O presente artigo foca a leitura do painel de prospecção tecnológica e industrial da cadeia produtiva aeronáutica existente no Brasil, relacionando-a com a ciência aeronáutica de outros países desenvolvidos e emergentes, a fim de garantir a manutenção da soberania do Brasil nas áreas de conhecimento, pesquisa, desenvolvimento, na ciência, tecnologia e inovação aeronáutica para a fabricação de helicópteros por empresas genuinamente nacionais com o desenvolvimento de projetos aeronáuticos elaborados por engenheiros brasileiros.
Busca-se a definição de uma estratégia de governo neste segmento da aviação, com a reunião de informações técnicas, contextualizando o ambiente de negócios da aviação de helicópteros do Brasil e de outros países, projetando a existência de uma demanda reprimida na gestão nacionalizada, para a fabricação de helicópteros para os setores militares, públicos e civil.
No artigo está inclusa a sugestão para que seja criado por Decreto Presidencial, um programa específico e estratégico de investimento em pesquisa e desenvolvimento da ciência e tecnologia aeronáutica.
O objetivo precípuo é criar estratégias e ações governamentais pontuais e simultâneas, em nível nacional, a fim de propiciar uma gestão estruturante e executiva para o Brasil alcançar o domínio do ciclo completo de tecnologia na aviação de helicópteros, da P&D&I (Pesquisa, desenvolvimento e Inovação) à Industrialização de helicópteros, visando o desenvolvimento inicial de um projeto aeronáutico para a fabricação de um protótipo de helicóptero multimissão brasileiro de porte leve / médio, entre 05 e 08 ocupantes, incluindo os pilotos.
O secretário estadual da Copa, Mario Celso Cunha, participou nesta quinta-feira (27), da solenidade onde o Governo do Estado entregou uma nova aeronave ao Grupamento Policial-Resgate Aéreo (Graer) do Paraná, durante solenidade de aniversário de um ano do grupo, realizada no Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba. A entrega foi feita pelo secretário estadual da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida Cesar. O helicóptero, modelo B4, soma-se a outras quatro aeronaves usadas no policiamento e resgate em todo o Estado.
O secretário anunciou, em nome do governador Beto Richa, a compra de mais duas aeronaves nos próximos três anos. “Com a entrega desta aeronave começamos a consolidação de uma das metas do governo, que é o fortalecimento do Graer. O grupamento terá novas bases no interior, a primeira prevista para Foz do Iguaçu, e duas novas aeronaves serão adquiridas”, disse Almeida Cesar.
O grupamento é formado por 34 integrantes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros e por dois policiais civis, e conta com quatro helicópteros e um avião. Neste ano, o Graer passou a apoiar as ações das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil. Desde outubro do ano passado, foram 364 missões, 112 salvamentos e 184 ocorrências policiais.
O secretário da Copa destacou as ações do Governo do Estado e falou sobre a importância dos investimentos na área da segurança pública. “O governador Beto Richa vem cumprindo as promessas de campanha, equipando de forma concreta os órgãos de segurança do Paraná”, disse Mario Celso Cunha. “Os helicópteros terão grande utilidade também no projeto Copa do Mundo 2014”, concluiu.
VÍNCULO – O grupamento passa a ser vinculado diretamente à Secretaria da Segurança Pública. “O grupo tem missão importante que é policiamento e fiscalização, mas tem outra muito mais importante, da ajuda humanitária, do resgate e salvamento, missões até agora com muito êxito, que tornam o Graer uma referencia no Brasil na atuação da aviação operacional aeropolicial”, afirmou o secretário.
Para o comandante-geral da PM em exercício, coronel Júlio Ozga Nóbrega, os dados comprovam que, por mais que sejam equipamentos de alto custo manutenção, o investimento compensa, pelo salvamento de vidas. “Recentemente participei de um socorro aéreo a uma vítima levada de Guaraqueçaba ao Hospital de Paranaguá no litoral, no qual a participação do helicóptero foi decisiva para o salvamento daquela vida; isso foi feito em minutos, de carro poderia levar mais de uma hora”, exemplifica Nóbrega.
AERONAVE – O helicóptero entregue na quinta-feira (27) custou pouco mais de R$ 6,9 milhões e foi adquirido com verba do governo federal, recebida pelo convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). O Eurocopter EC-130, modelo B4, com matrícula PR-Bop, tem capacidade para sete pessoas e pode ser adaptado para trabalho policial e aeromédico.
Segundo informações do Graer, numa parceria com a empresa fornecedora do produto, a Helibrás, de maneira inédita no Brasil a aeronave está sendo adaptada para atendimentos neonatal. “É um helicóptero moderno que pode ser configurado para atendimento médico e policial, além de ter capacidade para carregar uma tonelada de carga externa, pendurada por um cabo”, disse o comandante do Graer, tenente-coronel Orlando Arthur da Costa.
A pintura da aeronave, o camuflado urbano, também é inédita. Ela foi desenvolvida no Paraná, e está motivando outras unidades de polícia do Brasil a utilizá-la. “Esta aeronave tem equipamentos e instrumentos de tecnologia que vão propiciar melhor atendimento à população nas ocorrências de polícia, de bombeiro, de resgate e de defesa civil, como já aconteceu neste ano, na operação Águas de Março”, ressaltou.
Também participaram da cerimônia de aniversário o secretário-chefe da Casa Militar, coronel Adilson Castilho Casitas, o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Hércules William Donadello, o delegado-geral da Polícia Civil, Marcus Vinícius Michelotto, o secretário municipal Antidrogas de Curitiba, Nazir Abdalla Chain, o superintendente do Aeroporto do Bacacheri, José Osmann, e o gerente de vendas governamentais da Helibrás, Mauro Aires, além de outras autoridades civis e militares, e convidados.
Dentre as peculiaridades do serviço aeronáutico, umas das mais notórias é a agilidade nos deslocamentos que o helicóptero proporciona, porém isso gera a dificuldade da autonomia de vôo, já que a aeronave tem um consumo de combustível acentuado.
Hoje o Falcão 02 tem uma autonomia de voo de aproximadamente 02h40mim, logo se vê que não é como uma viatura de patrulhamento comum, que pode ser abastecida em diversos locais da cidade. Sendo que uma possível “pane seca” pode ser catastrófica.
Diante de tal impasse criou-se a necessidade de uma unidade de abastecimento avançada. Isso para viabilizar operações em áreas restritas e distante de centros de abastecimento homologados como aeródromos e similares.
A problemática teve solução com a viabilização da compra de (02) dois caminhões modelo VW 13-180, com tanques projetados e desenvolvidos especialmente para armazenagem e transporte de combustível aeronáutico QAV (querosene de aviação) que podem atuar em terrenos de difícil acesso, contando com equipe de abastecimento treinada e possuidora de capacidade técnica.
Tais equipamentos vão ajudar no combate ao crime, sendo que a parceria entre PMGO, BMGO e PCGO faz com que o uso dos caminhões não se restrinja somente a operações da Policia Militar, podendo proporcionar apoio aos demais órgãos de segurança pública que também possuem aeronaves e tem as mesmas necessidades técnicas operacionais.
A eficiência do sistema pode ser comprovada na tarde do dia 02/11/11, onde assaltantes em fuga com um veículo VW GOL cor vermelho, no Setor Pontal Sul Aparecida de Goiânia, colidiram com uma motocicleta, empreendendo fuga na vegetação próxima. Diante de tal fato o GRAER foi acionado para busca e captura. Devido à necessidade de tempo de voo para a operação o caminhão de abastecimento foi acionado e ao chegar no local realizou o abastecimento do FALCÃO 02, tal fato fez com que a operação continuasse sem comprometer os princípios do patrulhamento aéreo.
As duas unidades de radiopatrulhamento aéreo das Polícias Militares de Goiás e do Distrito Federal uniram-se no combate a criminalidade no entorno de Brasília.
