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Em homenagem ao dia das mães, “Carreira e Maternidade” será tema de live no dia 05 de maio, às 19h30

Para homenagear as mulheres no mês das mães, na quarta-feira, 05 de maio, às 19h30, as especialistas Bettyna Beni e Adriana Piovesan serão as protogonistas da live sobre “Carreira e Maternidade: Convivendo em harmonia com a profissional e a mãe que você é“. Será uma conversa com Eduardo Beni, editor do Portal Resgate Aeromédico.

Bettyna é mentora de vida e carreira, consultora em desenvolvimento humano, autoconhecimento e liderança. Adriana é Especialista em comunicação e atua como facilitadora em processos de autodesenvolvimento. Ambas são analistas corporais certificadas pela metodologia “O Corpo Explica“.

As participantes poderão fazer suas perguntas e interagir através do chat, tanto no YouTube como no Facebook.

SORTEIO

Durante a live será sorteada uma análise corporal pela metodologia “O Corpo Explica“, que explica o funcionamento da mente através do formato do corpo. Na devolutiva, a ganhadora entenderá os seus recursos, suas dores e conflitos e sairá com ações propostas para encontrar melhores resultados.

Para participar do sorteio, você precisará fazer um comentário no banner da live no Instagram – https://www.instagram.com/p/COTn0YvLF7O/. Inscreva-se no Canal do YouTube do Resgate Aeromédico e siga o perfil no Instagram.

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SAER e SARASUL recebem doação de um vídeo laringoscópio para uso nos atendimentos aeromédicos em SC

SAER e SARASUL recebem doação de um vídeo laringoscópio para uso nos atendimentos aeromédicos em SC

Santa Catarina – Na segunda-feira (26), o Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico do Sul (SARASUL), que trabalha integrado com o SAER da Polícia Civil de Santa Catarina, recebeu da empresa Cristal Embalagens (Morro da Fumaça-SC) a doação de um aparelho de vídeo laringoscópio e acessórios.

O SAER/SARASUL, com sede em Criciúma, realiza atendimento pré-hospitalar na região, especialmente nas ocorrências que necessitam de suporte avançado à vida, em apoio ao SAMU 192, Corpo de Bombeiros 193 e a CCR (Concessionária da BR-101).

O vídeo laringoscópio doado pela empresa será útil nas intubações, em casos de urgência e emergências médicas, fornecendo através de uma câmera, em tempo real, uma ampla visão das vias aéreas dos pacientes, oferecendo mais segurança e qualidade no atendimento, reduzindo riscos.

O equipamento vídeo laringoscópio da marca VLSCOPE, modelo VL-45 Scope Medical e mais três lâminas de inox reutilizáveis, da mesma marca, foram adquiridos da empresa Stra Negócios em Saúde e Bem Estar LTDA, da cidade de Balneário Camboriú (SC), pelo valor global de R$ 24.300,00.

“Faz parte dos valores da Cristal Embalagens a saúde e a segurança. E entendemos que este compromisso se estende não somente aos nossos colaboradores, mas também para a sociedade na qual estamos inseridos”, pontuou Alice Matiola presidente da Cristal Embalagens.

“Se cada pessoa, cada instituição, cada empresa fizer a sua parte, conseguiremos auxiliar no trabalho destas pessoas que estão na linha de frente de socorro à população em geral”,  acrescentou Fabiano Placido, diretor da Cristal Embalagens.

Esquadrão Pantera da FAB resgata marinheiro brasileiro em embarcação na costa do Rio Grande do Sul

Esquadrão Pantera da Força Aérea resgata marinheiro com suspeita de infarto em navio na costa do Rio Grande do Sul. Foto: Tenente Machado/Ala 4

A Força Aérea Brasileira (FAB) realizou no domingo (25), por intermédio do Esquadrão Pantera (5°/8° GAV), uma missão de Busca e Salvamento, a bordo do helicóptero H-60L Black Hawk. Os militares resgataram um marinheiro brasileiro que estava com suspeita de infarto, com fortes dores no peito e nas pernas.

A embarcação estava a cerca de 130 milhas (240 km) da costa, nas proximidades da cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. A tripulação do helicóptero, juntamente com um médico e um enfermeiro do Hospital de Aeronáutica de Canoas (HACO), efetuaram o socorro e durante os procedimentos utilizaram em voo um ultrassom para melhor diagnóstico.

O paciente foi resgatado por meio da técnica de içamento tipo convés e transportado para o Aeroporto de Rio Grande, onde uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) aguardava para encaminhá-lo ao hospital. A equipe proveu apoio de UTI avançada na ambulância e coordenou um leito de Centro de Terapia Intensiva (CTI) no Hospital de Cardiologia da Santa Casa de Rio Grande.

O Tenente Aviador Matheus da Rocha Machado contou que o resgate ocorreu em um momento com pouca visibilidade e por causa disso a missão foi mais difícil. “Após o acionamento, decolamos de Santa Maria (RS) para Canoas (RS), onde embarcaram dois militares do HACO, um Oficial e um Graduado, que dariam o suporte aeromédico ao paciente e auxiliariam no momento do içamento. Chegamos à embarcação por volta de 18 horas (horário de Brasília), muito próximo do pôr do sol, que seria às 18h05. Não tínhamos espaço para erro e a sinergia de toda a equipe foi muito importante”, lembra. O procedimento ocorreu em aproximadamente 15 minutos, sem uso de maca.

“Procedimentos médicos a bordo de UTI Aérea” será tema de live no dia 28 de abril, às 19h30

Na quarta-feira, dia 28 de abril, às 19h30, a médica Fabiana Maria Ajjar será protagonista de live sobre “Procedimentos médicos a bordo de UTI Aérea“. Será uma conversa com Eduardo Beni, editor do Portal Resgate Aeromédico.

Fabiana é médica intensivista, Chefe da Divisão de Medicina de Aviação do Comando de Aviação da Polícia Militar de São Paulo e Coordenadora Médica da Air Jet Táxi Aéreo. Durante a live, Fabiana falará sobre alguns procedimentos realizados a bordo de aeronaves, no sistema respiratório, cardiovascular, gastrointestinal e sistema nervoso central.

Intubação, toracocentese, intercorrências relacionadas a ventilação mecânica e dispositivos de ventilação não invasiva, alterações hemodinâmicas, cardioversão elétrica, desfibrilação e passagem de marca passo em voo, tamponamento cardíaco, drogas vasoativas, alterações abdominais em íleo, distensões abdominais, hipertensão intracraniana, derivações ventriculares estarão entre os assuntos abordados.

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SORTEIO

Durante a live será sorteado um torniquete T-APH Tático da DESMODUS (Envios somente no Brasil).

Para participar do sorteio, você precisará fazer um comentário na foto (banner) da live no Instagram: https://www.instagram.com/p/COLfOiJLJvE/

Inscreva-se no Canal do YouTube do Resgate Aeromédico e siga os Perfis da Desmodus e do Resgate Aeromédico no Instagram.

Helibras fará em maio três webinars sobre Transporte Aeromédico

Helibras fará no mês de maio três Webinars sobre Transporte Aeromédico: Foto Aijet.

A Helibras (Airbus) fará no mês de maio uma série de três webinars sobre o Serviço de Emergência Médica por Helicóptero (HEMS), também conhecido como Transporte Aeromédico.

O objetivo é trazer para a comunidade aeromédica brasileira, e autoridades do setor, dados atualizados sobre esse mercado no mundo, incluindo estatísticas de frota, modelos de financiamento, procedimentos operacionais, equipamentos utilizados, e muito mais, a fim de criar subsídios para o aperfeiçoamento desse serviço que tem se mostrado absolutamente essencial para um país com as dimensões do Brasil.

“Esse evento foi criado não apenas para pilotos e operadores, mas para todos os profissionais dos setores público e privado ligados à essa atividade, o que inclui médicos, enfermeiros, e autoridades das áreas de saúde e aviação”, comentou Carlos Malagrino, gerente de marketing da Helibras.

