O policial civil Delcimar de Oliveira Filho é o novo chefe do Grupo Tático Aéreo (GTA), a tropa de elite da segurança pública do Maranhão. Ele substituirá Laércio Gomes Sousa, que vinha acumulando a chefia da unidade com o cargo de secretário adjunto de Segurança Pública. O ato de nomeação foi publicado no Diário Oficial do Estado no último dia 25 de abril de 2011.
CIOPAer/MT localiza 100 toras de madeira ilegal em Brasnorte/MT
Uma equipe de fiscalização da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) junto com o Ciopaer/MT, apreendeu nesta sexta-feira (29/04/11) cerca de 100 toras de madeiras ilegais prontas para ser vendidas. As toras foram apreendidas em Brasnorte, a 579 km de Cuiabá, e correspondem a cerca de 200 metros cúbicos de madeira.
Avião do CIOPAer/MT faz pouso forçado
Um avião bimotor (EMB-810D) transportando policiais fez um pouso forçado na manhã desta terça-feira (3) no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, em Mato Grosso, por causa de um problema no trem de pouso. Ninguém ficou ferido.
Helicóptero da polícia atingido por tiro em Los Angeles, Califórnia/EUA
Um jovem de 18 anos de Los Angeles, Califórnia/EUA foi detido no domingo (24/04/11) de manhã depois que a polícia recebeu um telefonema noticiando uma ocorrência de disparo de arma de fogo no quintal da casa do suspeito.
GRPAe/SP: Base de Araçatuba pronta para inauguração
O governador do Estado de São Paulo visita Araçatuba nesta quinta-feira (5/05/11) para entregar oficialmente ao Comando de Policiamento do Interior 10 (CPI-10) um helicóptero Águia da Polícia Militar.
Polícia Nacional da Filipinas inicia operação com seus helicópteros
A Polícia Nacional das Filipinas (PNP) inicia o emprego de helicópteros com capacidade de voo noturno para impulsionar seus esforços de combate à criminalidade especialmente na área metropolitana da capital Manila.
EC145 do Maranhão já é utilizado em grandes operações
O primeiro EC145 configurado para o mercado governamental entrou em operação no mês de dezembro de 2010, no estado do Maranhão. E logo em seguida foi requisitado para uma grande missão: auxiliar no resgate das vítimas dos deslizamentos de terra na região serrana do Rio de Janeiro.
Transporte de pacientes intra-hospitalar e inter-hospitalar

Márcio Augusto Lacerda
Marcos Guilherme Cunha Cruvinel
Waston Vieira Silva
INTRODUÇÃO
A busca da qualidade na medicina atual tem, entre seus objetivos, assegurar ao paciente cada vez melhores condições de assistência, diagnóstico e terapêutica. Isto provocou uma reorganização das estruturas médico-hospitalares, tornando-as mais especializadas e auto suficientes em suas funções, mas também as estratificando de acordo com sua complexidade, de forma que os recursos a elas alocados sejam mais bem aproveitados conforme a demanda de pacientes.
Com isto, o fluxo de pacientes modificou-se para que, em vez de os recursos chegarem ao local de internação, o paciente se desloque para estas áreas quando necessário, independentemente da gravidade de seu quadro clínico.
Para que esta filosofia pudesse ser implantada, houve a necessidade de promover meios para que o transporte destes pacientes pudesse ser feito sem prejudicar seu tratamento, ou seja, deve ser indicado, planejado e executado minimizando o máximo possível os riscos para o transportado.
Surgiu, então, como alguns autores já reconheceram, a “medicina de transporte”, que se tornou um segmento importante do setor produtivo de nosso país, onde provavelmente algum de nós já atuou, ou ainda atua. Este desenvolvimento, porém, surgiu sem que houvesse uma normatização específica, gerando durante anos distorções em sua prática, o que só foi corrigido recentemente. Portanto, neste capítulo abordaremos os conceitos, evidências clínicas, logística, normas e regulamentos do transporte de paciente, seja intra-hospitalar, seja inter-hospitalar.
Define-se transporte intra-hospitalar como a transferência temporária ou definitiva de pacientes por profissionais de saúde dentro do ambiente hospitalar.