Para tanto, deu-se o contato inicial informal entre o Major Ricardo Mendes, Comandante do Grupo de Radiopatrulha Aérea (GRAER/GO), e o Tenente-Coronel Renato, Comandante do Batalhão de Aviação Operacional (BAVOP/DF), contato este avalizado e formalizado em reunião dos Comandantes Gerais da PMGO e PMDF que, sensibilizados com os problemas daquele local, uniram-se afim de diminuir os crimes ocorridos nessa área.
O GRAER/GO disponibilizou um piloto, e um tripulante operacional, além do combustível gasto nesta operação transportado pela mais nova aquisição desta unidade que foi o caminhão tanque com capacidade para 8 mil litros de querosene de aviação, devidamente homologado para tal. O BAVOP/DF disponibilizou um piloto e um tripulante operacional, bem como sua aeronave, um Esquilo H350 B2 denominado Fenix 01.
A operação foi realizada neste último final de semana nos dias 04 e 05 de novembro nas cidades de Formosa, Águas Lindas e Luziania.
No dia 04, sexta-feira, o Fenix 01, com tripulação mista, com os pilotos Capitão Vilner PM/DF e Capitão Franco PM/GO, os tripulantes operacionais Sd Antonio PM/GO e Sd Wooley PM/DF, o mecanico Sgt Claudio PM/DF e o Cb Nascimento PM/GO na condução do caminhão de abastecimento, deslocaram para a cidade de Formosa-GO e participaram de operação elaborada pelo TC Jesus, Comandante do 16º BPM, dando apoio as equipes de solo na localização e abordagem de criminosos naquela cidade.
No dia 05, sábado, novamente o Fenix 01 com tripulação mista, com os pilotos TC Gonçalves PM/DF, Capitão Franco PM/GO, os tripulantes operacionais Sd Elson PM/DF e Sd Antonio PM/GO, o Cb Nascimento na condução do caminhão de abastecimento, com o apoio do Supervisor de Operações de Aguas Lindas, Cap Pierre PM/GO, realizou patrulhamento aéreo nas cidades de Aguas Lindas de Goiás, Santo Antonio do Descoberto e Luziania, onde ficou a disposição para ocorrências e auxilio nas equipes de terra.
Tal operação foi um marco das Polícias Militares de Goiás e do Distrito Federal no combate a criminalidade daquela localidade, ZERANDO a criminalidade durante o tempo em que o Fenix 01 permaneceu em operação em cada cidade, mostrando que policiamento com inteligência, sem egoísmos de localidade e com união de forças entre duas federações diferentes, já que as cidades se localizam no Estado de Goias, mas tem maioria de suas populações com vida produtiva no Distrito Federal, dá resultados e gera segurança para a população.
Uma nova reunião entre os Comandantes Gerais destas duas polícias, os Comandantes Regionais das unidades localizadas no entorno de Brasília e os comandantes das destas duas unidades aéreas está marcada para esta semana afim de deliberar e direcionar sobre continuidade destas operações, afim de otimizar os resultados na aplicação desta parceria.
Para conhecimento a Programação Específica do 2° Ciclo de Palestras de Segurança Operacional do GRPAe, que será realizado nos dias 24 e 25 de novembro no Auditório 9, do Centro de Convenções Anhembi, São Paulo.
PROGRAMAÇÃO ESPECÍFICA 2° CICLO DE PALESTRAS DE SEGURANÇA OPERACIONAL
DIA 24 DE NOVEMBRO DE 2011
08h30 às 09h15 – CREDENCIAMENTO
09h15 às 09h45 – ABERTURA CHEFE DO CENIPA/SCMT PM
09h45 às 10h35 – DESAFIOS DA SEGURANÇA DE VOO NO BRASIL
Brig-do-Ar Carlos Alberto da Conceição – Chefe do CENIPA
10h35 às 10h45 – Perguntas
10h45 às 11h15 – INTERVALO (Coffee Break)
11h15 às 12h05 – PERDA DE EFICIÊNCIA DO ROTOR DE CAUDA – LTE
Cmte Fernando Castellani – ERA Training Center
12h05 às 12h15 – Perguntas
12h15 às 14h00 – ALMOÇO
14h00 às 14h50 – ENSINAMENTOS COLHIDOS EM UM ACIDENTE AERONÁUTICO
Maj Art José Antônio Sazdjian – Aviação do Exército
14h50 às 15h00 – Perguntas
15h00 às 15h30 – INTERVALO (Coffee Break)
15h30 às 17h00 – PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS NA MANUTENÇÃO
Ten Cel Esp Jocelyn dos Santos Reis – CENIPA
17h00 às17h10 – Perguntas
17h10 às 17h15 – ENCERRAMENTO DO 1° DIA
DIA 25 DE NOVEMBRO DE 2011
09h00 às 09h50 – PROPOSTA DE REGULAMENTAÇÃO PARA OPERAÇÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA CIVIL
Maj PM Eduardo Alexandre Beni – GRPAe/SP
09h50 às 10h00 – Perguntas
10h00 às 10h30 – INTERVALO (Coffee Break)
10h30 às 11h20 – INFLUÊNCIA DA BLINDAGEM EM AERONAVES POLICIAIS
Cap PMERJ Claudio Leitão – GAM/RJ
11h20 às 11h30 – Perguntas
11h30 às 13h30 – ALMOÇO
13h30 às 14h20 – ASPECTOS DE SEGURANÇA OPERACIONAL DURANTE PROCEDIMENTOS DE RCP E DESFIBRILAÇÃO EM VOO
Dr Agnaldo Píspico – GRAU/SES-SP
14h20 às 14h30 – Perguntas
14h30 às 15h00 – INTERVALO (Coffee Break)
15h00 às 16h30 – CRESCIMENTO DA UNIDADE AÉREA X SEGURANÇA OPERACIONAL
Cmte Fernando Ribeiro de Moraes – Consultor PETROBRAS
16h30 às 16h40 – Perguntas
16h40 às17h15 – ENCERRAMENTO DO 2° CICLO DE PALESTRAS DE SEGURANÇA OPERACIONAL
A Justiça Federal no Acre mandou o governador Tião Viana (PT) diminuir o tamanho de uma estrela vermelha pintada na fuselagem de um helicóptero que pertence ao governo do Estado.
A decisão atende a um pedido do Ministério Público, que acusava o governo local de fazer propaganda político-partidária com a estrela, que também é símbolo do PT, partido que governa o Acre há mais de 12 anos. Já o governo afirmava que a estrela na realidade era uma referência à bandeira do Estado, que também possui uma estrela vermelha.
O argumento não foi aceito pela juíza Luciana Tolentino, que afirmou na decisão que o atual desenho, uma enorme estrela vermelha que ocupa a maior parte da fuselagem que reveste a cabine, violava “os princípios constitucionais da impessoalidade, moralidade e republicano, bem como o pluralismo político”.
Helicóptero As350B2 do Acre
Ainda segundo a juíza, a violação também ocorre “porque o serviço realizado pelo helicóptero é visto publicamente como tendo sido prestado pelo PT e não pelo Estado do Acre”. A aeronave, um Esquilo AS 350 B2, fabricado pela Helibras, é usado em ações de Segurança Pública e Saúde no Estado.
A decisão de readequar o desenho se baseou numa lei estadual, que estabelece critérios para a reprodução da bandeira do Acre. Segundo a juíza, a nova estrela não poderá ocupar mais do 1,5% da fuselagem da aeronave. A atual, segundo o Ministério Público Federal, é 3.000% maior do que o tamanho determinado pela lei.
Procurado, o governo do Acre afirmou que só pretende se manifestar sobre a decisão depois que for notificado pela Justiça Federal.
Batizado de “Comandante João Donato”, o helicóptero do Acre foi adquirido em 2008, com verba liberada pela União por meio de um convênio com o Ministério da Justiça. À época, o Estado era governado por Binho Marques (PT). Já seu antecessor imediato, Jorge Viana (PT), era presidente do conselho de administração da Helibras, fabricante da aeronave.
A compra do helicóptero é alvo de uma ação do Ministério Público Federal, que apontou suspeita de sobrepreço no valor e irregularidades no pregão organizado para realizar a compra. A procuradoria quer que a Helibras devolva o valor pago pela aeronave, R$ 7,9 milhões.
