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Pacientes com suspeita de COVID-19 são transferidos de Faro e Curuá para hospitais de referência no Pará

Chegada de paciente de Faro para tratamento da Covid-19 no HRBA, em Santarém — Foto: Jean Silva/Tv Tapajós

Pará – Com pouco mais de 14 mil habitantes, Curuá foi mais um município do Oeste do Pará a receber ajuda do governo do Estado para as ações de combate à pandemia de COVID-19. Curuá não tem hospital, por isso os atendimentos são feitos em uma unidade de saúde de baixa complexidade.

Na tarde de sábado (23), dois pacientes foram transferidos de Curuá para o Hospital Regional do Tapajós, em Itaituba. Por meio do serviço aeromédico, os pacientes foram levados em helicópteros do Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Estado (GRAESP).

Além do aumento de leitos de UTI para 110 e compra de insumos, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs), o número de aeronaves dedicadas ao aeromédico aumentou de uma para seis.

Além das aeronaves do GRAESP, empresas de táxi aéreo também realizam os transportes aeromédicos dos pacientes confirmados ou com suspeita de COVID-19.

Durante a semana diversos pacientes que estavam internados no distrito Nova Maracanã e na UBS Morumbi em Faro, Oeste do Pará, também foram transferidos por aeronaves para hospitais de Santarém e Juruti. O Barco Hospital Papa Francisco também está sendo utilizado para os transportes.

Equipe médica da Força Aérea Portuguesa realiza ecografia em criança durante voo aeromédico

Equipe médica da Força Aérea Portuguesa realiza ecografia em criança durante transporte aeromédico

Portugal – A Força Aérea Portuguesa, através da Esquadra 504 – “Linces”, foi acionada na sexta-feira (22) para efetuar o transporte aeromédico de uma criança de três anos dos Açores para o Continente. Para a missão foi utilizado o avião Falcon 50.

Durante o voo para Lisboa, a equipe médica militar do Núcleo de Evacuações Aeromédicas (NEA) da Força Aérea realizou a bordo uma ecografia (ultrassonografia) para aferir o estado de saúde da criança e os efeitos fisiológicos do voo. O NEA é composto por médicos e enfermeiros e é responsável por todos os cuidados de saúde ao paciente, desde o embarque, a bordo até o desembarque de cada missão.

Além da capacidade de transportar vítimas graves em diversas condições, a presença de equipe de saúde preparada durante a remoção aeromédica, com o equipamento necessário é capaz de não apenas manter, mas melhorar os cuidados prestados durante o voo até ao hospital de destino.

Horas antes, a equipe havia transportado um paciente do Funchal para Lisboa. A bordo também havia uma equipe médica do NEA. As missões tiveram a duração de oito horas de voo.

Equipe médica da Força Aérea Portuguesa realiza ecografia em criança durante transporte aeromédico

Estado do Pará ajuda municípios do Oeste Paraense com transferências aéreas de pacientes com COVID-19

Foto: Bruno Gonçalves da Silva (Foto de Destaque)

Pará – A partir de quinta-feira (21), municípios da Calha Norte, no oeste do Pará, passaram a contar com transporte aeromédico contratado pelo governo do Estado para a transferência de pacientes com suspeita ou confirmados de COVID-19, para hospitais do estado referenciados para o tratamento da doença.

Na quinta-feira (21), foram transferidos por via aérea 10 pacientes que estavam em municípios da Calha Norte para unidades da rede hospitalar estadual nas regiões do Baixo Amazonas e Tapajós. A ampliação do serviço aeromédico na região ocorreu após agenda de trabalho da equipe do governo do Estado em municípios da região da Calha Norte, que incluiu a visita ao Hospital Municipal de Oriximiná, que atende pacientes com COVID-19.

O secretário regional de Governo do Baixo Amazonas, Henderson Pinto, e o secretário adjunto de Estado de Saúde Pública, Sipriano Ferraz, foram verificar o atendimento oferecido à população.

“Nós conseguimos montar uma megaoperação, aumentando o número de aeronaves para fazer as transferências de pacientes mais graves para os leitos que o Estado oferece em Juriti, Itaituba e Santarém”, informou Henderson Pinto.

De acordo com o secretário adjunto de Saúde Pública, Sipriano Ferraz, municípios maiores, como Terra Santa, já têm suporte avançado e planos de saúde organizados. “Nós estamos auxiliando a triangulação, ajudando a coordenar a logística. Hoje estamos com quatro aeronaves fazendo o transporte e mais o barco Papa Francisco. Hoje vamos fechar com mais de 20 remoções”, informou Sipriano Ferraz.

Para atender Oriximiná, além do serviço de transporte aeromédico o governo do Estado está doando equipamentos para o Hospital Municipal, como bombas de infusão para auxiliar no tratamento dos pacientes que precisam de respiradores.

De acordo com o governo do Estado, por meio de auxílio financeiro emergencial, têm sido realizadas as ações de saúde no enfrentamento à pandemia de COVID-19, já tendo disponibilizado para Oriximiná, em dezembro de 2020, R$ 1,5 milhão.

Governo do Estado já garantiu uma megaoperação para transportar pacientes de Covid-19 de Oriximiná para outros municípios — Foto: Agência Pará/Divulgação.

Quando o Resgate 04 pousa, a equipe de traumatologia do Hospital de Base já está pronta para receber a vítima

Quando o Resgate 04 pousa, a equipe de traumatologia do Hospital de Base do Distrito Federal já está pronta para receber a vítima. Foto: Davidyson Damasceno.

