SAER e SARASUL recebem "Moção de Aplauso" da Câmara de Vereadores de Criciúma, SC
Santa Catarina – Na manhã de sexta-feira (22), integrantes do SAER da Polícia Civil e do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico do Sul (SARASUL) foram homenageados pela Câmara Municipal de Vereadores do município de Criciúma, SC.
O presidente da Câmara de Vereadores, Arleu da Silveira, juntamente com outras autoridade e convidados do Poder Legislativo, Poder Executivo e Polícia Civil estiveram no hangar do SAER/SARASUL e entregaram Moção de Aplauso pelos serviços prestados em missões aeromédicas em todas as cidades compreendidas pelas associações AMREC, AMESC e AMUREL.
Desde a sua implantação, em dezembro de 2020, já foram realizadas 160 missões aeromédicas pelos integrantes do SAER/SARASUL. Para o Delegado Gilberto Mondini, coordenador do SAER, o serviço vem mostrando sua relevância na preservação de vidas e diminuição de sequelas.
“Os serviços são de excelência devido a parceria que há com todos os integrantes do SAMU, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militares e Comunitários, CCR Via Costeira e demais órgãos que nos auxiliam nesta nobre missão de cuidar da saúde da população sul catarinense”, complementou Mondini.
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SAER e SARASUL recebem "Moção de Aplauso" da Câmara de Vereadores de Criciúma, SC
SAER e SARASUL recebem "Moção de Aplauso" da Câmara de Vereadores de Criciúma, SC
SAER e SARASUL recebem "Moção de Aplauso" da Câmara de Vereadores de Criciúma, SC
SAER e SARASUL recebem "Moção de Aplauso" da Câmara de Vereadores de Criciúma, SC
SAER e SARASUL recebem "Moção de Aplauso" da Câmara de Vereadores de Criciúma, SC
Após o resgate emocionante, o médico do Samu, Jhonat Silva, voltou a se emocionar em ver Ana Laura bem e feliz
Alagoas – Nessa terça-feira (19), o médico Jhonat Silva do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) teve a oportunidade de reencontrar a pequena Ana Laura, de 10 anos, uma das pacientes assistidas pelo Serviço Aeromédico, há três meses, depois que ela sofreu uma crise de fibrose cística, doença genética crônica, que afeta principalmente os pulmões.
Neste mês, ela recebeu alta médica e pode reencontrar o médico Jhonat Silva, que ajudou a salvar sua vida. “Quando recebemos a autorização da mãe para realizar o procedimento, ela se retirou do local, mas a criança pediu a presença da mãe de volta. Neste momento, disse que a amava e que não queria morrer”, relembrou o médico do SAMU.
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Após a recuperação, Ana Laura e a mãe, Deise Silva, se reencontraram com o médico do Samu, Jhonat Silva
Após o resgate emocionante, o médico do Samu, Jhonat Silva, voltou a se emocionar em ver Ana Laura bem e feliz
Emocionado, ele conversou com Ana Laura e com a mãe dela, Deise Silva. “Foi muito comovente e até eu precisei de um momento a sós para me recompor e realizar o procedimento. Por isso, é muito emocionante podermos estar conversando com Ana Laura e aproveitando esse momento”, destacou Jhonat Silva.
Deise Silva, conta que o dia 22 de junho ficou marcado na família que mora em Ipioca, bairro da região Norte de Maceió. “Ela já fazia acompanhamento da doença com uma pediatra e estávamos em casa quando tudo aconteceu. O pai dela a levou às pressas para uma unidade de saúde em Paripueira e, de lá, foi transferida para Maceió”, relembra Deise. “Eu estava muito nervosa e o momento da transferência foi muito difícil. Hoje está tudo bem, mas, na hora, só conseguia pensar no pior”, relembra.
Depois que foi transferida para Maceió pelo Grupamento de Operações Aéreas de Alagoas e Serviço Aeromédico do SAMU, Ana Laura permaneceu internada na UTI pediátrica do Hospital Geral do Estado (HGE) até o dia 4 de julho, quando foi transferida para o Hospital Universitário (HU) e, posteriormente, recebeu alta médica.
Passeio Aéreo
Para marcar o reencontro, Ana Laura e o médico Jhonat Silva, estiveram novamente no helicóptero do Serviço Aeromédico do SAMU, mas, desta vez, como passageiros. Em um breve passeio pela região do hangar, de onde a aeronave decola para atender as ocorrências, os dois puderam conversar e contemplar a paisagem.
Foram cerca de 15 minutos de sobrevoo, mas o suficiente para deixar um sorriso no rosto de Ana Laura. Mesmo tímida e com o rosto parcialmente coberto pela máscara, a menina não escondeu a satisfação pelo reencontro com o médico que a salvou.
Ana Laura, resgatada pelo Serviço Aeromédico do Samu, pode andar novamente no helicóptero, desta vez como passageira
Um helicóptero LifeFlight está sendo avaliado em East Machias após um incidente envolvendo uma ambulância local. Foto de Sarah Craighead Dedmon
EUA – Na madrugada de segunda-feira (18), um helicóptero AW109, N901EM, da operadora LifeFlight de Mainefoi atingido por uma ambulância e provavelmente precisará de uma nova pá do rotor principal. Ninguém ficou ferido quando a ambulância tocou a pá do helicóptero.
A aeronave foi enviada para East Machias, Maine, para atender um paciente, vítima de acidente de trânsito. Por volta da meia noite, quatro pessoas ficaram feridas após o veículo onde estavam colidir com uma árvore na Halls Mills Road, em Whiting. O pouso aconteceu em um campo de atletismo da escola Washington Academy.
A ambulância se aproximou do helicóptero pousado e com os rotores parados, quando atingiu a pá do rotor principal. Outro helicóptero foi despachado para atender o paciente e o helicóptero danificado permaneceu pousado.
Segundo relatos preliminares, a equipe da ambulância e da aeronave estavam cuidando do paciente e pediram a um bombeiro voluntário de East Machias que conduzisse a ambulância até onde o helicóptero estava esperando. O bombeiro dirigiu muito perto da aeronave e acertou a pá da aeronave.
“O bombeiro também atua como despachante do Corpo de Bombeiros de Machias e tem licença para dirigir caminhões de bombeiros para o departamento e ambulâncias da cidade”, disse Bill Kitchen, Prefeito de Machias. Segundo relatos, o dano na ambulância foi mínimo.
