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Vendas da Helibras este ano já superam o total de 2009

Empresa também espera conseguir novo recorde, entregando 41 helicópteros novos até dezembro.

A Helibras vendeu, de janeiro a maio deste ano, 21 helicópteros novos no Brasil. Esse número já supera as vendas totais realizadas em 2009, que foram de 14 helicópteros, sendo 9 para o mercado público e 5 para o mercado civil.

Acidente fatal com Trip Op do BAPM/SC em aeronave do IBAMA

Rondônia – Uma equipe de funcionários e técnicos do Ibama, realizavam monitoramente na 4ª Linha do Ribeirão, área rural do município de Nova Mamoré em Rondônia, quando tentavam, por volta das 11h desta segunda-feira (14), pousar em uma área da localidade de Ribeirão.

Operação Parintins 2010 terá policiamento aéreo

Manaus – A Polícia  Militar do Amazonas (PM/AM) enviará mais 790 policiais ao município de Parintins (a 325 km de Manaus). O objetivo é garantir a segurança pública durante o 45º Festival Folclórico, que acontece nos dias 25, 26 e 27 de junho. A ação começa a partir de 18h do dia 24 de junho e deverá seguir até o dia 30.

GRAer/PA comemorou 6 anos de criação

No último dia 04 de junho de 2010, o Grupamento Aéreo da Polícia Militar do Pará, GRAer, completou seis anos de criação, e para comemorar essa data, realizou nesta terça-feira, 06, uma solenidade militar no seu quartel localizado no Aeroporto Internacional de Belém.

Formatura do Curso de Piloto de Combate/EB

Após 06 meses de muito estudo e dedicação, o Ten Cel PDMF Yamazaki e Maj CBMERJ Rammon Dias, além de militares do Exército Brasileiro e Marinha do Brasil  se formarão no Curso de Piloto de Combate do Exército Brasileiro. É a primeira vez na historia que militares da Aviação de Segurança Pública participam e concluem o referido curso de especialização da Aviação do Exército. Serão duas formaturas, uma de brevetação e outra de conclusão.

Como foi seu dia?

NÁDIA TEBICHERANE

Acordei na manhã cinzenta de São Paulo. Cama quente, dia frio. Finalmente desperto, mesa de café da manhã, beijo na esposa, filhos atrasados para escola, cheiro de casa, frases e risos familiares, último gole de café.

Entro no carro e no caos do trânsito. Meu celular toca acionando o resgate. Aqui tudo começa. Pouco tempo depois estou na sede do grupamento aéreo. Cada minuto passa a contar. Entramos na aeronave, somos quatro.

Chegamos à entrada da mata. Uma mãe em choque segura meu braço e diz: “Salva meu moleque, moço”. Tomamos conhecimento que um garoto de dez anos está perdido na mata. Voltamos ao helicóptero. Sobrevoamos numa busca lenta e detalhada. No pé de uma cachoeira identificamos o menino inconsciente. O guincho desce rápido, o coração bate rápido e na cabeça: “Salva meu moleque, moço”. Ele chega pálido e mole, sem reação. O médico examina, primeiros-socorros: pulsação, pressão, respiração. De repente seus olhos se abrem, emoção. Esse vai sobreviver.

Chego em casa. Entro pela sala, tv ligada.

– Oi pai… Como foi o dia?

– Foi lindo e tinha a sua cara, moleque…

Interseg 2010 – Novidades da Helibras

A Helibras vai apresentar o helicóptero biturbina multimissão EC145 durante a Feira Internacional de Tecnologia, Serviços e Produtos para Segurança Pública – Interseg, que acontece entre os dias 13 e 15 de junho em Florianópolis – SC.

Condado de La Salle/EUA em busca de helicóptero em parceria

Uma proposta bem-sucedida de  Tom Templeton, Sheriff de La Salle County, a fim de incluir um helicóptero como ferramenta da atividade policial, deve ser considerada pelo Conselho de Administração do Condado de La Salle, nos EUA.