Distrito Federal – Um acidente de trânsito acontece e o Grupamento de Aviação Operacional (GAvOp) decola em apoio às equipes do Corpo de Bombeiros e do SAMU para resgatar as vítimas. O atendimento é feito pela equipe aeromédica e a vítima mais grave é embarcada no Resgate 04 com destino ao Hospital de Base do Distrito Federal (HB).

O barulho das pás do rotor principal do helicóptero do Corpo de Bombeiros aciona o alerta vermelho dentro do Hospital de Base. A equipe de traumatologia já está preparada e paramentada para salvar mais uma vida. Não há tempo a perder.

Quando o Resgate 04 pousa, a equipe de traumatologia do Hospital de Base do Distrito Federal já está pronta para receber a vítima. Foto: Davidyson Damasceno.

Enquanto a aeronave manobra para o pouso, rapidamente os profissionais do HB saem com a maca do pronto-socorro, acelerando rumo ao heliponto. A distância não é longa. Mas, na luta pela vida, cada metro, cada segundo têm que ser curto.

O atendimento é feito às pressas, mas em perfeita sintonia. A equipe laranja se alinha à equipe azul. O paciente é retirado do helicóptero, colocado na maca e encaminhado para a sala de cirurgia. Tudo feito em segundos.

O helicóptero decola, os profissionais retornam a seus postos. Missão cumprida. Mais um dia de trabalho, mais uma vida salva.

Uma rotina dos heróis da saúde.

Voar, pairar, salvar! – Esse é o lema do Grupamento de Aviação Operacional.

Serviço aeromédico do Oeste do Paraná completa 7 anos com mais de 2.900 atendimentos

Serviço aeromédico do Oeste do Paraná completa 7 anos com mais de 2.900 atendimentos a pacientes críticos

Paraná – Nesta sexta-feira (22), o Serviço Aeromédico da Macrorregião Oeste do Paraná, com sede em Cascavel, comemora 7 anos de atividades. Uma história construída com muito trabalho e dedicação no atendimento de urgência ao paciente enfermo grave permitiu que as equipes atingissem o número de 2.930 missões, em 4.224 horas voadas.

O serviço é uma parceria operacional entre o Governo do Estado do Paraná com o SAMU Oeste, administrado pelo Consórcio de Saúde dos Municípios do Oeste/PR – Consamu. O serviço é referência no Paraná e no Brasil, com aeronave 100% dedicada aos atendimentos em saúde de pacientes em emergência médica.

As transferências Inter-hospitalares de unidades de baixa complexidade (municípios menores) para Centros de Referência é a demanda que mais mobiliza a aeronave, representando 89% dos atendimentos no período.

O helicóptero custeado pela Secretaria Estadual de Saúde é utilizado também para atendimentos primários como acidentes em rodovias e outras ocorrências em ambientes extra-hospitalares, levando a equipe avançada até a vítima, com atendimento especializado no local, estabilização e posterior transporte.

Foram realizados ainda importantes apoios logísticos para a OPO/PR (Organização de Procura de Órgãos) no translado de tecidos e equipes de transplante. O benefício imediato da agilidade do transporte para o tratamento definitivo é a diminuição da taxa de mortalidade e morbidade, transformando a realidade no atendimento da urgência e emergência dentro do sistema público de saúde em toda a região.

Vanessa Coldebella – Projeto Aeropolvo.

Para o médico Rodrigo Nicácio, coordenador do serviço, o aeromédico demonstra sua importância em várias circunstâncias, sobretudo naqueles pacientes que tem um tempo limite para receber o tratamento adequado no hospital de referência. “Muitas vezes, por via terrestre não seria possível ser atingido, além dos politraumatizados (vítimas de acidente de trânsito), onde o tempo de atendimento e a chegada ao hospital de referência é crucial para a sobrevida e reabilitação”, complementou.

Os atendimentos neonatais, que ocupam a terceira posição (350), incluindo os prematuros, cardiopatias congênitas, problemas respiratórios e cirúrgicos, foram atendidos de forma mais humanizada após a implantação do pioneiro PROJETO AEROPOLVO.

“O projeto e os números apresentados ressaltam a importância do atendimento aeromédico junto ao SUS, levando tecnologia, logística, técnica, ética e humanização a quem precisar, do nascer ao por do sol”, disse Rodrigo Nicácio.

Enfermeira Vanessa Coldebella e o Projeto Aeropolvo.

Serviço Aeromédico do Sul Catarinense completa um mês com 20 atendimentos a pacientes graves

Serviço Aeromédico do Sul Catarinense completa um mês com 20 atendimentos a pacientes graves

Santa Catarina – No dia 21 de janeiro, o helicóptero do Serviço Aeropolicial (SAER) da Polícia Civil, tripulada por policiais e profissionais de saúde do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico do Sul (SARASUL), completou um mês de atuação no serviço aeromédico.

Durante esse período foram contabilizadas 20 missões aeromédicas de apoio ao SAMU e ao Corpo de Bombeiros de toda a região sul do Estado. Dentre os principais atendimentos estão sete afogamentos, três acidentes de trânsito, três transferências de pacientes graves e um atendimento de paciente com convulsão prolongada grave. Foram voadas 21 horas.

O SARASUL é mantido pela Associação dos Municípios da Região Carbonífera, por meio do Consórcio Multifinalitário da AMREC (CIM AMREC), em parceria com a Polícia Civil do Estado de Santa Catarina. (Saiba mais sobre o serviço)

Quais hospitais de referência recebem pacientes transportados pelo serviço aeromédico no Oeste Catarinense

Remoção aeromédica de um mulher de 77 anos com diagnóstico de infarto agudo do miocárdio (IAM)

Santa Catarina – Com mais de 5 anos de operações aeromédicas, as equipes do SAERFron da Polícia Civil e do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA) da Prefeitura de Chapecó trabalham integradas, com a participação dos municípios que compõem o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste de Santa Catarina (CIS-AMOSC).

