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Pilotos de Goiás realizam treinamento na Academia da AgustaWestland Filadélfia/EUA

O Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar e Polícia Civil do Estado de Goiás enviaram pilotos das suas respectivas Corporações para participar, entre os dias 23 e 27 de julho, de um curso ministrado em inglês na Academia de Treinamento da Agusta Westland Philadelphia Corporation, nos Estados Unidos.

O curso foi oferecido de forma gratuita ao Estado pela Academia Agusta Westland. Participaram os oficiais Tenente Coronel HOFMANN Gomes Rodrigues, Major PM RICARDO MENDES e o delegado Andre GANGA da Policia Civil que realizaram os seguintes cursos:

1 – Reciclagem de Ground School para pilotos da aeronave AW119
2 – Reciclagem de voo para pilotos da aeronave AW119
3 – Voo de emergência: Auto-rotação completa na aeronave AW119.

Na oportunidade, além da parte teórica em sala de aula, foram realizadas diversas manobras no helicóptero AW119 – KOALA da Academia de Treinamento da Agusta Westland, simulando panes nos diversos sistemas, tais como:

1 – Panes do Sistema Hidráulico;
2 – Panes no helipilot – SAS 1 e 2;
3 – Panes de pedais, e
4 – Autorrotações com fechamento de manete de potência e pouso corrido.

O curso foi de suma importância para os pilotos, capacitando-os para as circunstâncias des panes em helicópteros, permitindo a ação imediata, segura e eficiente por parte dos pilotos, sendo o diferencial para sobrevida da tripulação e passageiros além da preservação do helicóptero.

Fonte: CBM/GO.

Operação Ágata faz mais de 2 mil abordagens na região de fronteira

Quarenta homens e 14 viaturas da Polícia Militar do Paraná, com apoio de um helicóptero do Graer (Grupamento Aeropolicial de Resgate Aéreo), participam desde segunda-feira da Operação Ágata 5, que o Ministério da Defesa realiza na região de fronteira do Brasil com a Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia. O objetivo da operação, que envolve cerca de 10 mil militares e civis, é fiscalizar e reprimir crimes. No primeiro dia, a PM abordou e revistou 2088 pessoas e 763 veículos.

A operação integrada abrange uma área de quase 3,9 mil quilômetros, ao longo de toda a linha de fronteira que se estende desde o Chuí, no extremo sul do País, até o município de Corumbá, no Mato Grosso.

No Paraná, as ações integradas com o Exército, Marinha e Aeronáutica, serão realizadas em 83 municípios da região Oeste do Estado. A operação conta com cinco bases de apoio localizadas no Batalhão de Fronteira de Marechal Cândido Rondon (02), no 14° Batalhão de Foz do Iguaçu, no 19° Batalhão de Santa Helena e no 21° Batalhão de Francisco Beltrão. “Dessas bases partirão as ações de abordagem, identificação e fiscalização de material ilícito”, disse o major Erich Osternack, comandante do 1° Batalhão de Fronteira.

O coronel Celso Luiz Borges Júnior, responsável pelo 5° Comando Regional da Polícia Militar e pelo planejamento da participação do efetivo da PM na operação, afirmou que todos os bloqueios e abordagens terão a presença de policiais militares. “A partir do momento que começamos a trabalhar de forma integrada conseguimos encontrar soluções com maior facilidade, dando a resposta que a comunidade quer de forma mais rápida e eficiente” afirmou.

ESTRUTURA – Somente no Batalhão de Fronteira foram formados dois grupamentos, com quatro viaturas e 16 policiais que atuarão na Operação Ágata. O major Erick destacou que as barreiras e bloqueios que estão sendo realizados têm caráter preventivo, pois a simples presença da força ofensiva na região já coíbe ações ilícitas.

O tenente-coronel Walter Henrique Amaral de Deus, do 33º Batalhão de Infantaria do Exército, situado em Cascavel, afirmou que é de extrema importância a participação dos efetivos locais nas operações. “O Paraná é o Estado onde temos o maior apoio das forças policiais e órgãos de fiscalização. Isso produz efeitos imediatos na redução da sensação de insegurança e no acesso facilitado dos efetivos às comunidades”, afirmou.

A Operação Ágata 5 acontece sob a coordenação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), com participação de efetivos da Marinha, Exército e Aeronáutica, oito ministérios, 20 agências reguladoras e entidades federais, estaduais e municipais. As ações fazem parte do Plano Estratégico de Fronteiras (PEF), lançado em junho de 2011 pelo governo federal, e vão abranger toda a fronteira do estado do Paraná e municípios das regiões Oeste, Sudeste e Noroeste.

O objetivo principal da operação deflagrada pelo Ministério da Defesa é intensificar a fiscalização em toda a região de fronteira. Segundo o tenente-coronel Élcio Rodrigues da Silva Júnior, chefe do Estado Maior da 15ª Brigada de Infantaria do Exército, em Cascavel, somente no Paraná serão utilizados os efetivos de nove quartéis com mais de 1,1 mil soldados, cem viaturas e seis embarcações.

Além das ações focadas na apreensão de explosivos, a Operação vai atuar no bloqueio de rodovias, no patrulhamento de rios e riachos e em todo o espaço aéreo da região. A intenção é reduzir a incidência do tráfico de drogas e armas e do contrabando de animais e produtos importados. A previsão é de que as operações sejam realizadas durante um período de sessenta dias.

OPERAÇÃO ÁGATA – A quinta edição da Operação retoma a série de ações de caráter pontual que as Forças Armadas têm empreendido ao longo dos 16.880 quilômetros de fronteira com os 10 países sul-americanos. Iniciado em junho, o planejamento da operação militar exigiu uma série de reuniões para detalhar os locais que contarão com a fiscalização mais efetiva. Por isso o Ministério da Defesa optou pelo patrulhamento na região de fronteira dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

O plano envolve a coordenação das Forças Armadas em dois setores: Comando Militar do Sul (CMS), com sede em Porto Alegre (RS), e Comando Militar do Oeste (CMO), sediado em Campo Grande (MS). Participam também das operações as polícias Federal, Rodoviária Federal, Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), Receita Federal, Instituto Chico Mendes (ICMBio), Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Agência Nacional do Petróleo (ANP), IBAMA e órgãos de fiscalização dos quatro estados onde acontecem as operações.

AÇÕES CÍVICAS – Além do combate aos crimes na área de fronteira, as Forças Armadas, com o apoio de organismos dos governos federal, estaduais e municipais, vão desenvolver ações cívico-sociais. Conhecidas como Aciso, elas abrangem a atuação de médicos e profissionais de saúde dedicados ao atendimento de populações carentes e o fornecimento de medicamentos aos moradores das cidades vizinhas.