A operadora aeromédica LifeFlight of Maine opera três helicópteros AW109 e um avião Beechcraft King Air B200. Em 2020 transportaram 2.266 pacientes e em 2019, 2.237. Desde o início do serviço em 1998, cerca de 40.000 pacientes foram transportados com segurança por via terrestre ou aérea.
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Pá do rotor principal do AW109 da operadora LifeFlight é atingida por uma ambulância em Maine, EUA
Pá do rotor principal do AW109 da operadora LifeFlight é atingida por uma ambulância em Maine, EUA
Pá do rotor principal do AW109 da operadora LifeFlight é atingida por uma ambulância em Maine, EUA
Pá do rotor principal do AW109 da operadora LifeFlight é atingida por uma ambulância em Maine, EUA
Um helicóptero LifeFlight está sendo avaliado em East Machias após um incidente envolvendo uma ambulância local. Foto de Sarah Craighead Dedmon
Some of you have probably heard that one of our LifeFlight helicopters, N901EM, had a mishap with an ambulance while picking up a patient on scene in East Machias very early Monday morning. Here are 7 important pieces of information about this story that we want everyone to know:
1. Crews from East Machias Fire Rescue, Machias Fire Rescue, Machias EMS, the Washington County Sherriff’s Office, and from other communities were called to the scene of a horrendous motor vehicle crash in the early hours of Monday morning. The professionalism they exhibited and the care they provided for all the patients involved in the accident are the most important pieces of this story.
2. The patient we were called to assist was cared for by a LifeFlight team immediately upon arrival at the landing zone, and was then safely transported to Northern Light EMMC by another LifeFlight helicopter that was already in the air at the time of the call. A third LifeFlight aircraft responded to another patient at one of the coastal hospitals. Sometimes our aircraft hopscotch around as we care for patients in many parts of the state.
3. No one was injured in the inadvertent contact between the ambulance and the helicopter’s main rotor blade. The aircraft was on the ground and not running. In the middle of the night, the lighting was not the best.
4. Out of an abundance of caution, LifeFlight’s partners at SevenBar Aviation and Leonardo Helicopters performed an extensive and detailed engineering analysis to be certain there were no other components damaged.
5. N901EM will be flown back to Bangor today and after final inspections will be returned to service with the LifeFlight teams aboard, responding to calls to care for patients across Maine.
6. No one wants an accident to happen and there’s no question they can be disruptive. But when we experience something like this, we all get back to work as quickly as we can, and most importantly learn from the experience. By working together across the emergency care system we can save lives AND build a better EMS system.
7. All of us at LifeFlight, and everyone in Maine, are eternally in the debt of the EMS and public safety first responders who are there when we need them, 24/365 and at a moment’s notice caring for their neighbors and communities. We are proud to call the EMS, Fire Rescue, and public safety teams in East Machias, Machias, Whiting, and all the surrounding towns and hospitals across Washington County, our colleagues, friends, and partners in care.
In addition to our emergency care partners, we also want to give a big shout out to the Washington County Sherriff’s Office and Washington Academy for their support, and for keeping watch over their unexpected guest.
Thomas Judge, Executive Director, LifeFlight of Maine
A Faculdade CENSUPEG lançou a segunda turma do curso de pós-graduação em Enfermagem Aeroespacial, Transporte e Resgate Aéreo na cidade do Rio de Janeiro. Os professores do curso são atuantes nos serviços aeromédicos de várias regiões do país.
Com 460 horas e 19 disciplinas, as aulas são presenciais e acontecem em um final de semana do mês, sempre aos sábados e domingos, das 08h00 às 18h00 na Barra da Tijuca, RJ. O Curso cumpre a Resolução 660/21 do COFEN, que normatiza a atuação do enfermeiro(a) na assistência do atendimento pré-hospitalar móvel e inter-hospitalar em aeronave (veículo aéreo).
A titulação de enfermeiro(a) aeroespacial segue a Resolução 625/20 do COFEN, que atualiza os procedimentos para Registro de Títulos de Pós–Graduação Lato e Stricto Sensu concedido a enfermeiros e aprova a lista das especialidades.
Com início previsto para 19/02/2022, as matrículas podem ser realizadas no link do curso da Faculdade CENSUPEG.
Força Aérea Portuguesa resgata tripulante de navio de cruzeiro a 314 Km da Ilha da Madeira
Portugal – Na terça-feira (19), o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (Marinha Portuguesa) coordenou o resgatou de um tripulante que se encontrava a bordo do navio de cruzeiro “Spirits of Discovery”, que navegava a cerca de 314 quilômetros de Porto Santo, Madeira.
Às 12H00 o alerta foi recebido dando a informação de que o quadro clínico do paciente identificava a necessidade de um resgate com extrema urgência. Para a missão foi ativado um helicóptero EH-101 Merlin da Força Aérea Portuguesa (Esquadra 751 – “Pumas”), acompanhado por um avião C-295M (Esquadra 502 – “Elefantes”).
Após ser extraído em segurança da embarcação pelo EH-101 Merlin, o tripulante, de nacionalidade britânica, foi transportado para o aeroporto do Funchal, onde aguardava uma ambulância do INEM que o encaminhou para uma unidade hospitalar.
Coube ao Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Aéreo (Lisboa) da Força Aérea e o Destacamento Aéreo de Porto Santo a condução das operações aéreas.
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Força Aérea Portuguesa resgata tripulante de navio de cruzeiro a 314 Km da Ilha da Madeira
Força Aérea Portuguesa resgata tripulante de navio de cruzeiro a 314 Km da Ilha da Madeira
GTA e bombeiros militares realizam treinamento para resgates aéreos em casos de afogamento
Paraíba – Na manhã desta terça-feira (19), o Grupamento Tático Aéreo (GTA) da Secretaria da Segurança e da Defesa Social realizou treinamento com guarda-vidas do Corpo de Bombeiros Militar na praia de Barra de Gramame, no litoral norte paraibano.
O objetivo foi preparar os profissionais para ações com os equipamentos “sling” e “puçá”, utilizados para a retirada de pessoas em situações de risco de afogamento.
De acordo com o tenente coronel Carlos Nascimento, comandante do GTA, o treinamento é uma preparação para os trabalhos da Operação Verão 2022. “Com a proximidade dessa estação e a flexibilização dos decretos, existe uma expectativa que o número de frequentadores do litoral paraibano aumente. Nesse sentido, estamos capacitando as tropas especializadas. Nesse caso, os guarda-vidas do Corpo de Bombeiros, a fim de melhor operacionalizar a prestação de serviços aos paraibanos e turistas que nos visitarem em 2022”, explicou o comandante.
