Grave acidente na PR-317 mobiliza helicóptero do SAMU e equipes de resgate do Corpo de Bombeiros
Paraná – Na tarde de sábado (9), uma pessoa morreu e três ficaram feridas em um grave acidente envolvendo três veículos na PR-317, em Iguaraçu. Várias equipes de resgate do SAMU e do Corpo de Bombeiros foram para o local.
Um homem de 42 anos que estava em um veículo Gol foi resgatado pela equipe aeromédica do helicóptero Saúde 10 do SAMU e levado para o Hospital Metropolitano de Sarandi. O estado de saúde dele é grave.
O condutor do Gol, um homem de 35 anos, morreu no local. As outras duas vítimas foram encaminhadas em ambulâncias para hospitais de Maringá. As causas do acidente serão apuradas. O corpo do homem que morreu foi encaminhado para o IML de Maringá.
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Grave acidente na PR-317 mobiliza helicóptero do SAMU e equipes de resgate do Corpo de Bombeiros
Grave acidente na PR-317 mobiliza helicóptero do SAMU e equipes de resgate do Corpo de Bombeiros
Grave acidente na PR-317 mobiliza helicóptero do SAMU e equipes de resgate do Corpo de Bombeiros
Grave acidente na PR-317 mobiliza helicóptero do SAMU e equipes de resgate do Corpo de Bombeiros
BPMOA realiza primeiro voo noturno aeromédico durante a Operação Verão no Paraná
Paraná – Equipe do helicóptero Falcão 03 do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) realizou o primeiro voo noturno aeromédico durante a Operação Verão. Realizaram a remoção de um homem de 21 anos de idade. Ele foi vítima de um acidente de trânsito envolvendo um automóvel e uma motocicleta.
A vítima que conduzia a motocicleta, apresentava fratura e laceração em perna esquerda e foi transportada de helicóptero do Aeroporto de Guaratuba ao Aeroporto de Paranaguá, litoral paranaense. O voo durou apenas 15 minutos. No aeroporto o paciente foi levado em uma ambulância do Aeroparking para o Hospital Regional de Paranaguá.
Segundo o BPMOA, todo o voo é coordenado seguindo o padrão operacional para voo visual noturno, com rotas pré-estabelecidas, com pontos de coordenadas compulsórios e alturas mínimas estabelecidas, a fim de livrar todos os obstáculos verticais e que estão mapeados em carta de procedimento.
Como regra o piloto deve manter referência visual com o solo. Além do comandante da aeronave, o copiloto, o médico e o enfermeiro também realizam capacitação para a operação noturna aeromédica.
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BPMOA realiza primeiro voo noturno aeromédico durante a Operação Verão no Paraná
BPMOA realiza primeiro voo noturno aeromédico durante a Operação Verão no Paraná
BPMOA realiza primeiro voo noturno aeromédico durante a Operação Verão no Paraná
Em 2020, CQ Rescue realizou 631 missões de resgate aéreo em Queensland, Austrália
Austrália – No dia 05 de janeiro, a organização sem fins lucrativos de resgate aéreo, CQ Rescue, divulgou dados sobre o emprego do seus dois helicópteros Bell 412 em 2020. Com uma aeronave em serviço e outra na reserva, eles voaram 164.000 km em 631 missões, com uma média de quase duas missões por dia, voando mais de 449 km.
CQ Rescue tem como principais parceiros a RACQ (Royal Automobile Club de Queensland) e o Governo do Estado de Queensland e é encarregado pelos resgates nas regiões central e norte do Estado, que fica no nordeste da Austrália. O helicóptero “RSCU 412” é acionado pelo telefone de emergência 000, sob coordenação da Polícia de Queensland ou pela Autoridade de Segurança Marítima Australiana (AMSA).
Em 2020, CQ Rescue realizou 631 missões de resgate aéreo em Queensland, Austrália
O CEO da CQ Rescue, Ian Rowan, disse que setembro e outubro foram os meses que tiveram o maior número de acionamentos, com 62 e 63 missões, respectivamente.
“Em 2020, apesar da pandemia Covid-19 e dos desafios que esta comunidade enfrentou, nosso helicóptero e tripulação completaram uma média de 52 missões por mês, algumas missões durando até oito e nove horas e voando centenas de quilômetros para transportar pacientes de locais frequentemente remotos”, disse Rowan.
“Nossa missão mais longa em 2020 foi de uma tripulação que transportou um paciente gravemente doente de Dysart ao hospital de Townsville, em um total de 960 km em pouco mais de nove horas.”
As vítimas de acidente de trânsito transportadas aumentaram 64% desde 2019 e as missões de busca e salvamento aumentaram para 26 missões concluídas em 2020. Whitsundays, incluindo Proserpine, Bowen e Collinsville, foram os destinos mais frequentados pelo serviço de resgate aéreo em 2020, correspondendo em mais de 220 missões.
Em 2020, CQ Rescue realizou 631 missões de resgate aéreo em Queensland, Austrália
Os acidentes em regiões agrícolas, incluindo incidentes envolvendo cavalos e gado, aumentaram e o helicóptero realizou 40 transportes de pacientes gravemente feridos, custando cada transporte uma média de US$ 32.000. Cada hora de voo do helicóptero em uma missão, custa para o serviço financiado pela comunidade cerca de US$ 10.500, disse Rowan.
O RACQ CQ Rescue celebrará seu 25º aniversário em 2021. Para manter o serviço ativo são necessários investimentos anuais de US$ 10,5 milhões. Grande parte desse dinheiro é proveniente de doações e patrocínios da comunidade.