A Operação deve ser concluída na segunda quinzena de agosto, com a desmobilização dos setores envolvidos na fiscalização. Em seguida, conforme prevê o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF), o Ministério da Justiça entra com a Operação Sentinela, que também tem por finalidade seguir no combate aos crimes nas fronteiras dos países sul-americanos.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Treinamento é prioridade no CIOpAer do Acre

O serviço de aviação de segurança pública tem-se mostrado indispensável para os estados da federação. A rapidez e eficiência desses serviços contribuem para a efetiva aplicação da segurança pública e defesa civil nas unidades federadas. A premência dos treinamentos enseja empenho e dedicação integral daqueles que pilotam e operam os equipamentos dentro do Helicóptero do estado do Acre, o Harpia 01.

Durante todo mês de julho o Centro Integrado passou por treinamentos específicos de atualização e aperfeiçoamento das operações embarcadas.

A instrução de Tiro Embarcado foi a que mais ganhou destaque entre os treinos. Com a utilização de diversificadas modalidades de tiros e atentando para a total segurança nas operações todos os tripulantes passaram pelo aperfeiçoamento com pleno aproveitamento dos ensinamentos.

Os instrutores são do próprio CIOpAer/Acre que dispõe de profissionais especializados em diversas áreas tanto policial quanto de defesa civil.

Todos os pilotos que concorrem à escala participaram da atividade que serviu de treino em operações policial. Os integrantes reviram todos os procedimentos com armamento dentro da aeronave, desde a manutenção do equipamento até o tiro propriamente dito.

Os comandantes do Harpia 01 Major PM Negreiros e Major BM Albuquerque destacaram o profissionalismo dos instrutores e a dedicação dos pilotos e tripulantes: “a união e a dedicação de cada integrante do CIOpAer/Acre promovem o oferecimento de um melhor serviço à sociedade” comentaram os comandantes.

Durante todo ano várias atividades foram desenvolvidas pelo Ciopaer/Acre como a instrução de Rapel da Aeronave e também segurança de voo. Diversos treinos ainda complementarão o calendário de atividades do Cioaper/Acre, entre elas atendimento pré-hospitalar – APH, e salvamento aquático.

Fonte e fotos: CIOPAer/AC.

Helibras lança Clube do Piloto e promove curso de formação em Curitiba

Depois de comemorar o lançamento do Clube do Piloto em São Paulo e no Rio de Janeiro, a Helibras promoveu uma festa para os pilotos da região de Curitiba, no dia 1º de agosto.

As principais ações do Clube estão contidas num portal, destinado exclusivamente para comandantes de qualquer tipo de helicóptero e que tem por objetivo estimular a troca de experiências e de informações entre profissionais de aviação.

Durante a semana de lançamento na região sul, o Clube do Piloto realizou um Ground School, voltado ao modelo EC120, para 10 pilotos do Paraná e de Santa Catarina.

Este curso é destinado à formação específica nesta aeronave, para que o piloto conheça o modelo e possa operá-lo.  As aulas foram ministradas pelo centro de treinamento da Helibras.

“Esta é uma das ações previstas pelo portal, que ainda vai disponibilizar outras oportunidades de formação e atividades, conforme o interesse dos pilotos cadastrados”, explica Carla Metne, gerente de marketing da Helibras e coordenadora do projeto.

CADASTRO – Para participar do Clube do Piloto, é necessário que o profissional cadastre-se no site, acessando-o em www.clubedopiloto.helibras.com.br ou pelo site da Helibras, informando o código de identificação na Anac. Após análise, o piloto terá acesso a um conteúdo exclusivo: concursos culturais, espaço para debates e oportunidades de cursos de especialização.

Fonte: Convergência Comunicação Estratégica.

Helicóptero da Polícia Inglesa resgata turista que sofria de Parkinson

Oficiais da Unidade de Operações Aéreas da Polícia Inglesa foram fundamentais no resgate de uma turista, na última segunda-feira (06/08), em Mel Tor, local próximo de Ashburton, no Reino Unido.

A polícia foi alertada por volta das 17h30, quando um membro do grupo pediu socorro, alertando que um dos seus amigos, que sofre de Parkinson, havia perdido o movimento das pernas e não conseguia voltar para o carro.

Uma ambulância foi enviada junto com um helicóptero que, quando chegaram no local, encontraram a turista cerca de 400m longe do carro, em um terreno acidentado e bem estreito.

A turista, que tem 53 anos, mora na cidade de Bath, também no Reino Unido, foi levada para a casa sem ferimentos graves.

Fonte: This is Exeter

RS e SC assinam termo de cooperação técnica para operações e capacitação de pilotos

Em Florianópolis, na manhã do dia 7/08, o Comandante Geral da Brigada Militar, Cel Sergio Roberto de Abreu, assinou o termo de cooperação técnica entre os Estado do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, por intermédio das secretarias estaduais da Segurança Pública, para formação e capacitação de oficiais pilotos.

O ato aconteceu no quartel do Comando Geral da PM com a presença do secretário da Segurança Pública de Santa Catarina, César Augusto Grubba; Comandante Geral da Polícia Militar de Santa Catarina, Coronel PM Nazareno Marcineiro e o Coronel Sérgio Roberto de Abreu, Comandante Geral da Brigada Militar, além dos oficiais das Unidade Aéreas dos dois Estados, Ten Cel Carlos Alberto Luvizetto Selistre pelo BAvBM, Ten Cel Luiz Henrique de Abreu Teodoro pelo BAPM/SC e o Maj Fabricio José Breyer Gonçalves pelo CFAer.

Expressando uma parceria que já é uma realidade desde 2008, quando as duas corporações atuaram em conjunto no socorro e atendimento às vítimas das calamidades registradas no estado de Santa Catarina, ou mesmo pela troca de experiências mútuas ao longo do tempo.

Com a formalização deste termo de cooperação serão incrementadas ações operacionais aéreas como apoio, formação e aperfeiçoamento aeronáutico de oficiais pilotos integrantes dos dois Estados.

A assinatura do convênio também permitirá, entre outras ações, intercâmbio de conhecimento e capacitação para horas-voo de pilotos de asa fixa e asa rotativa das unidades de aviação.

Fotos: Divulgação.

CENIPA divulga DIVOP sobre problemas no rotor de cauda do AS350

O CENIPA, através do SERIPA II, emitiu o DIVOP Nº 02/2012 em 02/08/12, referente a incidente grave ocorrido com helicóptero, modelo AS-350B3, fabricante Eurocopter France, ocorrido em 21/07 em Barro Duro-PI.

