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CBM/MG: Resgate de vítima de colisão frontal na BR-381

A colisão entre uma carreta e uma caminhonete matou uma pessoa e deixou uma gravemente ferida. O acidente foi no Km 432 da BR-381, no começo de segunda-feira (15) em Caeté/MG.

Aviação de Segurança Pública e Defesa Civil passa a integrar o CNPAA

O Comitê Nacional de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CNPAA), instituído pelo Art.6º, do Decreto nº 87.249, de 7 de junho de 1982, sob a direção e coordenação do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), reúne representantes de entidades nacionais envolvidas direta ou indiretamente com a atividade aérea, com o objetivo de estabelecer a discussão, em nível nacional, de soluções para problemas ligados à Segurança Operacional Aeronáutica.

Pégasus 10 impede homicídio em Montes Claros/MG

Em 13/11/2010, o Pégasus 10 decolou para execução do radiopatrulhamento aéreo sobre a cidade de Montes Claros, em cumprimento ao planejamento da operação denominada “Minas em Segurança”. Houve sobrevoo nos principais corredores de Montes Claros e nas rotas de acesso e saída da cidade.

Voo de ensaio do AW119Ke do CBMGO

Em 19/11/2010 foram realizados os voos de ensaio do novo “Koala” do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás, realizados na AgustaWestland da Filadélfia (EUA).

GAvOp/CBMDF realiza resgate aéreo na BR-080

Às 11h30min do dia 16 de novembro de 2010 o CBMDF foi acionado para atendimento a um acidente automobilístico na BR 080, próximo a localidade de Padre Bernardo. Tratava-se de uma colisão de auto com caminhão, produzindo cinco vítimas, duas delas com óbito instantâneo na cena do acidente.

Voar é…

NÁDIA TEBICHERANE

Saí por aí a perguntar o que era voar. Logo alguém me respondeu que voar era sentir o cheiro das nuvens e estar mais próximo de Deus. Que bonito! Eu também quero voar!

Mas alguém disse: você terá que vencer as barreiras da física para aproximar Criador e Criatura. Que difícil! Não sei física! Só sei escrever e rimar…

E não e só isso, você terá que desafiar a morte para viver momentos inesquecíveis. Que medo de desafiar a morte! Mas tem os momentos inesquecíveis…Não posso deixar o medo me limitar, pois eu ouvi que voar é antes de tudo um prazer!

Se voar é andar sobre as nuvens e sentir plenamente a liberdade, eu quero ser livre! Nossa, voar é incrível, mas não é fácil.

Continuei a perguntar e foi aí que ouvi algo mágico: só quem voa sabe por que os pássaros cantam. Fiquei encantada. Voar deve ser mesmo a mais pura felicidade. Voar tem a ver até com amar e casar: uma aventura.

Comecei a sonhar de verdade com voar e fiquei sabendo que esse é um sonho milenar que se realiza. Então, fiquei animada!

Um dia desses, vou ser muito abnegada e corajosa e vou acreditar que voar é uma dádiva dos anjos, vou me lançar e o espaço conquistar.

Quem sabe uma fênix, um pégasus, um arcanjo, um falcão, um carcará, um gavião, um falcão ou uma águia me leve pra voar…

Nota: O Texto foi elaborado como as frases escritas nos comentários da crônica: Aviador.

CCJC aprova projeto que prevê mais transparência em acidentes aéreos

O Senado está perto de concluir a votação de um projeto de lei que dá mais transparência às investigações de acidentes aéreos. Nesta terça-feira, 10, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) aprovou, em primeiro turno, alteração no Código Brasileiro de Aeronáutica determinando que a empresa responsável publique, em até 90 dias, nota oficial com conclusões periciais do acidente.

A vida é um show…

NÁDIA TEBICHERANE

Quarta-feira à tarde. Os bombeiros saíram exaustos da favela que ainda ardia em chamas. O céu estava cinza, o dia estava cinza… Os caminhões retornavam ao quartel. A menor unidade dos bombeiros, uma UR 25, foi a última a deixar a área do incêndio. As ruas ainda estavam cheias de gente. Pessoas que não sabiam pra onde ir, o que fazer. Uma grande desolação. Já no final da grande avenida, uma jovem franzina, grávida e muito assustada fez sinal para a viatura e foi caminhando para o meio da rua.