Os atendimentos realizados em 2020 somaram 427 resgates, em 385 horas de voo. A base de operação do serviço fica em Chapecó e o serviço utiliza hospitais de referência na região para levar os pacientes atendidos. O Hospital Regional do Oeste (HRO), em Chapecó; o Hospital Regional São Paulo (HRSP), em Xanxerê e o Hospital Regional de São Miguel do Oeste (SMO) são as principais referências.

Vítima de queda de altura (cerca de 04 metros).

Na quarta-feira (20), a equipe levou um homem de 43 anos, vítima de queda de altura (cerca de 04 metros), com sinais de trauma torácico, da cidade de Seara para o HRO, em Chapecó. Esse hospital é referencia em trauma, gestantes de alto risco e neurocirurgia.

Os pacientes cardiológicos são levados para o HRSP, em Xanxerê. No dia 13/01 realizaram a remoção aeromédica de um mulher de 77 anos com diagnóstico de infarto agudo do miocárdio (IAM), da cidade de São Domingos para o HRSP.

Segundo o médico do SARA, Alexsandro Marcos Rosa, o serviço de neurologia do HRO passará a ter a terapia de trombólise para o acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico. “Isso acarretará em mais uma importante missão para o aeromédico e deverá aumentar nossa demanda”, afirmou.

O Hospital Regional de São Miguel do Oeste (SMO) é uma importante referência para os pacientes do Extremo Oeste de Santa Catarina, porém em razão da especialidade específica necessária, alguns pacientes são transferidos pelo serviço aeromédico para o HRO ou para o HRSP.

Remoção aeromédica de um mulher de 77 anos com diagnóstico de infarto agudo do miocárdio (IAM)

Quanto a estrutura para recebimento das aeronaves, equipes e pacientes, existem 5 helipontos na região. Os hospitais de Chapecó, Maravilha, São Carlos, Pinhalzinho e Modelo estão preparados para receber a aeronave. O primeiro heliponto da região foi construído no Hospital São José de Maravilha e o HRO de Chapecó, por ser uma importante referência, investiu nessa infraestrutura e hoje possui área de pouso segura para receber a aeronave.

São Lourenço do Oeste também possui heliponto porém não fica no hospital. Em Xanxerê o pouso é realizado em um campo próximo ao hospital e uma ambulância auxilia no transporte terrestre. Em São Miguel do Oeste o pouso é feito em uma área que fica em frente ao hospital.

“As grandes referências do aeromédico são o HRO para a maioria das situações e o HRSP para os atendimentos cardiológicos que necessitam de tempo resposta”, complementou Alexsandro. A região tem um bom número de hospitais que podem receber uma aeronave para transporte de um paciente crítico.

Outro bom exemplo brasileiro é a Base Litoral do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) que foi construída na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Praia Grande, em Matinhos, litoral paranaense, dando mais agilidade ao serviço aeromédico. (Saiba mais)

Segundo estudos, uma boa infraestrura hospitalar para recebimento de pacientes transportados por helicópteros, além de oferecer mais agilidade, garante um atendimento mais eficiente ao paciente crítico.

Arcanjos de Santa Catarina comemoram 11 anos com mais de 8 mil pacientes atendidos

Arcanjos de Santa Catarina comemoram 11 anos de operações aéreas com mais de 8 mil pacientes atendidos

Santa Catarina – Há exatos 11 anos, no dia 20 de janeiro de 2010, um grupo de bombeiros militares preparavam um helicóptero locado, ainda na cor prata, mas adesivado e configurado nos padrões do Corpo de Bombeiros Militar. O serviço de resgate, integrado com a Secretaria de Saúde, através do Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), iniciava suas operações.

Arcanjos de Santa Catarina comemoram 11 anos de operações aéreas com mais de 8 mil pacientes atendidos

O Arcanjo 01 do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) decolaria do aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis, com destino ao heliponto do Grupamento de Busca e Salvamento (GBS). A missão era participar da formatura de implantação do Serviço de Resgate Aeromédico através do helicóptero Arcanjo – Guardião da Vida.

Nesse dia, poucas horas após a ativação do serviço, atenderam a primeira ocorrência, um acidente de trânsito na BR-282. Passados 11 anos, o BOA atingiu a marca de 10.334 ocorrências atendidas, com mais de 8.276 pacientes diretamente assistidos pelas tripulações formadas por pilotos, operadores aerotáticos, médicos e enfermeiros.

O BOA possui em sua frota os helicópteros Esquilo AS350, Arcanjo 01 na Base de Florianópolis e o Arcanjo 03 na Base de Blumenau. Operam também o avião Carajá – Arcanjo 02 e o avião Cessna 206 – Arcanjo 04.

Aeronaves da Segurança Pública são utilizadas para distribuição das vacinas contra a COVID-19 no Brasil

Brasil – Além das aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) e das empresas aéreas, as aeronaves das Unidades Aéreas da Segurança Pública de todo o Brasil estão participando da logística de distribuição das vacinas contra a COVID-19.

Em apoio ao Ministério da Saúde e às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, Unidades Aéreas dos Corpos de Bombeiros Militares, Polícias Militares, Polícias Civis estão participando dos trabalhos. O avião Embraer 145 da Polícia Federal também participou.

Em Santa Catarina o avião Arcanjo 02 do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros foi responsável pela distribuição de 16 mil doses no Oeste e Extremo Oeste do Estado. Na Bahia chegaram 376.600 doses e foi encaminhada para a sede do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (GRAER), onde foi montada estrutura para recebimento e armazenamento temporário do imunizante.