Durante voo a aeronave apresentou vibração moderada nos pedais do comando do rotor de cauda e, em seguida, a vibração aumentou de intensidade e ocorreu forte barulho e vibração na cabine de comando, logo após, o piloto realizou pouso de emergência em campo de futebol.

A aeronave sofreu danos leves e os ocupantes saíram ilesos. Como a maioria dos operadores da Aviação de Segurança Pública operam helicópteros da família Esquilo, este DIVOP é importante como forma de aumentar o ciclo de prevenção de Acidentes e Incidentes Aeronáuticos.


Confira o DIVOP Nº 02/2012


Mecânico de aeronave é técnico mais bem pago

Levantamento feito pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostra que, em diversos Estados brasileiros, um diploma de ensino técnico já vale mais do que um certificado de conclusão de curso universitário.

O levantamento, ao qual a Folha teve acesso com exclusividade, identificou as 21 profissões técnicas mais valorizadas do Brasil, resultado da demanda da indústria por mão de obra especializada. Lideram a lista manutenção em aeronaves, mineração, mecatrônica, construção civil e petróleo e gás.

SALÁRIOS DE ATÉ R$ 7.000

Os salários médios de admissão variam de R$ 1.500 a R$ 2.500. Após dez anos de experiência, oscilam entre R$ 3.600 e R$ 7.000.

A experiência do baiano Roman Pinto, 35, sintetiza a valorização dos técnicos. “Sou graduado em história, mas precisava me inserir logo no mercado. Em 2010, formei-me como técnico em edificações e agora ganho mais e trabalho menos”, disse à Folha, ao revelar seu salário atual: R$ 3.400.

Em São Paulo, um trabalhador com a mesma formação de Roman Pinto, só que com dez anos de experiência, tem salário médio superior ao de um engenheiro ou um farmacêutico com mesmo tempo de atuação na área.

No Estado, a procura maior da indústria é por projetistas e técnicos em manutenção, com remunerações iniciais em torno de R$ 4.100 e R$ 3.500, respectivamente. Os números da CNI trazem os 18 Estados onde o trabalhador técnico está em alta. O levantamento foi feito nas unidades do Senai e com base em dados oficiais do Ministério do Trabalho.

Em Pernambuco, um soldador recém-formado pode ganhar mais do que um médico que acabou de desembarcar na profissão. Em Minas, um técnico das especialidades mais valorizadas exibe um contracheque mais gordo que um advogado ou veterinário iniciante.

FORMAÇÃO

Além dos salários competitivos, conta a favor da formação técnica a possibilidade de entrar mais cedo no mercado de trabalho. Nas contas da confederação, um aluno faz um curso técnico em 18 a 24 meses. Já na faculdade, o prazo, em geral, é de quatro anos.

“Há dois prédios, um do curso técnico e outro do universitário. No primeiro, você não precisa chegar ao último andar para começar a trabalhar. No segundo, você só entra no mercado quando atingir o topo”, comparou Rafael Lucchesi, diretor da CNI.

“Não estou pregando contra a educação formal, só que o ensino técnico foca na construção de projetos pessoais e na rápida integração do aluno no mercado de trabalho.” Em 2011, o governo federal lançou o programa Pronatec justamente para capacitar, com bolsas de estudo, jovens do ensino médio a atender às demandas da economia.

Hoje, há 882 mil trabalhadores com diploma técnico no país. O setor criou 36 mil postos de trabalho de abril de 2011 a março deste ano. O resultado só não foi melhor porque a indústria tem sofrido com o câmbio valorizado e com a desaceleração da economia doméstica.

Em países desenvolvidos, os cursos técnicos de nível médio são escolhidos por cerca de 50% dos estudantes, segundo dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) fornecidos pela CNI.

“Os europeus têm uma forte puxada para o ensino técnico, e boa parte da transformação econômica da Coreia do Sul também vem daí”, argumenta Lucchesi.

Fonte: Folha de São Paulo, por Natuza Nery de Brasília.

Águia localiza veículos em canavial

A equipe de tripulantes do helicóptero Águia da Base de Radiopatrulha Aérea de Piracicaba, interior de São Paulo, localizou um Pálio Weekend e um Siena, ambos de Campinas, na manhã do dia 06/08, num canavial próximo ao entroncamento das rodovias Deputado Lércio Corte (SP-147/Limeira-Piracicaba) com a Luís Ometto (SP-306/Iracemápolis-Santa Bárbara D’Oeste).

Os veículos, de acordo com o grupamento, tinham sido roubados, no mês passado, em Campinas. Ambos estavam parcialmente desmanchados. Os PMs, tripulantes do Águia, que participaram da ocorrência foram o capitão Gherardi, o primeiro tenente Luiz, o primeiro sargento Toledo e o soldado Edmar.

Fonte: Gazeta de Limeira.

Helicóptero faz pouso de emergência em cima de colchões em San Antonio, Texas/USA

Um helicóptero aeromédico, com a metade de seu trem de pouso faltando, realizou um pouso suave em cima de três colchões, durante um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de San Antonio, Texas, para onde a aeronave foi desviada, após ter atingido uma torre de celular na madrugada de domingo (06/08/12).

Por volta de 03h30, um helicóptero da PHI Air Medical do hospital St Joseph, transportando um paciente e três membros da tripulação atingiu uma torre de celular, perto da rodovia Interstate 35 e Binz-Engleman Road, danificando um de seus esquis, disse o porta-voz da PHI Brad Deutser.

De acordo com a polícia de San Antonio, o impacto ocorreu próximo ao destino do helicóptero, o San Antonio Militar Medical Center. A aeronave foi direcionada para o aeroporto, onde os bombeiros de San Antonio, sob a direção do Capitão Kevin Campbell foram incumbidos de auxiliar o pouso do helicóptero danificado.


Campbell disse que o piloto, comunicando-se através da torre de controle do aeroporto, perguntou se os bombeiros não teriam alguma coisa para colocar sob o helicóptero para que ele pudesse pousar.

“Ele sabia que se ele pousasse, ele poderia quebrar “, disse Campbell. “Ele sugeriu colchões, e eu disse ao Engine 23 para pegar três ou quatro colchões do dormitório. Também trouxemos pesos da nossa sala de musculação para manter os colchões presos ao solo. “

Campbell disse que a aeronave pairou por um curto período de tempo sobre o espaço entre duas pistas de taxiamento, mas o piloto estava preocupado que ele ia ficar sem combustível.