O tenente e o capitão pararam o veículo e sem trocar palavras caminharam em direção à jovem. Muito fraca ela murmurou:

– Meu filho vai nascer…

O capitão segura a moça no colo enquanto sente o líquido quente da bolsa estourada molhar suas roupas. Rapidamente, ele a acomoda numa das macas na parte de trás da viatura. Olha bem pra ela e pergunta:

– Qual é o seu nome?

– Joana – ela respondeu num fio de voz.

– Joana, meu nome é Ismael. Você estava na favela que incendiou?

Ela gesticulou positivamente com a cabeça e de repente gritou, empalidecendo.

O capitão Ismael fechou os olhos e buscou no seu espírito e na sua fé o equilíbrio necessário para lidar com aquela situação. Examinou a moça e viu que o bebê já estava bem baixo. Segurou as mãos dela e disse:

– Joana, eu vou fazer o seu parto. Você precisa me ajudar. Na próxima contração faça bastante força.Seu filho está quase nascendo.

De olhos fechados ela respondeu:

– Vou fazer. Obrigada.

Enquanto falavam, o tenente tentava controlar uma pequena multidão que ia circulando a viatura.

Alguns minutos depois, Joana suava frio e reunia forças para uma nova contração. A onda de dor intensa percorreu seu corpo e ela pediu a Deus que fosse a última, pois não aguentaria mais uma. Ismael viu a cabeça da criança sair e com todo cuidado foi ajudando na passagem do pequeno corpo que era expulso em meio a sangue, água e dor.

Quando o bebê finalmente chorou, todas as pessoas aplaudiram, gritaram, deram vivas… Ismael olhava emocionado aqueles rostos, aqueles olhos…Aquelas pessoas tinham visto suas casas, seus pertences e várias vidas serem levadas pelo fogo. Ainda assim, estavam ali sorrindo, aplaudindo como se estivessem assistindo a um lindo espetáculo.

Era o milagre eterno que ainda tem o poder de encher de esperanças o mundo, os corações…Era o show da vida que não pode nunca parar.

Líbia recebe seu segundo AW139 para vigilância de fronteiras e missões de busca e salvamento

A AgustaWestland anunciou a entrega da segunda aeronave AW139 para a Agência de Segurança da Líbia. A aeronave faz parte de uma encomenda de cinco AW139 para a Líbia para executar uma variedade de funções incluindo vigilância de fronteiras e missões de busca e salvamento.

A aeronave foi entregue nas novíssimas instalações da LIATEC (Libyan Italian Advanced Technology Company) no aeroporto de Abu Aisha. O início das entregas dos AW139 para a Agência da Segurança da Líbia estabelece um marco importante na cooperação da AgustaWestland com a Líbia, através de um dos mais bem sucedidos modelos em sua vasta gama de produtos.

O AW139 vem somar com outros tipos de aeronaves AgustaWestland vendidas para a Líbia nos últimos anos, ou seja, o AW119Ke para os serviços de emergência médica e o AW109 Power para missões de patrulha de fronteira, e amplia ainda mais a frota de aeronaves AgustaWestland da Agência de Segurança da Líbia, que já inclui dez helicópteros AW109 Power.

A AgustaWestland já concluiu vendas de mais de 20 helicópteros de vários tipos na Líbia desde 2006, bem como sua presença industrial e de serviços de manutenção através LIATEC, um empresa mista incorporada na Líbia por meio de um acordo assinado em janeiro de 2006 por três sócios – Libyan Company for Aviation Industry (50%), Finmeccanica (25%) e AgustaWestland (25%).

LIATEC – Libyan Company for Aviation Industry

Baseada a 60 km ao sul de Tripoli, as instalações de Abou Aisha foram abertas oficialmente em abril deste ano e inclui linhas de montagem final para helicópteros mono e biturbinas. A montagem final dos helicópteros se acrescenta aos serviços de manutenção existentes e atividades de treinamento realizadas pela LIATEC.

As novas instalações permitirão também a LIATEC ampliar seus recursos de apoio e manutenção de helicópteros, bem como realizar serviços de atualizações em sistemas aeronáuticos em outros tipos de aeronaves. A LIATEC também já está oferecendo serviços de manutenção e treinamento nas suas instalações em Tajura, ao leste de Tripoli, para aeronaves de asa rotativa e tripulantes.