O envio das vacinas para o interior do estado está sendo feito por nove aeronaves, inclusive do GRAER. Nesses locais, 243 caminhões, vans e outros veículos farão o transporte do imunizante para os demais municípios.

Em Minas Gerais, a frota do Corpo de Bombeiras também auxiliou na entrega das vacinas. Mais de 560 mil doses do imunizante chegaram ao estado mineiro na noite de segunda-feira (18). Dois helicópteros e um avião da Corporação iniciaram a distribuição das vacinas. A primeira aeronave que decolou foi um avião Caravan, transportando vacinas para as cidades de Governador Valadares, Teófilo Otoni, Pedra Azul e Uberaba.

Em seguida, dois helicópteros do Corpo de Bombeiros, voaram para as cidades de Manhuaçu, Coronel Fabriciano e Diamantina. Aeronaves do Comando de Aviação do Estado (COMAVE) também transportaram doses da vacina para outras regiões do estado.

O Mato Grosso recebeu 65,7 mil doses da vacina para distribuição em 14 polos regionais. Na ação as seis aeronaves do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) serão empregadas para distribuição das vacinas.

No Paraná, o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) realizou a entrega de vacinas no litoral paranaense em conjunto com a Secretaria Estadual de Saúde e Primeira Regional de Saúde em Paranaguá.

O helicóptero Falcão 03 da Base Litoral realizou a entrega das vacinas contra a COVID-19. Foram transportadas as vacinas para os municípios de Guaraqueçaba, Antonina, Morretes, Pontal do Paraná, Matinhos e Guaratuba.

Alagoas recebeu lote com mais de 70 mil doses e os helicópteros da Segurança Pública do Estado também foram utilizados para a distribuição das vacinas. O médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) Reginaldo Melo, e que também integra a equipe de resgate do Falcão 05 do Grupamento Aéreo, foi um dos primeiros profissionais da saúde que recebeu uma dose da vacina.

O Maranhão recebeu do Ministério da Saúde 164.240 doses da vacina e com o apoio do Centro Tático Aéreo (CTA), iniciou a distribuição das vacinas a 217 municípios. São três aviões e três helicópteros fazendo o trabalho.

Em Rondônia cerca de 50 mil doses foram entregues por avião da FAB e também contam com o apoio do avião do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros para distribuição das vacinas.

No Rio de Janeiro também acontece a distribuição das vacinas aos 92 municípios do estado. As doses estão sendo transportadas em vans, caminhões e nos helicópteros da Polícia Militar (GAM), Polícia Civil (SAER) e do Corpo de Bombeiros (GOA).

O Ceará também está utilizando as aeronaves da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) para realizar a distribuição das primeiras 218 mil doses da vacina recebidas. O primeiro voo foi realizado pelo helicóptero Fênix 05 para os municípios de Quixadá, no Sertão Central. Logo após, a aeronave seguiu para Limoeiro do Norte, Russas e Aracati.

Na região Norte, a Fênix 09 realizava o transporte para as cidades de Camocim, Acaraú e Brejo Santo. No total, a CIOPAER voou 1.085 km, em um total de 6h51min de voo.

Em Sergipe, a distribuição das 48.000 doses recebidas do Ministério de Saúde também terá apoio do Grupamento Tático Aéreo (GTA), que já entregou lote nos municípios do sertão sergipano: Canindé de São Francisco, Nossa Senhora da Glória e Porto da Folha.

No Pará, o Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) utilizou o avião modelo Caravan para transportar as primeiras 17.725 doses da vacina. As Unidades Aéreas Públicas estão sendo empenhadas em todo o país, participando da logística de armazenamento e distribuição das vacinas aos municípios.

Corpo de Bombeiros transporta 16 mil doses da vacina contra a COVID-19 para o Oeste Catarinense

Corpo de Bombeiros transporta 16 mil doses da vacina contra a COVID-19 para o Oeste e Extremo Oeste

Santa Catarina – A manhã desta terça-feira (19) foi marcada por uma missão importante do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC): transportar doses da vacina contra a COVID-19 para distribuição no Oeste e Extremo Oeste do estado.

“Esse é um momento extremamente importante para Santa Catarina e, mesmo que de uma forma diferente, nós estamos cumprindo a nossa missão de salvar. O Corpo de Bombeiros Militar esteve durante toda a pandemia disponível para os transportes de material e equipamentos e, mais uma vez, segue em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, para levar as vacinas para os catarinenses”, afirmou o Comandante-Geral do CBMSC, coronel Charles Alexandre Vieira.

O avião Arcanjo 02 do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) transportou dez caixas, contendo 16 mil doses. As vacinas chegaram ao hangar do BOA por volta das 07h00 da manhã de hoje e o avião decolou da Capital às 08h00.

A aeronave vai pousar nas cidades de Videira, Joaçaba, Concórdia, Xanxerê, Chapecó e São Miguel do Oeste. Caso as condições climáticas impeçam o pouso em determinada cidade, existe planejamento para a entrega das vacinas em segurança por via terrestre.

“Esse transporte é um marco para a nossa atividade e isso demonstra a importância dessa parceria entre o Corpo de Bombeiros Militar e a Secretaria de Estado da Saúde, em que a gente consegue apresentar para a sociedade catarinense uma estrutura de logística e serviço aeromédico especializado, que só traz benefício aos cidadãos”, destacou o comandante do Batalhão de Operações Aéreas, Tenente-Coronel Sandro Fonseca.

“Uso de compressor torácico automático no resgate aeromédico” será tema de live no dia 19 de janeiro

Aeromédico do Brasil – O portal Resgate Aeromédico iniciou uma série de entrevistas com protagonistas do aeromédico brasileiro para conhecer melhor o funcionamento do serviço.