“É uma parceria importante, porque com esse treinamento nós podemos diminuir o tempo-resposta e dar uma melhor qualidade ao nosso salvamento, dando mais chance de vida a quem, porventura, for resgatado”, reforçou a tenente coronel Katty Sabrina do Nascimento Silva, comandante do Batalhão de Busca e Salvamento.
Ainda segundo ela, principalmente durante os fins de semana, o Grupamento tem intensificado patrulhamentos aéreos nos litorais norte e sul da Paraíba, além da região metropolitana. O trabalho compreende também apoio a operações policiais em todo o Estado.
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GTA e bombeiros militares realizam treinamento para resgates aéreos em casos de afogamento
GTA e bombeiros militares realizam treinamento para resgates aéreos em casos de afogamento
GTA e bombeiros militares realizam treinamento para resgates aéreos em casos de afogamento
GTA e bombeiros militares realizam treinamento para resgates aéreos em casos de afogamento
Equipe aeromédica do SAMU salva garoto atropelado por micro-ônibus em Guaporema, PR
Paraná – Uma criança de 10 anos ficou gravemente ferida após um acidente de trânsito registrado na tarde desta segunda-feira (18), na avenida principal da cidade de Guaporema, noroeste do Paraná.
A Polícia Militar informou que testemunhas relataram que o menino foi atingido por um micro-ônibus ao atravessar a via de bicicleta. O veículo não conseguiu frear a tempo para evitar o atropelamento. A vítima ficou presa sob a roda dianteira do veículo promovendo lesões gravíssimas em abdome e coxas direita e esquerda.
As equipe de resgate do helicóptero do SAMU, Base Maringá, socorristas de Rondon e bombeiros de Cianorte tiveram muito trabalho para retirar a vítima do local devido a situação em cena e a gravidade das lesões.
Os operadores de suporte médico (enfermeira e médico) do helicóptero realizaram o atendimento inicial embaixo do veículo, até que o menino pudesse ser retirado com segurança. Após ser retirado, o menino precisou ser entubado pelo médico do SAMU ainda no local e estabilizado.
Em seguida foi embarcado e removido pelo helicóptero do SAMU ao Hospital Universitário de Maringá, onde passou por cirurgia. Seu estado saúde ainda é grave.
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Equipe aeromédica do SAMU salva garoto atropelado por micro-ônibus em Guaporema, PR
Equipe aeromédica do SAMU salva garoto atropelado por micro-ônibus em Guaporema, PR
Equipe aeromédica do SAMU salva garoto atropelado por micro-ônibus em Guaporema, PR
Equipe aeromédica do SAMU salva garoto atropelado por micro-ônibus em Guaporema, PR
Equipe aeromédica do SAMU salva garoto atropelado por micro-ônibus em Guaporema, PR
Equipe aeromédica do SAMU salva garoto atropelado por micro-ônibus em Guaporema, PR
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Equipe aeromédica do SAMU salva garoto atropelado por micro-ônibus em Guaporema, PR
Rio de Janeiro – O Centro de Aquisições Específicas (CAE) do Comando da Aeronáutica (Força Aérea Brasileira) publicou Pregão Eletrônico (Registro de Preço) para contratação de serviço de confecção de jaquetas e macacões de voo na cor verde.
Segundo o edital, a ausência de pessoal e estrutura adequada para a confecção de fardamentos, a terceirização da confecção foi a alternativa viável para a execução do serviço. O custo estimado da contratação é R$ 20.110.089,52 para confecção de 7.941 jaquetas e 19.704 macacões de voo.
No dia do médico, 18 de outubro, Antônio Emílio do SAMU e operador de suporte médico da CIOPAER falou sobre a alegria de exercer a medicina.
Ceará – “Voar para proteger e salvar”. É com esse lema que os profissionais da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) trabalham em prol da sociedade cearense há 26 anos.
Em suas missões aeromédicas, os pilotos, operadores aerotáticos e operadores de suporte médico (profissionais de saúde) se destacam por fornecer um suporte avançado de vida. As operações ocorrem mediante parceria entre as secretarias da Segurança e da Saúde, possibilitando a participação de médicos e enfermeiros nas equipes de voo.
Um desses servidores, o cirurgião pediátrico Antônio Emílio, é lotado no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e atua nas operações aeromédicas realizadas pela Coordenadoria. No dia do médico, 18 de outubro, Antônio falou sobre a alegria de exercer a profissão e sobre o reconhecimento das pessoas.
“É um dia que recebemos muitas felicitações e agradecimentos. Isso é muito bom. Esse reconhecimento do nosso trabalho me faz sempre refletir sobre a maneira que atuamos. Me faz refletir ainda sobre a questão humana, sobre consolar e ter empatia com os pacientes. Estaremos sempre à disposição de todos”, disse Emílio.
“Buscamos sempre melhorar a qualidade no atendimento. Hoje, com a utilização de aeronaves que possuem UTI aérea, além de equipamentos que auxiliam os médicos, fornecemos um transporte de qualidade. Isso possibilita uma atuação excelente em nossos deslocamentos aéreos. Dessa forma, otimizamos o tempo resposta das ocorrências e damos celeridade às ações”, destacou o médico do SAMU.
Em 2021, foram 158 ocorrências aeromédicas atendidas pela CIOPAER, em suas quatro bases fixas: Fortaleza, Juazeiro do Norte, Sobral e Quixadá. A coordenadoria dispõe de dez aeronaves, sendo nove helicópteros (um EC130 B4, dois AS350B2 esquilo, três Airbus EC135 e três EC145) e um avião modelo Cessna 210.
Quatro aeronaves possuem capacidade de configuração para UTI Aérea e detêm modernos equipamentos, entre eles, incubadora para transporte de recém-nascido, ventilador pulmonar, bombas de infusão, entre outros.
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No dia do médico, 18 de outubro, Antônio Emílio do SAMU e operador de suporte médico da CIOPAER falou sobre a alegria de exercer a medicina.
No dia do médico, 18 de outubro, Antônio Emílio do SAMU e operador de suporte médico da CIOPAER falou sobre a alegria de exercer a medicina.
No dia do médico, 18 de outubro, Antônio Emílio do SAMU e operador de suporte médico da CIOPAER falou sobre a alegria de exercer a medicina.
Paraná – Na terça-feira (19), a Prefeitura e Londrina realizou vistoria nas obras de construção da nova sede integrada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), na avenida Dez de Dezembro, próxima ao Terminal Rodoviário de Londrina.