A fabricante de helicópteros iniciará a série de webinars no dia 04/05, às 10h00, com o tema “Nossa missão é mantê-lo seguro”, que contará com a participação de especialistas aeromédicos da Airbus e também do Comandante Marcelo Graciotti, Diretor de Operações da Air Jet Táxi Aéreo.

Próximas Sessões:

  • 11 de maio: “Como nós salvamos vidas?”
  • 18 de maio: “O que é necessário para salvar vidas?”

Inscrições gratuitas:

https://events.airbus.com/ereg/index.php?eventid=200223136&

Serviço de Ambulância Aérea da Noruega expande acordo com a Babcock para atender a Europa

Babcock Scandinavian AirAmbulance expande acordo para entregar avião a jato ao serviço aeromédico da Noruega e atender a União Europeia. Foto: Divulgação.

Noruega – O Serviço de Ambulância Aérea HF (Luftambulansetjenesten HelseForetak) está expandindo seu acordo com a Babcock Scandinavian AirAmbulance AS para entregar um avião a jato Cessna C680A Latitude, que transportará pacientes graves na Europa (UE).

A Babcock obteve um contrato para operações de ambulâncias aéreas de 1 de julho de 2019 com duração até 2025 e possibilidade de prorrogação até 2030. Babcock é um empresa líder em voos aeromédicos nos países nórdicos. A frota inclui 38 aeronaves, em 22 bases na Suécia, Finlândia e Noruega.

Como a missão é colocar uma ambulância aérea em operação até o final deste ano, foi considerada a realização de uma licitação seguindo os ritos normais, mas por uma questão de tempo, o Serviço de Ambulância Aérea HF optou por estender o acordo atual com a Babcock para se aplicar também às aeronaves a jato para a UE.

A contratante é o Serviço de Ambulância Aérea HF que pertence a quatro autoridades de saúde regionais da Noruega (Regionalt HelseForetak – RHF). Ela possui contrato com a Babcock para aviões e com a Norsk Luftambulanse AS para helicópteros. Nessa estrutura do Estado, cada uma das quatro regiões de saúde (RHF) da Noruega é responsável por garantir que a população receba serviços especializados de saúde.

O pano de fundo para a chagada da nova aeronave é o acordo celebrado entre a Noruega e a UE sobre o transporte de pacientes com doenças infectocontagiosas graves, como parte do RescEU, pelo período de 2021 a 2027. O investimento inicial foi de cerca de cinco milhões de euros. O acordo prevê investimentos de 60 milhões de euros para todo o período.

Babcock Scandinavian AirAmbulance expande acordo para entregar avião a jato ao serviço aeromédico da Noruega e atender a União Europeia. Foto: Divulgação. Cessna C680A Latitude. Johnny.

A Direção de Saúde da Noruega é uma parte contratante formal da UE

Através do Serviço de Ambulância Aérea HF, as quatro regiões de saúde (Helse Nord, Helse Midt-Norge, Helse Vest e Helse Sør-Øst) foram incumbidas para concretizar o acordo.

No dia-a-dia uma enfermeira comporá a tripulação do novo do jato Cessna C680A Latitude. Quando a aeronave for entregue para missões na UE, uma equipe de saúde será integrada na operação, em esquema de rodízio. Cada equipe (sete equipes no total) será composta por um médico, uma enfermeira e um paramédico / oficial de segurança.

Melhora do serviço de ambulância aérea

O contrato contempla operação completa de aeronaves, tripulação (pilotos), manutenção técnica, treinamento, etc. Isso inclui ambulâncias aéreas em regime de 24/7: 24 horas por dia, todos os dias, durante todo o ano. A nova aeronave Cessna C680A Latitude é o mesmo modelo do avião a jato usado em Gardermoen, e ficará baseada em Tromsø.

Quando o avião não for usado para missões sob os auspícios da UE, o serviço regular de ambulâncias aéreas na Noruega é implantado. Todas as operações de ambulâncias aéreas na Noruega são pagas e totalmente financiadas pelo setor público. No total, as autoridades regionais de saúde gastam mais de um bilhão de coroas em ambulâncias aéreas todos os anos e atendem quase 20.000 pacientes por ano.

Babcock Scandinavian AirAmbulance expande acordo para entregar avião a jato ao serviço aeromédico da Noruega e atender a União Europeia. Foto: Divulgação.

O serviço tem 14 helicópteros localizados em 13 bases: Arendal, Lørenskog (2), Ål, Dombås, Stavanger, Bergen, Førde, Ålesund, Trondheim, Brønnøysund, Evenes, Tromsø e Kirkenes. A Norsk Luftambulanse AS opera os helicópteros, principalmente em missões aeromédicas (ambulância aérea), mas também em buscas e resgates. Para o serviço de resgate, o Esquadrão 330 das Forças Armadas também realiza várias missões em parceria com o serviço.

Além dos helicópteros, há também 9 aviões-ambulância localizados em 7 bases: Gardermoen (2), Ålesund, Brønnøysund, Bodø, Tromsø, Alta (2) e Kirkenes. A Babcock Scandinavian AirAmbulance AS é a responsável por essa operação.

Este é o RescEU

O RescEU faz parte do programa de preparação civil para emergências da UE e visa reforçar a proteção dos cidadãos contra catástrofes, bem como a gestão de novos riscos (Reserva europeia de recursos – “reserva rescEU”).

Isso inclui uma frota de aeronaves e helicópteros de combate a incêndios, de evacuação aeromédica, bem como um depósito de equipamentos médicos e hospitais de campanha que podem ser usados ​​em emergências de saúde e em incidentes químicos, biológicos, radiológicos e nucleares.

RescEU, um mecanismo que visa oferecer solidariedade numa situação de emergência para países europeus.

Prevent Senior cuidará da saúde dos atletas da Stock Car Pro Series

Prevent Senior cuidará da saúde dos atletas da Stock Car Pro Series

Nesta semana, a Prevent Senior Sports, projeto no âmbito da medicina desportiva, chegou ao asfalto e agora cuidará da saúde dos atletas da Stock Car Pro Series, a maior categoria da América Latina. A parceria foi inaugurada oficialmente no domingo (25), no Autódromo Internacional de Goiânia, que recebeu a primeira etapa da temporada 2021.

A empreitada pelo mundo das pistas é um desafio bastante peculiar na trajetória da Prevent Senior Sports. “Na Stock, os pilotos vivenciam várias situações mentais, tendo que empregar suas habilidades e tomar decisões em frações de segundos, quando estão a 250km por hora”, disse Álvaro Razuk, diretor-executivo da Prevent Senior e responsável pelo projeto.

A Vicar, a promotora da Stock, saúda essa união de forças. “Esse é um setor sempre sensível no esporte a motor. Sob a orientação do Dr. Dino Altmann, nosso diretor-médico e presidente da Comissão Médica da FIA, a Vicar e a Prevent Senior chegaram a um acordo bastante interessante em termos de segurança e procedimentos emergenciais. Ficamos muito felizes em trazer ao evento um parceiro desse quilate para atender uma necessidade tão importante”, afirmou Fernando Julianelli, CEO da Vicar.

Altmann, com a autoridade de quem é diretor-médico do GP Brasil de Fórmula 1 há 20 anos, também expressou seu contentamento. “A Stock Car tem mantido um alto padrão de atendimento médico nas emergências e fico feliz que neste ano esse padrão será ainda melhor com nossa nova parceria. Teremos equipamentos de última geração e procedimentos padronizados no centro médico, oferecendo toda a segurança aos pilotos e aos outros profissionais em caso de acidentes”.

Uma das primeiras atividades desenvolvidas foi a realização de uma bateria de exames prévios em 32 pilotos – trata-se de avaliações cognitivas para medir tempo de reação e raciocínio, entre outras aferições. “Esperamos que não seja necessário, mas, se desafortunadamente ocorrer um acidente, teremos uma base que nos fornecerá parâmetros para estimarmos o tempo de retorno do piloto às atividades de pista, por exemplo”, explica o doutor Razuk.