“2020 certamente apresentou seus desafios em termos de arrecadação de fundos e operações devido à Covid-19, mas estamos muito orgulhosos de ter mantido um apoio corporativo e comunitário tão maravilhoso que realmente nos permite voar para ajudar centenas de pessoas em seu momento de necessidade extrema e fazer a diferença para tantas vidas em toda a região”, disse ele.
Com o número de missões do helicóptero de resgate aumentando e os tempos de voo e distâncias crescendo substancialmente, esta foi uma representação precisa da necessidade cada vez maior de um serviço de salvamento nesta região. “Todos os dias, com cada vida que salvamos, estamos continuamente provando nosso valor para esta comunidade”, disse Rowan.
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Em 2020, CQ Rescue realizou 631 missões de resgate aéreo em Queensland, Austrália. Foto: Tony Martin.
Em 2020, CQ Rescue realizou 631 missões de resgate aéreo em Queensland, Austrália. Foto: Tony Martin.
Em 2020, CQ Rescue realizou 631 missões de resgate aéreo em Queensland, Austrália
Em 2020, CQ Rescue realizou 631 missões de resgate aéreo em Queensland, Austrália
Em 2020, CQ Rescue realizou 631 missões de resgate aéreo em Queensland, Austrália
Em 2020, CQ Rescue realizou 631 missões de resgate aéreo em Queensland, Austrália
Em 2020, CQ Rescue realizou 631 missões de resgate aéreo em Queensland, Austrália
Após deslizamento de terra na Noruega, equipes de resgate utilizaram drones, cães e helicópteros nas operações. Foto: REUTERS
Noruega – Um deslizamento de terra em uma aldeia norueguesa soterrou casas, ferindo 10 pessoas, uma delas gravemente, e deixando outras 10 desaparecidas. Equipes de resgate foram acionadas para procurar os desaparecidos no vilarejo de Gjerdrum, 25 km a nordeste da capital, Oslo. Cerca de 1.500 pessoas foram evacuadas.
Foram utilizados drones e helicópteros com câmeras de infravermelho e faróis de busca para procurar sinais de vida sob os destroços. Para não prejudicar as buscas, a polícia pediu às pessoas que não soltassem fogos de artifício na véspera de Ano Novo, pois isso poderia interferir na tecnologia de busca através da detecção de calor.
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Após deslizamento de terra na Noruega, equipes de resgate utilizaram drones, cães e helicópteros nas operações. Foto: REUTERS
Após deslizamento de terra na Noruega, equipes de resgate utilizaram drones, cães e helicópteros nas operações. Foto: REUTERS
Após deslizamento de terra na Noruega, equipes de resgate utilizaram drones, cães e helicópteros nas operações. Foto: REUTERS
Após deslizamento de terra na Noruega, equipes de resgate utilizaram drones, cães e helicópteros nas operações. Foto: REUTERS
Dezenas de casas foram destruídas. As condições se mostraram desafiadoras, com as temperaturas caindo para -1C (30F). Como o solo se mostrava muito instável, os helicópteros foram utilizados para levar os profissionais de emergência e cães de resgate sobre estruturas que se acreditava serem estáveis o suficiente para sustentá-los.
O deslizamento de terra começou na madrugada de quarta-feira (30), com moradores ligando para os serviços de emergência e dizendo que suas casas estavam mudando de posição. Na tarde de quarta-feira, mais duas casas desabaram na cratera formada pelo deslizamento, enquanto outras permaneceram precariamente em sua borda.
Uma porta-voz da Diretoria Norueguesa de Recursos Hídricos e Energia (NVE) disse que o deslizamento foi um chamado “deslizamento rápido de argila” medindo cerca de 300m por 700m (985 pés por 2.300 pés). “Este é o maior deslizamento de terra dos últimos tempos na Noruega, considerando o número de casas envolvidas e o número de evacuados”, disse Laila Hoivik.
“Argila rápida (Quick clay) é um tipo de argila encontrada na Noruega e na Suécia que pode entrar em colapso e se tornar fluida quando está sob estresse. As chuvas fortes podem ter tornado o solo instável, mas desde então surgiram dúvidas sobre por que as construções foram permitidas na área. Um levantamento geológico de 2005 classificou a área de alto risco de deslizamentos. Apesar disso, as casas foram construídas três anos depois, em 2008.
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Após deslizamento de terra na Noruega, equipes de resgate utilizaram drones, cães e helicópteros nas operações. Foto: REUTERS
Após deslizamento de terra na Noruega, equipes de resgate utilizaram drones, cães e helicópteros nas operações. Foto: REUTERS
Após deslizamento de terra na Noruega, equipes de resgate utilizaram drones, cães e helicópteros nas operações. Foto: REUTERS
Após deslizamento de terra na Noruega, equipes de resgate utilizaram drones, cães e helicópteros nas operações
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Paraná – Nos primeiros vinte dias da Operação Verão, o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) atuou em resgates e remoções aeromédicas e prestou apoio com patrulhamento aéreo e atendimento a vítimas de afogamentos e acidentes de trânsito no Litoral Paranaense.
Segundo o balanço da unidade, 21 vítimas foram atendidas em ação conjunta entre BPMOA, Secretaria da Saúde e SAMU; e 11 pessoas que estavam em situação mais grave, foram transportadas para atendimento em unidade de saúde. Os dados compreendem o período de 19 de dezembro a 08 de janeiro de 2021
A aeronave utilizada é equipada com recursos e materiais para salvar vidas, desde graves acidentes de trânsito até resgates em locais de difícil acesso, como a Serra do Mar.
Desde o início da operação, equipes do BPMOA realizaram 37 voos pela vida, que compreendem resgates, remoções aeromédicas, salvamentos e patrulhamentos preventivos em apoio ao Corpo de Bombeiros.
