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Grupamento de Operações Aéreas de Rondônia transporta paciente com doença cardíaca para Arapongas, PR

Grupamento de Operações Aéreas de Rondônia transporta paciente com doença cardíaca para Arapongas, PR

Rondônia – O Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros realizou na quarta-feira (23), mais um transporte aeromédico de longa distância com o avião C208-Grand Caravan EX, Resgate 03. Logo cedo decolaram da base, em Porto Velho, com destino a cidade de Arapongas, no Paraná. Foram 8 horas de operação e 7 horas de voo.

Um homem de 56 anos, diagnosticado com síndrome aórtica aguda/dissecção de aorta ascendente e descendente com componente aneurismático, necessitava de cirurgia cardíaca. O homem foi acompanhado de sua esposa durante todo o voo. Antes da decolagem receberam orientações das equipes de saúde do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho, de como se procederia o transporte da unidade hospitalar, onde estava internado, até o local de destino.

Durante o transporte o paciente recebeu todos os cuidados necessários pela equipe, com os seus sinais vitais sendo monitorados frequentemente: pressão arterial, temperatura corporal, frequência respiratória, frequência cardíaca e saturação de oxigênio (SpO²).

No aeroporto em Arapongas, uma ambulância do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (SIATE) do Corpo de Bombeiros do Paraná aguardava para levar o paciente e sua esposa ao Hospital Norte do Paraná (HONPAR). Segundo a equipe, a remoção aconteceu sem intercorrências até o recebimento do paciente pela equipe médica do hospital.

NOTAER e SAMU transportam vítima de infarto agudo do miocárdio de Laranja da Terra para Vila Velha, ES

NOTAER e SAMU transportam vítima de infarto agudo do miocárdio de Laranja da Terra para Vila Velha, ES

Espírito Santo – No começo da tarde de terça-feira (22), equipe aeromédica do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAER) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), foi acionada para remoção aeromédica de idoso de 66 anos, vítima de infarto agudo do miocárdio (IAM), internado em hospital no município de Laranja da Terra.

As equipes do SAMU da cidade deram o primeiro atendimento e diante da gravidade de seu quadro clínico, o paciente foi levado pelo helicóptero Harpia 06 do NOTAER e em 24 minutos o homem foi recebido pela equipe de saúde do Hospital Evangélico, em Vila Velha.

Batalhão de Operações Aéreas da PM do Paraná inicia formação inicial de três novos pilotos de helicóptero

Batalhão de Operações Aéreas da PM do Paraná inicia formação inicial de três novos pilotos de helicóptero

Paraná – Na manhã de quarta-feira (23), a Polícia Militar do Paraná, através do Batalhão de Operações Aéreas (BPMOA), deu início à formação dos três primeiros classificados no último concurso para piloto de helicóptero, realizado em 2020.

Essa etapa começou com o Ground School (curso de solo) em Escola de Aviação contratada através de processo Licitatório para a formação inicial de Piloto Privado de Helicóptero (PPH). Os oficiais já possuem a banca teórica da Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC) de PPH. No Ground School receberão conhecimentos técnicos de solo, manual da aeronave, limites, procedimentos normais, nomenclaturas e emergências no modelo da aeronave que iniciarão a instrução.

Batalhão de Operações Aéreas da PM do Paraná inicia formação inicial de três novos pilotos de helicóptero

Na sequência iniciam a formação prática com briefings, explanações teóricas e voos no helicóptero modelo Robinson 22. Se a meteorologia permitir voarão todos os dias em um dos períodos, cumprindo expediente em seções administrativas do BPMOA no restante do dia.

Essa é a primeira parte da formação. Para ser comandante de aeronave, à partir do ingresso na Unidade e início da progressão no plano de ascensão de asas rotativas, leva em média de 5 a 6 anos, desde que cumpridas todas as exigências técnicas e aprovação em Conselho de Voo.

“Desejamos que os novos alunos realizem voos seguros no ano em que o BPMOA completa 10 anos de criação e possamos crescer e evoluir, sempre visando boas missões em prol da segurança e saúde pública de nosso Estado, onde e quando necessário, com suporte aéreo de excelência”, disse o Ten Cel BM Julio Pucci, comandante do BPMOA.

Serviço aeromédico faz a diferença no resgate e na remoção de pacientes graves em Chapecó e região, SC

Atendimento à vítima de acidente de trânsito na BR-282.

Santa Catarina – O serviço aeromédico vem fazendo a diferença no resgate e na remoção aeromédica de pacientes graves em Chapecó e região. Na terça-feira (22), equipe do SARA-SAERFRON foi acionada pelo Corpo de Bombeiros para atendimento à vítima de acidente de trânsito na BR-282. Um criança de 06 anos estava de carona em uma motocicleta e feriu-se no acidente.

Como múltiplas fraturas foi imobilizada em maca rígida, com colar cervical, oferta de O² e realizada medicação para dor pelos operadores de suporte médico do SARA. A criança foi conduzida de helicóptero e em 5 minutos foi entregue à equipe de saúde do Hospital Materno Infantil de Chapecó.