A parte estrutural do prédio novo, que terá um piso térreo e mais três andares, está praticamente pronta, sendo que os trabalhos agora são para a implantação dos elementos internos necessários. A cobertura já foi concluída, assim como a base estrutural hidráulica, de tubulações e elétrica, e os reservatórios de água e de incêndio. Uma antena de transmissão, com mais de 40 metros de altura, já foi instalada.
A nova sede abrange estacionamento para a frota de ambulância, heliponto de atendimento aeromédico, alojamento, refeitório, recepção, banheiros com acessibilidade, sala do Complexo Regulador de Urgência, sala de rádio, salas de coordenação médica e enfermagem, salas administrativas e de reuniões, salas de treinamento, auditório e salas de apoio, entre outros espaços.
A área do heliponto, aos fundos do piso térreo, está em fase de acabamentos para receber o concreto armado. O cercamento dos fundos da sede, em muro palito, está cerca de 95% construído.
A edificação está sendo realizada em um terreno com área total de 4.716 m², e a obra terá metragem de 2.057,63 m², com 1.670 m² de área construída e reforma de mais 430 m².
Com as obras, o SAMU ganhará uma sede centralizada, ampliada e moderna. Os serviços atualmente são distribuídos em endereços diferentes e a construção da nova sede permitirá agilizar e qualificar ainda mais os processos de trabalho.
Hoje, a regional do SAMU de Londrina, inaugurada em 2004, atende uma abrangência de 21 municípios, que totalizam cerca de um milhão de habitantes.
A Prefeitura e o Governo do Estado estão investindo cerca de R$ 4,5 milhões para realizar as obras, em execução pela empresa MTX Construções Ltda. A previsão de entrega é para dezembro de 2021.
Ao longo da carreira como piloto dos helicópteros Águia da Polícia Militar de São Paulo tive a oportunidade de realizar, ao lado de médicos e enfermeiros, centenas de resgates de homens, mulheres e crianças feridas.
Foram vítimas de soterramentos, quedas de laje, choques elétricos, queimaduras, acidentes automobilísticos, afogamentos, ferimentos por armas de fogo ou facas, picadas por cobras ou vítimas de parada cardiorrespiratória. Uma infinidade de causas, locais diversos, urbanos e rurais, onde todas as pessoas precisavam de ajuda e clamavam por socorro.
Minha missão era pilotar, mas era a equipe de saúde que estava ali que iria salvar aquela vida. O olhar direto para a vítima, o toque, a velocidade do diagnóstico e um único pensamento: vou tentar salvá-la. Muitas vezes conseguiam, outras não. Eram momentos de alegria ou de tristeza, mas todos com o sentimento de dever cumprido.
Hoje, 18 de outubro, em homenagem à São Lucas, que também foi médico e um dos discípulos de São Paulo, é comemorado o Dia do Médico. Pessoas abnegadas e prontas para salvar vidas. Nesse exato momento existe um médico ou uma médica tentando salvar a vida de uma pessoa enferma.
Na quarta-feira, dia 20 de outubro, às 19h30, Paulo Sergio Merino, Professor de Educação Física e Coronel da Polícia Militar de São Paulo, será o protagonista de live sobre “A importância da preparação física para atuar em operações de resgate“. Será uma conversa com Eduardo Beni, editor do Portal Resgate Aeromédico.
Merino é mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de São Paulo, mestre em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Públicas, pós-graduado em Treinamento para Cardiopatas e Grupos Especiais pelas Faculdades Metropolitanas Unida, pós-graduado em Treinamento Desportivo pelas Faculdades Metropolitanas Unidas e formado em Educação Física pela Escola de Educação Física da Polícia Militar de São Paulo
Além disso, possui cursos de Formação de Pesquisador em Ciências do Esporte, Preparação Desportiva em Alto Nível, em Moscou, Rússia e de Fisiologia do Exercício na Escola Paulista de Medicina.
A live será transmitida simultaneamente nos canais do Resgate Aeromédico no YouTube e no Facebook.
Santa Catarina – Na tarde de sexta-feira (15), equipe do helicóptero Águia 07 do Batalhão de Aviação da Polícia Militar foi acionada para atendimento de uma vítima com parada cardiorrespiratória na Praia do Buraco, em Balneário Camboriú.
Um homem de aproximadamente 35 anos, saiu para nadar sozinho e foi avistado por populares com dificuldade para sair da água. Uma guarnição do Corpo de Bombeiros conseguiu tirá-lo do mar com auxílio de uma moto aquática e iniciaram a reanimação cardiopulmonar (RCP).
O Águia 07 da PM chegou ao local com uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e prosseguiram com o atendimento da vítima. Após alguns minutos de procedimentos, a vítima voltou a respirar e foi conduzida de helicóptero ao hospital Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú, SC.
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Águia 07, bombeiros e equipe do SAMU resgatam banhista na Praia do Buraco, em Balneário Camboriú
Águia 07, bombeiros e equipe do SAMU resgatam banhista na Praia do Buraco, em Balneário Camboriú
Marinha do Brasil realiza Curso Especial de Tripulante Aéreo de Resgate para Busca e Salvamento
O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) da Marinha do Brasil realizou o primeiro Curso Especial de Tripulante Aéreo de Resgate para Busca e Salvamento (C-Esp-TAR-SAR).
O curso capacitou militares para atividades de Busca e Salvamento (SAR) a partir de aeronaves e apresentou elevado grau de dificuldade. Foram 51 candidatos e apenas 21 passaram no processo seletivo. Ao final, somente sete militares foram aprovados como Tripulante Aéreo de Resgate (TAR).
O curso foi dividido em 3 fases. A primeira consistiu na adaptação, onde os alunos foram submetidos a intensa capacitação física para a atividade SAR. Na segunda fase, conhecida como fase técnica, os alunos realizaram salvamento aéreo aquático, operações com guincho na água; salvamento em altura; atendimento pré-hospitalar para operadores SAR; e instruções sobre equipamentos de apoio, operações com aeronaves, sobrevivência, busca marítima e terrestre.
Esta fase contou com o apoio do Grupamento de Operações Aérea (GOA) do CBMERJ e do Centro de Medicina Operativa da Marinha. Também foram realizadas visitas técnicas no SALVAMAR Brasil, no 3º/8ºGAv da FAB (Esquadrão Puma), no Instituto Médico Legal e no CIAvEX.
Na terceira fase, ou fase operacional, os alunos colocaram em prática os conhecimentos adquiridos por meio de exercícios de busca em ambiente de selva, pernoite isolado, planejamento e execução de missão SAR, salvamento de múltiplas vítimas e recolhimento utilizando os métodos de extração.