Uma gama completa de serviços de treinamento está sendo oferecido, incluindo formação inicial, conversão para tipo, treinamento avançada para missão de helicópteros e para pilotos de asa fixa. Treinamento de manutenção para diversas plataformas e sistemas também está sendo fornecido para técnicos de aeronaves.

Os serviços de apoio abrangem os helicópteros AW119Ke, família AW109 e AW139, compreendendo uma série de soluções, incluindo  manutenção, restauração, revisão, upgrades, remodelação de interiores, fornecimento de peças sobressalentes, reparo e revisão geral, bem como a manutenção de aviônicos e instrumentos .

A LIATEC também está promovendo a cooperação industrial com indústrias locais e com universidades locais para pesquisa e desenvolvimento. Todos seus funcionários são contratados da própria Líbia e marca seu comprometimento com a melhoria do nível de emprego local através da utilização de jovens engenheiros e especialistas provenientes de escolas e universidades especializadas da Líbia.

A LIATEC também pretende expandir a sua influência através da oferta de seus produtos e serviços à África, abrindo um verdadeiro “gateway” para o mercado africano.

Fonte: AgustaWestland.

Novo Governador eleito do Paraná pode vetar recém criado GRAer/PR

Um serviço disponível na maioria dos estados, mas que ainda não era executado no Paraná, foi criado oficialmente pelo governador Orlando Pessuti (PMDB) no mês passado, mas pode não sair do papel.

Auxiliares de Mecânico do GRPAe/SP freqüentam curso de motor Arriel 1

No período de 08 a 12 de novembro de 2010, seis auxiliares de mecânico do GRPAe/SP freqüentaram o curso de 1° Escalão do motor Turbomeca Arriel 1. O curso foi no Centro de Treinamento da Turbomeca que fica no Helipark na cidade São Paulo.

O curso foi ministrado pelo instrutor Jorge Tramontim, e os alunos receberam todo o conhecimento atinente a manutenção de 1° escalão da turbina, podendo ainda praticar algumas intervenções nas maquetes e componentes existentes no Centro de Treinamento.

Motor Arriel 1 utilizado para as demonstrações e intervenções, ao fundo a biblioteca técnica onde os alunos também foram instruídos quanto ao manuseio e uso dos manuais.

As turbinas Arriel 1 equipam grande parte da frota de aeronaves da aviação de segurança pública, sobretudo os AS 350 – “Esquilos”’. Equipam ainda os EC-145 que em breve passarão a compor a frota de algumas unidades do País.

Esta etapa coroa a fase de auxiliar de mecânico destes seis policiais militares do GRPAe/SP, que ainda este ano, devem ser submetidos a prova prática da Anac para conseguirem seus CHT.

Além dos seis auxiliares de mecânico da Polícia Militar do Estado de São Paulo, participaram do curso: dois integrantes do GTA do Maranhão, um integrante do CIOpAer do Acre e um civil da aviação off-shore. Participaram ainda como ouvintes dois Oficiais pilotos do GRPAe/SP.

Confira algumas fotos do curso :


Fonte : GRPAe/SP


GRAer/AM transporta policial ferido em apoio a Polícia Federal

Manaus – O policial federal Charles Nascimento chegou de helicóptero por volta das 10hoo em Manaus e foi encaminhado ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, zona Leste de Manaus. Ele ficou ferido após tiroteio com traficantes no município de Anamã (a 168 quilômetros de Manaus) na madrugada de hoje (17). Dois agentes federais morreram no confronto com os criminosos.

Aviação policial – Um ato de coragem

“Uma história real que nos faz refletir e traz muitos aprendizados. Obrigado Comandante pelos ensinamentos e por contar a sua história. Falar sobre fatos reais tem mais valor quando fazemos parte deles.” Cel Eduardo Beni.

ALVER SATHLER

A Ocorrência

No período de 17 a 25 de agosto de 2003, estávamos cumprindo missão no Estado de Pernambuco na região do polígono da maconha, tendo como base a cidade de Salgueiro. Apoiávamos as atividades desenvolvidas do Núcleo de Operações Especiais – NOE da Polícia Rodoviária Federal daquele estado.

Nossa tripulação era composta por mim (Alver Sathler) como comandante, pelo Co-piloto/PRF Claudinei, pelo OEE/PRF Basílio e pelo Mecânico/PRF Ênio na aeronave “Patrulha 08”, EC 120 Colibri, matrícula PR-FPM. Neste período, em missão no “Patrulha 08”, o piloto Claudinei estava sendo avaliado para o check de comando da aeronave citada.