Na segunda-feira (21), a equipe também foi acionada, mas para atender um caso clínico. Realizar a remoção aeromédica de uma mulher de 60 anos com Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) da cidade de Coronel Freitas para Xanxerê.

A mulher iniciou quadro de dor torácica às 9h00 e foi atendida no Hospital Nossa Senhora da Saúde. Por volta das 13h00 pela persistência da dor, foi diagnosticada com IAM e levada de helicóptero para Xanxerê. Uma unidade de suporte avançado do SAMU realizou o transporte terrestre até o hospital.

Governo de Goiás inaugura novo hangar do Centro de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar

Governo de Goiás inaugura novo hangar do Centro de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar

Goiás – Na manhã de terça-feira (22), aconteceu a inauguração do novo hangar do Centro de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO), localizado no Aeroporto Internacional de Goiânia – Santa Genoveva.

O novo hangar foi construído através da parceria do Governo do Estado com o Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e com o Ministério Público do Trabalho de Goiás. A nova estrutura permitirá otimizar o serviço de resgate aéreo do Corpo de Bombeiros e dos Órgãos de Segurança Pública.

O projeto do novo hangar foi resultado do esforço de algumas pessoas, em especial do Ten Cel BM Carlos Alberto Cardoso Faleiro; Desembargador Paulo Pimenta, presidente do TRT 18; Tiago Ranieri de Oliveira, Procurador Chefe do MPT 18; Juíza Ceumara de Souza Freitas e Juíz Antônio do TRT 18; e dos procuradores Meicivan, Marcelo e Januário.

Na oportunidade, o Governador Ronaldo Caiado realizou a entrega de um caminhão de abastecimento para aeronaves e cinco camionetes para o uso em atividades de salvamento em toda capital, adquiridas através do Fundo Estadual de Saúde.

Saiba como foi o transporte de mãe e filho de 4 anos com COVID-19 das Ilhas Comores para Nairóbi, Quênia

Aprendizados e desafios no transporte de pacientes com COVID-19 do arquipélago de Comores para Nairóbi, Quênia

Quênia – A AMREF Flying Doctors (AFD) é uma operadora que fornece serviços de ambulância aérea na África Oriental e Central e opera no Aeroporto Wilson em Nairóbi, capital do Quênia. Sua frota conta com nove aviões, sendo três próprios e seis sob contrato de arrendamento (Pilatus PC-12, Citation Bravo, Citation XLS, Citation Sovereign e KingAir B200), além de um helicóptero esquilo AS350.

Possui também ambulâncias terrestres de Suporte Avançado de Vida (ALS) e um Centro de Controle de Emergência e Operações, em regime 24/7. A operadora é credenciada internacionalmente desde 2007 pela EURAMI, com sede na Alemanha e foi duas vezes, em 2011 e 2014, ganhadora do prêmio de Empresa de Ambulância Aérea do Ano pela International Travel & Health Insurance Journal (ITIJ Awards).

A operadora aeromédica foi fundada em 1957 por três cirurgiões, Sir Michael Wood, Archibald McIndoe e Thomas Rees e, desde então, está envolvida em vários projetos de saúde na África Oriental. No ano de sua criação havia um médico para cada 30.000 pessoas na África Oriental. Na Grã-Bretanha era 1:1.000.

Naquela época as instalações médicas eram escassas, com terreno acidentado e estradas frequentemente intransitáveis, dificultando o acesso aos cuidados médicos para as pessoas em áreas rurais e remotas, assim, Archie, Tom e Michael viam no serviço aéreo como a única forma de levar cuidados de saúde a comunidades remotas.

Passado o tempo, os desafios com o ambiente operacional permanecem. Existem mais de 1.000 pistas de pouso na região da África Oriental. A maioria são aeródromos de grama ou superfície de terra facilmente afetados pelo vento e pelo clima. Normalmente não são controlados, sem iluminação e manutenção regular. As incursões de pessoas e animais nas pistas são comuns. A agitação política regional pode causar desafios de segurança durante as missões.

Mesmo assim, atualmente, AMREF Flying Doctors transporta, em média, 1.000 pacientes por ano, trabalhando em estreita colaboração com as comunidades locais, governos, empresas e mais de 100 seguradoras internacionais e empresas de assistência.

Além de todos os desafios, no momento, o maior deles está sendo lidar com a pandemia de COVID-19. Utilizando capsulas de isolamento, a operadora realizou mais de 20 transferências bem-sucedidas relacionadas ao novo coronavírus desde maio de 2020, mas em agosto precisou realizar evacuação aeromédica de dois pacientes. Uma mulher e seu filho de quatro anos, ambos com COVID-19, estavam nas Ilhas Comores, leste da África, e precisavam ser levados para Nairóbi, capital do Quênia.