Foi recomendado ao Conselho obter um helicóptero militar excedente (Surplus Aircraft), que seria de propriedade do município, para ser incorporado à frota de helicópteros da LEAC (Law Enforcement Aviation Coalition).

Diretrizes e protocolos para o atendimento aeromédico

A Base da Divisão de Operações Aéreas da PRF no Paraná operou no aeromédico até 2016, realizando 3167 atendimentos à vítimas.

O Blog Aviação Federal publicou artigo de autoria do Médico OTÁVIO MELO JR, CRM 14.625/DF, sobre diretrizes e protocolos para o atendimento aeromédico realizado pela Divisão de Operações Aéreas da Polícia Rodoviária Federal.

1. CRITÉRIOS GERAIS PARA SELEÇÃO DE TRIPULANTES

1.1. Requisitos

• Capacidade cardiovascular.
• Boas condições físicas.
• Peso / Altura proporcionais.
• Aparelho locomotor normal.
• Capacidade de levantar no mínimo 40 kg.
• Capacidade aeróbica.
• Ausência de patologia da coluna vertebral.
• Acuidade visual 20/20 ou corrigida para 20 / 20 com lentes.
• Acuidade auditiva 15/15 por ouvido ou perda inferior a 10 DB.
• Testes de função pulmonar dentro do padrão de normalidade.
• Resistência a cinetoses.
• Estabilidade psicoemocional.
• Boa dicção e facilidade de expressão permitindo comunicações via rádio ou telefone celular.
• História clínica negativa para epilepsia.
• Motivação profissional.
• Histórico negativo para alcoolismo ou uso de drogas.

1.2. Segurança

Os acidentes em helicópteros aeromédicos são causados principalmente por falhas de piloto, principalmente quando submetido a condições adversas em vôos noturnos ou condições climáticas ruins. A falha mecânica é menos frequente, especialmente nos helicópteros com duas turbinas. A falha humana é, portanto, a maior responsável pelos acidentes aeronáuticos correspondendo a cerca de 80% dos casos.

A melhor seleção e treinamento de pilotos, utilização equipamentos de segurança mais sofisticados, estabelecimento de regras para definição de condições de vôo e aterrisagem, reduziram o número de acidentes. Os critérios para seleção da tripulação de saúde devem ser rígidos, não só nos itens referentes a conhecimento técnico-profissional, mas também em assuntos relativos a aviação.

A utilização de equipamentos de segurança pela tripulação e o treinamento de periódico para o pessoal médico em emergências são importantes para a redução da mortalidade em caso de acidente. A tripulação da aeronave deve dominar os seguintes procedimentos: desligar motores, operar os rádios, aplicar freio rotor e ejetar portas. Todos devem ter cursos de sobrevivência na selva e no mar.

Durante os plantões a equipe deve contar com uma base de operações confortável, para reduzir o cansaço e o stress das tripulações. A ingestão de bebidas alcoólicas deve ser proibida durante os serviços ou na véspera destes assim como turnos exaustivos de trabalho. É também de fundamental importância o bom entrosamento entre as equipes e o sentimento de companheirismo no serviço visando melhor rendimento profissional e minimizando as chances de erros, que podem por em risco toda uma operação.

Realizar freqüentemente inspeções da aeronave por equipes especializadas de manutenção e pelos pilotos para detecção e correção precoce de problemas.