Além disso, os dados também mostram que nesses vinte dias, a aeronave da PM realizou 12 voos de patrulhamento em apoio ao policiamento rodoviário e territorial. “Atuamos como recobrimento aéreo às ações das viaturas policiais e de bombeiros em terra e fazemos compartilhamento de informações, além de termos uma visão privilegiada e podermos identificar situações críticas ou de crimes e repassar às equipes”, disse o comandante do BPMOA, tenente coronel Julio Cesar Pucci dos Santos.
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Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Treinamento
Para esta temporada de verão, o Batalhão promoveu um nivelamento de procedimentos operacionais para que toda a tripulação militar e médica estivesse afinada para atender com maior eficiência as ocorrências. Os treinamentos contemplaram missões de busca e resgate de vítimas, combate a incêndio com helibalde, embarque e desembarque a baixa altura, rapel, entre outras técnicas.
Com efetivo mais preparado, o BPMOA também se preocupou com o tempo de resposta para as ocorrências. Para este verão, a unidade mudou o método de acionamento para que a tripulação chegasse ao local da situação antes de surgir o pedido de alguma unidade da PM ou do Corpo de Bombeiros. Outra mudança foi a ampliação da atuação da aeronave, que passou a operar mais durante a noite, para dar suporte, principalmente, aos acidentes de trânsito.
“Foi um início de temporada tranquilo, com algumas ocorrências que fogem do cotidiano, um pouco mais complexas, mas tivemos bons resultados. Mudamos o protocolo de atendimento de auxílio aos guarda-vidas para ganharmos tempo em resgates e, assim, termos mais chances de salvarmos vidas”, declarou o comandante.
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Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Base Litoral
O serviço de resgate e remoção aeromédica prestado pelo Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas ganhou eficiência desde a instalação do heliponto na UPA de Matinhos, em dezembro de 2019.
O local conta com melhor infraestrutura, alojamento para a tripulação e acesso rápido do local do pouso ao Pronto Socorro da unidade (são poucos metros) para agilizar o atendimento às vítimas durante a temporada de verão. Situada no balneário de Praia Grande, o espaço fica numa posição privilegiada que permite deslocamentos rápidos para qualquer ponto do Litoral.
BPMOA em quinze dias na Operação Verão Consciente já resgatou 20 pessoas no litoral do Paraná. Foto: Divulgação.
CIOPAER e SAMU transportam indígena com pneumonia de Assis Brasil para Rio Branco, AC.
Acre – No domingo (04), um chamado da equipe de saúde de Assis Brasil para a central de regulação do SAMU, em Rio Branco, resultou na remoção aeromédica de um homem de 27 anos que apresentava quadro respiratório grave por causa de uma pneumonia.
O indígena estava internado na unidade hospitalar da tríplice fronteira e como seu estado de saúde se agravou, a equipe médica pediu urgência na sua remoção para uma unidade de saúde na capital.
O SAMU solicitou apoio ao Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) e para o transporte foi utilizado o avião Harpia 02. Em menos de duas horas, o paciente já estava em Rio Branco. Pela estrada, a remoção demoraria cerca de dez horas.
CIOPAER e SAMU transportam indígena com pneumonia de Assis Brasil para Rio Branco, AC.
Em 15 dias, SARASUL realizou 10 atendimentos aeromédicos no Sul Catarinense
Santa Catarina – No dia 21 de dezembro a região sul de Santa Catarina começou a contar com o Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico do Sul (SARASUL), mantido pela Associação dos Municípios da Região Carbonífera, por meio do Consórcio Multifinalitario da AMREC (CIM AMREC) e em parceria com o Serviço Aeropolicial (Saer) da Polícia Civil.
Apesar da AMREC pagar as despesas da parte médica, o atendimento é feito em todos os 45 municípios da região Sul do Estado (AMREC, AMESC e AMUREL). Nesses 15 dias de funcionamento, foram 10 atendimentos, sendo cinco na região da AMESC, quatro na AMUREL e um na AMREC.
Segundo o delegado da Policia Civil, Gilberto Mondini, que também é piloto da aeronave, foram voadas cerca de 8 horas em quatro atendimentos a vítimas de afogamento, duas de infarto agudo do miocárdio, duas de acidente de trânsito, uma vítima de convulsão e uma gestante.
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Em 15 dias, SARASUL realizou 10 atendimentos aeromédicos no Sul Catarinense
Em 15 dias, SARASUL realizou 10 atendimentos aeromédicos no Sul Catarinense
Em 15 dias, SARASUL realizou 10 atendimentos aeromédicos no Sul Catarinense
Em 15 dias, SARASUL realizou 10 atendimentos aeromédicos no Sul Catarinense
Em 15 dias, SARASUL realizou 10 atendimentos aeromédicos no Sul Catarinense
O sistema de rotor de cinco pás significa que as equipes de saúde poderão ajudar ainda mais os pacientes a bordo. Foto: DRF Luftrettung.
Alemanha – A operadora alemã DRF Luftrettung está expandindo sua frota com helicópteros de resgate Airbus H145 com cinco pás e, segundo a organização sem fins lucrativos, é um marco na história do resgate aéreo dentre os países de língua alemã e também em toda a União Europeia.
Com este investimento, a DRF está expandindo ainda mais sua frota, pois além de aprimorar o serviço prestado, deseja permanecer como uma das melhores organizações de resgate aéreo do mundo. O preço unitário do helicóptero, incluindo equipamento médico, é de cerca de nove milhões de euros. (Saiba mais sobre a compra)
Os técnicos da DRF começaram a equipar o primeiro dos cinco helicópteros que serão entregues este ano. O trabalho no hangar de manutenção da operadora no Aeroporto Baden Baden, em Rheinmünster, durará aproximadamente um mês, seguido de voos de teste e treinamento da tripulação, antes que a aeronave inicie sua missão em Abril.