Na tarde do dia 20 de agosto de 2003 avistamos, próximo da rodovia federal, uma grande roça de maconha que ainda não tinha sido colhida. Como estávamos em operação há alguns dias, todas as roças avistadas já tinham sido queimadas em virtude da Polícia Federal estar fazendo o combate concomitantemente.

No avistamento desta roça uma coisa nos chamou atenção, havia uma lona azul na lateral da roça e junto a ela foram observados 3 indivíduos que estavam preparando o que parecia ser maconha. Como a área da roça estava bem próxima da rodovia informamos a equipe de terra e passamos a orientar as viaturas para que pudessem chegar ao local.

Foram 40 minutos de sobrevôo até que as viaturas chegassem próximo do local e passassem a caminhar até o local indicado pela aeronave. Durante o período de movimentação das viaturas até o local permanecemos fazendo sobrevôo do local sem perder de vista os indivíduos e as equipes de terra.

Quando as viaturas chegaram ao local mais próximo foi dado orientação pela aeronave que o melhor seria prosseguir caminhando por trilha. As equipes se dividiram e chegaram local indicado pela aeronave. Neste momento a aeronave se encontrava sem uma boa posição de observação e foi solicitado, por mim, ao co-piloto Claudinei, que o mesmo procedesse um giro de 360º sobre o cenário da operação e que retornasse a aeronave à posição original.

Os tiros

Enquanto estávamos perfazendo a órbita estipulada descemos mais um pouco em altura para observar melhor o local, ainda mais que as equipes em terra tinham transmitido a informação que o local se encontrava vazio e que os indivíduos tinham se evadido. Mais ou menos na metade da órbita estipulada escutamos estouros como de “pipoca em panela” e como uníssonos todos a bordo falaram “estamos tomando tiro”.

A emergência

Neste momento assumi os comandos da aeronave, já que por procedimento de segurança tínhamos brifado que em qualquer situação de emergência eu assumiria os comandos. Os tiros provocaram vários furos na aeronave e com isso o som do ar dentro da aeronave modificou e passou a ser igual, idêntico ao barulho de perda de motor e passei por um conflito mental, se de um lado o ouvido dizia para o meu cérebro que a turbina tinha sido perdida (assimilados por vários treinamentos do procedimento de emergência) do outro meus olhos viam o VEMD “todo dentro”, com os arcos no verde, sendo que, mesmo assim, minha mão já tinha colocado o coletivo para baixo e pronto para auto-rotação.

Neste instante o OEE Basílio me avisa daquilo que eu não tinha me apercebido. Eu tinha levado um tiro. Olhei para o meu braço direito e para minha surpresa meu cotovelo tinha virado uma “flor”, estava totalmente aberto. Neste momento infinitesimal que eu olhei meu braço, vendo-o ferido e sem sentir nada pensei: “Se eu tomei um tiro e não senti, meu co-piloto tá morto e não sabe”.

A consciência dos fatos

Olhei para o lado e vi os olhos do Claudinei. Perguntei: “Você tá bem?” Ele afirmou com a cabeça e eu disse: “Assume”. Quando ele pegou nos comando recolhi meu braço direito usando a mão esquerda para puxá-lo. O piloto Claudinei assumiu com a postura e a firmeza padrão de um grande comandante. Fez fonia chamando o “Caçador” da Polícia Federal que estava próximo da região para dar apoio às equipes de terra, tirou a posição do GPS para reportar a outra aeronave e assumiu a aeronave para resolver.

Decidimos que o melhor local para me levar seria a cidade de Salgueiro que era a maior na região e tinha apoio de hospital para os primeiros socorros. Salgueiro estava a pouco mais de 13 minutos de vôo e que 13 minutos demorados. Nos primeiros 5 minutos do tiro você não sente nada. Utilizei esse tempo para ligar, via celular, para o meu pai que é médico, pedindo para ele providenciar uma equipe de apoio em Recife. Liguei para minha esposa para avisá-la que estava bem e “só” tinha tomado um tiro.

Fiz isto porque mulher de polícia quando descobre que o marido levou o tiro, na verdade ele já tá morto e só estão contando aos poucos para ela. Passados os 5 minutos a dor veio com força. É fácil caracterizá-la. Coloque seu braço num torno e comece a apertar, quando começar a doer em vez de parar continue apertando, é a mesma sensação.