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Marinha do Brasil realiza Curso Especial de Tripulante Aéreo de Resgate para Busca e Salvamento
Marinha do Brasil realiza Curso Especial de Tripulante Aéreo de Resgate para Busca e Salvamento
Forças Armadas de Nova Caledônia realiza evacuação aeromédica de pacientes com COVID-19
França – No dia 14 de outubro, as Forças Armadas da Nova Caledônia (FANC) realizaram operação de evacuação aeromédica de paciente com COVID-19 do hospital North Koné para o hospital territorial Gaston-Bourret, em Dumbéa.
Nova Caledônia é um território francês que abrange dezenas de ilhas no sul do Oceano Pacífico. O arquipélago fica entre a Austrália e a Nova Zelândia. A operação foi realizada pela Base Aérea 186, em duas fases: uma viagem de avião de Koné até o Aeroporto Internacional de La Tontouta e em seguida embarcaram o paciente em um helicóptero Puma que seguiu para o centro hospitalar.
Forças Armadas de Nova Caledônia realiza evacuação aeromédica de pacientes com COVID-19
A bordo da aeronave, uma equipe médica do Serviço de Saúde das Forças Armadas (SSA) prestou atendimento aos pacientes, junto com equipe do SAMU de Nova Caledônia. Segundo o Ministério da Defesa, para o transporte foi necessária a coordenação entre as tripulações do Esquadrão 52 de Transporte, o pessoal médico militar e a equipe do SAMU.
No sábado, 25 de setembro de 2021, também realizaram uma evacuação aeromédica de oito pacientes com COVID-19, do Centro Hospitalar do Norte de Koné para Centro Hospitalar Territorial de Nouméa (Médipôle).
Conduzida em coordenação com o SAMU de Nova Caledônia, essa operação envolveu duas equipes médicas do Departamento de Saúde da FANC, um avião Casa e um helicóptero Puma da Base Aérea 186.
Evacuação aeromédica de oito pacientes com COVID-19.
Transporte entre ilhas
Na noite de 26 de setembro de 2021, as equipes realizaram a evacuação aeromédica de paciente do arquipélago de Bélep para o hospital territorial Gaston-Bourret, em Dumbéa. Um helicóptero PUMA da Base Aérea 186 realizou a evacuação, que durou cerca de cinco horas.
Como as equipes territoriais do SAMU estão sendo muito solicitadas pela crise do COVID-19, a FANC também empregou uma equipe médica do Serviço de Saúde das Forças Armadas (SSA).
Em 2020, as Forças Armadas de Nova Caledônia, que conta com 1.450 militares, participaram de 08 evacuações aeromédicas com helicóptero e uma com o avião, 4 operações de resgate marítimo e 5 combates a incêndios florestais.
O 2º Congresso Aeromédico Brasileiro (CONAER) aconteceu entre os dias 20 e 23 de Setembro de 2021 por meio da plataforma Doity Play. O evento on-line foi gravado e agora está disponível para os inscritos que não puderam assistir todo o evento e também para aqueles que não realizaram sua inscrição, mas que pretendem assistir ao 2º CONAER.
Os inscritos no CONAER que não puderam acompanhar o evento poderão assistir GRATUITAMENTE.
SOLICITE O CUPOM pelo e-mail contato@resgateaeromedico.com.br.
Além das participações nacionais com temas relacionados à biossegurança, ECMO, regulamentação, luto, COVID-19, procedimentos operacionais, capacitação, regulação médica, segurança de voo, aconteceram palestras internacionais do Serviço Aeromédico da Noruega, da DRF Luftrettung da Alemanha e da Força Aérea de Portugal.
O valor para novos inscritos é de R$ 150,00. Para os que já estavam inscritos no 2º CONAER, a inscrição é gratuita e o participante precisará solicitar um CUPOM pelo e-mail: contato@resgateaeromedico.com.br.
No momento da inscrição, o participante terá 10 dias corridos para assistir ao evento on-line gravado. O material em PDF das apresentações e dos trabalhos, autorizados para divulgação, estarão disponíveis aos inscritos.
Para associados da www.abraero.com.br ou www.sbma.org.brhá descontos especiais. As pessoas credenciadas no evento receberão CERTIFICADO com carga horária de 25 horas-aula.
Portugal – O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) assinaram no dia 4 de outubro, na sede do INEM, em Lisboa, a revisão do Acordo de Cooperação estabelecido entre estas entidades na área da emergência médica pré-hospitalar.
A Liga dos Bombeiros Portugueses é a Confederação das Associações e Corpos de Bombeiros de qualquer natureza, voluntárias ou profissionais, e o acordo regula os diversos protocolos com o INEM, bem como a constituição de Postos de Emergência Médica (PEM) e de Postos Reserva (PR), incluindo o financiamento desta atividade, conforme determina o Orçamento de Estado para 2021.
A revisão do acordo implica ainda na adequação dos subsídios atribuídos ao INEM e aos seus parceiros no Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM), ajustando-os à realidade atual das entidades, às exigências decorrentes da prestação de socorro e ao contexto do país.
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Portugal tem novo acordo de cooperação para os serviços de atendimento pré-hospitalar
Portugal tem novo acordo de cooperação para os serviços de atendimento pré-hospitalar
No total, o INEM estima um aumento das transferências correntes para os Corpos de Bombeiros na ordem dos 30%. De acordo com a LBP, cerca de 90% de todo o serviço de emergência pré-hospitalar em Portugal é feito pelos bombeiros.
Com esta revisão do modelo de financiamento, cuja última atualização tinha sido efetuada em 2012, o Presidente do Conselho Diretivo do INEM, Luís Meira, considera que o Instituto “vai realizar um esforço muito significativo no sentido de valorizar e reconhecer o relevante papel dos Corpos de Bombeiros no âmbito da emergência médica pré-hospitalar, assegurando atualmente uma parte muito significativa da resposta do SIEM.
Para Luís Meira, os Corpos de Bombeiros constituem, com as Equipes das Ambulâncias de Emergência Médica do INEM, a primeira linha de resposta de emergência pré-hospitalar em cada concelho de Portugal Continental, assumindo-se como parceiros fundamentais deste sistema.
Este Protocolo para Duarte da Costa, Presidente da ANEPC, repõe um justo e desejável reforço à sustentação financeira das Associações Humanitárias dos Corpos de Bombeiros, reconhecendo o profissionalismo e capacidade técnica dos Bombeiros Voluntários.