“Foi um curto período de tensão”, disse Campbell, “mas nós empilhamos os colchões e colocamos 4 pesos de 45 libras cada e ele pousou em cima. Funcionou muito bem. “

Deutser disse que todas as quatro pessoas a bordo do helicóptero – um paciente e três tripulantes que viajam de Bryan para o San Antonio Military Medical Center – ficaram ilesos no desembarque. Um helicóptero da Airlife então levou o paciente e um paramédico do voo da aeronave PHI para o SAMMC, completando a missão.

“Foi uma ação extraordinária, houve um grande foco e grande habilidade por parte da tripulação, bem como pessoal de terra, para garantir um pouso seguro”, disse Deutser. “Algumas pessoas realmente talentosas fizeram isso acontecer.”

O porta-voz da Federal Aviation Administration, Lynn Lunsford, disse que usar colchões no pouso de emergência é “o que você chamaria de pensamento rápido.” A FAA está agora investigando o que causou o acidente, disse ele, acrescentando que a investigação irá determinar se a torre de celular tinha iluminação adequada e qual a altitude a que o helicóptero estava viajando.

A aeronave, um Bell 407 de propriedade da PHI, está permanentemente baseado no Centro de Saúde Regional St. Joseph. De acordo com um comunicado da imprensa, as duas entidades firmara uma parceria no ano passado para o transporte aéreo médico.

“Há muito que não sabemos”, disse Deutser “, mas não houve feridos, e essa é a parte mais importante.”

Campbell disse que nunca tinha ouvido falar do uso de colchões na aterrissagem de um helicóptero em emergência.

“Isso era tudo que tínhamos, e ficamos contentes que funcionou”, disse ele. “Mas não, eu não penso que eu queira fazer isso de novo.”

Fonte: Aviação PRF (www.mysanantonio.com)

Tradução: W.Pimenta – DOA/DPRF.

Conheça o Departamento de Aviação Policial da cidade de Perris/EUA

Do seu hangar no leste de Perris, pilotos do “Riverside County Sheriff Department’s aviation unit patrols”, vão em busca de crianças desaparecidas e adultos, em busca de atividade criminosa e pessoas suspeitas, proporcionando uma inigualável observação de bairros, escolas, estradas e empresas, através dos “olhos-no-céu”.

A unidade de aviação fornece um elemento vital nos serviços de segurança pública da cidade, que incluem unidades terrestres de patrulha, mergulhadores, patrulhas montadas e especialistas forenses, todos localizados em Perris.

O vereador de Perris, Mark Yarbrough, recentemente voou em um dos cinco helicópteros do departamento para aprender, em primeira mão, sobre a unidade de aviação, obter um olhar de perto dos desafios enfrentados diariamente no ar e expressar o apoio contínuo da cidade para o espectro dos serviços prestados.

“O dinheiro é bem gasto”, disse Yarbrough, após desembarcar do helicóptero, após uma hora de voo com os pilotos policiais Michael Calhoun e Bashta Eric. “Nós temos que nos certificar de que nossos policiais têm todas as ferramentas disponíveis necessárias para manter os nossos moradores mais seguros possível. Esta é uma dessas ferramentas. Temos que ter certeza que estamos mantendo as mesmas.”

Os gastos com a segurança pública da cidade representam a maior parcela do orçamento de Perris. Os departamentos de Polícia e Bombeiros, representam quase 15,9 milhões de dólares dos 26,06 milhões dos fundos gerais. Com isso, os crimes em Perris diminuíram mais de 20% nos últimos cinco anos.

Voando em um helicóptero, os políticos puderam ver até 16 policiais em solo. As Tripulações gastam até seis ou sete horas cada turno voando, acumulando centenas de milhas por dia.

A unidade de “Sheriff’s aviation” é localizada no aeroporto de Hemet-Ryan, cerca de cinco minutos, por via aérea, do leste da cidade. De lá, os policiais do esquadrão aéreo sobrevoam  todo  o Condado de Riverside, de Corona a Blythe. Durante o turno de serviço, os policiais do helicóptero podem ser chamados para ajudar na busca de um carro roubado, apoiar um policial em um local remoto, combater roubos e vandalismo, ou procurar uma criança desaparecida ou pacientes de Alzheimer.

“Eu sei de muitas ocasiões em que nossas aeronaves têm ajudado na cena do crime, nas investigações, perseguições policiais, apreensões, prisão de suspeitos e operações de busca e salvamento”, disse Hill. “Por ter um helicóptero em cena, temos que aprimorar os policiais e a segurança pública, proporcionando um poderoso combate contra a atividade ilegal. Nossa unidade de aviação é um trunfo para os esforços do departamento de polícia de prevenção da criminalidade dentro da cidade de Perris. “

Os helicópteros possuem uma câmera infravermelha para detectar suspeitos que fogem à noite. Um holofote de 33 milhões de velas também ajuda a localizar pessoas no escuro. Um dos equipamentos de bordo pode tirar fotos e enviá-las através de um transmissor de downlink para oficiais no terreno, ideal para auxiliar em chamadas sobre suspeitos quando as unidades terrestres não podem ter um quadro completo de possíveis esconderijos.

Caminhantes perdidos e feridos são uma chamada comum. Em um ano, os helicópteros ajudaram na localização de 57 caminhantes.

Os helicópteros policiais também fazem uso de binóculos estabilizados capazes de compensar as vibrações inerentes ao voo, ajudando os policiais na leitura de placas de veículos.

O trabalho traz riscos que não são encontrados por patrulhas terrestres. Um único pássaro pode danificar ou derrubar um helicóptero. Pipas podem causar muitos danos ao helicóptero. Aviões de controle remoto lançados a partir de pistas curtas também representam perigo, bem como torres de rádio e de telefonia celular. De vez em quando, um suspeito pode até atirar em um helicóptero.

O xerife Andy Rasmussen disse que a utilização de aeronave na segurança pública remonta da década de 40. Durante décadas, a unidade era pequena, muitas vezes constituída por um único piloto que voava por algumas horas. Na década de 90, os helicópteros foram introduzidos. Hoje a frota do departamento conta com cinco helicópteros e um avião Cessna e 17 funcionários.

O processo para formar um piloto de helicóptero experiente é longo, levando cerca de cinco anos, desde o início do treinamento. Alguns dos pilotos policiais serviu no exército, mas todos ganharam as suas licenças de aviação através de escolas de voo civis, disse Rasmussen.

Os pilotos Calhoun e Bashta serviram nas Forças Armadas, Calhoun com os fuzileiros navais e Bashta no 2o Regimento de  Cavalaria Blindado na primeira Guerra do Golfo.

Durante o voo com Mark Yarbrough, vereador de Perris, a equipe encontrou várias plantações de maconha em quintais cercados por cercas de madeira. Algumas plantações de maconha são produzidas por defensores da maconha medicinal, outros estão sob o controle dos cartéis de drogas. As informações foram passadas para especialistas do departamentos de droga.

