Requisitos para seleção de Tripulante Operacional

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SÍLVIO LUIZ FRANK

RESUMO

A atividade aérea aplicada à Segurança Pública é utilizada pela maioria das Polícias Militares no Brasil, apresentando-se de forma positiva no apoio das mais variadas missões em que é empregada; porém, trabalhar a bordo das aeronaves apresenta um alto grau de complexidade, por exigir a aplicação de doutrinas distintas durante sua operação, no que se refere à doutrina policial e aos procedimentos operacionais específicos para cada modelo de ocorrência em que são empregados, aliados à doutrina de segurança de vôo aplicada em grau máximo a todo instante entre o acionamento e o corte dos motores.

Além desses fatores que influenciam o vôo em um cenário externo à aeronave, alguns outros fatores notados no interior da cabine também devem ser observados com extrema cautela, pois a tripulação deve estar em uma posição que favoreça o cenário da ocorrência e tais fatos apresentam-se de forma crítica, exigindo atenção, processos de decisão e comunicação entre a equipe, no mesmo momento em que é necessária também a atenção aos rádios policiais e aeronáuticos, causando elevado estresse a todos que participam da missão.

Para o total controle desse cenário e a manutenção da segurança de vôo, os tripulantes contam com equipamentos e instrumentos para auxiliá-los, mas toda essa tecnologia exige o máximo de experiência de seus operadores, sendo necessária a atualização constante e nível de atenção diferenciado para gerenciar todos os fatores descritos para a realização de um apoio eficaz e eficiente ao pessoal em terra.

Para a realização das funções a bordo de aeronaves policiais, os tripulantes devem apresentar certos requisitos que demonstrem sua aptidão e habilidade para esse exercício.

Somente através de exames de seleção é possível identificar a competência e os talentos necessários aos tripulantes para exercer as funções a bordo de aeronaves policiais, e o objetivo desta obra e a identificação dos requisitos que devem ser aplicados para seleção dos aeronautas, a fim de colaborar com o aprimoramento constante do Grupamento de Radiopatrulha Aérea – João Negrão.

Palavras chave: Requisitos para seleção, tripulantes, competência, aptidão e habilidade


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(Monografia de conclusão do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais I – 2009)


O autor: Sílvio Luiz Frank é Major da Polícia Militar de São Paulo, trabalha no Grupamento de Radiopatrulha Aérea e é Comandante da Base de Radiopatrulha Aérea de Bauru. É piloto comercial de helicóptero e instrutor de voo. Já está no GRPAe há mais de 20 anos e possui larga experiência na área.


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