Foto: PEDRO NUNES
Foi quase um ano de negociações entre a ANEPC, o INEM e a LBP. Jaime Marta Soares, Presidente da LBP, reconhece que “este acordo ainda não é o ideal, contudo, é o possível para definir novas regras e compensações que cubram pelo menos os custos diretos suportados pelos Bombeiros na prestação do serviço de emergência pré-hospitalar em todo o território continental.
O acordo anterior há muitos anos não era atualizado, obrigando os bombeiros a suportar boa parte dos custos do socorro sem ressarcimento pela sua prestação. O período pandêmico contribuiu para o aumento dos custos, uma vez que são os Bombeiros que garantem a esmagadora maioria dos serviços de transporte de pacientes com COVID-19.
A nova tabela de pagamentos será definida em despacho conjunto das áreas da Saúde e da Administração Interna. Em 2017, o INEM, a LBP e a ANEPC assinaram um memorando de entendimento que permitiu a implementação de um novo modelo de ambulância de socorro e de renovação desta frota.
As ambulâncias passaram a ser adquiridas diretamente pelos Corpos de Bombeiros, garantindo a coparticipação nas despesas de manutenção e contratação de seguros.
Por via deste memorando de entendimento, foi possível ao INEM criar 53 novos PEM e a renovação de 190 ambulâncias operadas pelos parceiros no SIEM.
Atualmente, o INEM conta com 372 Ambulâncias de Socorro que constituem PEM (359 operadas por Corpos de Bombeiros e 13 operadas por Delegações da Cruz Vermelha Portuguesa – CVP) e 117 que constituem Posto Reserva (72 operadas por Corpos de Bombeiros e 45 operadas por Delegações da CVP).
Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Itália – Entre os dias 20 e 24 de setembro de 2021 foi realizado exercício de busca e salvamento denominado “GRIFONE 21” no Sul da Sardenha, em área perto de Monte Linas, ilha italiana situada no mar Mediterrâneo.
O “GRIFONE” é um exercício internacional e interdepartamental planejado e conduzido anualmente pela Força Aérea Italiana como parte do SAR.MED.OCC internacional. (SAR do Mediterrâneo Ocidental).
Equipes envolvidas simularam missões de resgate de tripulantes desaparecidos em acidente aéreo, em operações de catástrofes, bem como nas mais variadas capacidades da complexa cadeia de Busca e Salvamento (Search and rescue – SAR).
O trabalho foi realizado pelo Centro de Coordenação de Resgate do Comando de Operações Aeroespaciais (AOC), em colaboração com o Corpo Nacional de Resgate Alpino e Espeleológico (CNSAS) da Sardenha, que coordenou as numerosas equipes formadas por elementos do Centro de Adestramento Alpino e da Brigada Alpina Taurinense (Exército Italiano), dos Fuzileiros Aéreos, do Socorro Alpino da Guardia di Finanza e do Corpo de Vigilância Florestal e Ambiental e Proteção Civil.
Além das equipes terrestres, helicópteros da Força Aérea Italiana (um HH-139A e dois TH-500), do Exército Italiano (BH-412), da Guarda Costeira – Marinha (um AW139), da Arma dos Carabineiros (AW109 Nexus), da Guardia di Finanza (AW139 e AW169), da Polícia Estadual (um AW139) e do Corpo de Bombeiros (um AW139) participaram do exercício. Também foi utilizado um EC-145 da AREUS (Agenzia Regionale Emergenza Urgenza Sardegna).
Eles voaram em 100 missões, para um total de cerca de 48 horas de voo, incluindo voos noturnos, transportando 65 equipes de helicóptero. Durante os dias de treinamento foram realizadas diversas missões, como embarque e desembarque das equipes de solo, resgate por meio de guincho e transporte de pessoal.
O uso de macas, missões noturnas, emprego de cães nas buscas de pessoas desaparecidas, tornaram o treinamento ainda mais realista e desafiador. A presença de observadores estrangeiros de 11 nações confirmou o caráter internacional do evento.
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Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Grifone21 - Força Aérea Italiana organiza exercício de busca e salvamento internacional na Sardenha. Foto: Força Aérea Italiana.
Os paramédicos do Corpo de Bombeiros de Houston se preparam para transportar uma mulher soropositiva para Covid-19 a um hospital no mês passado.Arquivo de John Moore / Getty Images
EUA – A escassez induzida pela pandemia de “técnicos médicos de emergência – EMT” e “paramédicos” nos Estados Unidos é tão terrível que os prestadores de serviços de ambulância alertam sobre cortes bruscos nos serviços e maior espera nas ligações para o 911 – mesmo quando é uma questão de vida ou morte.
As empresas tiveram que fechar, consolidar ou criar novas estratégias para atender chamadas, disse o presidente da American Ambulance Association (AAA), Shawn Baird, que acrescentou que simplesmente não há pessoal de EMS (Emergency Medical Service) suficiente para atender às chamadas em muitas partes do país, especialmente durante a pandemia.
A perda de pessoal devido ao esgotamento em razão da pandemia e baixos salários criou um ciclo vicioso, exigindo maior dependência dos trabalhadores que permaneceram. A situação se deteriorou a tal ponto que nos últimos meses os serviços de ambulância e líderes do setor estão implorando ao Congresso e às legislaturas estaduais que ajudem.
“A magnitude realmente explodiu nos últimos meses”, disse Baird. “Quando você pega um sistema que já era frágil e o estica, porque você não tem gente suficiente entrando no campo, você joga uma emergência de saúde pública e todos os encargos adicionais que isso representa para nossa força de trabalho e também para a mão de obra escassa, e isso realmente nos colocou em um modo de crise. ”
É uma crise que dificultou a contratação e ainda mais a retenção de paramédicos, de acordo com uma pesquisa da AAA com 258 organizações de EMS em todo o país. Em 2020, quase um terço da força de trabalho deixou sua empresa de ambulância depois de menos de um ano, disse a pesquisa. 11% saíram nos primeiros três meses.
Os paramédicos do Corpo de Bombeiros de Houston se preparam para transportar uma mulher soropositiva para Covid-19 a um hospital no mês passado.Arquivo de John Moore / Getty Images
“É quase impossível de controlar”, disse Ken Cummings, que lidera o EMS do Tri-Hospital em Port Huron, Michigan. “Não acho que nenhum provedor de EMS queira sair em público e dizer que seu serviço pode ser interrompido, mas a realidade é que, devido à situação de força de trabalho extremamente baixa agora, vamos começar a ver atrasos. Já estou vendo isso em todo o país agora.”