Os benefícios da parceria vão além. O grupo da Prevent Senior é dono da Air Jet Táxi Aéreo, uma das mais bem equipadas empresas atuantes na área de serviços especializados de remoção aeromédica.

Nos circuitos onde é disputada a Stock estará disponível um helicóptero com UTI móvel instalada e atendimento de ambulância. A cada etapa será montado um centro médico no autódromo com equipamentos de última geração, com destaque para o atendimento de traumas.

Todo o aparato terá identificação visual da marca Prevent Senior, incluindo o medical car – veículo de intervenção rápida na pista em caso de acidentes. Na outra ponta, estará disponível uma rede de atendimento própria, composta por mais de 60 unidades entre hospitais da rede Sancta Maggiore e núcleos de Medicina Avançada, Diagnóstica e de especialidades, além de ampla rede credenciada.

Prevent Senior cuidará da saúde dos atletas da Stock Car Pro Series.

Um projeto de ponta

A Prevent Senior Sports é uma iniciativa inédita que consiste na criação de um centro de medicina desportiva de ponta, apoiado em processos de alta tecnologia. O objetivo é auxiliar atletas a terem maior rendimento e menos lesões. Os esportistas beneficiados têm acompanhamento integral em saúde. Isto é, de médicos, nutricionistas, psicólogos, além de exames periódicos.

A novidade da iniciativa é que, pela primeira vez, uma empresa de saúde está patrocinando equipes desportivas sem a injeção direta de recursos.

“Não se trata de um simples patrocínio, mas de um acompanhamento em saúde para que os atletas tenham melhor rendimento e qualidade de vida”, explica Eduardo Parrillo, diretor médico e fundador da Prevent Senior.

No projeto, a empresa vai desenvolver protocolos de atendimento específicos para os atletas, os quais poderão ser adotados para pacientes comuns e atletas amadores que sejam beneficiários da operadora de saúde.

Lançado em janeiro, o projeto já recebeu as adesões do Comitê Olímpico do Brasil (3 mil atletas), do time feminino de vôlei do São Paulo F.C./Barueri (80 atletas e membros da comissão técnica), da Confederação Brasileira de Ginástica (130 atletas), da Confederação Brasileira de Atletismo (1.000 atletas, 50 ex-atletas) e do Black Dragons, time de e-sports com 46 atletas.

Barco vira no Litoral Paranaense e menina de 6 anos, única que sabia nadar, ajuda a salvar tripulação

Barco vira no litoral paranaense e menina de 6 anos ajuda a salvar tripulação

Paraná – Na tarde de sábado (24), uma equipe do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) foi acionada para resgatar cinco pessoas que caíram de um barco nas proximidades do Superagui, Guaraqueçaba, Litoral do Paraná. Segundo informações preliminares, quatro vítimas tinham sido retiradas da água por populares e uma delas havia submergido.

O pai da menina de 6 anos que estava na embarcação disse aos bombeiros que ela era a única que sabia nadar. Segundo ele, a menina conseguiu salvar as outras três vítimas sobreviventes, alcançando um cooler e estofamento do banco do barco para que eles pudessem flutuar.

A vítima que inicialmente a informação era de submersão foi encontrada pela equipe do helicóptero Falcão 08 e foi retirada da água pela lancha do 8° Grupamento de Bombeiros. A mulher localizada morreu afogada e foi levada para Paranaguá.

Uma das vítimas, um homem de 37 anos, com afogamento grau 2, precisou ser levado de helicóptero ao Hospital Regional. A aeronave pousou no Aeroporto de Paranaguá, onde uma equipe do SAMU aguardava para realizar o transporte terrestre. As outras três pessoas foram liberadas no local e encaminhadas para o ponto de embarque, no balneário de Pontal do Sul, em Pontal do Paraná.

Bombeiros e operações aéreas do SAMU resgatam vítima presa às ferragens em acidente na BR-376, PR

Bombeiros e operações aéreas do SAMU resgatam vítima presa às ferragens em acidente na BR-376, PR

Paraná – No início da tarde de sexta-feira (23), um trabalhador ficou preso às ferragens após o tombamento de um caminhão na BR-376, em Mandaguaçu, 20 km distante de Maringá, norte paranaense.

Segundo informações do SAMU 192, o acidente de trânsito envolveu um caminhão e um utilitário Toyota. A vítima, masculina, 33 anos, apresentou volumosa hemorragia secundária a esmagamento de perna direita. O resgate foi realizado pela equipe de saúde do serviço de operações aéreas do SAMU 192/SESA-PR, Bombeiros de Maringá e equipe da concessionária da rodovia VIAPAR.

Após 25 minutos, a vítima foi extricada, estabilizada e removida pelo helicóptero do SAMU ao Hospital Universitário de Maringá (HUM). A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve no local e apoiou a ocorrência.

Bombeiros e equipe da CIOPAER do Ceará resgatam vítima de queda em cachoeira

Bombeiros e equipe do Fênix 09 da CIOPAER do Ceará resgatam vítima de queda em cachoeira

Ceará – Na quarta-feira (21), a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) foi acionada para resgate de um jovem que teria caído de uma cachoeira na localidade de Sítio Umari, em Caririaçu.

Chegando ao local, a tripulação da aeronave Fênix 09 realizou sobrevoo para verificar a melhor forma de remoção do acidentado do local. A vítima já tinha recebido os primeiros atendimentos de uma equipe do Corpo de Bombeiros e estava imobilizada, aguardando para ser retirada do local.

Como a área era de difícil acesso, com muitas pedras e cerca de 50m de altura, foi necessário lançar dois tripulantes da aeronave por rapel, técnica de infiltração utilizada em locais com essas características.

Os tripulantes foram até o local onde estava o paciente e colocaram-no em uma maca envelope SKED, utilizada para resgate em altura e em locais confinados. A partir daí, foi utilizada a técnica McGuire de extração do paciente daquele local. A maca foi suspensa do solo e conectada no gancho da aeronave por meio de uma corda.

O jovem foi conduzido até o estádio municipal de Caririaçu e de lá embarcado na aeronave para ser conduzido a base CIOPAER de Juazeiro, onde uma ambulância do SAMU já aguardava para transporte ao hospital local.

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O que é preciso para ser um piloto aeromédico nos EUA

A grande cabine do H130 e o aumento da carga útil nos permitirão fazer mais transportes pediátricos, disse Fred Buttrell, CEO of Air Medical Group Holdings.

Mike Biasatti
Publicado originalmente em AirMed&Rescue

EUA – A aviação é uma daquelas indústrias que te possibilita realizar muitas atividades, desde combater incêndios, fazer voos panorâmicos, operações offshore, transportar pessoas e cargas e pilotar helicópteros aeromédicos. Cada vocação específica de voo exige um conjunto de habilidades aeronáuticas básicas necessárias para todos os pilotos de helicóptero e, então, requer talentos mais estreitamente definidos para desempenhar as funções da posição. Em todos os lugares há requisitos diferentes.

As empresas aeromédicas nos Estados Unidos têm seus próprios requisitos específicos para os candidatos. Quando eu era um aspirante a piloto de HEMS (Helicopter Emergency Medical Services), antes da designação ser alterada para HAA (Helicopter Air Ambulance), os mínimos para entrada, especialmente para pilotos civis treinados como eu, eram assustadores:

  • Licença comercial de helicóptero (preferencial ATP);
  • Bacharelado preferencial;
  • 3.000 horas de voo totais;
  • Categoria de 2.500 horas de piloto em comando (PIC);
  • 500 horas de tempo de asa rotativa;
  • 250 horas de voo noturno;
  • 100 horas Condições Meteorológicas por Instrumento (IMC).

Cada empresa definiu seus próprios mínimos e requisitos, além do requerido ao portador de uma Licença de Piloto Comercial de Helicóptero. Esses requisitos eram da principal empresa aeromédica daquela época e que eram meus objetivos, mas teria uma ampla exposição a outras formas de voo para acumular as horas necessárias.