O helicóptero também sobrevoou o Complexo Esportivo Big League Dreams, a Câmara Municipal de Perris e Escola Perris, proporcionando a deslumbrante aparência aérea desses espaços. Eles também sobrevoaram uma viatura que efetuava a busca de um veículo abandonado em Lake Elsinore. O helicóptero circulava o local na busca da van, que estava escondida em uma pista de terra camuflada por árvores, aguardando a chegada da viatura.

Foi um sobrevoo de rotina, mas os helicópteros foram chamados para localizar veículos em alta velocidade, localizar ladrões de automóveis, vândalos e oferecer apoio aos policiais chamados para locais ermos à noite.

Rasmussen disse que os pilotos são policiais em primeiro lugar e pilotos e observadores aéreos em segundo lugar. “Você pode ensinar um policial ser um piloto, mas você não pode ensinar um piloto ser um policial”, disse ele.

Bashta e Calhoun disseram que seu trabalho proporcionam-lhes um “escritório” com uma vista sem igual.

“Eu queria voar helicópteros desde que eu era um garoto”, disse Bashta. “Este é um sonho. A vista é fenomenal. “

Bashta e Calhoun dizem que gostam da ideia de que suas funções lhes permitem proteger o público e seus colegas, fornecendo cobertura aérea. Eles dizem, por vezes, que os criminosos vão simplesmente desistir ao invés de tentar fugir ou se esconder. Eles dizem que muitas vezes os helicópteros fazem os bandidos desistirem da perseguição.

“Eu realmente adoro vir trabalhar todas as manhãs”, disse Calhoun. “Nós mantemos nossos rapazes no chão seguros e encontramos crianças perdidas. Eu sou um policial e um piloto de helicóptero. “

Fonte: City Of Perris


Nota do site: Perris é uma cidade no Condado de Riverside, sul da Califórnia, EUA. No censo de 2010, a população da cidade era 68.386 habitantes e tem uma área total de 31,5 quilômetros quadrados.

A Renda per capita é de 11.912 dólares, que inclui todos os adultos e crianças. A renda familiar média é de 37.961 dólares. Perris gasta com suas escolas públicas cerca de 5.042 dólares por aluno. A despesa média nas escolas nos EUA é $ 6.058. Há cerca de 21 alunos por professor em Perris. Fonte: Cidade de Perris.


Por quem os sinos dobram?

NÁDIA TEBICHERANE

Dias atrás, ouvia notícias de aviões e helicópteros que haviam caído. Acidentes com várias mortes, gente ferida. De modo geral, acidentes sempre me tocam muito, mas um avião e especialmente um helicóptero quando cai me levam a um cantinho onde sempre guardei o medo enorme de que aquelas notícias fossem comigo, fossem com ele. Sei que todas as casadas com pilotos sabem do cantinho que estou falando.

Penso, no entanto, que tudo isso é muito maior do que o nosso cantinho. Lembrei de um livro que li chamado “Por quem os sinos dobram?” escrito por Ernest Heminway.

Ele dizia: “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra. A morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram, eles dobram por ti.“

Acho que já sonhei com isso em outras crônicas que escrevi nesse site, mas não custa sonhar mais uma vez que cada homem deveria importa-se mais com a vida e a morte do outro e lembrar que embora tudo nos leve a pensar o contrário, nós não estamos sozinhos por aqui.

Ele trabalha no ar, no mar e na terra

Policial militar desde 1989, capitão Wolney se tornou um atleta reconhecido no mundo inteiro, e tudo isso no exercício da sua profissão. Esqueça aquela imagem do policial correndo atrás do bandido. Para este aqui, o lugar de trabalho fica nas alturas. Nem o céu é o limite para o capitão Wolney Anderson, integrante do Grupamento Áereo da Polícia Militar da Bahia.

Há 12 anos atuando como paraquedista do Comando de Policiamento Especializado (CPE), Wolney se tornou um atleta dos ares. É recordista das principais competições de salto de paraquedas, realizadas mundo afora.

O último torneio do qual ele participou aconteceu no início deste mês, em Fortaleza, para bater um recorde nordestino, desenhando uma estrela com 30 paraquedistas.

Em 2011, com a mesma perfomance, quebrou o recorde internacional, em parceria com outros 101 paraquedistas, no Arizona, nos Estados Unidos. Para ele, é “um sentimento de prazer e apreensão”, porque ele trabalha para salvar vidas e ainda é um esportista.

Aos 40 anos, o capitão afirma que o segredo é fazer um treinamento constante, “o que nos leva a proficiência e traz a segurança necessária para realizar os saltos”. Em sua atuação de policial-atleta, capitão Wolney acumula algumas histórias, como o salvamento de cinco pessoas, em um prédio em chamas na Baixa de Sapateiros. “As condições eram extremamente perigosas, voamos próximo ao terraço do prédio, no meio da fumaça e do fogo. Um militar desceu fazendo rapel, com a corda amarrada ao helicóptero”, conta o policial, que além de paraquedista é o piloto do helicóptero do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia.

Vocação familiar

Atuação está no sangue, Wolney Anderson não é o único policial militar que acumula a função de paraquedista. Nem mesmo na sua família. Parece ser um dom, passado pelas gerações.  O pai dele, o coronel Barata, e os dois irmãos, Claudiney e Juliano, ambos com a patente de capitão, também atuam como paraquedista militares. “Os saltos mais memoráveis são os que estou acompanhado de amigos e familiares.

Meu pai e os dois irmãos são paraquedistas e minha irmã Karine já fez dois saltos-duplos, acompanhada por um paraquedista experiente”, conta cheio de orgulho o atleta, que não esconde o amor pela profissão e pela atividade que desenvolve. “Saltar é a mistura de dever e prazer”, resume o capitão.

Esporte das antigas

Considerado radical e praticado por homens jovens em sua maioria, o paraquedismo é um esporte muito antigo. De acordo com o site da Confederação Brasileira de Paraquedismo, os primeiros registros da prática são de 1306, quando acrobatas chineses se atiravam de muralhas e torres empunhando um dispositivo semelhante a um grande guarda-chuva que amortecia a chegada ao solo.

Em 1808, pela primeira vez, o paraquedas foi usado como um instrumento de salva-vidas, quando o polonês Kuparenko utilizou-o para saltar de um balão em chamas. As primeiras escolas começaram a surgir pelo mundo em 1930. No Brasil, um ano depois.

Por Maíra Azevedo – redacao@jornalmassa.com.br. Jornal Massa.

Fotos: divulgação Capitão Wolney.