O sistema de rotor de cinco pás significa que as equipes de saúde poderão ajudar ainda mais os pacientes a bordo. Foto: DRF Luftrettung.
A quinta pá do rotor – uma grande vantagem para o resgate aéreo
Graças ao novo sistema, o novo H145 é 50 quilos mais leve e oferece um desempenho ainda melhor, pois foi aumentado o peso máximo de decolagem em cerca de 100 quilos. Assim, as tripulações podem levar até 150 quilogramas (330 libras) de carga útil a bordo. Isso permite melhores respostas às necessidades da missão, como levar pessoal médico adicional a bordo.
Além disso, devido às cinco pás, o helicóptero tem uma estabilidade de voo ainda melhor, o que aumenta o conforto para a tripulação e para os pacientes. Também possui outra inovação técnica, com WiFi integrado ao cockpit, por meio do qual os pilotos podem importar dados importantes diretamente de um tablet para o computador de bordo.
Retrofit para o novo sistema no hangar de manutenção da DRF
No primeiro trimestre de 2021, a DRF Luftrettung também se tornará o primeiro cliente da Airbus em todo o mundo a realizar conjuntamente o retrofit das aeronave H145 para cinco pás. Para isso acontecer ainda devem ser finalizadas aprovações e autorizações necessárias junta a Airbus e Agência Reguladora.
A operadora planeja reformar todos os seus helicópteros H145 existentes de quatro para cinco pás nos próximos dois anos. No futuro, a DRF Luftrettung também poderá oferecer essa adaptação a clientes externos, se houver capacidade sobressalente disponível.
Hangar do Comando de Aviação no Aeroporto Campo de Marte, Zona Norte de São Paulo. Foto: Rodrigo Matovani
São Paulo – O Comando de Aviação da Polícia Militar publicou edital de Pregão Presencial Internacional para aquisição de um helicóptero biturbina leve. A aeronave deverá possuir equipamentos aeromédicos embarcados e capacidade para dois pilotos
em duplo comando, 01 paciente com completo suporte avançado de vida e dois
profissionais da saúde (médico e enfermeiro).
O helicóptero também deverá estar equipado com guincho elétrico e capacidade de receber uma segunda maca para transporte eventual, sem suporte avançado dedicado,
para essa segunda vítima.
Segundo o edital, as ocorrências aeromédicas sempre foram feitas com o helicóptero AS350 (Esquilo) e há algum tempo o desempenho desse modelo de aeronave não atende mais com excelência as missões aeromédicas e considerou alguns pontos:
No Esquilo, a equipe médica não vai sentada e presa por cinto de segurança, durante o transporte do paciente, e sim ancorada por um cabo e ajoelhada no assoalho da aeronave e possui a capacidade máxima para transportar um paciente.
Além disso, diz que os helicópteros biturbina são mais seguros pela presença de dois motores, mais espaçosos, o que melhora a qualidade do atendimento médico, além de possibilitar, numa eventualidade, a capacidade de parte do voo ser realizado pelas regras de voo por instrumentos.
A realização da sessão pública acontecerá no dia 02 de março, às 09h00 no Hangar do Comando de Aviação da PM, no Aeroporto Campo de Marte, Zona Norte de São Paulo.
GTA do Amapá resgata adolescente picado por cobra na Ilha da Viçosa, arquipélago do Marajó, PA
Amapá – Na segunda-feira (04), equipe do Gavião 01 do Grupo Tático Aéreo (GTA) decolou com destino a Ilha da Viçosa, pertencente ao arquipélago do Marajó (Pará), a fim de resgatar um adolescente de 16 anos, vítima de acidente ofídico por cobra jararaca.
O jovem apresentava forte dores no corpo e estava com a temperatura corporal baixa. Devido a toxidade do veneno estava com espasmos neuromusculares. A equipe do Gavião 01 pousou em uma área de pasto de búfalos, onde foi possível realizar um atendimento rápido e embarque do paciente na aeronave.
O adolescente foi levado ao aeroporto de Macapá, onde uma ambulância do Corpo de Bombeiros aguardava para levá-lo ao hospital de emergência Oswaldo Cruz. No dia 27 de dezembro, o GTA também realizou o resgate de uma criança de 9 anos picada por uma cobra surucucu, no Arquipélago do Bailique.
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GTA do Amapá resgata adolescente picado por cobra na Ilha da Viçosa, arquipélago do Marajó, PA
GTA do Amapá resgata adolescente picado por cobra na Ilha da Viçosa, arquipélago do Marajó, PA
GTA do Amapá resgata adolescente picado por cobra na Ilha da Viçosa, arquipélago do Marajó, PA
GTA do Amapá resgata adolescente picado por cobra na Ilha da Viçosa, arquipélago do Marajó, PA
GRAESP resgata homem que fraturou a perna após árvore tombar sobre ele em área rural de Ananindeua, PA
Pará – Na manhã de terça-feira (05), equipe do Guardião 03 do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) foi acionada para resgatar um homem que fraturou a perna direita em área rural do município de Ananindeua. Uma árvore tombou sobre ele quando fazia a limpeza e manutenção do terreno que circunda sua residência.
Em menos de 10 minutos a equipe estava no local realizando o atendimento da vítima. O homem foi levado de helicóptero até o hangar do GRAESP, situado no aeroporto Internacional de Belém, de onde seguiu em ambulância para a Unidade de Pronto Atendimento, no bairro da Sacramento, em Belém.
Segundo o GRAESP, o deslocamento terrestre demoraria mais de uma hora, pois além da distância, ainda haveria a necessidade de travessia com canoa.