Na terça-feira, dia 19 de janeiro, às 19h30, o médico de voo Bruno Quercia Barros será o protagonista de live sobre “Uso de compressor torácico automático no resgate aeromédico“. Será uma conversa com Eduardo Beni, editor do Portal Resgate Aeromédico.

Bruno é graduado em medicina pela Universidade de Pernambuco e pós-graduado em medicina aeroespacial e da altitude pela Universidade Gama Filho. É atualmente médico regulador e intervencionista do SAMU 192 de Santa Catarina, Operador de Suporte Médico do Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU SAMU SC) no Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina e coordenador de medicina aeroespacial do SAMU.

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Equipe aeromédica do BPMOA resgata duas vítimas de queda de plano elevado no Paraná

Equipe aeromédica do BPMOA resgata duas vítimas de queda de plano elevado no Paraná. Foto: Luciana Signorini.

Paraná – No domingo (17), equipe de resgate do helicóptero Falcão 03 da Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) foi acionada para dois atendimentos de vítima de queda de plano elevado. Uma sofreu queda de árvore em área rural de Campo Largo e a outra caiu da Pedra da Baleia na Praia Mansa de Caiobá, Matinhos, litoral do Paraná.

O adolescente de 17 anos que caiu da árvore (de uma altura de 4 metros) foi atendido pela equipe aeromédica e levado de helicóptero ao Hospital do Rocio, em Campo Largo. No resgate da vítima de queda da pedra, a equipe ao localizar o homem, realizou desembarque a baixa altura do operador aerotático e do operador de suporte médico sobre a pedra, pois a faixa de areia estava ocupada por banhistas.

A vítima estava com fraturas em membros inferiores e foi imobilizada pela equipe. O homem foi levado pela ambulância do Corpo de Bombeiros para a UPA 24h Praia Grande. Em seguida, a aeronave retornou à pedra e a equipe realizou o embarque a baixa altura. O Falcão 03 seguiu para a Base Litoral.

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Equipes de resgate salvam vítimas de grave acidente envolvendo automóvel e ônibus na PR-487

Equipes de resgate salvam vítimas de grave acidente envolvendo automóvel e ônibus na PR-487. Fotos: Dione Correia Operações Aéreas Samu 192 e André Almenara.

Paraná – Cinco pessoas ocupantes de um veículo de passeio (VW Passat) ficaram feridas após colisão frontal com um ônibus, na rodovia PR-487. O acidente ocorreu na tarde de sexta-feira (15), entre Campo Mourão e Luiziana.

Segundo informações preliminares, o veículo com placas de São Paulo, seguia sentido Luiziana/Campo Mourão. O motorista iniciou ultrapassagem e um caminhão que vinha em sentido contrário conseguiu desviar, porém, o ônibus que estava logo atrás acabou batendo violentamente no automóvel.

Uma adolescente de 13 anos ficou gravemente ferida. Além dela, também sofreram ferimentos, uma criança de seis anos e mais três adultos que estavam no automóvel. No ônibus viajavam 28 pessoas e três tiveram ferimentos leves. As vítimas foram atendidas pela equipes de resgate do SAMU Noroeste, Corpo de Bombeiros e PRF.

A menina de 13 anos apresentava choque hemorrágico e foi resgatada pelo helicóptero aeromédico do SAMU. Ela foi levada para o Hospital Universitário de Maringá para tratamento cirúrgico imediato.

Bebê de 10 meses com problemas hepáticos é transportada de avião de Tubarão para Porto Alegre, RS

Bebê de 10 meses com problemas hepáticos é transportada de avião de Tubarão para Porto Alegre, RS

Santa Catarina – No sábado (16), o Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), transportou uma criança de 10 meses de idade, de Tubarão para Porto Alegre.

A menina apresenta problemas hepáticos e foi transferida por via terrestre da UTI do Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Tubarão, até o Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, em Jaguaruna (SBJA). Com a paciente embarcada, o avião Arcanjo 02 seguiu para o aeródromo Internacional Salgado Filho (SBPA), em Porto Alegre/RS, onde uma ambulância aguardava para levá-la ao Hospital Santo Antônio.

Foram percorridos em torno de 741 quilômetros entre as cidades de Florianópolis, Jaguaruna e Porto Alegre, em um total aproximado de 3 horas de voo.

ANAC flexibiliza regras de jornada e tempo de voo para operações aeromédicas realizadas em Manaus

ANAC flexibiliza regras de jornada e tempo de voo para os transportes de pacientes com COVID-19 em Manaus

Na sexta-feira (15), a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) publicou a Portaria Nº 4012 autorizando a extrapolação de jornada e tempo de voo nas operações de transporte de pacientes com COVID-19 da cidade de Manaus/AM para uma localidade onde o atendimento possa ser feito, transporte de insumos médicos ou profissionais de saúde para a cidade de Manaus.

Segundo a portaria, o operador sob o RBAC nº 121 e 135 deverá administrar os riscos da operação e efetuar um monitoramento estreito das condições de fadiga de seus tripulantes, interrompendo as operações caso acredite que os níveis de fadiga estejam em condições inaceitáveis. Ressalta ainda que o operador só pode se valer dessas prerrogativas nos casos de real necessidade.

O documento acentua que nenhum tripulante poderá ser coagido a realizar essas operações e a adesão deve ser de livre vontade. Caberá ao operador demonstrar que o tripulante aceitou extrapolar a sua jornada regulamentar. A ANAC deverá ser informada das operações em até 24 horas após a realização do último voo.

A Portaria é válida por dez dias (15 a 25 de janeiro de 2021) e poderá ser estendida ou revogada a qualquer tempo.