De acordo com um laudo da Polícia Federal, o sobrepreço do helicóptero chegou a 38% na comparação com a compra de um mesmo modelo pelo governo do Espírito Santo na mesma época. O governo do Acre nega qualquer irregularidade na compra.
Em setembro de 2010, a Folha mostrou que a Helibras pagou uma viagem na França para servidores do Ministério da Justiça responsáveis por liberar verba para os Estados comprarem aeronaves.
Logo após a reportagem, a Comissão de Ética Pública da Presidência abriu investigação contra o secretário nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Ricardo Balestreri, por causa da viagem. Em fevereiro deste ano, a comissão repreendeu o Balestreri, que já não ocupava mais o cargo, e disse que a conduta dele foi inadequada e que é preciso zelar pela imagem da administração.
Jorge Viana, que atualmente é senador, negou anteriormente tráfico de influência na Helibras.
Fonte: Folha, por JEAN-PHILIP STRUCK de São Paulo.
Visando compor banco de dados de instrutores do Centro de Formação Aeropolicial – CFAer-RS, procurando qualificar e trocar experiências na formação e especialização dos operadores dos órgãos de Segurança Pública, o CFAer solicita possíveis interessados em ministrar instrução prática de piloto de helicóptero nas aeronaves do CFAer que preencham os requisitos abaixo:
– Ser Instrutor de Voo de Helicóptero – INVH em situação regular junto a ANAC.
– Possuidor do Tipo HU-30 Schweizer.
– Experiência mínima de 500 horas em asa rotativa.
– Disponibilidade de ministrar as instruções no Estado do Rio Grande do Sul, aeródromo de Capão da Canoa.
– Os interessados deverão pertencer a órgão de segurança pública.
Maiores informações: cfaer-sens@brigadamilitar.rs.gov.br
O Edital prevê 127 vagas, distribuídas em quatro funções, para constar em cadastro de reserva: “Os integrantes do Cadastro Reserva poderão ser convocados para realização de curso, observada a função escolhida, conforme a necessidade estratégica da PMBA”, diz o edital.
O Concurso está dividido em sete etapas:
1. Exame Intelectual (EI);
2. Apresentação da Documentação de Inscrição (ADI);
3. Exame Médico (EM);
4. Teste de Condicionamento Físico Geral (TCFG);
5. Teste de Habilidades Específicas (THE);
6. Avaliação Psicológica (AP); e
7. Exame de Títulos (ET).
Funções e atribuições
As funções para as quais serão designados os convocados são as seguintes:
Piloto Policial de Helicóptero
O Piloto Policial de Helicóptero é membro da tripulação de vôo, considerado qualificado para o exercício das prerrogativas de piloto comercial de helicóptero, com licença e certificados expedidos pela ANAC, além de estar ambientado com as operações e os riscos das missões típicas de Estado, alicerçado pela orientação doutrinária da Segurança de Vôo.
(22 masculino e 03 feminino)
Piloto Policial de Avião
O Piloto Policial de Avião é membro da tripulação de vôo, qualificado para o exercício das prerrogativas de piloto comercial de avião, com licença e certificados expedidos pela ANAC, além de estar ambientado com as operações e riscos das missões típicas de Estado, alicerçado pela orientação doutrinária da Segurança de Vôo.
(10 masculino e 2 feminino)
Tripulante Operacional
O Tripulante Operacional é membro da tripulação de vôo, qualificado para o exercício das prerrogativas de tripulante operacional, com certificado expedido pela ANAC e formação a cargo de unidade aeropolicial, além de estar ambientado com as operações e riscos das missões típicas de Estado, alicerçado pela orientação doutrinária da Segurança de Vôo.
(35 masculino e 5 feminino)
Mecânico de Aeronaves
O Mecânico de Aeronaves e Vôo é um profissional qualificado para o exercício das prerrogativas de mecânico de manutenção aeronáutica, com licença e certificado expedidos pela ANAC, além de estar ambientado com as
operações e riscos das missões típicas de Estado, alicerçado pela orientação doutrinária da Segurança de Vôo.
(13 masculino e 2 feminino)
Operador TASA
O Operador TASA é membro do apoio de solo qualificado para o exercício das prerrogativas de Operador de Transporte, Apoio e Suprimento Aéreo, com formação em unidade aeropolicial, que agrega os conhecimentos de condução técnica veicular, movimentação de produtos perigosos, conhecimentos aeronáuticos relacionados com a atividade aérea de segurança pública e de defesa civil, bem como sobre Segurança Operacional de Vôo.
(35 masculino e 5 feminino)
Requisitos
Abaixo, os requisitos básicos para os candidatos:
a) Ser policial ou bombeiro militar com no mínimo 3 (três) anos de efetivo serviço, observada a correlação entre a graduação ou posto e a função do Quadro Técnico pleiteada, conforme tabela abaixo:
b) Possuir carteira nacional de habilitação válida, no mínimo categoria B;
c) Possuir, no mínimo, o ensino médio completo (antigo 2º grau) para os Praças e ensino superior completo (3º grau) para os Oficiais, na data de inscrição;
d) Estar no desempenho de função policial-militar ou de natureza policial militar há, no mínimo, 02 (dois) anos, na data de inscrição;
e) Não estar em gozo das licenças previstas nos incisos II e VI do art. 145 da Lei Estadual n.º 7.990, de 27 de dezembro de 2001 (Estatuto dos Policiais Militares), no momento da inscrição;
f) Não estar com a liberdade cerceada por prisão provisória ou por sentença transitada em julgado, nem estar respondendo a processo administrativo disciplinar, nem encontrar-se afastado do exercício de suas funções em razão de submissão a outro processo ou procedimento administrativo de qualquer natureza.
Exame Intelectual
A prova escrita do concurso terá 50 questões, divididas entre as disciplinas Português (14), Inglês (12), Matemática (12) e Geografia (12), a ser realizada em 8/01/2012 na cidade de Salvador/BA. Serão convocados para a realização das etapas subseqüentes apenas os cem primeiros candidatos habilitados, observada a classificação.
As inscrições para o concurso ocorrerão nos seguintes períodos, através do site da PMBA e da Intranet:
a) Para Piloto Policial de Helicóptero: 4 a 21 de novembro de 2011;
b) Para Piloto Policial de Avião: 4 a 21 de novembro de 2011;
c) Para Tripulante Operacional: 4 a 21 de novembro de 2011;
d) Para Mecânico de Aeronaves: 4 a 21 de novembro de 2011;
e) Para Operador TASA: 4 a 21 de novembro de 2011.
A solenidade aconteceu na manhã de sexta-feira (4/11), na sede do 19º Batalhão de Caçadores, Batalhão Pirajá, na capital baiana.
Instituída pela Ordem dos Cavaleiros do Esquadrão Tenente Vaz (RJ) como forma de reconhecer o trabalho de “militares ou civis que tenham se consagrado por sua dedicação e operosidade”, a medalha foi concedida a mais 17 personalidades baianas, a exemplo do Comandante da 6ª Região Militar (Bahia e Sergipe), General Marco Edson Gonçalves Dias, do vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), Desembargador Carlos Alberto Dultra Cintra, do ex-Auditor da PMBA, Cel PM Silvino Berlink, do Delegado Geral da Polícia Civil, Dr Hélio Jorge da Paixão, do Coordenador de Missões Especiais do Comando de Policiamento Regional da Capital – Atlântico, Maj PM Carlos César Albuquerque Pereira, dentre outros.
Bravura
Na cerimônia os capitães PM Wolney Anderson Santos de Almeida e César Ricardo Oliveira Fonseca bem como os sargentos PM Mamédio de Brito Macêdo e Ivan Paulo do Santos Junior foram homenageados pelo ato de bravura na ação realizada com helicóptero para dar suporte a homens do Corpo de Bombeiros da PMBA, em um incêndio ocorrido em 2010 na capital baiana, onde resgataram cinco moradores no teto da edificação em chamas.
Além dos familiares dos agraciados, prestigiaram a solenidade o Cel PM Rivaldo Ribeiro dos Santos, Chefe da Casa Militar do Governador, o Cel PM Gilson Santiago Messias, Chefe do Gabinete do Comando Geral, bem como oficiais e praças do GRAER.