Cummings disse que tem atualmente 10 vagas, cerca de 10% de sua força de trabalho. Está pagando o dobro de horas extras para preencher a lacuna deixada por essas posições vazias, mas isso aumentou a média de trabalho semanal de seus paramédicos em pelo menos oito horas.
A quantidade de dinheiro que ele está pagando em horas extras também está se tornando insustentável e seus funcionários estão perdendo o interesse no dinheiro extra. “Estamos gastando dinheiro hoje que esperamos receber amanhã, para ser honesto com você”, disse ele. “Não é uma solução de longo prazo.”
Há cerca de 1.000 vagas abertas de EMS somente em Michigan, disse Cummings. A boa notícia para Cummings é que ele tem muitos alunos que se formarão no programa de paramédicos no próximo ano, mas a rotatividade é constante. A legislatura controlada pelos republicanos e a governadora Gretchen Whitmer, uma democrata, também concordaram em alocar US$ 12,9 milhões do orçamento do estado para aumentar as taxas de reembolso.
Mas isso não desacelerou a rotatividade no emprego. Entre os técnicos médicos de emergência (EMT) em tempo integral, 47% relataram em 2020 que o motivo da saída foi para uma mudança de carreira ou ocupação, de acordo com a pesquisa. Esse número é de 45% entre os paramédicos.
“Em minha experiência com a administração de um serviço EMS, vi mais do que alguns funcionários entrarem no setor e irem embora em seis meses”, disse Judd Smith, diretor do programa da Texas EMS School em Abilene. “Vou ver as pessoas trabalhando por três semanas e depois passar para a próxima coisa.”
O declínio no Texas foi particularmente substancial. Em meados de agosto, apenas 27% dos profissionais de EMS licenciados haviam enviado um registro de atendimento ao paciente, de acordo com o Departamento de Serviços de Saúde do Estado do Texas, o que significa que mais de 70% dos EMTs licenciados do Texas não trabalharam em uma ambulância nos primeiros oito meses do ano. Isso representa uma queda significativa dos 43% dos paramédicos que enviaram relatórios em 2020 e dos 45% que o fizeram em 2019.
As circunstâncias levaram a Associação Americana de Ambulâncias e a Associação Nacional de Técnicos de Emergência Médica (EMT) a enviar uma carta ao Congresso na semana passada, pressionando por uma audiência para tratar do déficit e pedindo mais financiamento para aumentar os salários.
A carta advertia que “o sistema EMS de nosso país está enfrentando uma escassez de força de trabalho paralisante, um problema de longo prazo que vem crescendo há mais de uma década. Ele ameaça minar nossa infraestrutura de emergência 911 e merece atenção urgente por parte do Congresso.”
Serviços de emergências médicas dos EUA alertam sobre escassez de mão-de-obra prejudicando o sistema 911.
‘Estamos com hemorragia’
A pandemia piorou um grave problema de trabalho. A disseminação do vírus, a frequência das ligações, a preocupação com uma possível infecção e as salvaguardas necessárias que o pessoal de emergência deve adotar para se proteger criaram um estresse adicional que fez com que muitos deixassem o campo, disseram os provedores.
Sua saída, então, aumentou a necessidade daqueles que permanecem trabalharem horas extras, pressionando ainda mais para deixar o serviço. A emergência de saúde em todo o Estados Unidos também fez com que muitos cursos de paramédico e EMT fossem encerrados, o que significa que há uma escassez de alunos entrando no setor.
“Não estamos mais sangrando – estamos com hemorragia”, disse Gary Wadaga, que opera a ambulância da baía na Península Superior de Michigan.
As empresas de ambulância enfrentaram anos de desafios de força de trabalho que prejudicaram sua capacidade de responder às chamadas rapidamente, mas a situação está piorando.
No ano passado, como um serviço de ambulâncias fechou ao sul da área de serviço de sua empresa, Wadaga teve que ocupar mais 100 milhas quadradas de território. Agora ele cobre 1.500 milhas quadradas e recebe cerca de 1.000 ligações por ano com seis posições de paramédico.
O problema é que ele não conseguiu preencher duas vagas e tem mais dois funcionários de licença, deixando ele e uma outra pessoa para responder a todas as chamadas de emergência.
“Não vejo isso tão ruim há 41 anos e você não pode simplesmente deixar isso de lado”, disse Wadaga, acrescentando que as crescentes demandas do trabalho lhe causaram grande ansiedade. “Você quer estar lá para sua comunidade, mas o fato de que um dia não teremos gente suficiente me incomoda absolutamente.”
As empresas de ambulância costumavam se dar ao luxo de considerar os candidatos, mas isso parece ser um conceito do passado. Agora, as empresas estão recrutando ativamente e até perseguindo os funcionários umas das outras, porque o número de trabalhadores qualificados é muito pequeno.
“No geral, é roubar Peter para pagar Paul”, disse Baird, “porque toda comunidade precisa dessas pessoas.”
Uma espiral de morte?
Wadaga e outros operadores de serviços de ambulância disseram que a pandemia aumentou a perversidade de uma escassez de mão de obra e colocou o sistema médico de emergência do país em risco em uma “espiral mortal” da qual seria difícil sair.
As solicitações salariais de uma força de trabalho cada vez menor estão ficando mais altas à medida que os salários permanecem estagnados. O salário médio de 2020 para paramédicos e EMT foi de $ 36.650 por ano ou $ 17,62 por hora, de acordo com o Bureau of Labor Statistics. Isso representa um aumento de cerca de 7,5% desde 2011.
Os defensores disseram que os salários não correspondem mais às exigências do trabalho.
“Quando você é um provedor de EMS colocando sua vida em risco e entrando em ambientes fechados com pacientes infecciosos e pode ganhar mais dinheiro trabalhando em um depósito da Amazon, torna-se realmente difícil reter pessoas”, disse Robert Luckritz, que atua como presidente do Comitê de Força de Trabalho EMS da Associação Nacional de Técnicos de Emergência Médica.
Mas não é apenas o trabalho de varejo e depósito que está chamando. Luckritz disse que os hospitais que enfrentam a escassez de profissionais de saúde e enfermagem às vezes estão recrutando paramédicos e EMT, prometendo salários mais altos, melhores horários e maiores benefícios.
Esse é um problema que Luckritz e seus colegas estão tentando resolver, mas é um desafio. Eles precisam de mais dinheiro para contratar mais pessoas, mas as taxas das empresas de ambulância são estabelecidas por seguradoras e pelo governo quando se trata de Medicare e Medicaid, que contribuem para a grande maioria das ligações, disse Luckritz.