Passados 20 anos, as coisas se afrouxaram um pouco. O serviço de ambulância aérea experimentou uma explosão de crescimento, e com isso, além de uma oferta finita de pilotos de helicóptero que poderiam atender os mínimos rigorosos, esses requisitos foram ajustados. Os mais comuns agora têm a seguinte aparência:

  • 2.000 horas de voo totais;
  • 1.000 horas PIC na categoria;
  • 500 horas de tempo de asa rotativa de motor a reação;
  • 100 horas noturnas em comando;
  • 50 horas IMC real ou simulado.
As seis subsidiárias aéreas da empresa e dezenas de ambulâncias terrestres fornecem transporte médico de emergência para 46 estados e o Distrito de Columbia. Foto: jerome.deulin-airbus.

Os tempos mudam

Em 2014, a Federal Aviation Administration (FAA) adicionou a seção 600 à parte 135 dos FARs (Federal Aviation Regulations), estabelecendo requisitos organizacionais para os pilotos que trabalham em operadores aeromédicos.

Desde 2017, todos os pilotos HAA devem possuir uma qualificação por instrumentos. A grande maioria dos helicópteros opera em uma configuração de regra de voo visual (VFR), mas um grande número dos acidentes que a indústria experimentou foram considerados, pelo menos em algum ponto, o resultado de voo VFR em condições meteorológicas por instrumentos (IMC).

Além disso, o FAR 135.00 estabelece condições meteorológicas mínimas em espaço aéreo Classe G (não controlado). Os requisitos de equipamento da aeronave foram introduzidos, assim como a maioria das mudanças, dando aos operadores a oportunidade de colocar sua frota e tripulação em conformidade.

Em 2016, as empresas que operam com 10 ou mais helicópteros foram obrigadas a criar um OCC (Centro de Controle de Operações) com pessoas para verificar o planejamento do piloto, verificar suas avaliações meteorológicas e monitorar seu progresso de voo.

Nenhum piloto poderia partir em uma solicitação de voo até que um membro do OCC tivesse revisado sua avaliação de risco submetida para incluir planejamento de combustível, rota, tipo de voo e muitos outros detalhes aplicáveis ​​à solicitação de voo proposta.

Os pilotos agora eram obrigados a determinar uma altitude mínima segura para o voo proposto e garantir que eles pudessem ultrapassá-la em 300 pés durante o dia e em 500 pés à noite. Em 2017, requisitos de planejamento de voo para auxiliar na redução do CFIT (Controlled Flight into Terrain or Obstacles), muitos dos operadores já haviam implementado a maioria desses mínimos em seu próprio manual de operações e, em certa medida, foram além do que estava sendo necessário, então a transição – para muitos – foi bastante tranquila, mas a partir de então, todos tiveram que operar sob as mesmas regras.

Realidade de voar um HAA

Portanto, levando em consideração a miríade de requisitos técnicos listados acima, o que é necessário para ser um piloto HAA nos EUA?

Você deve ter um certificado de piloto comercial de helicóptero com qualificação de instrumento. Você deverá obter e manter um exame médico de voo de segunda classe anualmente, embora alguns operadores exijam um exame de primeira classe (No Brasil é chamado de CMA – Certificado Médico Aeronáutico).

Você precisará atender, ou estar muito próximo, a experiência de tempo de voo necessária que cada empresa em particular tem, mas não desanime, muitos operadores farão algumas exceções se um dos requisitos estiver com menos tempo e o outra com mais. Muito de seu sucesso virá de suas habilidades interpessoais.

Trabalho em equipe

Para ter sucesso como piloto HAA nos EUA, você precisará trabalhar em equipe. Uma configuração comum para helicópteros aeromédicos nos EUA é um piloto, uma enfermeira e um paramédico. Todas as operações são conduzidas tendo como base o gerenciamento dos recursos da tripulação.

Embora sua equipe médica não seja aviadora, eles oferecem dois pares de olhos extras, que podem realmente ser úteis quando você está pousando em uma área restrita, residencial, com cabos de energia e árvores ao redor.

Aprender a solicitar sua opinião, especialmente quando se trata da deterioração do tempo, é essencial. Alguns helicópteros aeromédicos são classificados para voos IFR (Instrument Flight Rules). Normalmente, mas nem sempre, esses são helicópteros bimotores com sistemas redundantes para incluir um piloto automático. O trabalho em turnos não é para todos, mas tem seus benefícios!

Turnos de trabalho do piloto

Uma programação típica para o piloto é de sete turnos ativos, seguidos de sete turnos de descanso. São turnos de 12 horas e, em alguns programas – como o meu – os sete turnos são divididos entre dia e noite. Por exemplo, trabalho de quinta a domingo (das 07:00 às 19:00) e depois, após 24 horas de folga, trabalho de segunda a quarta à noite (das 19:00 às 07:00).

O horário mais comum é trabalhar sete turnos diurnos consecutivos, depois ficar sete dias de folga e, quando voltar, trabalhará sete turnos noturnos. Ao todo, você obtém metade do ano de folga.

Checklist

Um dia de trabalho típico envolve chegar à sua base designada, que pode ser em um aeroporto, heliporto de hospital ou local independente. A equipe de saúde normalmente trabalha em turnos de 24 horas.

Você se encontra com o piloto de plantão e informa sobre seu turno, quaisquer problemas com a aeronave ou manutenção planejada, o clima atual e quaisquer voos pendentes. Feito isso, ele ou ela vai embora, e seu dia realmente começa.

Inicie dando uma olhada no diário de bordo da aeronave para verificar se há trabalho feito, informe o mecânico que está no local e, em seguida, prossiga para a aeronave. Verifique o tempo atual e a sua previsão para ver como estão as condições e o que pode esperar durante o seu turno.

Um pré-voo permite que você verifique se tudo está em ordem, as luzes estão funcionando, nenhum óleo gotejando, quantidade de combustível, etc. Um helicóptero tem um milhão de peças, todas voando em formação e operando sob uma grande pressão de torque, portanto, é fundamental que você dê uma boa olhada em todos os componentes críticos.

Seu mecânico fará uma verificação de aeronavegabilidade a cada poucos dias, que é um exame mais detalhado da aeronave e qualquer manutenção programada (que é muito).

Preparados para a missão

A aeronave parece estar bem, você tem tudo que precisa para sua primeira solicitação de voo, agora é hora de informar a equipe de saúde. Eles podem muito bem ter estado na aeronave durante sua inspeção, verificando seus equipamentos e vários medicamentos que carregam.

Você discutirá com eles o clima, qualquer trabalho realizado ou esperado a ser feito na aeronave, quaisquer incidentes relacionados à segurança que ocorreram, quaisquer boletins de segurança e um briefing geral que inclui lembretes para proteger qualquer equipamento solto e permanecer vigilante, especialmente durante a decolagem e o pouso, mas na verdade, o tempo todo.

Gosto de lembrar à minha tripulação que cada assento da aeronave tem um ponto de vantagem que nenhum outro assento possui de forma idêntica. Pode haver alguma sobreposição, mas cada ângulo de visão é único, e eles precisam assumir a propriedade dessa área e garantir que o piloto não faça nada inesperado.

Um dos meus melhores amigos costumava dizer “se o voo não foi nada chato, fiz algo errado”. Embora o estresse de tratar os pacientes seja tudo menos enfadonho, o voo em si deve ser.

São várias as funções administrativas partilhadas pelos quatro pilotos da base, pelo que pode muito bem haver algumas para cuidar, assim como verificar no Centro de Comunicação e Regulação. Pense no Com Center como os despachantes do programa. Eles recebem ligações de várias agências ou hospitais solicitando o transporte de alguém. Suas responsabilidades são muitas.

E agora você espera. No início, para mim, não era incomum voar de dois a cinco pacientes em um turno. Com o passar dos anos, o número de helicópteros médicos cresceu tanto que um voo por turno não é incomum e, às vezes, você pode não receber nenhuma solicitação. Durante o turno, você fica de olho no tempo, pode estudar, é claro que tem televisão para assistir, uma pequena cozinha para preparar as refeições e cada tripulante tem seu próprio quarto com vários itens relacionados ao trabalho e uma cama.