1.3. Qualificação profissional das equipes de saúde

• Preencher as qualificações gerais;
• Experiência profissional nas áreas de medicina intensiva e/ou emergência;
• Experiência profissional em atendimento Pré-Hospitalar em ambulância terrestre;
• Possuir destresa manual e física;
• Nas equipes do CBM domínio das técnicas de salvamento em altura, rapel e noções de salvamento aquático;
• Noções de aeronáutica, e
• Noções básicas de Fisiologia de voo;

2. MISSÕES

• Atendimento pré-hospitalar (APH): apoio a equipes terrestres em acidentes ou atendimento primário;
• Transporte inter-hospitalar (TIH);
• Transporte de recursos materiais ou equipes médicas;
• Transporte de órgãos para transplante;
• Evacuação de vítimas e reconhecimento aéreo do local de grandes acidentes;
• Vacinação de populações em local de difícil acesso, e
• Apoio às equipes de busca e salvamento nos eventos S.A.R.

3. INDICAÇÕES DE CRITÉRIOS OPERACIONAIS

• Tempo de chegada da ambulância terrestre superior a quinze minutos para casos graves;
• Diferença de tempo terrestre aéreo para transporte superior a quinze minutos para casos graves;
• Indisponibilidade de transporte terrestre, e
• Acesso terrestre difícil ou impossível (montanhas, ilhas, etc.).

3.1. Critérios clínicos para EVAM

• Pressão arterial sistólica inferior a 90mm Hg;
• Freqüência respiratória inferior a dez por minuto ou superior a trinta e cinco incursões por minuto;
• Sinais de instabilidade hemodinâmica;
• Quadro clínico grave que se beneficie de intervenção médica precoce (infarto agudo do miocárdio, ataque cerebral e abdome agudo);
• Alteração aguda de nível de consciência, e
• Lesão com risco de perda funcional de extremidade.

3.2. Critérios para EVAM no trauma

• Escala de Trauma inferior a doze;
• Escala de coma de Glasgow inferior a dez;
• Trauma penetrante (crânio, tórax, abdome);
• Fratura de pelve ou fêmur bilateral;
• Queimadura por inalação, e
• Trauma facial e/ou ocular grave.

4. CARACTERÍSTICAS

4.1. Vantagens

• Atuação em locais de difícil acesso;
• Opção de desembarcar a tripulação médica e içar a vítima em situações em que o pouso da aeronave é impossível como em florestas e encostas de morro;
• Redução do tempo de transporte para metade ou um terço do dispendido por ambulâncias terrestres, e
• Agilização no transporte e atendimento definitivo de vítimas em eventos de massa (carnaval, shows, etc) e grandes desastres.

4.2. Desvantagens

• Custo elevado;
• Limitações operacionais em condições noturnas ou climáticas desfavoráveis;
• Autonomia de duas horas e cinquenta minutos de voo ou 250 milhas;
• Vibrações e ruídos na cabine dificultam o exame clínico da vítima, obrigando o uso de monitores (cardioscópio, oximetria e pressão arterial não invasiva), e
• Espaço restrito na cabine limitando a dois a três tripulantes de saúde e um paciente.

4.3. Seleção de locais de pouso

• Sempre que possível pousar em helipontos homologados;
• Em emergências pode ser utilizada área ampla, plana, livre de obstáculos suspensos (fios elétricos e galhos de árvores), com o solo firme e não arenoso;
• As dimensões mínimas variam com o tipo de aeronave, porém uma área com 20×20 m durante o dia geralmente é suficiente;
• Deve ser o mais próximo possível da cena do resgate, mantendo sempre uma distância mínima que impeça que o vento gerado pelo rotor cause problemas (os ventos podem atingir 60 milhas horárias), e
• Manter observadores circunstanciais a distância segura da aeronave.

4.4. Aproximação da aeronave

• Pela frente ou laterais da aeronave sempre após autorização do piloto. As aproximações laterais não devem ultrapassar posteriormente o cone de cauda;
• Nunca se aproximar pela cauda;
• Não se aproximar correndo;
• Nunca se aproximar vindo de um plano elevado;
• Aproximar-se com o tronco levemente inclinado para frente;
• Cuidado com objetos altos, tais como suportes de soro para evitar colisões com o rotor principal. Lembrar que algumas aeronaves possuem o rotor principal baixo o suficiente para serem tocados com a mão (Ex: SK-76), e
• Fixar cobertores e outros objetos, para evitar seu desprendimento com o deslocamento de ar gerado pelo rotor.