Leia também: FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 do Amazonas para outros estados.

FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 do Amazonas para outros estados

FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 de Manaus para outros estados do Brasil. Foto: João Allbert/Agif/Estadão Conteúdo

Amazonas – Em despacho emitido na noite de quinta-feira (14), a juíza Maria Pinto Fraxe, da 1ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Amazonas, determinou que a União transfira imediatamente todos os pacientes da rede pública de Manaus que possam morrer por conta da falta de oxigênio.

O despacho atende a um pedido do Ministério Público Federal, do Ministério Público Estadual e das Defensorias Públicas. A capital amazonense enfrenta colapso no sistema de saúde devido ao aumento das internações por COVID-19 e falta de oxigênio. Nesta quinta, o governo estadual informou que 235 pacientes começaram a ser transferidos para outros Estados.

Além disso, a Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas vai transferir para outros estados brasileiros bebês prematuros internados em maternidades públicas amazonenses, por conta da falta de oxigênio dos hospitais. São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Maranhão ofereceram leitos.

Até o momento, mais de 223 mil pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus no Amazonas e mais de 5,9 mil morreram devido à doença. O Estado tinha um saldo de 1.581 pacientes internados, sendo 518 em leitos de UTI.

Remoções de pacientes

A Força Aérea Brasileira (FAB) já iniciou o transporte de pacientes, acompanhados de equipes de saúde, de Manaus (AM) para outros estados do País. Duas aeronaves C-99 do Primeiro Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte (1º/2º GT) foram deslocadas para realizar os transportes.

O planejamento é de que partirão voos de Manaus (AM) com destino a São Luís (MA), Teresina (PI), Natal (RN), João Pessoa (PB), Brasília (DF) e Goiânia (GO), transportando pacientes e profissionais de saúde.

Empresas de táxi aéreo que realizam transporte aeromédico de pacientes críticos também estão sendo muito demandadas. Não se tem números consolidados das quantidades de transportes de pacientes com COVID-19 realizados pelas operadores aeromédicos.

Empresas como Uniair, Brasil Vida, Abelha, Sete, Líder, Helisul, AllJet, Unimed Aeromédica, AirJet estão realizando essas remoções desde o ano passado e muitas tiveram um aumento exponencial nas operações.

No Brasil existem cerca de 40 empresas que fazem esse tipo de transporte, porém, além do grande número de pedidos, para realizar a remoção de pacientes com COVID-19 são exigidos equipamentos como cápsulas de isolamento e vestimentas especiais, além de protocolos rígidos, o que dificulta ainda mais essa atividade que já é complexa.

Transporte de oxigênio

Além dos transportes de pacientes, duas aeronaves C-130 Hércules da FAB decolaram da Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), na quinta-feira (14), com mais de 18 toneladas de cilindros de oxigênio líquido, que serão utilizados por hospitais no atendimento a pacientes da COVID-19, no estado do Amazonas.

Na quarta-feira (13), uma aeronave multimissão KC-390 Millennium da FAB já havia transportado oito toneladas de equipamentos para Manaus. Levaram material hospitalar, camas, cilindros de oxigênio, macas e barracas, totalizando 8.820 quilos de materiais que irão equipar o Hospital de Campanha (HCAMP).

Quatro adultos e uma criança se perdem em trilha e são resgatados por bombeiros em Pão de Açúcar, AL

Quatro adultos e uma criança se perdem em trilha e são resgatados por bombeiros em Pão de Açúcar, AL

Alagoas – Um grupo de cinco pessoas foi socorrido por militares do Corpo de Bombeiros de Alagoas (CBM-AL), depois que se perderam na tarde de terça-feira (12), na cidade de Pão de Açúcar, interior de Alagoas, em uma região de serra localizada no Povoado Meirús.

Por volta das 09h00, dois casais e uma criança de 5 anos saíram de Maceió com destino a Pão de Açúcar para fazer uma trilha a pé. Já na ida, devido o calor e cansaço, uma das mulheres e a criança (mãe e filha), desistiram da trilha e decidiram ficar aguardando o restante do grupo concluí-la, para encontrar com eles no retorno. Um casal e um homem continuaram até o final, porém no retorno se afastaram da trilha e se perderam.

Como estavam exaustos e desidratados, sem condições físicas de continuar tentando voltar para a trilha e devido o avançar da hora, o grupo decidiu pedir ajuda ao Corpo de Bombeiros. Logo ao receber o chamado foi identificado que o solicitante estava com internet móvel e compartilhou sua localização para agilizar a busca.

Como o local era de difícil acesso foi acionado o apoio do helicóptero Falcão 03 do Grupamento Aéreo que fica em Arapiraca. Outra equipe de bombeiros seguiu para o local mais próximo por via terrestre. Com o auxilio do GPS, foram localizados pela equipe aérea.

Como o local não possibilitava o pouso, um operador aerotático desembarcou e levou o casal até um local seguro, onde a aeronave pousou para o resgate. O outro integrante do grupo que estava junto ao casal resgatado havia seguido sozinho para encontrar sua esposa e filha, que estavam aguardando na trilha.

Ele as encontrou e enviou a localização para central, informando que estavam na trilha. Os três foram resgatados pela equipe terrestre. O resgate foi finalizado por volta das 18h30, quando todos foram resgatados. Como estavam bastante debilitados e desidratados, foram conduzidos ao hospital em segurança.

Com interdição de aeródromos, CIOPAER transporta pacientes das cidades isoladas do Acre

Com interdição de aeródromos, CIOPAER é mobilizado para transportar pacientes das cidades isoladas do Acre

Acre – O apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) fez a diferença mais uma vez no Vale do Juruá. Esta foi a quarta remoção de paciente realizada pelo CIOPAER em menos de uma semana, depois que a tripulação do helicóptero Harpia 04 foi descolada para Cruzeiro do Sul, a fim de atender as cidades isoladas depois que a ANAC interditou os aeródromos de Porto Walter (SIRW) e de Marechal Thaumaturgo (SSMH).