O salvamento

Os colegas Basílio e Ênio providenciaram um torniquete para estancar o sangramento, pois já podíamos ver o piso da aeronave completamente cheio de sangue. Durante o vôo a dor foi aumentando consideravelmente e comecei a perder a consciência. Os colegas ficaram preocupados e gritavam comigo para eu manter-me atento e faziam-me repetir várias vezes meu nome, minha matrícula, meus telefones para que minha mente se mantivesse acordada. O que sentia era uma dor tão forte que os olhos iam fechando de dor.

Quando chegamos próximo a Salgueiro disse para o comandante Claudinei que ele estava autorizado a fazer um pouso direto na delegacia da Polícia Federal, tendo em vista que tínhamos operado naquele local por vários dias e ele conhecia bem a área de pouso. Há um minuto fora eu apaguei de dor e só acordei com aeronave pousada. A saída do banco para a maca foi um momento muito dolorido, pela mudança de posição e pelo braço que estava totalmente triturado do cotovelo até metade do braço. Fui levado por uma ambulância para o hospital de Salgueiro e lá me disseram que só tinha uma coisa a ser feita: Amputar.

Como ainda estava acordado disse que não permitiria e pedi que me transferissem para Recife para outro tipo de atendimento. Fui transportado pelos irmãos da Polícia Federal no “Caçador” tendo como comandante o amigo Álvaro e seu tripulação. Depois fui transbordado para o Sêneca da PRF e chegamos a Recife. De lá fui transferido no outro dia para Brasília e passei por duas cirurgias para reconstrução do braço.

A trajetória do tiro

Não comentei, mas o tiro antes de atingir o braço passou pela perna direita e graças a Deus só atingiu a musculatura o que não ocasionou nenhum mal maior. Não percebemos que tínhamos passado sobre o traficante que estava escondido debaixo de uma árvore. Ele descarregou um AK 47 de baixo para cima no nosso helicóptero, sendo que os tiros foram todos do meio para trás da aeronave.

Atualmente

Passei dois anos em tratamento, mas não consegui voltar toda a amplitude do braço e com isso fui aposentado. A aposentadoria não foi integral, nem em paridade com quem está na ativa, isto por visão da Administração da PRF que não achou que tudo isto tenha sido “acidente em serviço”, porém isso é uma outra história.

O Aprendizado

Deste grande fato que aconteceu na minha vida gostaria de tirar algumas reflexões:

  1. Valorize sua tripulação em cada atitude, pois todos são fundamentais, se não, não estariam a bordo.
  2. Não “pague pano preto” para o seu co-piloto, ensine tudo para ele, pois pode ser ele o comandante que irá te levar, a salvo, para o solo.
  3. Não deixe para ensinar depois, pois pode ser tarde.
  4. Agradeça a Deus cada pouso e saiba que eles só aconteceram por causa Dele.

GRAer/AM atua em rebeliões em cadeias públicas do Amazonas

Nesta semana ocorreram 02 rebeliões em cadeias públicas no Estado do Amazonas, uma no dia 10/11/2010 em Manaus, com a morte de 03 detentos, outra no dia 14/11/2010, na cadeia pública do município de Iranduba, a 20 KM de Manaus, ambas com o apoio do helicóptero Águia “01” da PMAM.

VANTs devem ser usados para segurança pública até 2014

Motivo de deboche durante a campanha eleitoral para a Presidência da República, o veículo aéreo não tripulado (Vant) pode se tornar uma das principais ferramentas de segurança para a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos no País.

Escoteiros são resgatados de embarcação em Maquiné/RS pelo GPMA/RS

A aventura de 16 jovens escoteiros de Porto Alegre terminou em susto neste domingo no Litoral Norte. Dez deles precisaram ser resgatados de helicóptero da Lagoa dos Quadros, na prainha de Maquiné no final da tarde. O grupo, que tinha entre 15 e 18 anos, estava a deriva em uma pequena embarcação desde as 14h, quando o instrutor do grupo, Gustavo Pasquali Steinhorst, 26 anos, ligou para a Brigada Militar. O resgate só foi concluído às 19h.

Resgate aéreo de peixe-boi mobiliza Policiamento Ambiental e GRAer/AM

A equipe de serviço do Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo – GRAer foi acionada na tarde de sábado, 13 de novembro de 2010, às 13h00 para mais uma ocorrência de resgate, mas desta vez a ocorrência não seria tão convencional.