CNJ entrega aviões que pertenciam a traficantes para uso de tribunais estaduais de Justiça

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entregou hoje (30) 16 aviões para auxiliar o trabalho de juízes em 11 estados. Segundo o juiz corregedor auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça do CNJ, Marlos Melek, a maior parte das aeronaves pertencia a traficantes.

Os estados que vão receber os aviões são: Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Piauí, Bahia, Rondônia e Tocantins. Eles foram escolhidos para receber as aeronaves por causa das dificuldades de deslocamento enfrentadas pelos juízes. Todas elas estavam em péssimas condições de uso e passaram por uma revisão completa para voltar ao uso.

“Nós convidamos os juízes das causas para que entregassem os aviões ao CNJ e usamos uma visão sistêmica nacional para podermos entregar esses aviões aos tribunais. Eles vão operar as aeronaves com a Polícia Militar para combater o crime organizado”, disse. Ele informou ainda que os aviões serão usados de forma compartilhada entre os tribunais.

As aeronaves serão usadas no transporte de juízes para fiscalizar as varas nos estados. Hoje, a fiscalização é feita de carro, o que pode exigir uma viagem de até quatro dias para se chegar a uma cidade no interior de um estado. Com os aviões, o juiz pode ir e voltar no mesmo dia.

Melek disse ainda que uma das aeronaves será usada pelo Corpo Militar de Bombeiros de Mato Grosso do Sul e será equipada com uma unidade de terapia intensiva (UTI). “Esse avião começa a voar no dia 21 de agosto e vai transportar pacientes em estado de UTI. É um convênio entre o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Corpo Militar de Bombeiros de Mato Grosso do Sul”.

“Estamos fazendo com que esses aviões que serviam ao tráfico, sirvam à Justiça”, disse a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon. Ela informou que o CNJ está trabalhando com diversos órgãos em âmbito federal e estadual. “Acho que os órgãos públicos precisam estar unidos, ter objetivos comuns. Dessa forma ficamos mais fortes para combater o crime organizado”.

A ministra comparou o julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), previsto para começar na próxima quinta-feira (2), ao do ex-presidente Fernando Collor. “Acho que este [do mensalão] é do mesmo nível”, afirmou.

Mensalão foi o nome dado no curso dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correios a suposto esquema de compra de votos de parlamentares pelo Executivo, no primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O STF julgará 38 réus que constam dos autos do processo, entre eles José Dirceu, então ministro da Casa Civil.

 

Fonte: Agência Brasil

Relatório Final do acidente com HB350B, PT-HMM, aponta falha no motor

CENIPA publicou Relatório Final sobre acidente com a aeronave PT-HMM, um helicóptero modelo HB-350B, ocorrido em 19/09/2006, classificado como falha do motor em voo.

A aeronave decolou do pátio da aviação geral do Aeródromo Pinto Martins, em Fortaleza, CE (SBFZ), às 06h26min, com um piloto e três passageiros a bordo, com destino ao município de Baturité, CE.

Aproximadamente 10 minutos após a decolagem, ao cruzar o município de Guaiúba, o piloto percebeu uma repentina perda de potência e iniciou uma autorrotação para pouso em emergência.

A aproximação foi feita para um local não preparado, nos fundos de uma propriedade particular. O piloto e os três passageiros sofreram lesões graves e a aeronave teve danos de grande monta e sua recuperação foi considerada economicamente inviável.

Segundo o que ficou apurado pela investigação, a aeronave apresentava um problema crônico de lubrificação, com histórico de limalha e trocas do rolamento G3 do motor Arriel 1. Essa situação agravou-se quando a aeronave passou a ser operada sem a devida manutenção preventiva diária, em local de atmosfera salina e foi submetida a uma revisão executada de forma deficiente.


Relatório Final – PT-HMM


Fonte: CENIPA

Polícia do Estado de Maryland (EUA) receberá mais três AW139

A empresa AgustaWestland anunciou que o Comando de Polícia Aérea do Estado de Maryland, EUA, adquiriu mais três helicópteros AW139. Estes helicópteros serão utilizados para busca e salvamento, emergência médica e missões de segurança interna.

Esta aquisição segue um contrato inicial de seis AW139 firmado em 2010. Os novos AW139 da Polícia de Maryland apresentam a cabine mais espaçosa disponível no mercado com um desing Medevac. A cabine AW139 é 57% maior do que os helicópteros Dauphin que estão sendo substituidos.

Os primeiros seis AW139s da Polícia do Estado de Maryland estão em produção na fábrica da AgustaWestland na Filadélfia, Pensilvânia. Os primeiros helicópteros serão entregues à Polícia do Estado de Maryland, no segundo semestre de 2012, conforme cronograma contratual.

“A equipe da AgustaWestland na Filadélfia tem o orgulho de fabricar helicópteros de última geração para a Polícia do Estado de Maryland. Esta ordem adicional de três helicopteros AW139, reforça o compromisso dos clientes a nossa empresa e aos nossos produtos”, disse Robert Brant, vice-presidente de Vendas e Marketing. “Com a significativa redução de custos ao longo do ciclo de vida do programa, a frota nova AW139 é um grande investimento para o Estado de Maryland.”

O Comando Aéreo da Polícia do Estado de Maryland irá se beneficiar com a capacidade oferecida pelo AW139 nas missões de busca e salvamento, emergência médica e missões de segurança interna.

O AW139 é um helicóptero multimissão de sucesso na América do Norte, na U.S. Customs and Border Protection, Los Angeles Fire Department, New Jersey State Police e outros operadores de resgate na América do Norte.

A segurança, economia, desempenho e capacidades do AW139, tornou-o uma das aeronaves mais vendidas no mundo. A AgustaWestland continua expandindo sua unidade de produção na Filadélfia, Pensilvânia. A instalação da Filadélfia é o lar da produção mundial da plataforma AW119KE, além da produção do AW139 e das conclusões finais da plataforma AW109 Power e GrandNew.

Com convenientes serviços de navios “roll-on/roll-off” no Terminal Marítimo de Dundalk Baltimore e sua proximidade com a  fábrica na Filadélfia, a AgustaWestland recebe, rotineiramente, helicópteros montados e componentes de helicópteros. Os negócios da AgustaWestland realizados através do Porto de Baltimore gera um impacto econômico direto para o Estado de Maryland.

Fonte: AgustaWestland

AW119Ke Koala se beneficiará de novo pacote de aviônicos

AW119 KE. Foto: Leonardo.

A AgustaWestland está testando um novo ajuste de aviônicos para o monoturbina AW119Ke Koala. O sistema, chamado de “Painel da Cabine de Nova Geração”, integra o conjunto de aviônicos Garmin’s G1000H à aeronave. Testes estão sendo realizados e a certificação é esperada para o final deste ano.