Muito orgulhoso, o Ten Cel PM Lázaro Monteiro, Comandante do GRAER congratulou-se com a tripulação homenageada.
A Polícia Federal em Mato Grosso apreendeu três aviões que supostamente eram utilizados por traficantes para entrar em Mato Grosso com droga vinda da Bolívia. As apreensões fazem parte da operação ‘Ouro Branco’, deflagrada na madrugada desta quinta-feira (27/10/11) nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
De acordo com a PF, as investigações duraram cerca de um ano e a operação tem como objetivo desmantelar uma quadrilha que trazia droga da Bolívia. Ao todo devem ser cumpridos oito mandados de prisão e outros oito de busca em apreensão.
Ainda segundo a Polícia Federal, a organização criminosa utilizava como base de recebimento, transporte e distribuição da droga uma fazenda situada na região pantaneira do distrito de Ouro Branco do Sul, no município de Itiquira, a 359 quilômetros de Cuiabá.
Durante as investigações foram apreendidos cerca de 1.200 quilos de pasta base de cocaína e realizadas três prisões em flagrante. Segundo a polícia, o chefe e os principais integrantes da quadrilha foram identificados e devem responder pelos crimes de tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, com penas que podem chegar a 25 anos de prisão.
Na manhã desta quinta-feira (27.10.11) o Conselho de Comandante do Centro Integrado de Operações Aéreas do Mato Graosso – CIOPAER/MT composta por todos os Comandantes de Aeronaves de Asa Rotativa (helicóptero) e Asa Fixa (avião) se reuniram para deliberar entre outras coisas sobre a ascensão profissional do Piloto de Asa Rotativa Dinelson Pires Júnior – Delegado de Policia.
Após analise de documentação e da ficha funcional do Delegado foi entendido por unanimidade dos membros do conselho como sendo o profissional apto para o exercício e responsabilidade da função de Piloto Comandante de Aeronave no âmbito do CIOPAER.
Para ser Piloto Comandante do CIOPAER o profissional passa por rigoroso Curso de Formação de Piloto Privado e Comercial, banca examinadora da Agência Nacional da Aviação Civil – ANAC fins obtenção de Certificado de Habilitação Técnica – CHT, exames médicos fins obtenção de Certificado de Capacidade Física – CCF, Curso prático de pilotam, Curso de Procedimentos de Emergência e contar com no mínimo 500 horas de vôo na condição de 2º Piloto, entre outros.
O Centro Integrado de Operações Aéreas conta em seus quadros com Oficiais da Policia Militar, Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar e de Agentes e Delegados da Policia Judiciária Civil.
Nos dias 28 e 29 de outubro de 2011 estiveram reunidos em Jaraguá do Sul, Bombeiros Voluntários de todo o Estado de Santa Catarina, para treinamento com workshop e simulacro, abordando e exercitando conceitos básicos organizacionais denominado geralmente de SCO – Sistema de Comando de Operações e pelos Bombeiros Voluntários de SC de Sistema de Comando de Incidentes – SCI, adotando nomenclatura usual na Organização de Bombeiros Americanos que congrega 20 países na América.
Independente da nomenclatura, o SCI visa garantir a maior segurança para as equipes de resposta e para os demais envolvidos na emergência, bem como o alcance de objetivos e prioridades previamente estabelecidas e o uso eficiente e eficaz dos recursos disponíveis (humanos, materiais, financeiros, tecnológicos e de informação).
Nas intensas atividades desenvolvidas nestes dois dias, foram evidenciadas a coordenação e o afinamento de protocolos para atendimento as ocorrências, principalmente quando onde há múltiplas vítimas e se torna necessário, um trabalho coordenado de todos os bombeiros voluntários na cena e dos demais agentes.
Para tal, foi levado a efeito na sub unidade no Bairro João Pessoa – que abriga o Centro de Capacitação de Bombeiros, a verificação conceitual na noite do dia 28 e no dia 29 nas dependências da Associação Empresarial (ACIJS) no período matutino, foram apresentados 04 estudos de casos, envolvendo ocorrências em Jaguaruna, Jaraguá do Sul, Joinville e pelos Bombeiros Voluntários de Indaial, relato das atividades do Sistema de Comando de Incidentes nas ocorrências no Morro do Baú; Haiti e Rio de Janeiro, gerando debates e ajustando procedimentos e protocolos.
É necessário rever conceitos, procedimentos e técnicas avaliando situações pretéritas enfrentadas, cujas soluções adotadas geraram não conformidades derivadas da ausência de conhecimento total sobre os procedimentos de controles necessários.
Dessa forma aludiu-se que o comportamento defluente, diante desses problemas transforma-se deveras em uma lição. Conforme alguns autores, o passado, por essência, “tem a virtude de nos ensinar a não insistir em erros e a nos estimular a repensar imitar os grandes feitos”.
O preparo portanto é necessário – aduziu os palestrantes, através da construção de Planos Operacionais Padrões- POPs que devem suportar ações padronizadas para o início das operações, baseados nas ameaças existentes para cada região/realidade, devendo estes POPs serem a base para os treinamentos das equipes.
Tanto nós quanto nossos semelhantes estamos sujeitos às mesmas vicissitudes, o atendimento assim as ocorrências de grande vulto, precisam ser analisadas, visando aprimorar e adotar boas práticas locais, regionais e estaduais, garantindo a maior eficácia nas intervenções em prol da vida.
A partir de 13h30 minutos foi colocado em marcha o simulado no pátio da Arena Jaraguá, que contou inicialmente com a resposta dos Bombeiros Voluntários de Jaraguá, depois com o acionamento de Guaramirim e Joinville.
Os Bombeiros Voluntários que existem na região Nordeste de SC se envolveram com viaturas, equipamentos e pessoal das corporações e outros agentes, como o Batalhão de Aviação da Polícia Militar de Santa Catarina – BAPM.
O simulado contou com vítimas em locais de difícil acesso, sendo que o helicóptero retirou 03 vítimas do telhado e a Auto Plataforma de Joinville – com alcance de 54 metros também fez o resgate de uma vitima descendo-a em maca, todos os atendimentos sincronizados com as ambulâncias, caminhões de combate a incêndio e carreta de água, que a seguir, fizeram o espargimento de água sobre o incêndio.
Aproveitando ainda o aparato disponibilizado, vários Bombeiros Voluntários foram treinados na operação da Auto Plataforma. Estas atividades envolveram 160 pessoas e para maior afinamento, contará com um outro encontro no dia 19/11/2011 no Instituto Federal Catarinense – IFC, Campus Camboriú, onde será apresentado a avaliação e os resultados para 500 Bombeiros Voluntários.
O SCI é aplicável em várias situações: Tremores de terra; Explosões; Incêndios em edificações com grande densidade de usuários; Incêndios em instalações e depósitos de inflamáveis; Incêndios florestais em áreas de relevante interesse ecológico e que fujam ao controle dos órgãos que têm atribuições específicas para combatê-los; Acidentes no transporte aéreo, rodoviário, ferroviário, aquático e metroviário; Incidentes com produtos perigosos; Acidentes em estruturas industriais; Intoxicações coletivas; Acidentes relacionados a substâncias e equipamentos radioativos; Desastres relacionados à contaminação de mananciais e sistemas de abastecimento de água; Pânico em eventos planejados, como celebrações, desfiles, concertos, visitas de dignitários, competições esportivas, grandes aglomerações de público; Desastres relacionados à construção civil: patologias das edificações, desabamentos de prédios, viadutos, pontes, dentre outros; Rompimento de barragens; Tufões, tornados, vendavais, tempestades, alagamentos e inundações; Escorregamentos e deslizamentos da terra e subsidências de solo; Desocupação de prédios e/ou áreas públicas invadidas; Fugas e motins em estabelecimentos prisionais; Raptos e sequestros, Atentados terroristas e Ações individuais, de bandos ou quadrilhas organizadas que comprometam a segurança pública com capacidade para gerar pânico ou aterrorizar a população.