“Ao contrário de muitas outras indústrias em todo o país, não somos capazes de aumentar nossos preços – nossos preços são definidos pelo governo”, disse ele. “Portanto, como o reembolso não acompanha nossos custos, fica muito difícil para nós competir pela força de trabalho.”
O temor é que, se o país não enfrentar esses problemas agora, eles não serão solucionáveis no futuro. Baird, o presidente da AAA, disse que se as coisas caírem demais, “não podemos fazer com que as pessoas entrem em campo porque parece muito assustador”. “Temos que reverter isso”, disse ele.
Um ponto positivo é que os programas de EMS online, como o Texas EMS School da Smith, estão vendo um interesse maior – embora haja um declínio nas matrículas em programas tradicionais em todo o país.
O número de inscrições para o programa EMT, que pode ser concluído em 10 a 18 semanas por meio de uma combinação de cursos online e prática clínica e experiência de campo, saltou de 495 candidatos em 2019 para 1.469 em 2021.
Os empregos certamente estão lá esperando por eles na formatura.
“Não conheço nenhum de nossos alunos que não seja contratado na primeira semana após a obtenção da licença”, disse Smith. “Tivemos até um grande número deles sendo contratados antes mesmo de receberem a certificação, então eles começam a trabalhar assim que terminam.”
Serviços de emergências médicas dos EUA alertam sobre escassez de mão-de-obra prejudicando o sistema 911.
Global Medical Response encomenda 21 novos helicópteros Airbus
EUA – A Global Medical Response (GMR) adicionará um total de 21 helicópteros Airbus das famílias H125, H130 e H135 à sua crescente frota aeromédica, com opção para incluir até 23 helicópteros adicionais, trazendo o potencial total de pedidos de até 44 helicópteros.
A GMR é uma organização líder no setor de serviços de transportes aéreos e terrestres de pacientes, bombeiros comunitários, soluções integradas de saúde e resposta a desastres, com mais de 38.000 funcionários e é uma das maiores operadoras de helicópteros Airbus.
Em 2020 transportaram mais de 125.000 pacientes. Este último pedido será adicionado à frota atual de Airbus da GMR de quase 133 helicópteros. Só nos últimos 18 meses, a GMR recebeu 15 helicópteros Airbus.
Global Medical Response encomenda 21 novos helicópteros Airbus
“A missão aeromédica exige altas taxas de disponibilidade. O H125 e o H130 definem o padrão no segmento monomotor, e o H135 se destacou no segmento bimotor graças ao seu desempenho confiável e consistente nesta missão ”, disse Romain Trapp, presidente da Airbus Helicopters, Inc. e chefe da região da América do Norte.
A Airbus Helicopters é o fornecedor líder de helicópteros para a indústria de transporte aeromédico, fornecendo cerca de 55% dos 2.600 helicópteros EMS que voam no mundo hoje.
Mais da metade de todos os novos helicópteros aeromédicos vendidos na última década nos Estados Unidos foram produzidos pela Airbus. O H125 e o H130 são referência para missões de ambulância aérea monomotor, principalmente no mercado norte-americano, e o H135 é líder de mercado em serviços médicos de emergência (EMS).
Global Medical Response encomenda 21 novos helicópteros Airbus.
Ceará – A Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) realizou transporte aeromédico noturno de duas vítimas de um acidente automobilístico, ocorrido na segunda-feira (4), no município de Icó. A ação possibilitou o encaminhamento das vítimas até uma unidade hospitalar do Cariri, em um único voo de 35 minutos.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU Ceará) e da CIOPAER foram acionadas após uma ocorrência de capotamento no município. As duas vítimas, dois homens de 38 e 28 anos, que estavam em estado grave, receberam os primeiros atendimentos no local.
Devido a gravidade dos ferimentos a equipe do helicóptero Fênix 7 (EC145) da CIOPAER foi para a cidade, realizando o pouso em um campo de futebol. As vítimas foram levadas de ambulância até o local e depois de estabilizadas foram embarcadas e transportadas de helicóptero para o Hospital Regional do Cariri, em Juazeiro do Norte.
Heliponto do Hospital Estadual de Urgência e Emergência ‘São Lucas’ contabiliza 30 pousos desde sua inauguração
Espírito Santo – O Hospital Estadual de Urgência e Emergência São Lucas conta com um novo heliponto elevado, único da Grande Vitória, apropriado para pousos e decolagens de helicóptero e pronto para receber pacientes. Desde o início de sua atividade, em julho deste ano, os helicópteros Núcleo de Operações e Transportes Aéreo (Notaer) pousaram 30 vezes levando pacientes graves.
Para o diretor técnico da unidade hospitalar, Alexandre Bittencourt, a agilidade no primeiro atendimento merece destaque. “Na realidade do trauma e da emergência temos a chamada ‘hora de ouro’, que é aquela hora inicial de atendimento em que as chances de salvar o paciente são maiores. Com a possibilidade do transporte aéreo, ampliamos a possibilidade de cuidar com mais eficiência. É uma ferramenta importante também para o caso das transferências de pacientes críticos e resgates em locais difíceis”, disse.
Heliponto do Hospital Estadual de Urgência e Emergência ‘São Lucas’ contabiliza 30 pousos desde sua inauguração
Com a inauguração do heliponto, as operações de transporte e de resgate aeromédico realizadas pelo Notaer, em parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), obtiveram um ganho considerável que se traduz, principalmente, na diminuição do tempo-resposta de cada operação aeromédica, ao mesmo tempo em que representa para cada vítima maior conforto na remoção.
“Em suma, cada paciente removido de qualquer parte do Espírito Santo para o São Lucas conta hoje com um atendimento ainda mais rápido, mais seguro e bem direcionado”, explicou o secretário Chefe da Casa Militar, coronel PM Jocarly Martins de Aguiar Júnior.
Já o chefe do Notaer, major PM Sérgio Luiz Anechini, reforçou a importância do local para ampliar a segurança dos salvamentos e remoções aéreas e exaltou a estrutura moderna do heliponto e o bom trabalho de toda a equipe do hospital.
“Ter essa possibilidade representa uma maior segurança para as operações da aeronave, com pouso em local cadastrado e totalmente controlado e ainda segurança e discrição no trato com os pacientes. A agilidade e a presteza da equipe médica da unidade hospitalar são perceptíveis, complementando de maneira ímpar a atuação de excelência dos servidores do SAMU”, afirmou o major.
Heliponto do Hospital Estadual de Urgência e Emergência ‘São Lucas’ contabiliza 30 pousos desde sua inauguração