A escolha do Garmin é muito solicitada pelo cliente. Os novos painéis removeram dez instrumentos do painel da aeronave e o resultado é uma cabine muito mais livre, declarou Robert Brant, VP de vendas e marketing da AgustaWestland em Filadélfia.

As primeiras aeronaves a beneficiar-se da nova cabine serão os Koalas da Lifeflight Network com a configuração EMS, a qual adquiriu 15 Kolas para operações EMS no noroeste dos EUA.

A empresa não decidiu se os aviônicos estarão sujeitos a uma atualização no caso dos AW119Ke que se encontram em serviço ou do antigo modelo A119 Koala. O acordo entre a Lifeflight e a AW para a cabine foi assinado na Heli-Expo em Fevereiro.

A produção do AW119 prossegue na Filadélfia com cerca de 20 a 30 modelos saindo da linha de produção a cada ano. A aeronave com a nova cabine deverá debutar na convenção AMTC EMS, que será realizada em Seattle no mês de outubro.

Fonte: Shephard.

Resgate Aeromédico visita o Batalhão de Operações Aéreas do CBM de SC

No mês de junho de 2012, tivemos a grata satisfação de realizar uma visita ao Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina (BOA), e assim retribuir as visitas virtuais de seus integrantes no site Resgate Aeromédico.

O BOA foi criado em 02/02/2010, através do Decreto Estadual Nº 2966, com a competência de realizar operações aéreas de busca e salvamento e missões afetas aos bombeiros e defesa civil em todo o território catarinense.

O Batalhão é comandado atualmente pelo Ten Cel Edupércio, e conta com um efetivo de 3 comandantes de aeronaves, 7 copilotos, 1 médico de bordo, 22 tripulantes operacionais, 4 bombeiros de apoio solo, 2 mecânicos de aeronaves e outros 3 em formação.

O serviço de atendimento aeromédico é prestado pelo Batalhão em conjunto com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU-SAMU), com uma experiente equipe em suporte avançado de vida aeroespacial, composta por 9 médicos e 9 enfermeiros.

Quando de sua criação, o Batalhão iniciou sua operação com uma aeronave locada da empresa Helisul Táxi Aéreo, modelo Esquilo HB 350 B, prefixo PT-HLU, ano de fabricação 1982, com um planejamento de operação de 30 a 40 horas/mês, num valor total contratado para 120 hs de R$ 476.400,00.

O BOA e sua aeronave, designada “Arcanjo 01”, mostrou seu potencial junto a sociedade catarinense e no primeiro mês de operação atendeu cerca de 70 ocorrências, sendo a maioria delas de acidentes de trânsito.

Este trabalho desempenhado ao longo de dois anos com a utilização da aeronave locada possibilitou a justificativa para efetuar gestões a fim de incorporar uma aeronave própria ao patrimônio do BOA.

Assim, em 09 de março de 2012, o BOA/SAMU-SC recebia sua primeira aeronave própria, o novo “Arcanjo 01”, um helicóptero AS350B2, prefixo PR-HGR, ano 2003.

A aeronave teve um valor total de investimento de R$ 4.250.000,00, sendo R$ 2.500.000,00 oriundos da Secretaria de Estado da Saúde e R$ 1.750.000,00 do Fundo de Melhoria do Corpo de Bombeiros Militar, a qual também arcará com o custeio da aeronave (combustível, seguro e manutenção), perfazendo assim partes  iguais de investimento.

Conhecendo o “Arcanjo 01”

Apesar de usada (ano 2003), a aeronave, originalmente pertencente à Los Angeles County Sheriff’s Department – LASD, foi adquirida com um pacote bem completo de equipamentos, de dar inveja aos atuais padrões brasileiros de aeronaves de segurança pública.

Veja abaixo as fotos dos equipamentos instalados no Arcanjo 01:

Equipamentos dos BOA/SAMU-SC

Pela característica regional, o BOA/SAMU mantém sua aeronave praticamente configurada para qualquer tipo de ocorrência de emergência, como resgate aeromédico e salvamento aquático, e preparada, para em poucos minutos, ser reconfigurada para atendimento de outros tipos de ocorrência, como combate a incêndio, salvamento terrestre, plataforma de observação, etc.

Detalhe interessante a ser observado são os equipamentos operacionais e de apoio utilizados pelo BOA, como sling de salvamento, sistemas de ancoragem, coletes multiuso com flutuador de emergência e sistema HEED (Helicopter Emergency Egress Dispositve) incorporado e confeccionado em material antichama, sistemas de oxigênio portátil, desencarcerador portátil, caminhão de abastecimento com capacidade de 3.000 l, entre outros.

Veja abaixo as fotos dos equipamentos utilizados na operação pelo BOA/SAMU-SC:

Mesmo sendo uma unidade relativamente nova, o BOA/SAMU já demonstra um excelente nível de maturidade em termos operacionais e de equipamentos, já contando com um Manual de Gerenciamento de Segurança Operacional (MGSO) aprovado pela ANAC, elementos credenciados junto ao CENIPA, examinadores credenciados na ANAC, ministra cursos de tripulante operacional e apoio de solo, entre outros.

Assim, o BOA/SAMU demonstra um excelente nível de profissionalismo e operacionalidade, e tal fato não poderia deixar de refletir nos seus números de atendimento, onde, em pouco mais dois anos de operação, já ultrapassou a marca de 1.500 missões, com mais de mil horas de voo e, mais importante, mais de 1.361 pessoas diretamente atendidas. Um belíssimo retorno para a sociedade catarinense.

O site Resgate Aeromédico agradece a fidalguia do efetivo do BOA/SAMU na recepção, em especial ao Ten Cel Edupércio, Comandante da unidade e do Tenente Sandro, meu “canga” em Florianópolis.

Helibras quer produzir aeronave 100% nacional até 2020

Na entrevista que deu ao programa Show Business, do empresário João Doria Jr., o presidente da Helibras, Eduardo Marson, comemorou os resultados da empresa neste ano e anunciou que pretende produzir uma aeronave 100% nacional até o ano de 2020.

Marson explicou que 43% dos equipamentos utilizados na montagem das aeronaves é produzido no Brasil.

Única fabricante de helicópteros do país, a empresa alçou o modelo popularmente conhecido como Esquilo à primeira posição em vendas no mundo.

Segundo o relato do empresário, a cidade de São Paulo acaba de ultrapassar a frota de helicópteros de Nova York.

Confira a reportagem completa:

Parte 1 – João Doria Jr. entrevista presidente da Helibras:

Parte 2 –  João Doria Jr. entrevista presidente da Helibras:

Parte 3 – João Doria Jr. entrevista presidente da Helibras:

Fonte: Revista Época e programa Show Business.