Sabia os requisitos para se tornar um piloto aeromédico nos EUA. Foto: Divulgação.

Quando acontece o acionamento

Quando chega uma solicitação de voo, o piloto verificará o tempo. Se não for capaz de voar (tempestades na área, teto abaixo de VFR ou IFR dependendo do programa, condições de gelo, etc.), você terá que recusar esses voos. Se o tempo estiver aceitável, avise a equipe de saúde, reúna o que for necessário, e siga para a aeronave.

Sempre ande completamente ao redor da aeronave antes de entrar. Muitos pilotos, por um desejo de serem rápidos, passaram por cima de um cabo de alimentação conectado à aeronave ou de uma capota que foi deixada aberta. A tripulação médica deve estar chegando e dar uma volta também. A redundância ajuda na segurança.

Foi-lhe dada uma distância e um rumo, o que lhe permite traçar o seu curso e eles irão fornecer-lhe as coordenadas GPS para a localização. Cerca de metade das solicitações são de hospitais menores que precisam remover pacientes para hospitais maiores, onde há atendimento especializado disponível, e a outra metade é de agências de EMS (Emergency Medical Services) que respondem a acidentes de trânsito, pacientes com derrame cerebral, ferimentos por arma de fogo, entre outros.

Nesses casos, a unidade terrestre no local configurará uma zona de pouso e o informará sobre quaisquer perigos. Após o pouso, a equipe de saúde partirá da aeronave para a ambulância que o espera, ou para o hospital, e posteriormente retornará com o paciente.

Você é responsável por manter um controle sobre qualquer mudança nos padrões climáticos, requisitos de combustível para o próximo trecho de voo, calculando o maior obstáculo ao longo da próxima rota. O tráfego na comunicação de rádio pode ficar um pouco opressor às vezes.

Você deve manter uma escuta atenta nas frequências ATC (Controle de Tráfego Aéreo) para qualquer espaço aéreo em que esteja operando, ficar atento no rádio de despacho da empresa e ao canal ar-ar para acompanhar o tráfego local de helicópteros nas áreas em que você estará operando. Às vezes, parece que todo mundo quer falar ao mesmo tempo, então você precisará priorizar. O velho ditado vem à mente: Aviar, navegar, comunicar.

Não fique tão envolvido em conversas de rádio a ponto de se distrair de sua função principal de manter o nível da aeronave, voando na direção certa e longe de quaisquer alvos conflitantes. Pilote a aeronave primeiro, navegue na direção que ela precisa seguir e, em seguida, responda às chamadas de rádio.

Uma vez que o paciente esteja embarcado e você tenha chegado ao centro de trauma ou instalação de recebimento, a equipe de saúde irá desembarcar o paciente e levá-lo para o hospital e passar o caso para o médico ou enfermeiro receptor. Enquanto isso, não é incomum que o piloto voe para um local próximo para abastecer, de modo que, quando a tripulação voltar, estejam prontos para aceitar novo pedido.

No voo de volta, a equipe de saúde e o piloto terão que cumprir listas de verificação para tudo (checklist) e elas o mantêm longe de problemas. Siga-os. Depois que o corte do motor for concluído, execute outra caminhada completa ao redor da aeronave procurando por algo que não esteja certo, óleo ou fluido hidráulico escorrendo pela lateral, travas estouradas, apenas uma boa olhada.

Ao retornar ao escritório do piloto, você registrará os detalhes do voo, do combustível que adquiriu e enviará. Faça um debriefing com sua tripulação e especialista em comunicação para ver se houve algum problema durante qualquer parte do voo. Um processo contínuo de melhoria ocorre para garantir que estejamos cumprindo nossa missão de fornecer transporte aeromédico seguro, rápido e eficiente para pessoas com problemas de saúde.

O que mais importa é uma atitude positiva

Qualquer piloto que se candidate a um emprego aeromédico provavelmente terá as qualificações necessárias, mas o que diferencia um candidato de outro é a atitude. Uma atitude positiva, aberta a críticas, sugestões, sem perder a paciência é fundamental. Uma pessoa que gosta de trabalhar em um ambiente colaborativo, que vai acima e além do que se espera, com boa atitude mesmo depois de decorridas 11 horas do seu turno de 12 horas.

Os dias podem parecer longos; certifique-se de que está tudo bem com algumas horas de inatividade e, de repente, momentos de urgência. Aqueles que são mais bem-sucedidos nesta linha de trabalho podem realizar multitarefas com sucesso, evitando permitir que a suposta urgência do paciente altere sua responsabilidade e o resultado seguro de cada voo, e sinceramente, é ótimo estar por perto de alguém agradável e que gosta de fazer parte de um time de pessoas que gostam de ajudar os outros.

É um trabalho fantástico e vale a pena os sacrifícios que você terá que fazer para chegar lá.

Boa sorte!


Sobre o Autor – Mike Biasatti – Piloto de helicóptero e ambulância aérea (HAA) nos Estados Unidos há mais de 15 anos e piloto de helicóptero certificado desde 1989. Em 2008, o ano mais mortal já registrado na indústria de HAA dos EUA, ele fundou o EMS Flight Crew (AirMed & Rescue), um recurso online para equipes aeromédicas compartilharem experiências e aprenderem umas com as outras com o objetivo de promover a segurança no setor.


Texto traduzido e adaptado por Eduardo Beni, Editor do Resgate Aeromédico.

Ministério da Saúde contratará horas de voo para missões de apoio à saúde indígena

DSEI Guamá Tocantins instala 33 UAPI e a primeira UTI em área indígena no Pará

O Ministério da Saúde publicou o Pregão Eletrônico SRP Nº 11/2021 para registro de preços de horas de voo de helicópteros e aviões, incluída logística de abastecimento e manutenção, para contratação de empresas de Táxi Aéreo em missões de apoio à saúde indígena (transporte de enfermos, resgates e/ou remoções aeromédicas); transporte de cargas; produtos perigosos; equipamentos; materiais; e pessoal.

O serviço será coordenado pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) e Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). O pagamento será mensal e por hora de voo executada. No total são 46 itens licitados e a abertura das propostas acontecerá no dia 03/05/2021, às 09h30.

O objeto da licitação tem a natureza de serviço comum para contratação de transporte aéreo em aeronaves civis de operadores de táxi aéreo e prevê a contratação de 38.627 horas de voo, sendo 28.668 horas para aviões e 9.959 horas para helicópteros, em um valor global estimado em R$ 184.785.145,88.

Segundo o Edital, as aeronaves serão empregadas nas seguintes atividades:

AVIÕES:

  • Deslocamento de equipes multidisciplinares de atendimento à saúde indígena;
  • Resgate e/ou remoção de indígenas nos polos de atendimento ou CASAI;
  • Transporte de cargas comuns e outros insumos necessários;
  • Remoções aeromédicas de baixa complexidade (Suporte Básico de Vida);
  • Transporte de autoridades; e
  • Transporte de servidores da SESAI.

HELICÓPTEROS:

  • Deslocamento de equipes multidisciplinares de atendimento à saúde indígena em locais em que os aviões não operarem;
  • Resgate e/ou remoção de indígenas em locais onde o aviões não operarem;
  • Transporte de cargas comuns, cargas externas e outros insumos necessários;
  • Remoções aeromédicas de baixa complexidade (Suporte Básico de Vida);
  • Transporte de funcionários e de autoridades.

ANAC publica portaria com os indicados para o Comitê Técnico de Serviço de Transporte Aeromédico

A Agência Nacional de Aviação Cvil (ANAC), através da Superintendência de Padrões Operacionais (SPO) publicou na segunda-feira (19), em Diário Oficial da União, a Portaria Nº 4.791, com os representantes indicados por suas respectivas entidades para comporem o Comitê Técnico de Serviço de Transporte Aeromédico (CT-STA).