Define-se transporte inter-hospitalar como a transferência de pacientes entre unidades não hospitalares ou hospitalares de atendimento às urgências e emergências, unidades de diagnóstico, terapêutica ou outras unidades de saúde que funcionem como bases de estabilização para pacientes graves ou como serviços de menor complexidade, de caráter público ou privado.
O ato de transportar deve reproduzir a extensão da unidade de origem do paciente, tornando-o seguro e eficiente, sem expor o paciente a riscos desnecessários, evitando, assim, agravar seu estado clínico. Já o objetivo precípuo destas intervenções é melhorar o prognóstico do paciente; portanto, o risco do transporte não deve sobrepor o possível benefício da intervenção.
Pelo fato de o período de transporte ser um período de instabilidade potencial, deve sempre ser questionado se os testes diagnósticos ou as intervenções terapêuticas prescritas alterarão o tratamento e o resultado do paciente, justificando os riscos da remoção. Os trabalhos clínicos demonstram uma mudança na conduta terapêutica em apenas 29% a 39% dos pacientes após exames diagnósticos, enquanto 68% deles tiveram sérias alterações fisiológicas durante o transporte.
Toda vez que o benefício da intervenção programada for menor que o risco do deslocamento, este não deve ser feito.
BRPAe de Piracicaba/SP recebe homenagem
O vereador Paulo Henrique Paranhos Ribeiro (PRB) entregou na manhã desta quarta-feira (27/04), homenagem a equipe do helicóptero águia pelos relevantes trabalhos prestados a população piracicabana.
SAER/RJ: A Tropa de Elite dos ares
Quem são os atiradores e pilotos do grupamento aéreo da Polícia Civil que participam de todas as grandes operações contra o crime no Rio, como a invasão da Rocinha, na terça (19).
GRPAe/SP é homenageado pela Câmara Municipal de São Paulo pelo Dia do Escoteiro
Em solenidade organizada pelo vereador Gilson Barreto (PSDB), a Câmara Municipal de São Paulo homenageou na noite desta terça-feira (26/04) o Dia do Escoteiro. Durante o evento, foi entregue o prêmio “Escotista Mario Covas Júnior de Ação Voluntária” a pessoas que se destacaram no movimento.
EC130 do GRAer/PR utiliza kit aeromédico desenvolvido pela Helibras
A Helibras está oferecendo mais uma opção de aeronave que pode ser configurada para o transporte aeromédico. Trata-se do EC130, um helicóptero monoturbina bastante versátil e que ganha mais essa aplicação.
CIOPAER/CE forma o 1º piloto comercial de helicóptero da SSJC/TO
O Delegado de Polícia, Leonardo Marincek Garrido da Nóbrega, da Secretaria de Segurança, Justiça e Cidadania do Estado do Tocantins, obteve dia 19 de abril, no Estado do Ceará, a aprovação para a obtenção da habilitação de Piloto Comercial de Helicóptero na aeronave AS350B2 Esquilo, modelo semelhante ao utilizado na SSCJ-TO, um AS350B3.
ANAC torna sem efeito portaria que extinguiu as Unidades Regionais no Brasil
A ANAC reavaliou a recente extinção de suas unidades regionais e postos de serviço, conforme havia sido determinada pela Portaria ANAC nº 310, de 17 de fevereiro de 2011. Essa mudança de postura da Agência é oportuna e impedirá, pelo menos momentaneamente, os problemas de aquela decisão havia causado à Aviação Civil.
O Mestre
MARCELO QUARANTA
Seu Alaor caminhava lentamente pelo pátio do Aeroclube onde nos últimos quarenta anos dera instrução, tendo formado um incontável número de alunos, alguns já Comandantes aposentados da aviação comercial.
Seus cabelos brancos e o rosto talhado por rugas denunciavam a dedicação e as infindáveis horas debaixo de sol a que o velho Alaor se expusera durante todo esse tempo. O tempo vencia-lhe as feições, mas não conseguia fazer adormecer as asas da velha águia.
Durante suas andanças, passava a mão em cada um três P-56 Paulistinha que compunham a “frota” do aeroclube. Todos contemporâneos de Seu Alaor, e pelos quais ele tinha um carinho especial como se fossem seus bichinhos de estimação. A cada pequeno acidente, Alaor fazia questão de ajudar a recuperar o avião pessoalmente. Aqueles aviões faziam parte de seu corpo.