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GRAESP resgata homem que fraturou a perna após árvore tombar sobre ele em área rural de Ananindeua, PA
GRAESP resgata homem que fraturou a perna após árvore tombar sobre ele em área rural de Ananindeua, PA
GRAESP resgata homem que fraturou a perna após árvore tombar sobre ele em área rural de Ananindeua, PA
Vítima de queda em trilha é resgatada por bombeiros e equipe do Águia 05 em Ubatuba, SP
São Paulo – No domingo (03), a tripulação do helicóptero Águia 05 que está atuando no Litoral Norte durante a Operação Verão, foi acionado pela Sala de Operações de São José dos Campos para apoiar o Corpo de Bombeiros em uma ocorrência de queda em trilha, entre as Praias do Cedro e Fortaleza, em Ubatuba.
Segundo informações da pessoa que ligou noticiando o ocorrido, um grupo de amigos estavam fazendo uma trilha e, devido às chuvas, estava escorregadia, o que causou a queda da vítima que fraturou o membro inferior esquerdo, impossibilitando o deslocamento. Na praia, a equipe de guarda-vidas do Águia 05 foi desembarcada com todo material de primeiros socorros.
O local era de difícil acesso, a trilha era irregular e escorregadia e caminharam cerca de 700m até acessar a vítima e realizar o atendimento. Imobilizada, foi levada em maca até a praia, onde o Águia 05 aguardava. A vítima foi embarcada e transportada até o aeroporto de Ubatuba, onde a URSA 83 aguardava para levá-la ao hospital local.
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Vítima de queda em trilha é resgatada por bombeiros e equipe do Águia 05 em Ubatuba, SP. Foto: CAvPM.
Vítima de queda em trilha é resgatada por bombeiros e equipe do Águia 05 em Ubatuba, SP. Foto: CAvPM.
Vítima de queda em trilha é resgatada por bombeiros e equipe do Águia 05 em Ubatuba, SP. Foto: CAvPM.
Vítima de queda em trilha é resgatada por bombeiros e equipe do Águia 05 em Ubatuba, SP. Foto: CAvPM.
Vítima de queda em trilha é resgatada por bombeiros e equipe do Águia 05 em Ubatuba, SP. Foto: CAvPM.
Remoção aeromédica de um homem de 56 anos, vítima de infarto agudo do miocárdio.
Santa Catarina – Equipes do SAERFron da Polícia Civil e do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA), da Prefeitura de Chapecó, foram acionadas pela regulação do SAMU para transportar pacientes na tarde de domingo (03) e na manhã de segunda-feira (04).
No domingo realizaram a remoção aeromédica de um adolescente de 14 anos, vítima de acidente de trânsito, em Quilombo. Depois de estabilizado foi levado de helicóptero ao Hospital Regional do Oeste (HRO), em Chapecó.
Na segunda-feira transportaram um homem de 30 anos, vítima de acidente de trânsito envolvendo duas motocicletas, do município de Paial para o HRO em Chapecó. O segundo atendimento foi a remoção aeromédica de um homem de 56 anos, vítima de infarto agudo do miocárdio, da UPA de Chapecó para o Hospital São Paulo, em Xanxerê.
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Acidente em Quilombo deixa adolescente ferido e é resgatado para o HRO, em Chapecó, SC. Foto: Divulgação
Acidente em Quilombo deixa adolescente ferido e é resgatado para o HRO, em Chapecó, SC. Foto: Divulgação
Acidente em Quilombo deixa adolescente ferido e é resgatado para o HRO, em Chapecó, SC. Foto: Divulgação
Remoção aeromédica de um homem de 56 anos, vítima de infarto agudo do miocárdio.
Remoção aeromédica de um homem de 56 anos, vítima de infarto agudo do miocárdio.
Avião e helicóptero do Corpo de Bombeiros são utilizados para transportar pacientes em SC
Santa Catarina – Nós últimos dois dias, o Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), realizou o transporte de uma criança de 02 anos de idade, de Xanxerê para Joinville e o resgate aeromédico de uma vítima de acidente de trânsito na SC-408, em Major Gercino, SC.
No domingo (03), uma criança com problemas renais foi transferida no avião Arcanjo 02 do Hospital Regional São Paulo, em Xanxerê, para o Hospital Infantil Jeser Amarante Faria, em Joinville. A logística do transporte aeromédico envolveu os aeroportos das cidades para embarcar e desembarcar a paciente e ambulâncias do SAMU para realizar os transportes terrestres.
Na tarde segunda-feira (04), um homem de 62 anos, vítima de acidente de trânsito envolvendo motocicleta e automóvel, foi resgatado pela equipe do helicóptero Arcanjo 01. Com apoio da equipe do Auto Socorro de Urgência (ASU) de São João Batista, a vítima foi estabilizada pela serviço aeromédico e levada de helicóptero ao Hospital Regional de São José.
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Avião e helicóptero do Corpo de Bombeiros são utilizados para transportar pacientes em SC
Avião e helicóptero do Corpo de Bombeiros são utilizados para transportar pacientes em SC
Avião e helicóptero do Corpo de Bombeiros são utilizados para transportar pacientes em SC
Em 11 meses o CIOPAER do Mato Grosso transportou 31 pacientes em sua UTI Aérea
Mato Grosso – Em 11 meses, o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) atuou em 626 ocorrências de naturezas diversas. Nesse período, 31 pacientes foram atendidos pelo transporte aeromédico, que, segundo o Governo, propiciou uma economia de R$ 3 milhões aos cofres do Estado, já que 100% dos transportes de pacientes eram feitos por empresas privadas.