Governo da Paraíba anuncia compra de helicóptero para a PM

Os recursos provenientes da linha Pró-Investe vão garantir ao Governo do Estado da Paraíba a recuperação de rodovias, investimentos em abastecimento, cultura e segurança.

A construção e pavimentação de estradas, obras de seis sistemas adutores, esgotamento sanitário, abastecimento de água, recuperação das instalações do Espaço Cultural e do Teatro Santa Roza, são algumas das aplicações do empréstimo de R$ 689,22 milhões, cujo projeto foi enviado pelo Governo do Estado à Assembleia Legislativa. O empréstimo poderá ser tomado junto ao BNDES, Banco do Brasil ou Caixa Econômica.

A área da Segurança também será beneficiada com ações que incluem a aquisição de um helicóptero para a Polícia Militar e a construção do Instituto de Polícia Científica de Campina Grande.

Os recursos fazem parte dos R$ 20 bilhões destinados pelo BNDES para os 26 Estados e Distrito Federal, por meio do Programa Pró-Investe – Programa Emergencial de Financiamento (PEF) III.

Fonte: Governo da Paraíba.

Entregue segundo EC135T2+ para Polícia Estadual de Massachusetts/EUA

A empresa Metro Aviation Inc. recentemente entregou o segundo helicóptero EC135T2+ para a Polícia Estadual de Massachusetts/EUA. A primeira aeronave foi entregue no final do ano passado, quando a unidade recebeu o treinamento de pilotos e mecânicos pela American Eurocopter. A  aeronave entregue é semelhante à primeira com a exceção da instalação de um sistema completo de downlink e do suporte agora instalado atrás da fuselagem para o farol de busca SX 16,  como forma de aliviar o CG dianteiro.

Robert Smith, comandante da unidade aérea da polícia estadual declarou: “A principal utilização da aeronave será de apoio aéreo, incluindo a polícia e bombeiros. Isso beneficia não só o polícia estadual, como todos; buscas, transporte, apoio local, fotografia aérea, comando e controle aerotransportado”, quando perguntado sobre a complexidade e os desafios na concepção e escolha de uma plataforma de apoio aéreo, ele respondeu: “A integração de sistemas é a grande dificuldade; instalar um FLIR, farol de busca, moving map, sistema de vídeo e áudio e downlink, tudo junto para tornar o trabalho do Oficial Tático de Voo (TFO – Tactical Flight Officer) muito mais eficiente. O downlink é uma grande ferramenta que permite que os comandantes em terra possam ter uma excelente percepção da situação”. 

Russell Garner, Gerente de Produção da Metro Aviation e responsável pelo projeto e desenvolvimento especial do cliente acrescentou: “Tudo está ligado a durabilidade e funcionalidade. O posicionamento do controles para os equipamentos embarcados e a capacidade para reconfigurar a aeronave em um tempo mínimo são um grande desafio”. O Estado de Massachusetts continua o programa de substituição da frota de quatro aeronaves AS355 TwinStar que já estão com 13 anos de uso, estando na metade do programa com a entrega do segundo EC135.

Fonte: Helihub

Governo de Goiás recebe helicóptero no aniversário do Gabinete Militar

A Helibras entregou, sem qualquer custo para os cofres públicos, na última terça-feira (31), o novo helicóptero AS350 B2 para o estado de Goiás, durante as comemorações de 87 anos do Gabinete Militar da Governadoria que aconteceram na Academia de Polícia Militar, em Goiânia. O helicóptero substituirá a antiga aeronave Esquilo acidentada em 2.000.

O AS350 B2 é um monoturbina com capacidade para quatro passageiros e dois tripulantes. Atualmente, cerca de 150 helicópteros da versão B2 estão em operação no mercado brasileiro, dos quais 60 no segmento de defesa social e segurança pública. A aeronave será utilizada pela Superintendência do Serviço Aéreo do Estado, pela administração do Palácio Pedro Ludovico Teixeira e do Palácio das Esmeraldas para transporte de autoridades.

O helicóptero é resultado de acordo judicial firmado no dia 29 de abril passado, entre o Governo e as empresas Turbomeca e Helibras. O acordo colocou fim a uma demanda jurídica que se arrastava há quase 12 anos, desde a queda de um helicóptero do Serviço Aéreo do Estado, modelo AS 355 N, em 24 de agosto de 2000, adquirido junto à empresa Helibrás, responsável pela montagem do helicóptero. Na disputa jurídica, a Helibrás inseriu no processo a empresa Turbomeca, fornecedora das turbinas utilizadas na aeronave.

Para relembrar o acidente, o helicóptero AS355N, PP-EMV, decolou do Aeroporto de Goiânia – GO (SBGO) com seis pessoas a bordo, para sobrevoo da ponte do Rio Corumbá. Com cerca de 10 minutos de voo, houve defasagem nos indicadores de temperatura dos motores. Na tentativa de igualar as temperaturas, optou-se pela redução da potência dos mesmos, ocorrendo em seguida perda de torque e indicação de limalha no motor esquerdo. Sem potência nesse motor e com potência reduzida no direito, os pilotos efetuaram pouso corrido. A aeronave capotou lateralmente, ficando seriamente avariada. Três dos seis ocupantes sofreram ferimentos leves e os demais saíram ilesos. Para saber mais leia a Recomendação de Seguranca de Voo expedida pelo CENIPA.

Durante a cerimônia de aniversário, o presidente da Helibras, Eduardo Marson Ferreira, e o gerente de vendas governamentais Mauro Ayres, foram homenageados com a “Medalha do Guardião”, destinada na ocasião a 52 autoridades civis e militares que prestaram relevantes serviços ao Gabinete Militar.

O Gabinete Militar da Governadoria é responsável pela segurança do governador, do vice-governador e de seus familiares. Além disso, é responsável também pela Superintendência do Serviço Aéreo do Estado, pela administração do Palácio Pedro Ludovico Teixeira e do Palácio das Esmeraldas.

Também participaram das comemorações, o governador Marconi Perillo, o vice-governador José Eliton Júnior, o chefe do Gabinete Militar Mauro Teixeira Cândido, oficiais da Polícia Militar do estado e o Presidente da Turbomeca do Brasil (Safran América do Sul), Sr. François Haas.

O governador Marconi Perillo, após a entrega das medalhas aos homenageados, destacou que o novo helicóptero representa uma conquista para o Estado, já que é fruto de uma vitória na Justiça.

Fonte: Convergência Comunicação Estratégica, Agência de Notícias de Goiás e ANAC.

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