5. COMPLICAÇÕES DURANTE O VOO

5.1. Hipoxia de altitude

• Redução da tolerância a hipoxia de altitude;
• ICC;
• Doença pulmonares agudas e crônicas;
• Choque;
• Tabagismo;
• Anemia;
• SEPSE;
• Febre alta;
• Baixo condicionamento físico, e
• IAM.

5.2. Distúrbios causados por redução da pressão atmosférica

• Tubo digestivo: O aumento na altitude provoca expansão do gás contido no interior das vísceras ocas produzindo distensão visceral. Em pacientes com íleo paralítico ou obstrução intestinal mecânica, os sintomas podem se agravar em altitudes. Nesses casos, a cateterização nasogástrica torna-se imperativa;

• Pneumotórax: Em grandes altitudes o ar contido na pleura em pacientes com pneumotórax tende a se expandir agravando a insuficiência respiratória;

• Perda para terceiro espaço: A redução na pressão ambiental facilita a saída de líquido do intra-vascular para o 3º espaço, podendo causar hipovolemia. Os grandes queimadose os pacientes sépticos são particularmente suscetíveis à essa complicação;

• Sistema nervoso central: Pacientes vítimas de trauma crânio-facial, com lesão da dura mater por pequenas fraturas ósseas dos seios da face, ouvido ou crânio podem apresentar aumento da pressão intracraniana devido ao extravazamento de líquor e conseqüente entrada de ar que pode ficar aprisionado por mecanismo valvular do tecido lesado;

• Equipamentos médicos:
– Recipientes de vidro contendo soluções intravenosas podem explodir;
– Remover “cuffs” de esfigmomanômetros após o uso pois podem isquemiar o membro;
– Balonetes de tubos endotraqueais podem isquemiar a traquéia. Nos voos de grande altitude devem conter água ao invés de ar;
– Talas infláveis podem causar isquemia em membros com o aumento na altitude;
– Fluxômetros de oxigênio não são precisos em altitudes maiores que 8 mil pés;
– Cilindros de oxigênio, gás anestésico ou ar comprimido transportados na aeronave tem que possuir válvulas de segurança que permitam escape do gás acima de um limite de presssão para evitar sua explosão em ambientes hipobáricos;
– Respiradores mecânicos pneumáticos podem apresentar alterações em seu funcionamento em altitudes elevadas. Os respiradores eletrônicos são os mais aconselháveis, e
– A expansão do gás no interior de frascos de soluções IV, aumenta o fluxo e torna difícil o controle de infusões de dopamina, nitroprussiato que precisam ser cuidadosamente administradas. O ideal é usar bombas infusoras para infusões críticas.

5.3. Hipotermia

Ocorre queda de dois graus centígrados para cada mil pés de aumento de altitude.

6. CONDUTA

6.1. Antes do embarque

• Informar pacientes colaborativos sobre as características do transporte;
• Avaliar o paciente;
• Avaliar os exames laboratoriais e de imagem, se presentes;
• Monitorizar o paciente com cardioscópio, oxímetro de pulso e monitor não invasivo da tensão arterial;
• Efetuar as imobilizações que forem necessárias;
• Suplementar oxigênio em pacientes pneumopatas, cardiopatas, com distúrbios circulatórios, politraumatizados, queimados e com trauma ocular isolado;
• Sedar e conter pacientes agitados;
• Realizar no solo todos os procedimentos invasivos;
• Obter acesso venoso periférico;
• Drenar tórax de paciente com suspeita de pneumotórax;
• Efetuar cateterismo nasogástrico em pacientes com patologia abdominal, comatosos ou com traumatismo raquimedular;
• Introduzir cateter vesical em pacientes inconscientes, com traumatismo raquimedular ou distúrbios hemodinâmicos.
• Estabilizar politraumatizados com a prancha longa, KED e colar cervical;
• Imobilizar fraturas de membros evitando a utilização de dispositivos infláveis, e
• Evitar contato do paciente com superfícies metálicas no caso de eventual cardiversão

