 145. Deverá ser comprovado que a experiência foi obtida com vínculo empregatício (grifo meu); e
2.2. Quem foi considerado aprovado em exame de conhecimento prático aplicado por INSPAC ou, com autorização da ANAC, por examinador credenciado da empresa aérea ou de manutenção, homologada segundo o RBHA aplicável, ao final do período de experiência requerido no item acima.

INSPETOR

Para efeito dos requisitos aplicáveis dos RBHA 43, 91, 121, 135, 137 e 145 deve ser entendido como inspetor o mecânico de manutenção aeronáutica que possua 4 (quatro) anos de experiência após a emissão da Licença, que tenha concluído um curso de um produto aeronáutico ou de um sistema do mesmo, conforme aplicável, realizado em local regularmente habilitado ou aceito pela ANAC, e que possua uma das habilitações de grupo motopropulsor, ou de célula, ou de aviônicos.

Nas empresas homologadas segundo os RBHA 121, 135 ou 145, um mecânico de manutenção aeronáutica somente pode exercer as funções de inspetor, se possuir vínculo empregatício com a empresa e se tiver sido designado como tal pelo Diretor de Manutenção ou pelo Chefe de Manutenção, conforme aplicável, no caso de empresas aéreas, que são os profissionais requeridos pelos subparágrafos 121.33(a)(3) e 135.37(a)(3) dos RBHA 121 e 135 respectivamente, ou pelo responsável pela qualidade dos serviços (RPQS), no caso de empresas de manutenção, que é o profissional requerido pela seção 145.40 do RBHA 145.

INFORMAÇÕES ÚTEIS

Formar mecânicos, de preferência na Escola de Especialistas de Aeronáutica. A duração do curso (CEMAFA) é de 5 (cinco) meses e o aluno, ao final do curso, já pode dar entrada na ANAC no Certificado de Conhecimentos Teóricos.

A formação na CiAvEx é permitida somente para sargentos das forças auxiliares. O curso tem duração de 6 (seis) meses e o aluno deve ter CCT (certificado de conhecimentos teóricos). Ao terminar o curso terá habilidade de realizar inspeções de até 100h de voo.

A formação no CIAAN tem dois complicadores:

– O curso é pago e
– Eles só formam o sargento em uma especialização.

A formação em escolas homologadas tem três complicadores:

– O curso deve ser pago ou pelo interessado ou pela instituição;
– Tem duração de dois anos regulamentados pela ANAC e
– O aluno a mecânico deve realizar as provas da ANAC.

Para informações: souzalopespmdf@gmail.com

Corpos de surfistas são encontrados entre praias de Graçandu e Pitangui

O helicóptero Potiguar 1, da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), encontrou os corpos dos comerciante Jailson Lourenço de Xavier, 19 anos, e do sobrinho dele, o estudante, Cristian Xavier, 16. Os dois estavam desaparecidos desde o início da tarde do domingo (29), quando surfavam na praia de Santa Rita, no litoral Norte da Grande Natal.

Helicóptero para doentes gera atrito entre candidatos no PR

O clima esquentou ontem (30/08/2010) entre principais candidatos ao governo do Estado, Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT), durante encontro com prefeitos promovido pela Associação dos Municípios do Paraná (AMP), em Curitiba.

Mais uma vez, a promessa de Beto de implantação de cinco helicópteros em regiões estratégicas do Paraná para transporte de pacientes graves foi alvo de crítica ferrenha de Osmar.

BAPM/SC realiza voo inaugural do recém adquirido helicóptero Águia 01

Na última sexta, dia 27 de agosto, o Batalhão de Aviação da Polícia Militar (BAPM) do Estado de Santa Catarina recepcionou o subcomandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), coronel Ricardo Alcebíades Broering, para apresentar o Águia 01 – helicóptero AS350B2, pronto para suas atividades operacionais.

American Eurocopter desenvolve simulador de voo do AS350 voltado para aviação policial

Na Conferência Anual da Airborne Law Enforcement Association (ALEA), realizada em Julho/2010 em Tucson/EUA, foi anunciado que a ALEA irá utilizar o novo simulador de voo e de treinamento de missões do Eurocopter AS350 em seu curso avançado de Tactical Flight Officers (TFO, equivalente ao Comandante de Operações no Brasil).

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