Ainda se remoía de amargura quando lhe vinha à lembrança o trágico acidente em que perdera um quarto avião e um aluno-solo. Numa manhã cinzenta, sem que estivesse presente no Aeroclube para “liberar o vôo”, como costumeiramente fazia, o aluno foi autorizado, por uma secretária, a decolar, a fim de realizar manobras altas a alguns quilômetros dali.
A entrada de uma frente fria fez com que as prometidas chuvas desabassem sobre toda a região, e o aluno viu-se cercado por pesados cumulonimbus. Na tentativa de regressar ao campo, “guardou” seu vôo num desses gigantes, sucumbindo nas fortes correntes descendentes, que o jogaram ao chão como se fosse um brinquedo. No íntimo Alaor ainda se culpava por não estar no Aeroclube naquele dia. Daí em diante, ninguém – a não ser ele – teria a competência para liberar vôos de alunos.
Devido à falta de checadores, o antigo DAC havia conferido a Alaor o título de Checador. Título esse, que ele honrava realizando vôos de exame rigidamente conduzidos dentro dos padrões da legislação. Dessa forma, não só dava instrução como examinava a performance de seus alunos, conferindo-lhes a licença de Piloto Privado.
Um de seus alunos, já em fase de “check”, era Júlio – um jovem de 19 anos, a quem Alaor enxergava como alguém que teria um futuro brilhante na aviação, dada a habilidade com que o jovem manobrava o avião. O rapaz havia nascido pra voar, pensava Alaor.
Já tendo completado as quarenta horas de vôo, Julio havia preparado tudo para seu vôo de check, que Alaor marcara para a manhã seguinte. Na hora combinada, lá estava o jovem, prostrado junto ao avião, enquanto Alaor fazia sua ronda costumeira pelo pátio.
Alaor aproxima-se do jovem e pergunta:
– Então, Júlio, tudo pronto?- Tudo pronto Seu Alaor!
– Fez a inspeção externa?
– Fiz sim senhor!- O Henrique (mecânico do Aeroclube) me disse que um das velas desse avião não está boa. O motor está “pipocando” na partida e também quando avançamos mais rápido a manete de potência. Mas dá pra voar assim mesmo. Vamos?
– Vamos! – disse o jovem, já dirigindo-se para o interior do avião.
Enquanto Júlio se amarrava com o cinto de segurança, Alaor pediu licença dizendo que iria até o hangar assinar alguns papéis. Após uma hora de espera, o rapaz desiste de ficar sentado no avião e vai à procura de Alaor. Mas o velho instrutor não estava no Aeroclube. O dia passa sem que ele apareça.
No dia seguinte Júlio volta ao Aeroclube e encontra Alaor junto ao mecânico, ajudando-lhe a trocar peças do trem de pouso de uma aeronave de terceiros. O aluno acha mais prudente não comentar o acontecido, mas mesmo assim Alaor se desculpa, dizendo que teve que sair sem avisar, pois um tinha um problema urgente para resolver. Júlio, ainda que não muito convencido, ouve as desculpas. Alaor então manda que o rapaz vá preparar o avião.
Chegando perto do velho Paulistinha que seria usado no check, Alaor encontra seu pupilo fazendo a inspeção externa na “máquina”. Pergunta-lhe:
– Julio, está tudo pronto?
– Está sim, Seu Alaor! Tudo prontinho!
– Ok, então vamos lá! O vento está de través e demasiadamente forte para esse tipo de avião, mas nós dois sabemos que o avião segura bem nessas condições, não é isso?
– É sim senhor, Seu Alaor!
– Então lá vamos nós! Só vou ali fazer um xixi e volto já.
Novamente algo havia acontecido. Alaor não voltara ao avião e por mais que Júlio o procurasse, nada de encontrar o velho. Não era feitio de Alaor fazer esse tipo de coisa. Algo realmente teria ocorrido. O dia se foi sem que, mais uma vez, o aluno fizesse seu vôo de check.