O objetivo é prover estudo, informações e recomendações para a SPO a respeito da estrutura regulatória da ANAC para o transporte aeromédico realizado por operadores brasileiros de serviço de transporte aéreo público. Um dos objetivos é modernizar a IAC 3134 de 1999 que ainda regula o setor.

Participarão do CT-STA os seguintes representantes das entidades:

  1. Raul Marinho Gregorin (Associação Brasileira de Aviação Geral – ABAG);
  2. Domingos Afonso Almeida de Deus (Associação Brasileira das Empresas de Táxi Aéreo e Manutenção de Produtos Aeronáuticos – ABTAER);
  3. Maurício Goldbaum (Associação Brasileira de Operadores Aeromédicos – ABOA);
  4. Janete Peregrino Braga (Conselho Federal de Medicina – CFM);
  5. Eduardo Fernando de Souza (Conselho Federal de Enfermagem – COFEN);
  6. Rodolfo Frota (Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo – SNETA); e
  7. Eduardo de Carvalho Antunes (Sindicato Nacional dos Aeronautas – SNA).

A coordenação do CT-STA ficará a cargo do representante da Associação Brasileira de Aviação Geral – ABAG, Raul Marinho Gregorin.

O relatório elaborado pelo CT-STA, bem como as minutas de normativos deverão ser entregues pelo coordenador do grupo de trabalho ao Superintendente de Padrões Operacionais da ANAC até o dia 30 de setembro de 2021.

Equipes treinadas e modernos equipamentos têm papel fundamental em resgates difíceis na Nova Zelândia

AW169 tem papel fundamental em resgates na Nova Zelândia. Foto: Divulgação.

Nova Zelândia – Em outubro de 2019 uma das chamadas de emergência mais desafiadoras ocorreu a 37 km de Cape Brett, não muito longe da Baía das Ilhas na Nova Zelândia. O helicóptero AW169 decolou para socorrer tripulação do iate SV Essence que havia naufragado após enfrentar ondas de até 10 metros.

As equipes de resgate lutaram contra ventos de 50 nós em busca de um bote salva-vidas onde estava a tripulação. Graças à persistência da equipe de resgate da Auckland Rescue Helicopter Trust (ARHT), os quatro membros da tripulação foram resgatados através do guincho elétrico. Tragicamente, um deles não sobreviveu. O iate voltava de Fiji quando atingiu o mau tempo. Essa ação foi reconhecida com o prêmio NZ Search and Rescue.

Com mais de 20.000 missões de resgate desde sua criação em 1970, quando iniciaram o serviço com um helicóptero Hiller 12E alugado, tornou-se o primeiro serviço de helicóptero de resgate civil do mundo. Iniciado pela Auckland Surf Life Saving Association, o serviço celebrou seu 50º aniversário em 2020.

Hoje, o serviço de resgate aéreo enfrenta novos desafios, como a pandemia de COVID-19, aproveitando todas as novas tecnologias e capacidades entregues pelos dois helicópteros Leonardo AW169 (Westpac Rescue 1 e 2) e pelo BK117 (Westpac Rescue 3) que compõem sua frota. Além disso, as equipes dispõe de sistema de óculos de visão noturna (Night Vision Google – NVG) para resgates em ambientes com pouca ou nenhuma luminosidade.

Durante a crise da COVID-19, operadores globais aeromédicos precisaram adotar medidas especiais de segurança para as tripulações e pacientes a bordo e essa situação desafiadora também exigiu mudanças no operador da Nova Zelândia.

“Adotamos algumas medidas para garantir que pilotos e tripulações do AW169 pudessem operar e voar com segurança. Isso incluiu máscaras e gel desinfetante, separação da cabine com a ajuda de uma cortina especial e um layout interno que oferecesse distanciamento social, aproveitando a versatilidade de configuração aeromédica da aeronave”, disse piloto-chefe da ARHT, Roger Hortop.

Com relação à disponibilidade da aeronave, o responsável pela manutenção, Fraser Burt, recebeu suporte de técnicos da Leonardo, que ajudaram na adaptação à pandemia com regras específicas para a limpeza e segurança das tripulações e pacientes a bordo.

ARHT é uma organização sem fins lucrativos, financiada através de doações e por sua loja de souvenirs. Em 2018 recebeu o prêmio de instituição beneficente mais confiável da Nova Zelândia.

Livro sobre acidente aéreo reúne informações e orientações para familiares de vítimas

Em março 2021 foi lançado o livro “Acidente Aéreo – O que todo familiar de vítima pode e deve saber“. A obra conta conta 30 autores, 21 capítulos e 4 depoimentos.

Para Sandra Assali, coordenadora do livro e presidente da Associação Brasileira Parentes e Amigos Vitimas Acidentes Aéreos (ABRAPAVAA), a necessidade de escrever esta obra surgiu após 24 anos de trabalho em mais de 200 acidentes aéreos por todo o Brasil, da aviação regular, geral ou experimental.

Após identificar nos familiares das vitimas uma profunda dificuldade em encontrarem e compreenderem informações pós-acidente, o projeto do livro resultou em capítulos que levam entendimento de forma clara e objetiva para as pessoas.

Sandra Assali, coordenadora do livro e presidente da Associação Brasileira Parentes e Amigos Vitimas Acidentes Aéreos (ABRAPAVAA)

“Foi então, que decidi escrever este livro, convidando 30 autores, referências e especialistas em suas áreas, que trazem, numa linguagem clara e simples, todas as informações de que os familiares de vitimas, fatais ou não, tanto necessitam para que se sintam atendidos, assistidos e respeitados”, complementou Sandra Assali.

A obra conta ainda com depoimentos de familiares de vítimas de 4 acidentes assistidos pela ABRAPAVAA. Temas como ação inicial das equipes de resgate e da polícia; atuação dos legistas e a identificação de vítimas; gerenciamento de crise; assistência aos familiares de vitimas; luto; investigações; responsabilidade do operador aéreo; atuação da imprensa; seguros; foram tratados pelo livro, além de muitas outras abordagens de interesse.

Eduardo Beni, veterano da Polícia Militar de São Paulo e editor do Portal Resgate Aeromédico, é um dos autores do livro com o capítulo sobre “ação inicial das equipes de resgate e da polícia”. O trabalho no momento do acidente é uma atividade complexa e muitas vezes pouco conhecida das pessoas. “O livro tem esse objetivo: levar informação de qualidade para as pessoas”, complementou Beni.

Sandra também é autora do livro “O dia que mudou a minha vida“, onde trata do acidente que envolveu o avião Fokker 100 da TAM, voo 402, ocorrido em 31 de outubro de 1996 e que vitimou 99 pessoas.

Informações do livro:

ACIDENTE AÉREO – O que todo familiar de vítima pode e deve saber…
Sandra Assali (Coordenadora) e Autores (30 autores)
296 páginas – 16 x 23 cm
Mais informações sobre o livro acesse: ABRAPAVAA – Livro Acidente Aéreo

Livro trata sobre aspectos dos óculos que permitem enxergar através da escuridão

Livro trata sobre os aspectos dos óculos que permitem enxergar através da escuridão

São Paulo – Nos últimos anos, numa proporção cada vez maior, a aviação brasileira tem assistido a um aumento nos voos utilizando os óculos de visão noturna por parte das suas tripulações.

Indispensável em qualquer cenário operacional moderno, o sistema ampliou os aspectos da segurança de voo e proporcionou a consciência situacional das tripulações, sendo um multiplicador na eficiência da atividade de diversas organizações aéreas.

Esse sistema é uma realizada operacional que vai além das operações militares ou policiais. O seu empregado está incorporado entre os operadores civis que realizam transporte e resgate aeromédico nos EUA, Canadá e na Europa. Voar no período noturno transportando um paciente grave e locais remotos só acontece porque as tripulações utilizam óculos de visão noturna.

Também estão presentes na rotina das Forças Armadas brasileiras desde meados da década de 1990. Consolidados em termos operacionais e doutrinários, os óculos de visão noturna têm sido adotados por várias forças de segurança pública que buscam ampliar a capacidade de atendimento das polícias, aumentar a segurança de voo e melhorar cada vez mais a qualidade dos serviços prestados à sociedade.