6.2. No interior da aeronave

• Continuar a suplementação de oxigênio e ventilação mecânica;
• Manter imobilização cervical e de lesões músculo-esqueléticas;
• Preparar material para assistência básica a ventilação (bolsa/máscara), aspiração e oxigenoterapia e medicações de urgência para utilização imediata;
• Dispor de aspirador manual portátil em caso de falha do equipamento;
• Infundir medicações críticas através de bomba infusora;
• Proteger os ouvidos do paciente e caso o mesmo esteja lúcido utilizar fone para radio-comunicação;
• Manter o paciente aquecido;
• Fixar o paciente a maca e todos equipamentos;
• Antes da decolagem verificar se o paciente está confortável e seguro, e
• Durante o vôo qualquer alteração dos parâmetros hemodinâmicos deve ser anotada.

CIOPAer/CE salva homem preso em torre de telecomunicações em Aracati (assista ao vídeo)

A Aeronave Fênix 02 da CIOPAer foi acionada pela CIOPS para uma ocorrência de resgate no município de Aracati-CE, onde um rapaz de 18 anos estava preso no alto de uma torre de telecomunicações desde a madrugada.

Fusão da unidade de aviação da polícia da cidade de Lakeland com a do condado de Polk/EUA

Os anos e as disputas sobre os rumos do único helicóptero da polícia de Lakeland parece estar chegando ao fim. A cidade de Lakeland e o condado de Polk estão finalizando as tratativas para a fusão de suas operações aéreas.

Habilitações e certificados da ANAC serão impressos pela Casa da Moeda

Nova carteira de habilitação terá foto, assinatura e chip com as informações do profissional.

Brasília, 7 de junho de 2010 – A partir do dia 1º de julho, as Carteiras de Habilitação Técnica (CHT) e certificados expedidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) serão impressos pela da Casa da Moeda do Brasil. Além dos requisitos de segurança, que dificultam a falsificação, a parceria garantirá mais agilidade e comodidade na entrega dos documentos.

Financiamento para helicóptero Esquilo

O BNDES prorrogou até o final do ano o Plano PSI, para a aquisição de helicópteros AS 350 Esquilo dentro do FINAME. Essa linha de financiamento do BNDES é exclusiva para o modelo Esquilo, uma vez que a aeronave é a única cujo índice de nacionalização é compatível com o programa – uma das regras da instituição para concessão do crédito.

Estudo sobre a utilização do capacete de voo

O Grupamento de Operações Aéreas da Policia Militar do Distrito Federal vem realizando estudos referentes à utilização do capacete de voo, com o intuito de verificar qual equipamento melhor corresponde às necessidades das Tripulações Operacionais.

AS350B3 bate recorde de altitude em salvamento

Três alpinistas espanhóis foram resgatados com sucesso por um AS350 B3 da Fishtail Air de um local com 6.900 metros de altitude, através da técnica de “longline”, em que a vítima é suspensa na extremidade de uma corda longa para infiltração / extração em terrenos de difícil acesso.

14ª Parada do Orgulho LGBT contará com 1,4 mil policiais e Olho de Águia

Acontece em São Paulo, neste domingo (06), a 14ª Parada do Orgulho LGBT. O evento, que é considerado a maior manifestação do gênero no mundo pelo livro dos recordes – só no ano passado 3,1 milhões de pessoas participaram da parada –, terá nesta edição um efetivo de aproximadamente 1,4 mil policiais civis e militares.

Águia 01 do BAPM/SC resgata vítima de acidente de trânsito na BR-280

Três pessoas ficaram feridas depois que um carro e uma moto colidiram no quilômetro 75 da BR-280. O acidente ocorreu por volta das 9h15 da manhã desta sexta, na localidade de Nereu Ramos, em Jaraguá do Sul.