Depois de agredir com uma foice pessoas de uma família, no Bairro Baiúca, Venda Nova do Imigrante, Joberto Gil Cardoso, 34 anos, foi severamente surrado no local e ficou em estado grave. A situação provocada por ele no fim da madrugada desta quinta-feira (27) enfureceu os moradores, que o agrediram.
Joberto Cardoso foi internado às 5 horas no Hospital Padre Máximo, na cidade de Venda Nova do Imigrante, em estado grave. Por volta do meio dia, em virtude do péssimo estado de saúde que se encontrava, Joberto foi transferido para o Hospital São Lucas, em Vitória.
Ele seguia em uma ambulância do SAMU, quando a situação agravou, segundo a Polícia Militar de Marechal Floriano. “Durante a viagem o quadro clínico provavelmente piorou e a viagem na ambulância teve fim em um campo de futebol de Marechal Floriano”, informou o tenente Edney.
O homem ferido deixou a ambulância em uma maca e foi embarcado com urgência no helicóptero da Polícia Militar. A aeronave saiu de Vitória com a finalidade de retornar com o paciente. De acordo com o militar, a aeronave da PM pousou no gramado e levantou vôo momentos após, com destino ao Hospital São Lucas.
A delegada de Polícia Civil de Venda Nova do Imigrante, Elizabete Zanoli, informou que as pessoas agredidas – Carlos Alberto Menegucci, 19, Anderson dos Santos, 21, e Wellington Batista, 20 – revidaram as agressões e por pouco o mataram. “Eles foram ouvidos porque agrediram e, se houver morte, responderão por homicídio”, disse a delegada.
O Poder Judiciário de Mato Grosso recebeu, oficialmente, uma aeronave para a utilização no transporte de magistrados e demais atuações. O avião modelo Sêneca II – bimotor, com capacidade para quatro passageiros, foi doado pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O Termo de Cooperação e Entrega foi assinado pela corregedora, ministra Eliana Calmon, e pelo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho.
“A aeronave permitirá que os magistrados que são obrigados a percorrer o Estado o façam de forma mais ágil. E como será compartilhado com outros órgãos, ajudará na união de ações, como por exemplo, o Protocolo Integrado que a Justiça Comum e o Tribunal Regional do Trabalho desenvolvem em conjunto. O CNJ tem capacidade de nos unir e Mato Grosso só tem a agradecer”, disse o presidente.
A ministra Eliana Calmon ressaltou que a sociedade deve ter um pouco de paciência para os devidos ajustes na Justiça. “Temos uma tradição de apreender bens e deixar que se desfaçam. Mas isto está mudando. A legislação de combate ao tráfico permite que façamos as doações. Logo poderemos dizer que o Judiciário tem a velocidade de um avião e não mais de uma carroça“, disse.
O secretário de Segurança Pública do Estado, Diógenes Curado informou que das quatro aeronaves disponíveis para a Segurança Pública, três chegaram por intermédio da Justiça. “Lembro que quando era delegado da Polícia Federal, tínhamos 27 aviões apreendidos por utilização do tráfico de drogas. Essa doação do CNJ é um grande préstimo“, afirmou.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e Tribunal Regional do Trabalho (TRT) utilizarão a aeronave em deslocamentos no Estado. O avião ficará no Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) da Polícia Militar, no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, que fará a manutenção e a operacionalização do aparelho.
O coordenador do Centro, tenente-coronel Everton Mourett explicou que o compartilhamento seguirá a planilha de utilização das instituições judiciais. “O Poder Judiciário trabalha com ações planejadas. Utilizaremos nestes intervalos. Isso fará com que economizemos mais, sem deixar de fazer a manutenção e o treinamento de pessoal“, sustentou.
A doação da aeronave faz parte do programa Espaço Livre Aeroportos, da Corregedoria Nacional de Justiça, que está removendo dos aeroportos brasileiros aeronaves sob custódia da Justiça, acelerando os processos que envolvem infraestrutura aeroportuária e transferindo aeronaves de pequeno porte apreendidas com drogas para uso compartilhado do Poder Judiciário em vários Estados do Brasil.
A ministra também informou que os Estados do Amazonas, Pará, Mato Grosso e Piauí têm prioridade em decorrência da extensão territorial e dificuldades de locomoção.
Ela também confirmou para o primeiro semestre de 2012 a doação de outra aeronave, modelo Xingu Turbo-Hélice, com capacidade para oito passageiros, que também será compartilhada pelas mesmas instituições.
A solenidade ainda teve a presença do vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva, do corregedor-geral da Justiça do TJMT, desembargador Márcio Vidal, presidente do Tribunal Regional Eleitoral da 23ª Região, desembargador Osmair Couto e do diretor do Foro da Justiça Federal em Mato Grosso, juiz José Pires da Cunha.
Informações da Secretaria de Segurança Pública do Mato Grosso
O avião servirá a Segurança Pública para o transporte de tropas e patrulhamento ambiental e patrulhamento na região de fronteira. A aeronave, de marca Embraer, modelo Sêneca II, possui vocação para realizar pousos e decolagens curtas e longas e operar em pistas não pavimentadas.
A aeronave é considerada econômica, consome 90 litros de combustível por hora e transporta até seis pessoas, sendo quatro passageiros. O avião é estimado em R$ 450 mil e ainda passará por uma revisão geral e inspeção da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), no aeroporto de Várzea Grande, antes de começar a operar. A aeronave possui autonomia para quatro horas de voo, aproximadamente.
O secretário de Estado de Segurança Pública, Diógenes Curado Filho, disse que a nova aeronave será mais uma ferramenta de trabalho para a Segurança Pública de Mato Grosso.
De acordo com o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, a segurança pública, através do seu órgão de aviação, vai selar pelo avião, dar manutenção e operar a aeronave. “Nós temos comarcas muito distante da Capital onde carros não consegue passar, e que agora será atendida com mais rapidez pela justiça”, falou.
Segundo a Corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, o CNJ está tentando mudar a cultura de apreender bens e deixar que esses bens se desfaçam com o tempo. “A legislação referente ao combate ao trafico de drogas fez com que fosse possível a liberação dessa aeronave para servir melhor à Segurança e a Justiça. Esta aeronave é mais que a entrega de um bem patrimonial. Estamos unindo a Justiça e juntos vencendo as dificuldades”, completou.
O Centro Integrado de Operações Aéreas vem prestando um serviço de qualidade para a sociedade mato-grossense, otimizando recursos humanos e materiais, canalizando todos os esforços no combate eficiente às ações criminosas.
Atualmente Mato Grosso possui dois helicópteros e quatro aviões, sendo dois bimotores e dois monomotores a serviço da Segurança Pública. O uso dessas aeronaves auxilia nas operações ostensivas e preventivas no combate ao incêndio ambiental, resgate de vítimas de acidentes e, principalmente, dando resposta rápida nas operações de segurança pública.
Fonte: Mídia News/TJ-MT e LUZIA ARAÚJO/Sesp-MT / Fotos: CIOPAer/MT
Os policias militares, major Ricardo Mendes, capitão Batista, sargento Carlos, soldados Almeida e Antonio, do Grupo de Radiopatrulha Aérea – GRAER e CPC-2, em operação conjunta, o resulta na apreensão de um veículo clonado e prisão de proprietário de oficina mecânica pela prática de receptação.
Na tarde do dia 31 de outubro de 2011, o Falcão 02 decolou em apoio a uma equipe do CPC-2, para verificar denuncia a respeito de um possível desmanche. Numa residência na Rua CP-10 – Setor Celina Park, foram avistados vários veículos em processo de desmontagem.
Desta forma a equipe de apoio terrestre do GRAER (sargento Valber, soldados Rafael, Pereira e Daniel Costa) realizou o adentramento e após vistoria nos veículos que ali se encontravam, foi confirmado que o VW Polo Placas NGL-0471 – Goiânia fora furtado no dia 11 de setembro do corrente ano, sendo que suas placas originais são NWE-9267.
O proprietário da referida residência onde funcionava uma oficina mecânica, foi conduzido ao 20° DP e autuado em flagrante pelo crime de receptação, Art 180 CPB.
A Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro informou na tarde desta quarta-feira (2) que o braço-direito de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, o traficante Marcelo da Silva Leandro, o Marcelinho Niterói, foi morto após atirar em um dos helicópteros da Polícia Civil que sobrevoava a favela Parque União, no Complexo da Maré, na zona norte, na noite da última terça-feira (1º/11).
Uma câmera com sensor infravermelho instalada em um helicóptero da Polícia Civil, capaz de identificar criminosos à noite, foi usada para ajudar na localização do traficante Marcelinho Niterói, apontado como o braço direito deFernandinho Beira-Mar. Ele foi morto na terça-feira (1º) durante uma operação da Polícia Federal, com apoio do Bope e da Polícia Civil, na Favela Parque União, no subúrbio do Rio.
O helicóptero usado na operação só é acionado em situações importantes. Segundo a polícia, Marcelinho Niterói tentou fugir e chegou a atirar contra o helicóptero. Ele, no entanto, foi localizado e acabou atingido por dois tiros.
As informações eram tão precisas quanto sigilosas. A área da favela em que Marcelinho Niterói iria circular na terça-feira já estava sendo monitorada, do ar, pelo helicóptero Águia 2, com câmeras com sensor infravermelho desde as 17h45, a um quilômetro e meio de altura. O espião noturno (Águia 2) passava informações para um ‘gabinete’ em solo formado por agentes da PF e da Civil. As informações eram, então, enviadas ao Águia 1, para que se posicionasse no melhor ângulo para capturar o bandido.
O criminoso só chegou à rua, onde encontrou cinco homens, às 20h56. Começou a corrida contra o tempo. Dois minutos depois, Marcelinho entrou num bar. Foi dado o sinal para que o Águia 1— que estava em base próxima, de prontidão —, com quatro atiradores de elite, se aproximasse.
Foi o começo da operação ‘cirúrgica’, em que o menor deslize colocaria fim à investigação. A cerca de 15 metros de altura, homens do Águia 1 fizeram disparos com fuzis 7.62. Quarenta segundos depois, Marcelinho estava morto, de barriga para baixo na rua. Às 21h, homens do Bope e da PF chegaram ao local. Tiraram mochila do corpo do traficante e o arrastaram para perto da calçada.
Na ocasião, segundo a Secretaria estadual de Segurança Pública, além dele, outro homem morreu e mais dois ficaram feridos. Marcelinho Niterói também era apontado como o principal fornecedor de drogas da maior facção criminosa do Rio.
Na operação, a polícia apreendeu duas pistolas, carregadores, munição e drogas. Na mochila de Marcelinho Niterói foram encontrados R$ 20 mil, várias fotografias e uma carteira de identidade falsa. Segundo investigadores, o traficante visitava com frequência a mulher, que mora na Favela Parque União.
A Secretaria de Segurança informou que uma perícia já começou a ser feita para apurar as circunstâncias em que os outros dois homens foram baleados. De acordo com a PF, além de Marcelinho Niterói, vários criminosos atiraram contra os policiais, entre eles, o homem que morreu.
O governo argentino assinou um acordo com a CATIC da China para desenvolver e construir localmente helicópteros leves. O acordo, anunciado pelo ministro da Defesa, Arturo Puricelli em 21 de Outubro, possibilitará a CATIC trabalhar com o a empresa argentina: “Fábrica Argentina de Aviones”(FAdeA) para construir localmente o helicóptero monomotor leve CZ-11W.
Segundo o acordo, a FAdeA irá ficar responsável pela produção das aeronaves para os mercados argentino e sul-americano. Os estudos iniciais sugerem que 40 aeronaves serão inicialmente construídas e a produção será na fábrica da FAdeA em Córdoba.
Puricelli disse que o acordo foi “o início de uma joint venture que une a empresa Aircraft CATIC China e nossa fábrica de aeronaves para abrir um novo segmento industrial em nosso país. Este desenvolvimento é parte do Plano de Capacidades Militares solicitado pela presidente Cristina Fernandez de Kirchner”. Ele acrescentou: “O desenvolvimento da indústria nacional é uma meta fundamental para o nosso governo”.
Relatos da imprensa da Argentina sugerem que a Eurocopter está descontente com tal decisão, pois o CZ-11 é uma cópia virtual do helicóptero AS350 e não deveria ser comercializados fora da China. A versão civil da aeronave CZ-11 é comercializada pela Avicopter como o AC301.
Em função do aumento significativo de acidentes e incidentes envolvendo a aviação de asas rotativas na área de São Paulo. Por considerarmos que a segurança de voo está diretamente relacionada com o conhecimento técnico de todos os envolvidos na atividade aérea.
Por considerarmos que a legislação aeronáutica deva ser entendida como os padrões mínimos a serem observados pelos envolvidos na atividade aérea e a prevenção de acidentes aeronáuticos ser uma missão de responsabilidade de todos, convidamos todas as empresas, entidades de classe e demais profissionais a participar do evento por entendermos que somente desta forma teremos o resultado esperado.
Afirmamos que o seminário está focado nos principais fatores contribuintes para acidentes envolvendo helicópteros em nossa área de atuação e tem por objetivo trazer informações importantes a proprietários, operadores, pilotos, mecânicos e empresas que, se aplicadas, certamente reduzirão consideravelmente a probabilidade de novos acidentes.
Este evento não é do SERIPA IV. Este evento é de todos nós.
AULA DE ABERTURA
Briefing do local e emergência
Hino nacional
Objetivos a serem atingidos no evento
Palestra com o levantamento dos acidentes ocorridos entre 2010 e 2011, com os fatores que mais contribuíram.
TCEL CRESPO
SERIPA IV
08:50-09:50
ALÉM DOS ACIDENTES AERONÁUTICOS
Palestra que trata a realidade de um acidente aeronáutico e suas conseqüências a todos os envolvidos.
MAJ RENATO
SERIPA IV
09:50-10:15
COFFEE BREAK
10:15-11:15
DISCIPLINA Trata-se da base da atividade aérea, sem a qual se torna impossível desenvolvê-la com segurança. A palestra mostra a relação entre a disciplina e os fatores contribuintes presentes nos acidentes
TCEL NAVE
SERIPA IV
11:20-12:40
CARACTERÍSTICAS DO VOO DE HELICÓPTERO
Exposição abordará de forma didática e operacional as principais características aerodinâmicas do voo de helicóptero, com ênfase no peso e balanceamento e estóis das pás do rotor principal, vortex e perda de eficiência do rotor de cauda.
TCel Élvis
IPEV
12:40-13:40
6 – ALMOÇO
13:45-14:30
METEOROLOGIA
Palestra abordará os principais fenômenos meteorológicos na área de São Paulo, em especial na Serra do Mar, Serra da Mantiqueira e Serra da Cantareira, bem como servirá para os pilotos relembrarem importantes características da interpretação de METAR, TAF e SIGWX.
TEN P. LIMA
DTCEA-SP
14:35-15:25
TRÁFEGO AÉREO
Palestra informativa com dados da TMA-SP, seus aspectos importantes a serem observados por pilotos de helicóptero e tratamento do controle a esse tipo de tráfego.
CAP PEREIRA
DTCEA-SP
15:30-16:30
EMERGÊNCIA – PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
Palestra com enfoque nas características operacionais e procedimentos a serem observados pelos pilotos durante as emergências mais comuns em helicóptero.
CEL R1 BOSCO
EFAI
16:30-16:50
INTERVALO – CAFÉ
16:55-17:45
VOO DE INSTRUÇÃO – CUIDADOS NECESSÁRIOS
Palestra com objetivo de transmitir as principais características do voo de instrução em todas as suas fases, ou seja, briefing, voo e debriefing. Frisar a importância da padronização dos instrutores e alunos e a necessidade de manuais de padronização nas escolas.
Cel R1 Tebicherane
17:50-18:35
AEROPORTOS
Palestra que vai diferenciar aeródromos de aeroportos e trazer aos ouvintes importantes informações sobre as facilidades e tipos de apoio que estão disponíveis no caso de emergência.