No período, foram contabilizadas 108 horas de voo e 30 mil quilômetros percorridos com possibilidade de atendimento aos 141 municípios de Mato Grosso. A UTI Aérea que começou a operar em março passado é um avião modelo Chayenne II XL, com capacidade para dois tripulantes, seis passageiros e autonomia de seis horas e 30 minutos de voo.
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Em 11 meses o CIOPAER do Mato Grosso transportou 31 pacientes em sua UTI Aérea. UTI Aérea (Mayke Toscano)
Em 11 meses o CIOPAER do Mato Grosso transportou 31 pacientes em sua UTI Aérea
Atualmente, o CIOPAER conta com seis aeronaves de asas fixas e três helicópteros. Ao todo, 90 servidores fazem parte do efetivo da Unidade Aérea Pública. Além da sede, que fica no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, o CIOPAER tem uma base descentralizada no município de Sorriso (398 km ao Norte de Cuiabá).
A unidade aérea atua em conjunto com a Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros Militar e com as Secretarias da Saúde e do Meio Ambiente.
“O ano de 2020 foi desafiador e, ao mesmo tempo, com a execução de muito trabalho. Desafiador, porque fomos pegos de surpresa por uma pandemia que alterou toda dinâmica administrativa, em que tivemos que nos adaptar ao teletrabalho e revezamento, com vistas a diminuição do contato social. Operacionalmente, tivemos que cancelar algumas atividades pré-agendadas, mas mantivemos nossa atuação junto as instituições de segurança pública”, enfatizou o coordenador do CIOPAER em exercício, tenente-coronel PM Robson Fernando Martins Antonietti.
Do total de ações com emprego das aeronaves, 430 foram em ações policiais (patrulhamento e operações), 69 foram em apoio a outros órgãos, 64 em ações do Corpo de Bombeiros Militar, principalmente no combate às queimadas, dentre outras. “Nosso trabalho foi efetivo. Foram mais de 1.317 horas voadas com nossos helicópteros e aviões, o que dá uma média de aproximadamente quatro horas de voo por dia”, destacou.
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Em 11 meses o CIOPAER do Mato Grosso transportou 31 pacientes em sua UTI Aérea
Bombeiros e operadores aerotáticos do GRAESP resgatam banhista em Salinópolis, litoral do Pará
Pará – O final de semana prolongado, devido às comemorações de final de ano, registrou aumento no fluxo de pessoas e intensa presença dos órgãos de segurança pública em Salinópolis, nordeste paraense, uma das principais localidades de atuação da “Operação Festas Seguras”, realizada de 3 de dezembro de 2020 a 4 de janeiro de 2021.
Na tarde de sexta-feira (1º), agentes do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) resgataram uma mulher de 26 anos na Praia do Atalaia. Ela havia sofrido uma convulsão dentro d’água e foi retirada do mar com o apoio do helicóptero.
Guarda-vidas do Corpo de Bombeiros fizeram os procedimentos preliminares de salvamento. Após o resgate, a vítima foi levada ao hospital no próprio helicóptero do Grupamento Aéreo e já está recuperada.
Equipamento
Para o salvamento de vítimas na água, o GRAESP utiliza o puçá, equipamento em formato de cesta para abrigar vítimas de afogamento. A equipe responsável por esses procedimentos passa por treinamento pelo menos três vezes ao ano, geralmente próximo a datas em que há maior número de pessoas viajando para o litoral do Pará.
O puçá, adquirido há um ano pelo governo do Estado, facilita a atuação em locais de difícil acesso, como o alto-mar, e também favorece a atuação rápida e eficiente dos socorristas.
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Bombeiros e operadores aerotáticos do GRAESP resgatam banhista em Salinópolis, litoral do Pará
Bombeiros e operadores aerotáticos do GRAESP resgatam banhista em Salinópolis, litoral do Pará
Um retrato do serviço aeromédico realizado pela operadora Eliance no Chile. A operadora emprega um helicóptero bimotor AS355N.
Chile – A operadora Eliance é uma empresa aérea espanhola e está presente no Chile, Espanha, Itália e Argentina. Além de suas operações HEMS (Helicopter Emergency Medical Services), a empresa desempenha funções que vão desde missões de busca e salvamento, combate a incêndio, transporte de passageiros, de carga, inspeção de linhas elétricas e de gás e fotografia aérea.
No total possui 76 base operacionais, 5 centros de manutenção e 88 aeronaves. No chile, a operadora possui 8 bases e 11 aeronaves. Além dos aviões, a frota global da Eliance possui helicópteros Airbus H145, H135, H130, AS355 e AS350. No Chile, a empresa iniciou os serviços aeromédicos há quase dois anos e em julho de 2020 venceu licitação realizada pelo Serviço de Saúde de Reloncaví, Puerto Montt, Los Lagos. A operadora emprega um helicóptero bimotor AS355N.
A diretora médica da operadora Eliance do Chile, Dra. Karina Flores Rojas, faz alguns de seus trabalhos mais importantes a centenas de metros do solo e ela não faria de outra maneira. “Posso dizer sem exagero que adoro o meu trabalho”, disse Flores Rojas, que começou a participar das operações de HEMS enquanto trabalhava no Centro de Medicina Aeroespacial da Força Aérea Chilena (FACh), onde ingressou depois de se formar como médica.
A diretora médica da operadora Eliance do Chile, Dra. Karina Flores Rojas.
Flores Rojas trabalhou em diferentes funções com vários prestadores de serviços HEMS desde 2017, incluindo seu tempo como Chefe de Medicina da Aviação da Diretoria Geral de Aviação Civil (DGAC) do Chile, onde se concentrou no estabelecimento de regras e procedimentos para ambulâncias aéreas locais.