Batalhão de Aviação da BM resgata os corpos do ultraleve que caiu em Três Forquilhas

Rio Grande do Sul – Um ultraleve que voava de Canela, na serra gaúcha, para Torres, no litoral norte do Rio Grande do Sul, desapareceu na tarde de ontem após fazer pedido de socorro pelo rádio. Dois aviões da Força Aérea e um da Brigada Militar fizeram buscas na região até o final da noite, sendo localizado na manhã de hoje (04/06/2010).

Visita do “Patrulheiro 09″ – DOA/PRF à BRPAe de Presidente Prudente

Em 03Jun10, a BRPAe – Presidente Prudente do Grupamento Aéreo da Polícia Militar recebeu a visita da equipe do “Patrulheiro 09” da Divisão de Operações Aéreas da Polícia Rodoviária Federal (DOA/PRF). A equipe, composta dos comandantes Cardona e Ênio, bem como OEE (Operador de Equipamentos Especiais) Jazon, realizaram uma escala técnica no Aeroporto de Presidente Prudente para reabastecimento e posterior continuidade da operação em apoio a região de Mato Grosso do Sul.

Município do Rio testa VANT Skylark para vigilância

Município começa a testar hoje aviões não tripulados que vão auxiliar no patrulhamento de grandes eventos, no Choque de Ordem e que podem flagrar até abusos de servidores na rua. Serão três aeronaves ao custo de R$ 1,2 milhão.

Os miniaviões espiões Skylark 1-LE vão invadir, hoje, os céus do Rio numa demonstração na Restinga de Marambaia — no Centro de Avaliações do Exército (CAEx)— para a prefeitura. É a primeira vez que vai acontecer a apresentação dos veículos aéreos não tripulados israelenses pela empresa que está fechando a negociação com o município.

Três equipamentos devem ser comprados para ajudar não somente na fiscalização de festas, como Réveillon e Carnaval, mas também para flagrar abusos de servidores, como o recebimento de propina em casos de operações nas ruas.

A alta tecnologia vai custar R$ 1,2 milhão aos cofres públicos. A compra, no entanto, está esbarrando num problema de tráfego aéreo. É preciso autorização do Departamento de Controle do Espaço Aéreo para que os modelos sejam usados na cidade — que seria a primeira do País a adotá-los.

Há risco de acidente e um plano de voo deve ser previamente apresentado ao órgão competente. “Nosso interesse é grande, mas não podemos ter um abacaxi em mãos. Assim que esse problema for solucionado, podemos fechar a negociação”, disse o secretário de Ordem Pública, Alex Costa.

Usados em operações militares no Líbano, Faixa de Gaza, Iraque e Afeganistão, as aeronaves que devem ser adquiridas pela prefeitura sobrevoam por quase duas horas e vão auxiliar no mapeamento de encostas, ajudar no monitoramento de deslizamentos e em atuações das equipes de Choque de Ordem nas praias e no entorno do Maracanã.

A tecnologia permite que as operações sejam realizadas inclusive durante a noite. “Com a aquisição do Skylark, vamos racionalizar a mão de obra nas ruas. A ideia é que, em grandes eventos, a gente possa fazer uma distribuição melhor dos agentes, porque teremos um olhar de cima detalhado da situação”, disse ele, lembrando que os equipamentos serão usados na Copa de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016.

Vigilância de encostas e controle de favelas

As imagens que serão captadas pelos miniaviões formarão um banco de dados digital da Prefeitura do Rio. O material vai servir para que as secretarias municipais de Urbanismo e a de Obras façam o controle do processo de favelização na cidade. Além disso, o que for captado poderá auxiliar os trabalhos de investigação das polícias Civil e Militar, já que as câmeras conseguem flagrar assaltos e bandidos armados.