Na tarde de quarta-feira (13), decolaram com destino a Marechal Thaumaturgo a fim de buscar um recém nascido com menos de 24 horas de vida que precisa ser submetido a uma cirurgia. O menino nasceu com o ânus imperfurado (anomalia anorretal), que é uma malformação congênita diagnosticada na sala de parto e que necessita de tratamento cirúrgico.

Logo que a equipe médica percebeu a anomalia, solicitou o resgate aéreo e foi prontamente atendida. O bebê e a sua mãe foram levados para Cruzeiro do Sul e no aeroporto, onde o helicóptero pousou, foram embarcados em um avião aeromédico e levados para Rio Branco, para realização da cirurgia.

Reformas dos aeródromos

No final de novembro, a ANAC iniciou processo para a exclusão do cadastro dos aeródromos de Porto Walter (SIRW) e de Marechal Thaumaturgo (SSMH) e proibiu as operações de pouso e decolagem nos aeródromos devido às más condições das pistas.

Enquanto o Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (DERACRE) realiza obras de manutenção nas pistas, para atender as emergências de saúde e segurança de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo, o helicóptero Harpia 04 do CIOPAER vai permanecer no Vale do Juruá por cerca de noventa dias.

As cidades são isoladas e possuem acesso apenas por barco ou avião. Somente estão autorizados pousos e decolagens de emergências médicas e com autorização prévia do proprietário do aeródromo.

Logística das obras

Os materiais necessários para a recuperação dos aeródromos dos municípios de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo começaram a ser transportados por balsa pelo rio Juruá na manhã de terça-feira (13).

Os trabalhos de roçagem para melhorar a visibilidade para pousos e decolagens já tiveram início nas duas localidades. Nessa primeira viagem, serão transportadas 130 toneladas de brita, cimento e areia. A viagem completa durará dois dias. As balsas desembarcarão os insumos e retornarão para realizarem novas viagens.

O transporte por balsas só pode ser feito com o rio cheio. A expectativa é que o Juruá permaneça navegável para as balsas por cerca de um mês, período necessário para o transporte dos insumos.

A previsão é que as obras de reforma dos dois aeródromos sejam concluídas entre trinta e quarenta dias, quando serão entregues para nova vistoria pela ANAC. A ação de recuperação é uma força tarefa do Governo do Estado do Acre.

Cornwall Air Ambulance realizou 1.061 atendimentos aeromédicos em 2020 no sudoeste da Inglaterra

Cornwall Air Ambulance realizou 1.061 atendimentos aeromédicos em 2020 no sudoeste da Inglaterra. Foto: Divulgação.

Inglaterra – A tripulação da Ambulância Aérea do condado de Cornwall (Cornualha), sudoeste da Inglaterra, realizou somente durante o período da pandemia de COVID-19, mais de 850 operações aeromédicas. Os números revelados pela Cornwall Air Ambulance, organização sem fins lucrativos, mostraram que, apesar do condado estar sob restrições desde o início da pandemia, as tripulações dos helicópteros foram acionadas mais de mil vezes em 2020.

De 23 de março de 2020, quando o governo anunciou o primeiro bloqueio, até o final do ano, a tripulação foi chamada para 457 missões relacionados a traumas e 396 missões para atendimentos de casos clínicos.

Steve Garvey, Oficial de Operações Aéreas da Ambulância Aérea de Cornualha, disse que a pandemia de COVID-19 tornou as operações mais complexas. Mesmo com tudo o que aconteceu em 2020, as doenças graves e os ferimentos por trauma não pararam durante o confinamento decorrente da pandemia.

Cornwall Air Ambulance realizou 1.061 atendimentos aeromédicos em 2020 no sudoeste da Inglaterra. Foto: Divulgação.

“Respondemos a muitos tipos de incidentes que atenderíamos rotineiramente em qualquer ano, como paradas cardíacas, derrames e colisões no trânsito. O desafio adicional, claro, é que não foi um ano normal. Tivemos que fazer muitas mudanças em 2020 na forma como operamos, tanto do ponto de vista médico quanto da aviação, para garantir a segurança de nossos pacientes e tripulantes. A COVID-19 adicionou uma camada de complexidade a todos os incidentes que atendemos”, relatou Steve.

“Também tem sido um desafio em um nível pessoal, trabalhar na linha de frente enquanto se preocupa com sua própria família e os problemas adicionais que cada bloqueio traz. Estou orgulhoso que a equipe aqui foi capaz de se adaptar e continuar a fornecer o serviço de ambulância aérea para a população da Cornualha durante esta pandemia. E graças ao generoso apoio do público, continuará a fazê-lo”, complementou.

O número total de missões em 2020 foi de 1.061. Isso incluiu acionamentos para 326 atendimentos a pacientes com problemas cardíacos, 166 vítimas de acidentes de trânsito, 156 lesões ocorridas em queda e 27 em atividades esportivas. A tripulação também respondeu a 25 incidentes envolvendo pacientes com queimaduras graves.

Cornwall Air Ambulance realizou 1.061 atendimentos aeromédicos em 2020 no sudoeste da Inglaterra. Foto: Divulgação.

Um deles foi Scott Halliday, de 33 anos, gravemente ferido em um incêndio em St Ives em agosto de 2020. Scott estava trabalhando em um restaurante em frente ao porto quando foi atingido pelas chamas depois que uma panela explodiu. “Eu aguentei o impacto da explosão, meu braço esquerdo, costas, cabeça e mão ficaram em chamas. A dor foi extrema, eu entrei em choque”, disse Scott.