Mauro Miura
INFRAERO – MT
18:45-19:15
ENCERRAMENTO
Agradecimentos e entrega de brindes aos participantes por meio de sorteio. Birndes ofertados pelos patrocinadores.
A Eurocopter revelou o projeto, anteriormente secreto em outubro, quando anunciou que os pilotos de teste da Eurocopter haviam voado uma AS350 equipado com um motor elétrico auxiliar, que irá prover potência à aeronave em caso de uma falha do motor principal, permitindo um pouso em autorotação mais gerenciável.
Jean-Michel Billig, EVP de Engenharia da Eurocopter, declarou durante a Heli Power-2011, realizada na Farnborough que o programa estava sendo realizado em segredo desde setembro de 2010 com os primeiros vôos do sistema iniciados em Julho deste ano.
“Independente em quão bem treinados um piloto é para a autorotação, eles estarão sempre mais estressados quando ocorre um pane real ao invés de quando isso acontece no simulador”, disse Billig.
“Queríamos reduzir esse estresse para o piloto, fornecendo energia extra durante os dois pontos críticos de uma autorotação – nos primeiros segundos após a falha do motor e nos momentos antes do flare para pouso”.’
O sistema usa um compacto motor elétrico e um bateria de lítio. Em caso de falha de motor, um sistema de controle imediatamente envia energia para o motor elétrico que por sua vez fornece energia para o sistema do rotor.
O sistema está instalado em uma aeronave de teste e por enquanto não foi definido o peso do sistema. Billig disse que os engenheiros estão trabalhando na redução de seu tamanho e peso para que ele não tenha impacto sobre o número de passageiros ou na capacidade de carga da aeronave. Billig disse que o sistema está focado para ser utilizado em todos os três modelos monomotores da Eurocopter, como o EC120, EC130 e AS350.
A empresa ainda não decidiu sobre o nome do sistema, mas o projeto é executado sob a bandeira de “Iniciativa Hybrid Engine”. Billig acredita que o trabalho neste sistema também poderá trazer benefícios à empresa para desenvolver aeronaves mais ecológicos.
O helicóptero Águia terá uma réplica utilizada para apresentação do trabalho da unidade de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar (PM) em Bauru. O dublê do modelo Esquilo AS-350 B2 será utilizado em diversas atividades como eventos em que ficará exposto e nas visitas de estudantes.
Envolvida em operações de policiamento e resgate, há pouca disponibilidade de atendimento de pedidos de exposição do helicóptero em eventos, como exposições agropecuárias e comemorações nos diversos municípios da região de Bauru.
O comandante do Águia, major PM Silvio Luiz Frank, comenta que a maquete em tamanho menor facilitará o entendimento pelos estudantes de como é feito o trabalho do Águia.
Aproximadamente mil estudantes visitam a unidade a cada ano. Desde o pessoal do ensino fundamental a universitários, todos são recepcionados para palestras de demonstração. Nem sempre a aeronave está na unidade e o dublê entrará em ação. A maquete também será exposta em eventos junto com os equipamentos utilizados nas intervenções da unidade aérea.
A réplica tem três metros de extensão da parte frontal à cauda, sua estrutura é montada em metal e o acabamento reproduz os detalhes externos e internos da aeronave Esquilo. Ao todo foram dois anos de trabalho mobilizando o artista plástico Jailson Davila, o tenente PM Fabiano Leon de Oliveira Thomassian e o soldado PM André Henrique Barbosa Breda.
Em comemoração ao Dia do Aviador, a réplica de três metros de comprimento do helicóptero Águia, da Polícia Militar, ficou exposta no Poupatempo de Botucatu/SP e pode ser visitada de 25 a 31 de outubro e de 07 a 14 de novembro no Poupatempo Botucatu durante todo o horário de funcionamento da Unidade.
Teve início no dia 31 de outubro, no BOA (Batalhão de Operações Aéreas) do CBMSC sediado em Florianópolis, o Curso de Apoio Solo Operacional.
A turma é composta por 15 Praças alunos, sendo 03 Bombeiros Militares do BOA CBMSC, 03 do CBMDF, 02 do CBMMG, 03 do GRAER/PMPR, 03 do BAPM/PMSC e 01 do COTAer/ Casa Militar SC.
Entre as matérias que estão sendo ministradas nas 100 horas-aulas deste curso estão: operações aerotransportadas, manutenção de aeronaves; abastecimento de aeronaves, produtos perigosos, combate a incêndios em aeronaves, dentre outras.
Até a presente data, o BOA/CBMSC em parceria com o GRAU/SAMU SC, atenderam com o helicóptero Arcanjo 01 a 1154 ocorrências, em um ano e dez meses de operação.
Em 2018, dois dos maiores provedores de transporte de EMS dos EUA - Air Medical Group Holdings e American Medical Response - combinaram-se para formar a Global Medical Response (GMR). As seis subsidiárias aéreas da empresa e dezenas de ambulâncias terrestres fornecem agora transporte médico de emergência para 46 estados e o Distrito de Columbia. Foto: DTX Media Foto: DTX Media
Desde meados da década 90, o número de helicópteros em operação em serviços aeromédicos de emergência nos Estados Unidos cresceu quase 300 por cento, para aproximadamente 840 aeronaves.
Juntamente com o rápido crescimento dos operadores, a taxa de acidentes HEMS quase dobrou durante esse período. As principais causas têm-se centrado em colisão com o solo em vôo controlado (CFIT), a operação inadvertida em condições meteorológicas por instrumentos, e desorientação espacial do piloto / falta de consciência situacional durante as operações noturnas.
Em 2004, a Administração de Aviação Federal americana (FAA) estabeleceu uma força-tarefa para analisar e orientar os esforços do governo e da indústria/operadores para reduzir os acidentes HEMS. Já realizou inúmeras reuniões de segurança, descreveu as melhores práticas em circulares, ordens e avisos, e até mesmo revisou as especificações operacionais de HEMS em 2008.
Foto: Life Link III
Apesar destes esforços, 2008 tornou-se o pior ano já registrado para os operadores HEMS, com oito de um total de 13 acidentes fatais, e um total de 29 mortes, levando o National Transportation Safety Board (NTSB) a colocar a segurança HEMS no topo de sua lista “Melhorias de Segurança dos Transportes mais Procuradas” em outubro de 2008.
O NTSB já examinou a maioria dessas preocupações ao longo dos últimos 11 anos, resultando na emissão de mais de 30 recomendações de segurança. As últimas alterações FAA teria sido endereçadas no todo ou em parte para muitas destas recomendações do NTSB.
Em essência, a proposta do FAA irá considerar questões como:
• Sistemas de alerta e conscientização terreno para helicóptero (HTAWS) para aeronaves aeromédicas;
• Radar altímetro para todos helicóptero operando pela Part 135;
• Centro de Controle Operacional para operadores de helicópteros aeromédicos com mais de 10 aeronaves;
• Mínimos meteorológicos para todas as pernas do voo de helicóptero aeromédicos operando pela Part 135;
• Implementação de um programa de gerenciamento de risco;
• Dispositivos de monitoramento de dados do voo, ou seja, Gravador de Voz / Digital Flight Recorder em aeronaves aeromédicas;
• Exigir que os pilotos demonstrem, anualmente, a capacidade de recuperação de voo após entrada inadvertida em IMC;
• Mudança para a terminologia de “helicóptero ambulância aérea” (helicopter air ambulance), ao invés de “helicóptero EMS” para remover a referência a palavra “emergência” com respeito à voos de transporte aeromédico;
• Facilitar operações IFR, permitindo que operadores de helicópteros aeromédicos realizem aproximações IFR em hospitais ou aeroportos, usando boletins meteorológicos de estações próximas ao invés de exigir boletins meteorológicos especificamente do local de destino.
O período de discussão e apresentação de comentários para as alterações propostas terminou em janeiro de 2011. Todos os comentários estão publicados e disponíveis no site da FAA juntamente com as considerações da FAA, listados sob o título do Boletim FAA-2010-0982. Muitos desses comentários dão a ideia geral da confusão atual bem como da aplicabilidade e interpretação da proposta em geral.