O dia seguinte amanheceu chuvoso. Alaor chegou bem cedo ao Aeroclube, e antes mesmo que os aviões tivessem sido tirados do hangar, lá estava Júlio sentado na roda do Paulistinha. Sem maiores explicações, o instrutor – notando a cara de contrariado do aluno – mandou que o ajudasse a empurrar o avião pra fora. A chuva apertava paulatinamente.Júlio num salto disse:
– Seu Alaor, eu não vou! Como é que o senhor quer voar com uma chuva dessas? O senhor pode até não gostar do que vou dizer, mas me deixou esperando que nem um bobo nos dois últimos dias. Agora que está chovendo quer voar?
Alaor abriu seu costumeiro sorriso.
– Filho, nos últimos dois dias você estava sendo checado. Eu não preciso voar com você pra saber do que você é capaz. Afinal, tudo o que você sabe, eu lhe ensinei. Nos dois últimos dias você havia sido reprovado no check, mas hoje está aprovado.
Júlio fez uma cara de espanto e pediu explicações ao velho Mestre.
– Filho, você lembra no primeiro dia, quando falei-lhe da vela do avião?
Júlio balança a cabeça afirmativamente e Alaor continua:
– Pois é, Júlio, seu check havia começado e terminado ali. Mesmo sabendo que o avião estava com um problema técnico, você se dispôs a voar. Um piloto jamais confia no que o mecânico ou outro piloto diz, sem que verifique com seus próprios olhos aquilo que está sendo dito.
– E ontem seu Alaor? O avião não estava mais com esse problema!
– Ontem, Júlio, eu falei que o vento estava demasiadamente forte para o avião, mas que o “avião” não teria problemas com isso. Em nenhum momento você disse que “você” teria ou não dificuldades com aquele vento, mesmo sabendo que sua experiência ainda não é suficiente para enfrentar determinadas situações. Seu check estava acabado ali. A paciência e a análise são as maiores virtudes de um Piloto. Pilotar um avião, qualquer um pode aprender. Como você poderia ostentar uma licença de piloto, se suas atitudes não correspondiam à altura do comprometimento que se espera de um Piloto?
Júlio abaixou a cabeça, sabendo que a maior e melhor instrução estava lhe sendo dada naquele momento. E Alaor completa:
– Mas hoje foi diferente. Diante da chuva você não se intimidou em me dizer um sonoro “não”. Percebeu sua real condição em relação ao vôo, não expondo nenhum de nós dois ao perigo. E é isso que eu espero de você como Piloto. Você tem futuro, filho. Suas habilidades são surpreendentes, mas devem vir acompanhadas de sensatez e equilíbrio. E isso você só demonstra quando se propõe a pensar na aviação não como um fim, mas sempre como um princípio. A cada dia você vai aprender coisas novas, para as quais poderá estar ou não preparado. Encarar a todas essas coisas é como colocar uma venda nos olhos e dar passos sem saber se o que há na frente é um abismo. Antes de fazer um vôo analise o meio em que está. Analise a máquina que vai conduzir e por fim, analise as suas limitações como homem. Só assim você terá a certeza de que o próximo passo nada mais será do que o antecessor de outros maiores.
Alaor deu um grande abraço em Júlio, dizendo:
– Parabéns Comandante! Você passou no check. Já havia assinado a sua licença provisória, mas só agora tenho a certeza de poder entregá-la a você.
Autor: Marcelo Quaranta / Fonte: Aviação e Direito
Polícia de Cleveland/ING lança site para monitorar atividade de sua unidade aérea
A polícia de Cleveland, no Reino Unido disponibilizou em seu site a ferramenta “Helicóptero Watch”. A ferramenta é atualizada diariamente dando detalhes sobre os motivos e locais das operações de sua unidade aérea policial.
Mãos ao alto!…
NÁDIA TEBICHERANE
O policial sentia o suor escorrer por todo o corpo. A situação era tensa, perigosa, estava tudo muito ruim. A casa que estavam cercando estava cheia de bandidos, a iluminação era precária, o terreno irregular, era o território inimigo.
Por muitas vezes, sentira aquela atmosfera hostil, a vida em risco e muitas cenas passavam simultaneamente ao seu redor e no seu interior.
Em meio a todos os perigos, com todos os seus sentidos em alerta, mais uma vez ele sentiu a criatura a seu lado. Desde de criança tinha consciência de nunca estar sozinho. A sensação sempre foi de medo, curiosidade, mas acima de tudo de segurança.
De repente, sentiu o cano de uma arma tocar sua cabeça e a voz ríspida dizer: ‘Se despede da vida, meganha’.