Turistas que estavam no local, que por acaso eram paramédicos, foram os primeiros a atender Scott, enquanto a ambulância aérea foi acionada. Quando chegaram, iniciaram o atendimento especializado, aliviando a forte dor que sentia. Foi estabilizado e levado de helicóptero ao Hospital Derriford. Mais tarde foi transferido para uma unidade especializada em queimaduras ,em Salisbury, onde foi submetido a operações de enxerto de pele.

Vários meses depois, Scott está se recuperando bem e recentemente conseguiu voltar ao trabalho. “Acho que você não percebe como a ambulância aérea é incrível até que realmente a use. Você apenas nunca pensa que pode ser você. É reconfortante saber que o serviço existe”, complementou Scott.

“A velocidade com que eles realizam o atendimento foi fundamental para minha recuperação. Meu incidente foi mostrado na série de TV Cornwall Air 999 (exclusiva para o Reino Unido) e ajudou a arrecadar cerca de £4.000,00 para a Cornwall Air Ambulance. É ótimo pensar que isso ajudará a financiar um voo para a próxima pessoa que precisar”, finalizou.

Avião do Corpo de Bombeiros transportou seis ventiladores mecânicos para São Miguel do Oeste, SC

Avião do Corpo de Bombeiros transporta 6 ventiladores mecânicos para São Miguel do Oeste, SC. Foto: Divulgação.

Santa Catarina – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com as Secretarias da Defesa Civil e da Saúde, realizou na segunda (11) e terça-feira (12) o transporte de 6 ventiladores mecânicos com o avião Arcanjo 04, de Florianópolis para São Miguel do Oeste.

Na segunda-feira foram transportados 03 ventiladores mecânicos e na terça-feira os outros 03. A ação é destinada ao enfrentamento da pandemia de COVID-19, que já levou a óbito mais de 5.000 pessoas em Santa Catarina.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o transporte aéreo representa importante meio para realizar a distribuição de materiais hospitalares. Com o Arcanjo 04 foram percorridos em torno de 2.000 quilômetros entre as cidades de Florianópolis e São Miguel do Oeste, em um total aproximado de 9 horas de voo.

Águias da PM de São Paulo voaram 142 horas e realizaram 302 missões durante a Operação Verão

Águias de São Paulo voaram 142 horas e realizaram 302 missões durante a Operação Verão

São Paulo – Todo ano, o Comando de Aviação da Polícia Militar (CAvPM) desloca suas aeronaves para o litoral de São Paulo. Para os trabalhos de prevenção e salvamento no litoral sul e centro, a Base de Aviação de Praia Grande possui estrutura para receber aeronaves e equipes de reforço. No litoral norte, as equipes tem como base de operação o Aeroporto de Ubatuba (SDUB).

Desde o início da Operação Verão, no dia 26 de dezembro, até o dia 10 de janeiro, o CAvPM realizou 304 missões em um total de 142,4 horas de voo. Nessas operações foram realizados 14 salvamentos aquáticos e 2.502 prevenções de banhistas que estavam em locais de risco.

No sábado (09), as equipes realizaram duas missões de salvamento. O primeiro foi o resgate de uma menina de cinco anos, vítima de afogamento na Praia Vermelha do Sul, em Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo.

A praia estava cheia e não havia tempo para afastar os banhistas para que o Águia 04 pousasse na areia para socorrer a criança. Por isso, os guarda-vidas saltaram no mar e fizeram o resgate da criança. Em uma área isolada pelos bombeiros, o Águia pousou e a criança foi embarcada na aeronave. Em seguida foi levada onde uma URSA do GBMar aguardava para ser transportada ao Hospital de Ubatuba.

O segundo atendimento foi para realizar buscas de uma família que havia se perdido em uma trilha no Boqueirão, em Ubatuba. Dois adultos e uma criança de 9 anos se perderam em um local de difícil acesso e extremamente hostil. Uma cobra picou o pé de um dos adultos, e tentando buscar uma saída foram parar na costeira do lado oposto da praia.

A criança pisou em vários espinhos durante o trajeto, dificultando sua locomoção. As vítimas conseguiram contato com o Corpo de Bombeiros que, prontamente acionaram a equipe do Águia.

Utilizando a técnica de embarque a baixa altura, manobra que exige perícia e atenção de todos os integrantes da equipe, a criança e a vítima de picada de cobra foram embarcadas e conduzidas ao ponto de apoio, onde a Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros aguardava para o transporte ao PS de Ubatuba. A terceira vítima foi socorrida por embarcação da Polícia Ambiental.

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Com apoio de helicóptero, bombeiros localizam e resgatam ciclista ferido em trilha no Altiplano Leste, DF

Com apoio de helicóptero, bombeiros localizam e resgatam ciclista ferido em trilha no Antiplano Leste, DF

Distrito Federal – Um ciclista, de 63 anos, precisou ser resgatado com auxílio do helicóptero do Corpo de Bombeiros na manhã de domingo (10), após cair durante uma trilha no Altiplano Leste, no Distrito Federal. Ele sofreu escoriações pelo corpo e um corte profundo na perna.

O idoso estava acompanhado de outros ciclistas que pedalavam na altura da QI 28 do Lago Sul, Paranoá. Os bombeiros foram acionados por volta das 8h40 para atender a ocorrência.

Segundo os bombeiros militares, além do helicóptero Resgate 04, três viaturas terrestres foram usadas no resgate. O homem foi embarcado na aeronave e levado ao Hospital Regional do Paranoá (HRPA), consciente, orientado e estável.

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