Potiguar 01 e Bombeiros resgatam casal no Pico do Cabugi

Rio Grande do Norte – As duas pessoas que subiram o Pico do Cabugi nesta sexta-feira, 12, foram resgatadas pelo Helicoptero da Secretaria de Segurança, juntamente com o Corpo de Bombeiros do RN. Um deles é Izak Araújo, 32, anos, detetive. A outra é Maria de Fátima, 32, do lar. Eles vieram de Natal para pagar uma promessa.

A cantada…

NÁDIA TEBICHERANE

Em tempos em que dar o fora no namorado pode significar o seu desaparecimento, a tenente da polícia estava super atenta. Aquele barzinho ficava próximo de casa e ela decidiu beber algo antes de dormir.

Um certo rapaz que se achava o máximo, muito impressionado com a beleza dela, decidiu abordá-la com a certeza de que iria se dar bem:

– Oi, posso sentar com você? – perguntou ele convencido.

Depois de um olhar minucioso, ela respondeu:

– Pode, desde que você não acenda esse cigarro que está tirando do maço.

– O cigarro pode esperar… – Ele disse repondo o cigarro no maço.

– Obrigada. – disse ela.

– O que você está bebendo?

– Vodca com frutas.

– Por favor, traga o mesmo pra mim. – Ele disse ao garçom que anotava.

Ajeitou o cabelo com todo cuidado, olhou para ela e disse:

– Sabia que você é uma mistura perigosa?

– Já estou me sentindo uma bomba de fabricação caseira…

Ele olhou surpreso e continuou:

– Bonita, inteligente, bem-humorada…

– Obrigada.

De repente, ele resolveu ser mais rápido e direto:

– Queria te levar daqui, te prender na minha casa e perder a noção do tempo com você…

– Sequestro seguido de cárcere privado. Uma pena considerável.

– O quê? – Ele perguntou sem graça

– Que tal uma coisa mais simples e possível?

Ela faz a pergunta e nesse momento sua bolsa cai, se abre e um par de algemas escorrega para fora. Ele olha curioso enquanto ela recolhe tudo contrariada e ansiosa. Um sorrisinho malicioso aparece no rosto dele que pergunta:

– Você gosta desse tipo de …coisa?…

– Você nem imagina…eu vivo pra isso…

Animado com o rumo da conversa, o rapaz chega mais perto e no ouvido dela diz:

– Vamos a um lugar onde você possa usar isso comigo?

Sorrindo e levantando-se ela responde rápido:

– Demorou. O que nós estamos esperando?

Ele deu um pulo da cadeira e pensou “essa tá no papo”

Saíram do barzinho e para sorte da moça passava em frente ao estabelecimento uma viatura de patrulha. Para espanto total do rapaz, ela fez sinal para a viatura que parou. O sargento desce do carro, se aproxima de modo interrogativo. Ela se identifica e diz ao colega:

– Sargento, temos aqui um tarado muito interessado no uso das algemas.

O sargento pergunta sorrindo:

– O que podemos fazer para esfriar os ânimos?

– Acho que uma volta no quarteirão é o suficiente…

Nosso Don Juan assustado e mudo entra na viatura e tem uma nova visão do quarteirão…

Foto do pouso de emergência de AS350 em Los Angeles/EUA

Helicóptero de emissora de TV após acidente nesta sexta-feira (12) no aeroporto Whiteman, em Los Angeles, na Califórnia. A aeronave perdeu o rotor e a cauda em um pouso de emergência, depois de uma falha do motor. A cauda bateu no chão na hora do pouso, mas o piloto, Derek Bell, conseguiu pousar em segurança.

CIOPAer/MT se prepara para receber novas aeronaves

Mato Grosso – A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP), através de Convênio celebrado com a Secretaria Nacional de Segurança Pública, adquiriu dois (02) helicópteros modelo Esquilo AS-50, a fim de aumentar a frota de aeronaves de asas rotativas do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer).

Manual de manutenção do farol de busca Spectrolab SX-16 Nightsun

Complementando o artigo Farol de Busca: modelos de equipamentos, existem, disponíveis no site da Spectrolab, documentos bem interessantes para serem compartilhados com todos que operam e manuseiam o farol SX-16.

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