“Complementar a assistência médica de urgência com a medicina aeroespacial e salvar a vida das pessoas graças à rápida resposta dos recursos aéreos é algo que você não consegue em outros empregos”, explicou Flores Rojas. “Cada voo é um novo desafio.”
Para estar pronto para qualquer situação que possa surgir, Flores Rojas destacou a importância da preparação e visão de futuro, principalmente no que diz respeito ao plano de tratamento do paciente, que deve ser estabelecido antes do embarque na aeronave.
De acordo com Flores Rojas, também é importante que os tripulantes, incluindo a equipe de saúde, trabalhem juntos com um único objetivo: salvar vidas sem colocar em risco as operações aéreas.
“Como diretora médica, considero essencial que as equipes de saúde tenham um domínio da aerodinâmica básica da aeronave e da segurança operacional, e os pilotos também devem ter uma compreensão do atendimento ao paciente e da medicina aeroespacial”, disse ela. “É a única maneira deles falarem a mesma língua para que cada um possa entender as tarefas que a outra pessoa tem que realizar.”
Por exemplo, um paciente pode estar sofrendo de insuficiência respiratória, o que pode ser ainda mais complicado se for submetido à hipóxia, o que significa que o piloto pode ter que permanecer em uma determinada altitude pelo resto do voo. É crucial que os pilotos entendam por que precisam voar mais baixo e informar o médico se isso for impossível. Dessa forma, a equipe de saúde pode avaliar se o transporte aéreo do paciente é de fato a melhor opção disponível.
“Também é fundamental que a tripulação médica entenda que os voos dependem das condições operacionais e meteorológicas e, em muitos casos, um voo pode ser impossível de ser realizado se as condições forem inseguras”, concluiu.
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Um retrato do serviço aeromédico realizado pela operadora Eliance no Chile. A operadora emprega um helicóptero bimotor AS355N.
Um retrato do serviço aeromédico realizado pela operadora Eliance no Chile. A operadora emprega um helicóptero bimotor AS355N.
Um retrato do serviço aeromédico realizado pela operadora Eliance no Chile. A operadora emprega um helicóptero bimotor AS355N.
Um retrato do serviço aeromédico realizado pela operadora Eliance no Chile. A operadora emprega um helicóptero bimotor AS355N.
Um retrato do serviço aeromédico realizado pela operadora Eliance no Chile. A operadora emprega um helicóptero bimotor AS355N.
Avião que iria realizar transporte aeromédico sai da pista após o pouso no Aeroporto de Diamantina, MG
Minas Gerais – Na manhã deste sábado (2), um Learjet modelo 31A, matrícula PP-BBV, da operadora aeromédica Brasil Vida Taxi Aéreo acidentou-se logo após o pouso no Aeroporto de Diamantina, no Vale do Rio Jequitinhonha, a 290 km de Belo Horizonte. A aeronave ultrapassou a cabeceira da pista e parou em um barranco com mata de cerrado.
Havia quatro pessoas na aeronave. Além dos dois pilotos, estavam a bordo uma médica e um enfermeiro. Três tiveram ferimentos leves e um não se feriu. O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais atendeu as vítimas e todas foram levadas para o Pronto Atendimento Santa Isabel da Santa Casa de Misericórdia de Diamantina.
A equipe havia decolado de São Paulo para realizar o transporte aeromédico de um paciente de 56 anos que estava na cidade de Coluna. O homem se sentiu mal e foi transportado em uma ambulância até Diamantina, onde seria embarcado no avião e seguiria para São Paulo.
No momento do acidente a ambulância com o paciente já se encontrava no aeroporto. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) da Força Aérea Brasileira (FAB) foi acionado e o local do acidente foi isolado pela Polícia Militar.
Em nota, a Brasil Vida Táxi Aéreo informou que foi providenciado outro avião para realizar o transporte do paciente. Ele deixou Diamantina por volta de meio-dia, em direção a São Paulo. O jato possui todas as certificações e autorizações necessárias válidas junto à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e está apto para operar em qualquer parte do Brasil.
Ainda segundo o comunicado, a Brasil Vida Táxi Aéreo disse que está prestando todo suporte aos colaboradores que viajavam a trabalho e que permanece à disposição das autoridades para colaborar com as informações que forem necessárias. Parte da equipe com ferimentos leves foi transferida para Goiânia em uma aeronave enviada pela empresa.
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Avião que iria realizar transporte aeromédico sai da pista após o pouso no Aeroporto de Diamantina, MG
Avião que iria realizar transporte aeromédico sai da pista após o pouso no Aeroporto de Diamantina, MG
Avião que iria realizar transporte aeromédico sai da pista após o pouso no Aeroporto de Diamantina, MG
Avião que iria realizar transporte aeromédico sai da pista após o pouso no Aeroporto de Diamantina, MG
Avião que iria realizar transporte aeromédico sai da pista após o pouso no Aeroporto de Diamantina, MG
Avião que iria realizar transporte aeromédico sai da pista após o pouso no Aeroporto de Diamantina, MG
Avião que iria realizar transporte aeromédico sai da pista após o pouso no Aeroporto de Diamantina, MG
Avião que iria realizar transporte aeromédico sai da pista após o pouso no Aeroporto de Diamantina, MG
Montanhista é resgatado pelo BPMOA após sofrer queda no Morro Cabaraquara, Litoral do Paraná
Paraná – Um montanhista de 40 anos foi socorrido pela equipe de resgate do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) na manhã desta quinta-feira (31). O homem caiu de uma altura de 15 metros quando escalava o Morro Cabaraquara, próximo à travessia de Guaratuba, no Litoral do Paraná.