“Mas ao mesmo tempo em que oferece uma série de vantagens, o voo com esse sistema apresenta características e particularidades únicas que devem ser compreendidas e aplicadas para se alcançar a eficiência nas operações aéreas. Apesar da sua importância, o tema é pouco abordado em literaturas ao redor do mundo, principalmente no Brasil, que até hoje não possuía uma publicação dedicada aos óculos de visão noturna”, explica Thiago Alexandre Fatorelli, autor do livro.

Como piloto militar de helicópteros, piloto experimental de ensaios em voo e instrutor, para suprir essa necessidade, Thiago Fatorelli lançou-se ao desafio de trazer o tema para a mesa de discussão, num texto didático e ricamente ilustrado, com a obra “O Voo com Night Vision Goggles – Conceitos Gerais“, inaugurando uma série de três títulos inéditos lançados pela Hunter Press.

“A partir de 2008 me envolvi na formação e treinamento de tripulações militares para colocar em prática e aperfeiçoar a técnica com visão noturna. As principais fontes foram obtidas em intercâmbios nas forças armadas norte-americanas e francesas, além de artigos e trabalhos acadêmicos. Mas percebi que as técnicas e doutrinas desses países apresentavam diferenças entre si. Esse trabalho é o resultado de uma série de testes e análises efetivando uma adequação ao cenário brasileiro”, completou.

Os próximos títulos relacionados ao tema serão “O Voo com Night Vision Goggles – Formação de Recursos Humanos” e “O Voo com Night Vision Goggles – Critérios de Validação e Certificação”.

Dados do Livro:

O Voo com Night Vision Goggles – Conceitos Gerais.
Autor: Thiago Alexandre Fatorelli.
Capa semirrígida, 144 páginas, colorido.
ISBN: 978-65-993789-0-4
Editora: Hunter Press Comunicação.
Mais informações em www.hellitech.com.br

Rio de Janeiro utiliza seis helicópteros para entregar vacinas contra a COVID-19 no Estado

Helicóptero da SES operado pelo GOA do CBMERJ na entrega de vacinas e medicamentos. Foto: Hermes de Paula / Agência O Globo.

Rio de Janeiro – A Secretaria de Estado de Saúde (SES) realizou no domingo (18) mais uma entrega de vacinas contra a COVID-19 e medicamentos do chamado “kit intubação”, que vão complementar os estoques de 63 unidades hospitalares.

Ao todo, são 517 mil doses de imunizantes, sendo 273.500 da vacina Oxford/AstraZeneca e 243.500 da Coronavac, além de 47.400 unidades de medicamentos.

Seis aeronaves decolaram do Grupamento Aeromóvel (GAM) da Polícia Militar e do 12º BPM, em Niterói, para transportar vacinas e medicamentos. Foram utilizados dois helicópteros do Governo do Estado, um da Polícia Civil, um da Secretaria de Saúde e dois do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros (CBMERJ).

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A operação de distribuição começou na noite de sexta-feira (16), com a liberação das vacinas para o município do Rio de Janeiro, e no sábado (17), com as retiradas pelos municípios de Niterói, São Gonçalo e Maricá, na Coordenação Geral de Armazenagem (CGA) da SES, em Niterói.

Até as 9h00 deste sábado (17), o estado registrava 1.857.188 de pessoas vacinadas com a primeira dose e 529.649 com a segunda. O vacinômetro pode ser acessado pelo site: https://vacinacaocovid19.saude.rj.gov.br/

Transportes aeromédicos

Além de transportar doses de vacinas e medicamentos, as equipes do GOA/CBMERJ já realizaram mais de 50 transportes aeromédicos em 2021. A maioria deles de bebês recém-nascidos que precisaram ser transferidos para unidades com mais recursos.

Além do helicóptero da Secretaria de Saúde, que é operado pelo GOA, as aeronaves do Corpo de Bombeiros são equipadas como verdadeiras UTIs neonatais móveis, que contam com profissionais especializados, incluindo médico pediatra e neonatologista, além de equipamentos específicos para o transporte, como a incubadora.

As equipes do GOA já realizaram mais de 50 transportes aeromédicos em 2021.

SBMA realizará palestra on-line no dia 24 de abril, às 10h00, sobre COVID-19 na Aviação Comercial

A Sociedade Brasileira de Medicina Aeroespacial (SBMA) realizará palestra on-line no dia 24 de abril de 2021, às 10h00, horário de Brasília, sobre “COVID 19 na Aviação Comercial – Como prevenir transmissão e complicações“.

Será um evento aberto ao público e as pessoas poderão realizar sua inscrição gratuita através do formulário disponível em https://forms.gle/xe7FG2TtNBgmXUNZ7. Nele você encontrará o link de acesso para a palestra no Google Meet.

O palestrante será o médico Rui Pombal. Ele trabalha em medicina aeronáutica há mais de 20 anos. Rui é Licenciado pela Faculdade de Medicina de Lisboa; Especialista em Medicina Geral e Familiar; Master in Health Sciences – Aviation Medicine; e é Diretor do Centro de Medicina Aeronáutica e do Viajante da UCS (serviços de saúde do Grupo TAP Air Portugal).

Além disso é médico examinador da EASA (Agência Europeia para a Segurança da Aviação) e FAA (Federal Aviation Administration – EUA). Colaborador docente da Pós-Graduação de Medicina Aeronáutica da Força Aérea Portuguesa. Membro do Medical Advisory Group da IATA e membro Fundador e Presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina Aeroespacial (SMAPor).

Esquadrão Falcão da FAB resgata homem em navio estrangeiro a 240 km da costa brasileira

FAB realiza resgate de homem em navio estrangeiro. Foto: 1º/8º GAV.

Rio Grande do Norte – O Esquadrão Falcão (1º/8º GAV) da Força Aérea Brasileira (FAB) resgatou na manhã deste sábado (17) um homem que estava a bordo de um navio de bandeira Malta, localizado a cerca de 240 km da costa brasileira, em direção da capital pernambucana, Recife.

Esquadrão Falcão da FAB resgata homem em navio estrangeiro a 240 km da costa brasileira. Foto: 1º/8º GAV.

Antes da decolagem, um médico do Terceiro Distrito Naval analisou as informações recebidas pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (SALVAMAR) sobre o estado da vítima. Bayram Gulaci, de 51 anos e de nacionalidade turca, apresentava quadro de apendicite aguda e precisava de intervenção cirúrgica imediata.

A aeronave , decolou de Parnamirim (RN) e voou até a posição do navio Istambul para realizar o resgate. O helicóptero manteve o voo pairado enquanto homens de resgate SAR desceram até o convés e içaram a vítima. Ao final, o Esquadrão transportou o paciente para Recife a fim de receber atendimento médico especializado. Toda a operação durou, aproximadamente, duas horas.

O Homem de Resgate (HSAR), Sargento Diogo Ramos, conta que o acionamento ocorreu por volta das 4h20 da madrugada deste sábado (horário de Brasília). “Sempre que somos acionado dessa forma, principalmente nesse horário, começa a passar um filme na cabeça de todos os treinamentos realizados e também de como pode evoluir a missão, visto que ela é muito complexa. Com o passar dos minutos, essa apreensão é substituída por uma vontade enorme de cumprir a missão da melhor forma possível e, após terminado o resgate, vendo a vítima recebendo o tratamento necessário, finalmente, ter a sensação de dever cumprido”, descreve.

No total, a tripulação do helicóptero foi formada por 11 militares, sendo três pilotos, um mecânico, dois operadores de equipamentos, três homens de resgate (HSAR), uma médica e um enfermeiro. Todos usaram trajes especiais para minimizar o risco de qualquer contaminação.