Nosso policial sentiu um frio intenso, fechou os olhos e pensou que no final era assim que todas as coisas acabavam: no tempo de um disparo.
Alguns segundos depois o policial ouviu um click seco da arma cuja munição falhara.
Virou-se rapidamente e atirou contra a morte. Viu o bandido cair a sua frente, inerte.
Protegeu-se atrás de uma árvore. Respirou fundo procurando normalizar os batimentos cardíacos e restabelecer seu equilíbrio. Foi quando ouviu a voz clara e serena do anjo: ‘Mãos ao alto, soldado. Agradeça pela sua vida’.
O homem ajoelhou-se, elevou suas mãos e agradeceu.
Quantas vezes a sua vida já foi salva pelo seu anjo?
Agradeça…
Transporte do Paciente Crítico
Gerson Alves Pereira Júnior
Taciana Leonel Nunes
Aníbal Basile-Filho
RESUMO:
O transporte intra-hospitalar do paciente crítico faz-se necessário para seu encaminhamento da sala de admissão ao Centro Cirúrgico ou à Unidade de Terapia Intensiva e para a realização de testes diagnósticos não portáteis, partindo da sala de admissão ou da unidade de terapia intensiva.
A duração do transporte pode ser prolongada, ficando o paciente fora do ambiente “protegido” de um área de cuidados intensivos, sendo um período de potenciais complicações.
O transporte inter-hospitalar deve ocorrer, quando os benefícios esperados para o paciente crítico excedem os riscos inerentes ao transporte e, também, quando o paciente necessita de cuidados que não existam no hospital onde está.
A decisão e a efetuação do transporte são responsabilidade do médico que o assiste. Tal transporte envolve a presença de um veículo adaptado com todos os equipamentos necessários para a monitorização e suporte avançado de vida.
Neste artigo, os autores discutem o papel do transporte intra e inter-hospitalar do paciente crítico.
UNITERMOS: Transporte de Pacientes. Cuidados Críticos. Pacientes Críticos.
Polícia de Indianapolis/EUA pretende vender seu MD600 e voltar a operar Bell Jet Ranger
A última vez que um dos dois helicópteros da IMPD (Indianapolis Metropolitan Police Department/EUA) estava em patrulha foi em outubro de 2009. Desde então as aeronaves não voaram mais por razões orçamentais e um dos helicópteros foi colocado à venda. Em breve, um potencial comprador de fora dos Estados Unidos irá inspecionar a aeronave e, talvez, leve-o para casa a um preço de ocasião.
SAMU Recife sensibiliza médicos e enfermeiros sobre resgate com helicóptero
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) do Recife é um dos poucos da rede nacional a contar em sua frota com um helicóptero. O equipamento foi disponibilizado graças a um convênio feito pelo Governo Federal e a Administração Municipal. Na manhã e início da tarde deste sábado (16/04/11), 35 médicos e enfermeiros que atuam na assistência pré-hospitalar do Sistema Único de Saúde (SUS) passaram por uma sensibilização com o objetivo de ampliar o total de acionamentos da aeronave, que chega a uma média de 30 por mês.
Conheça o Centro de Operações Especiais, futura casa do GAM/PMERJ
O comandante do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), baseado em Laranjeiras, não vai mais precisar “passar um rádio” ou ligar para o colega do GAM (Grupamento Aéreo e Marítimo) acionar um helicóptero, na Lagoa, a quilômetros dali, para uma operação. A partir do segundo semestre do ano que vem, Bope, GAM e outras unidades especiais da Polícia Militar do Rio serão vizinhas, a 100 ou 200 metros de distância, integradas no moderno COE (Centro de Operações Especiais). O complexo vai ser construído para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Aviação de Segurança Pública é homenageada pela Helibras durante a LAAD 2011
No dia 14 de abril, durante o terceiro dia da LAAD 2011, a empresa Helibras comemorou seu 33º aniversário e comemorou com uma cerimônia de entrega de placas comemorativas pela atuação dos órgãos da Segurança Pública e Defesa Civil que apoiaram nas enchentes da Região Serrana do Estado do Rio de janeiro.









