Air Medical Group Holdings e American Medical Response formaram a Global Medical Response (GMR). Foto: DTX Media.
A maioria dos 840 helicópteros que executa trabalhos EMS são operados por entidades civis contratadas, e, portanto, estão vinculados às regras 14 CFR Part 135 do FAA (o que seria nossa RBAC 135). Nenhuma das propostas acima, que pode se tornar lei, se aplicaria a eles também. No entanto, de acordo com o NTSB, atualmente existem 40 operadores públicos, como polícias e bombeiros, fornecendo transporte aeromédico com helicópteros nos Estados Unidos, financiado por suas respectivas entidades municipais, estadual ou federal. Essas aeronaves públicas são isentos de muitas das regulamentações da FAA aplicáveis às aeronaves civis.
Então, qual é a diferença entre um operador civil e um operador público para a realização de transporte aeromédico?
Apesar de tudo o que pode ser pesquisado sobre o tema, a melhor resposta atualmente é: “Depende” e isso pode ser um problema.
Por um lado, ela cria zonas cinzentas que agem como vazamentos na barragem de segurança. Por outro lado, se as regras exigirem mudanças de estruturas em terra, operações de voo, configurações de aeronaves, e requisitos dos pilotos, isso pode resultar em um aumento das despesas para o operador. Essas despesas podem revelar-se demasiadamente caras para viabilizar algumas operações. Portanto, cabe aos operadores saber a extensão do termo “uso público”, e se é ou não aplicável à sua operação.
A norma FAA Ordem 8900,1, Volume 3, Capítulo 14 define as operações públicas, e é o material de referência para os inspetores de segurança do FAA para determinar se um voo pode ou não ser considerado de “uso público”. Além disso, a norma Advisory Circular (AC) 00-1,1 auxilia os operadores de aeronaves de propriedade do governo para determinar se suas operações são públicas e estão no âmbito de sua definição.
De acordo com a Ordem 8.900,1, o status de uma aeronave como uma “aeronave pública” ou “aeronave civil” depende do seu uso a serviço do governo e do tipo de operação de que a aeronave está realizando no momento. Alguns pontos que se referem às operações aeromédicas valem a pena mencionar aqui.
Tomada, em parte, da Ordem 8900,1 “evacuação aeromédica” de um modo geral não é considerada uma função do governo, a menos que:
1) A natureza da operação requeira o uso de uma aeronave com configurações especiais, que não pode ser elegível para um padrão certificado de aeronavegabilidade,
2) A vítima não possa ser acessada por transporte terrestre,
3) Número insuficiente operadores de aeronaves civis devidamente certificadas e equipadas nos termos da regra apropriada, estão disponíveis para completar a missão, ou
4) Outros fatores similares e não-rotineiros estão presentes.
Embora a formulação desta seção em particular possa parecer clara, ela é obscurecida por aquilo que está contido na norma AC 00-1,1, que diz que, embora a “evacuação aeromédica” não seja considerada sinônimo de “busca e salvamento”, pode ser incluída como função governamental, dependendo das circunstâncias específicas da operação.
Vários análises de acidentes no setor público têm trazido à FAA a questão da interpretação do termo “uso público”, não apenas no papel HEMS, mas em todas as operações de voo governamentais quando se trata de supervisão.
Qualquer aeronave certificada pela FAA está sujeito as atividades normais da agência de vigilância e fiscalização, independentemente da aeronave estar operando como pública ou civil, e parece que a FAA ainda não tem um posicionamento a respeito de como melhorar a fiscalização e vigilância dos operadores públicos. Ainda recentemente, em janeiro de 2011, durante um fórum de HAI (Helicopter Association International), a FAA reconheceu a necessidade de clareza nessas orientações.
Quando se trata de segurança em operações HEMS, Robert Sumwalt, membro do conselho do NTSB, comentou: “Não há solução mágica. Individualmente, cada um as mudanças propostas pela FAA pode parecer ineficaz. Mas como um todo, a segurança será melhorada”.
Este é o lugar onde os operadores públicos devem prestar atenção, mesmo aqueles que se sentem confiantes de que sua operação se enquadra nas regras de uso público. Com a pressão de uma legislação para aumento da fiscalização do FAA nas operações das aeronaves do governo, a possibilidade de isenção de responsabilidades torna-se cada vez mais difícil. Muitos órgãos públicos começaram a fazer um balanço dos seus programas, aeronaves e tripulações, e estão sendo pró-ativos na tendência de maior segurança, antes de qualquer decisão ser proferida pelos órgãos regulamentadores.
“Estamos tentando ficar à frente da onda”, disse o sargento Mark Smith, da Unidade Aérea da Polícia do Condado de Fairfax, na Virgínia/EUA. “Hoje muitas das agências tem problema de orçamentos para obter os equipamentos mais recentes. Isso não é só com a polícia, mas com operadores com ‘fins lucrativos’ também.
Operar nestes tempos de orçamento curto, você tem de esticar cada dólar o máximo que pode. Mas se você precisa de um equipamento que vai melhorar sua segurança, vai nos ajudar a fazer o nosso trabalho melhor, então você tem que convencer os responsáveis pelos orçamentos. No final do dia, isso é que vai nos manter seguros. “
O NTSB também ofereceu suas idéias quanto ao que vai melhorar a segurança. Uma audiência pública em 2009 resultou em cinco recomendações aos operadores públicos. Em suma, o conselho de segurança do NTSB recomenda:
• Melhor treinamento baseados em cenários dos pilotos (A-09-97);
• Implementação de um sistema de gestão da segurança (A-09-98);
• Instalação de dispositivos de gravação de dados de voo (A-09-99);
• Uso de sistemas de imagens de visão noturna (NVIS) (A-09-100) e
• Uso de pilotos automáticos em aeronaves HEMS (A-09-101).
Além dessas, vêm recomendações aos operadores públicos, como resultado do acidente MSP:
• Implementação de programas de avaliação de risco do voo (A-09-131);
• Formalização do despacho e do planejamento de voo que incluam condições metereológicas (A-09-132) e
• Instalação de sistemas de alerta e consciência do terreno (TAWS) nas aeronaves (A-09-133).
A implementação mandatória das sugestões acima por parte de regulamentação da FAA ainda está para ser definido. Por ora, muitos órgãos públicos já implementaram algumas ou todas as recomendações acima por sua própria decisão, alguns até mesmo operando seguindo os padrões definidos na FAA Part 135.
Eles se pronunciaram durante o período da discussão e audiência da FAA, alguns em grupos, habilmente explicando porque concordam ou discordam com cada uma das propostas da FAA, e destacando o que os torna singularmente diferente de operações civis.
Quando perguntado se a resposta para melhorar a segurança global reside na tecnologia dos HEMS ou na regulamentação, Thomas Short, piloto senior da unidade aérea do Los Angeles Fire Department disse: “Eu não acho que a tecnologia ou uma regulamentação mais rígida é a resposta. Eu acho que isso vai se voltar para as pressões sobre a execução dessas missões, e em pressões sutis sobre as tripulações para tomar decisões. Acredito que não há substituição para uma formação adequada dos pilotos e as tripulações de voo. “
De fato, as operações civis têm diferentes forças e pressões a enfrentar, não menos do que a financeira. Esta é uma das maiores diferenças entre as operações públicas e civil. As pressões de voar comercialmente não podem ser negligenciadas quando se examina os fatores humanos. Sumwalt acrescentou: “Você tem a tomada de decisões dos seres humanos, que serão sempre uma fonte de erro.”
Neste momento, a agenda regulatória do FAA está prevista para uma decisão final em maio de 2012. Embora o período formal de audiência acabou, existe a possibilidade de um aviso prévio da proposta de regulamentação (FNPRM), se tais propostas ao NPRM inicial mudar drasticamente a proposta final.
No entanto, algumas coisas permanecem certas, não importa para quem nós voamos, somos todos humanos, sujeitos às mesmas limitações mentais, físicas e biológicas. O que nos torna pilotos profissionais é a humildade para aceitar nossos limites na busca de 100 por cento de segurança em nossos voos.