“Resgate Aeromédico: modelos público e privado” será tema de debate no dia 21 de abril, às 19h30

Na quarta-feira, dia 21 de abril, às 19h30, o Coronel André Madeiro, Comandante Geral do Corpo de Bombeiros de Alagoas; o médico Maurício Goldbaum, presidente da Associação Brasileira de Operadores Aeromédicos (ABOA) e o Coronel Falconi, conselheiro da ABOA serão protagonistas de live sobre “Resgate Aeromédico: modelos público e privado“.

Eduardo Beni, editor do Portal Resgate Aeromédico será o moderador do debate sobre as operações de resgate aeromédico no Brasil, que também abordará a criação do Comitê Técnico pela ANAC para estudar o Transporte Aeromédico e a última diretriz interpretativa emitida pela ANAC falando sobre pouso de helicópteros privados em rodovias para realização de resgates.

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SORTEIO

Durante a live será sorteado um torniquete T-APH Tático da DESMODUS (Envios somente no Brasil).

Para participar do sorteio, você precisará fazer um comentário na foto (banner) da live no Instagram: https://www.instagram.com/p/CNvRLnjLWFD/

Inscreva-se no Canal do YouTube do Resgate Aeromédico e siga os Perfis da Desmodus e do Resgate Aeromédico no Instagram.

2º Curso Ground School Aeromédico capacita profissionais do Brasil e de Angola

O Ground School Aeromédico, curso sobre transporte e resgate aeromédico e consultoria de carreira começou no dia 02 de março e no dia 15 de abril aconteceu sua última aula. Com carga horária de 43 horas/aula, foram 14 encontros virtuais na plataforma ZOOM, com muito conteúdo e ótimos debates, além de uma reunião individual sobre carreira.

Participaram do curso 23 profissionais, sendo 10 médicos, 6 enfermeiros, 1 fisioterapeuta, 2 pilotos, 1 operador aerotático, 1 especialista em aviação civil e 1 técnico em emergência pré-hospitalar. Angola, país da África Central, e nove estados brasileiros (Rondônia, Amapá, Piauí, Maranhão, Rio de Janeiro, São Paulo, Amazonas, Santa Catarina e Mato Grosso) estavam representados no curso.

O Ground School apresentou conteúdo estruturado com base na legislação brasileira, apresentados pelos médicos Maurício Lemos, Michele Grippa e Marcos Bitencourt; pela enfermeira Mileni de Camargo; pelo fisioterapeuta e psicólogo, Paulo Cesar Segalla; e pelo especialista em aviação civil, Marcelo Guerrante.

Além dos conteúdos, os participantes tiveram acesso à ferramenta de assessment Perfil APOGEO (análise de perfil) e receberam feedback individual com a especialista em carreira, Bettyna Beni.

Para o coordenador do curso, Eduardo Beni, o time de facilitadores e os profissionais que participaram do segundo curso fizeram toda a diferença. “Foi um momento gratificante para mim, pois estar ao lado de pessoas tão especiais, trocando experiências, proporcionou momentos muito produtivos e que certamente farão as operações mais eficientes e mais seguras”, complementou Beni.

Depoimentos da Tripulação

Para a fisioterapeuta Ana Paula, foram excelentes aulas, ministradas por ótimos profissionais. “Gratidão pela oportunidade de interagir com todos. Cada assunto discutido agregou muito ao meu conhecimento e com certeza estou ainda mais “apaixonada” pelo transporte aéreo“, comentou ao final do curso.

Caio Vianna, especialista em aviação civil, agradeceu a tripulação logo após o encerramento do curso. “Caros tripulantes. Foi uma experiência maravilhosa essa possibilidade de aprendizado nesse período aqui. Ótimos professores muito bem conduzidos e complementados pelo Beni. Parabéns à equipe“, afirmou Caio.

“Curso fantástico! O resgate aeromédico evolui de forma significativa no Brasil e a troca de informações e o conhecimento de como está a realidade em nível de Brasil (e até fora dele) é de suma importância para melhora das condições e da realidade onde vivemos“, disse o Major QOBM Weber do Centro Integrado de Operações Aéreas do Estado de Mato Grosso (CIOPAER)

“Pessoal, muito obrigada pelo aprendizado, pela interação. Foi muito bom. Uma área que não está ainda ao meu alcance e que eu sempre tive muita curiosidade e esse curso foi simplesmente demais. Obrigada mesmo“, disse a médica Sarah Michelon.

“Uma organização excelente, uma equipe de facilitadores bastante profissional e competente ao nível deste curso. Parabéns e sucesso“, disse Marco Guerreiro, coordenador de transporte aeromédico em Angola.

“Excelente curso! Realizado por grandes profissionais atuantes no resgate e transporte aeromédico brasileiro. Ideal para o profissional que deseja ingressar na área aeromédica. Recomendo fortemente o curso“, afirmou ao final do curso, o enfermeiro Robson Aguiar.

O médico João Paulo Negretti agradeceu cada facilitador. “O conhecimento que cada um trouxe através das aulas, discussões e conversas, nos instigou a buscarmos, a aprimorarmos. O modelo online possibilitou maior participação de todos os envolvidos, que mesmo com a distância, trouxe uma boa interação. É muito edificante o contato com profissionais de diversas áreas do nosso país e até alguns de fora. Muito obrigado por toda experiência compartilhada e por tudo que isso me acrescentou.”

“Ótimo conteúdo ministrado por excelentes profissionais! Consultoria de carreira é um diferencial maravilhoso! Valeu muito“, disse uma aluna da turma.

Próximo Curso

O próximo curso está previsto para acontecer no segundo semestre de 2021. Acompanhe o site para receber as informações sobre o curso. Para saber mais acesse a página do Ground School Aeromédico e confira o conteúdo.

Aeromédico de Ponta Grossa recebe videolaringoscópio para auxiliar no atendimento de pacientes

O médico Maurício Falção recebeu o videolaringoscópio para auxiliar no atendimento de pacientes. Foto: Prefeitura de Ponta Grossa.

Paraná – Na tarde de quarta-feira (14), a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) recebeu doação de equipamento para utilização em pacientes que necessitam de intubação. O videolaringoscópio será utilizado para visualizar, em tempo real, as vias áreas de um paciente e suas respectivas características. O equipamento doado será repassado ao serviço aeromédico.

Em março de 2018, através de uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, a Secretaria Estadual de Saúde (SESA) e a Segurança Pública (SESP), o serviço de atendimento aeromédico foi criado na região. A equipe é formada por pilotos do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) e por equipes de saúde do SAMU 192.

Desde 2020 o Rotary estava em tratativas com o município para realizar a doação. “Entramos em contato com a equipe técnica do SAMU para termos o modelo exato do equipamento. Sabemos da importância e necessidade que havia, por isso realizamos ações para arrecadar fundos e poder realizar a doação”, destacou o Secretário do Rotary Club Ponta Grossa Sul, gestão 2020-2021, Rodrigo de Jesus Camargo.

Os recursos empregados para a aquisição do equipamento são oriundos de diversas ações promovidas pelo Rotary Clube de Ponta Grossa Sul, além de recursos destinados pela contemplação do projeto apresentado junto a Fundação Rotária – Distrito 4730 de Rotary Internacional na gestão 2020-21 e da doação para projetos sociais por parte do Fundo Social da Sicredi Campos Gerais.

“Estamos muito felizes e satisfeitos por receber o equipamento. Com toda certeza irá nos auxiliar nos atendimentos, trazendo mais segurança aos pacientes que necessitam do aeromédico. Quanto mais recurso nossas equipes tiverem, melhor será o atendimento prestado. Agradeço a parceria do Rotary pelo empenho e dedicação em realizar a doação”, ressalta a diretora do SAMU, Drª Adriana Pacholok.

O equipamento videolaringoscópio da marca insighters, modelo iS3-L, foi comprado de uma empresa em Curitiba, Medicalway. O valor foi de R$ 15.999,99. (Conheça o equipamento)

O serviço aeromédico atende atualmente na região uma média de 30 pacientes por mês. As principais situações atendidas pelo serviço são transferências de pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), recém nascidos para estruturas de referências, Acidente Vascular Encefálico (AVE) e politrauma.

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