O montanhista sofreu trauma em ambos os tornozelos e ficou preso em um paredão de rocha. “Eles estavam em dois e faziam a subida, quando um acabou sofrendo uma queda de 15 metros e ficou preso no paredão. Fizemos a técnica do rapel e conseguimos retirar o rapaz”, explicou o tenente Kevetiki, do BPMOA.
Depois que o operador aerotático acessou a vítima no paredão, ela foi retirada através da técnica do Mcguire e levada para um local seguro, onde foi realizado o seu atendimento e transporte ao Hospital Regional Litoral, em Paranaguá.
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Montanhista é resgatado pelo BPMOA após sofrer queda no Morro Cabaraquara, Litoral do Paraná
Montanhista é resgatado pelo BPMOA após sofrer queda no Morro Cabaraquara, Litoral do Paraná
Montanhista é resgatado pelo BPMOA após sofrer queda no Morro Cabaraquara, Litoral do Paraná
Montanhista é resgatado pelo BPMOA após sofrer queda no Morro Cabaraquara, Litoral do Paraná
Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Santa Catarina – Com o repasse de R$ 500 mil da Casa Civil do Estado de Santa Catarina, o Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar adquiriu o segundo compressor torácico automático (LUCAS 3), um moderno equipamento de reanimação de vítimas de parada cardiorrespiratória.
Além desse equipamento, também adquiriram uma incubadora para transporte de recém-nascidos e lactentes, kits aeromédicos e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
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Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Corpo de Bombeiros de Santa Catarina adquire segundo compressor torácico automático LUCAS 3
Corpo de Bombeiros de Santa Catarina adquire segundo compressor torácico automático LUCAS 3
Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
O LUCAS 3 já está sendo utilizado no helicóptero Arcanjo 01 e recentemente um homem de 56 anos, vítima de parada cardiorrespiratória, em Palhoça, foi reanimado pela equipe aeromédica com o uso desse equipamento. O primeiro compressor torácico automático foi adquirido em outubro de 2019 e está sendo usado no helicóptero Arcanjo 03, que fica no 2ª CBM, em Blumenau. (saiba mais)
O compressor mostrou ser uma excelente ferramenta na realização das reanimações, mantendo uma elevada qualidade de compressão e aumentando o sucesso na recuperação das vítimas. O Corpo de Bombeiros de Santa Catarina é uma das poucas corporações brasileiras a possuir o equipamento.
Desenvolvido e fabricado pela Jolife AB em Lund, Suécia, o dispositivo não requer ajustes manuais e calcula automaticamente a forma, tamanho e resistência do peito da vítima.
“Com esse compressor é possível fazer a reanimação cardiopulmonar com a aeronave em voo. Antes precisávamos pousar para conseguir realizar esse procedimento”, afirmou o coordenador de transporte aéreo da Casa Militar, tenente-coronel BM George de Vargas Ferreira.
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Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Com repasse de R$ 500 mil da Casa Civil, Corpo de Bombeiros comprou o segundo LUCAS3, uma incubadora para transporte neonatal e uma cápsula de isolamento para pacientes com COVID-19.
Menino de 14 anos sofre queda e é resgatado por bombeiros e equipe aeromédica em Riqueza, SC
Santa Catarina – Na terça-feira (29), um menino de 14 anos foi vítima de queda de aproximadamente 10 metros de altura na cidade de Riqueza. A vítima foi atendida no local da queda pelas equipes do Corpo de Bombeiros e em seguida recebeu atendimento médico da equipe do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA).
O adolescente apresentava trauma em face e fratura exposta do fêmur direito, sinais de choque hemorrágico e hipotermia. Foi realizada estabilização com oxigenioterapia, aquecimento corporal, acesso venoso, reposição volêmica, analgesia, sendo então transportado no helicóptero do SAERFron para o Hospital Regional do Oeste, em Chapecó.
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Menino de 14 anos sofre queda e é resgatado por bombeiros e equipe aeromédica em Riqueza, SC
Menino de 14 anos sofre queda e é resgatado por bombeiros e equipe aeromédica em Riqueza, SC
Menino de 14 anos sofre queda e é resgatado por bombeiros e equipe aeromédica em Riqueza, SC
Menino de 14 anos sofre queda e é resgatado por bombeiros e equipe aeromédica em Riqueza, SC
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Equipe do Águia 05 resgata homem picado por cobra e mulher que sofreu queda no litoral norte de São Paulo
São Paulo – Um homem foi resgatado pelo helicóptero Águia 05 da Polícia Militar depois de ser picado por uma cobra nesta terça-feira (29), em Ilhabela, litoral norte de São Paulo. De acordo com a Polícia Militar, o homem estava na Praia do Bonete, uma comunidade afastada da região central, quando foi picado.
Por causa do local ser de difícil acesso, a PM foi acionada e mobilizou o helicóptero para realizar o resgate do homem. A vítima foi levada até a região central de Ilha Bela, onde seguiu de ambulância até o Hospital Municipal Mário Covas para o tratamento.
Queda de pedras
Na manhã de segunda-feira (28) a equipe do Águia 05 também resgatou uma mulher que sofreu uma queda de aproximadamente três metros nas pedras na Praia de Ubatumirim, em Ubatuba, litoral norte de São Paulo.
De acordo com os bombeiros, ela teve ferimentos e hemorragia devido à queda. Como o local era de difícil acesso, o helicóptero Águia da PM foi acionado para fazer o resgate da vítima. Após receber os primeiros atendimentos no local ela foi encaminhada até um hospital na cidade.
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Equipe do Águia 05 resgata homem picado por cobra e mulher que sofreu queda no litoral norte de São Paulo
Equipe do Águia 05 resgata homem picado por cobra e mulher que sofreu queda no litoral norte de São Paulo