“Não temos papel de polícia, mas se tivermos algo que pode auxiliá-los, claro que faremos isso. As imagens da CET-Rio já foram requisitadas várias vezes e o mesmo deve acontecer com o que for captado pelos nossos Skylarks”, disse o secretário da Ordem Pública, Alex da Costa.

O equipamento é lançado através de um elástico ou por minicatapulta. O raio de ação é de 15 quilômetros e as imagens são repassadas por vídeo em tempo real. O controle é feito por uma estação móvel do tamanho de notebook. O trajeto feito pelo miniavião pode ser feito minutos antes, já que a montagem do aparelho é feita em apenas 10 minutos.


Fonte: Chistina Nascimento (O Dia Online) – Arte: O Dia – Foto: Elbit Systems – Dica : Desastres Aéreos News


Estágio de Comandante Operacional Aéreo realizado pelo BAPM/SC e BOA/CBMSC

Encerrou-se no último dia 31 de maio de 2010, na cidade de Florianópolis, o estágio de Comandante Operacional Aéreo do Tenente Coronel BM Paulo Rogério de Andrade Lima do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte, realizado no Batalhão de Aviação da Polícia Militar de Santa Catarina, comandado pelo Tenente Coronel PM Milton Kern Pinto.

O mencionado estágio de COA foi dividido em duas fases: a primeira teórica (instruções) e a segunda prática (vôo), sendo esta última desenvolvida já na função de Comandante de Operações Aéreas e co-piloto no helicóptero, uma vez que o mencionado oficial estagiário é piloto de helicóptero.

Ten Cel BM Paulo Rogério de Andrade Lima do CBM/RN e ao fundo o Arcanjo 01 do CBM/SC

Paralelo ao estágio desenvolvido no BAPM e, por ocasião do convite feito pela pessoa do Comandante do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, Major BM Edupércio Pratts, foi possível ao Tenente Coronel BM Rogério realizar na função de Comandante de Operações Aéreas como co-piloto no helicóptero do Corpo de Bombeiros, desta forma foi possível vivenciar a realidade operacional de uma unidade aérea em sua plenitude.

A vantagem em se estar desenvolvendo atividades em distintas unidades aéreas militares, se traduziu na oportunidade de ter participado de missões/ocorrências, tanto na esfera de atribuições da Polícia Militar, como na do Corpo de Bombeiros Militar, materializando a maturidade técnico-profissional em uma área onde a proficiência é exigida ao máximo, não se admitindo falhas ou desvios de comportamento nas atividades aéreas.

Ten Cel BM Paulo Rogério de Andrade Lima do CBM/RN e ao fundo o o Águia 01 do BAPM/SC

Destaca-se, ainda, no campo técnico-profissional, a oportunidade do TC BM Rogério, na condição de oficial estagiário, ter podido voar duas aeronaves durante a sua permanência em solo catarinense – o Águia 01 e o Arcanjo 01, ambas aeronaves Esquilo modelo AS 350 B, acumulando exatas 30 horas de vôo na condição de co-piloto e comandante de operações áereas, estando tudo devidamente registrado nos relatórios de vôo de ambos os batalhões.

Em muito ganha o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte, bem como o Estado, que recebe em seu seio mais um Oficial pronto para atuar nas atividades aéreas desenvolvidas através da Secretaria de Segurança Pública ou, a exemplo do que ocorre na Policia Militar e no Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, a aquisição de helicóptero para o desenvolvimento das suas respectivas missões institucionais, assim como ocorre em diversas unidades da Federação tais como Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e outros mais.


Voos Noturnos em Operações de Segurança Pública

FLÁVIO DA COSTA PORTELA

INSTRODUÇÃO

As operações com uso de aeronaves levadas a efeito pelos órgãos de segurança pública em geral, abrangem voos em condições diferentes daquelas que acontecem com as aeronaves privadas, de taxi aéreo e de serviços remunerados em geral.

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