O transporte de dois pacientes com COVID-19 

Sendo a primeira evacuação de dois pacientes, o desafio imediato foi a exigência de duas unidades de isolamento na mesma aeronave, além das três equipes médicas necessárias para o gerenciamento de transferências de COVID-19. Ainda assim precisavam considerar a possibilidade da criança não cooperar ao ser transferida em uma capsula de isolamento.

A aeronave escolhida para esta missão foi o Pilatus PC-12, que possui uma grande porta de carga adequada para o fácil embarque e desembarque de pacientes. No entanto, o clima na ilha no momento da missão representou um desafio extra, pois significava que havia limitações de tempo para a realização da missão.

Também levaram em consideração o tempo necessário em solo para estabilizar os pacientes, fixá-los nas unidades de isolamento e embarcá-los na aeronave. A equipe de operações teve que revisar o peso extra do equipamento médico, unidades de isolamento e o número de pessoal de saúde necessário para a missão. Planejamento médico adicional também foi feito em relação à sedação da criança, com várias opções identificadas.

Planejamento da missão

Com procedimentos relacionados ao trabalho remoto e com escalas rotativas para o pessoal da AFD, uma reunião Zoom foi realizada pela equipe programada para realizar a missão. Isso incluía a tripulação de voo e a equipe de saúde (duas enfermeiras de cuidados intensivos, incluindo uma pediatra e um anestesista experiente), bem como o diretor médico, coordenador aeromédico e o gerente de operações.

Embora o relatório médico que receberam mostrasse que a mulher estava razoavelmente estável, a equipe médica se preparou para o pior cenário para ambos os pacientes. A equipe garantiu que os cilindros extras de oxigênio fossem transportados e protegidos com segurança a bordo, os medicamentos fossem verificados duas vezes em consideração às dosagens pediátricas para a criança e os cronogramas fossem revisados, com alternativas disponíveis em caso de atrasos operacionais.

O voo aeromédico levaria cerca de 3,5 horas dos Comores a Nairóbi, com um tempo total de missão planejado de 10 horas. Em consideração às mudanças nas condições meteorológicas na ilha, um planejamento meticuloso era imperativo para garantir um tempo mínimo em solo com um retorno rápido.

Desafios no transporte

A partida matinal de Nairóbi ocorreu no horário programado; no entanto, esperava-se que o clima na ilha piorasse mais tarde naquele dia, exigindo uma rápida reviravolta dentro dos cronogramas operacionais estabelecidos para que a missão fosse realizada com sucesso em um período de serviço.

No pouso, a equipe constatou que os pacientes haviam chegado ao aeroporto e estavam prontos para o embarque. A tripulação de voo reabasteceu a aeronave e planejou o voo de retorno, enquanto a equipe médica atendia os pacientes, que se encontravam em condições estáveis.

Após breve instrução, a equipe médica passou a colocar os EPIs e, em seguida, instalar as unidades de isolamento. O desafio imediato da equipe médica passou a ser o cuidado com a criança, que se mostrava bastante ativa e ansiosa ao ver a mãe sendo colocada na unidade de isolamento.

Em segundo lugar, proteger a criança na segunda unidade de isolamento mostrou-se difícil mesmo com sedação, pois ela acordava de vez em quando e tentava sair da unidade chorando pela mãe. Além disso, as temperaturas locais na ilha estavam subindo, tornando muito desconfortável para ambos os pacientes nas unidades de isolamento.

No entanto, após colocar com sucesso os dois pacientes a bordo da aeronave, e após consulta com o diretor médico na base, a equipe decidiu retirar a criança da unidade de isolamento, fixando-a em uma cadeira com máscara perto da mãe.

A decisão para isso era que seria arriscado ter uma criança profundamente sedada em uma unidade de isolamento. Como resultado dessa consideração, a equipe médica teve que permanecer com o equipamento de proteção completo por toda a duração do voo.

Com mais de duas horas de solo planejadas, a equipe conseguiu decolar um pouco antes do fechamento do tempo na ilha. Felizmente, após duas horas de voo, a criança finalmente conseguiu se acalmar e dormir confortavelmente até que o avião chegasse a Nairóbi.

Hora de reflexão

Esta missão representou uma excelente oportunidade de aprendizado para a equipe em relação ao transporte de dois pacientes COVID-19 com duas unidades de isolamento a bordo.

Operacionalmente, a missão provou que o uso do Pilatus PC-12 com sua grande porta de carga favoreceu o transporte dos dois pacientes. A aeronave configurada com sistema de maca dupla, mais uma vez, provou ser muito versátil nos ambientes variados e desafiadores em que opera a AFD.

Dependendo da rota do voo, distância, locais de embarque e destino, um planejamento operacional meticuloso é necessário para levar em consideração as implicações de peso e balanceamento, além das restrições de tempo para realizar a missão. Um retorno rápido, se necessário, representaria um sério desafio para a equipe de saúde em termos de estabilizar o paciente, colocá-lo nas unidades de isolamento, embarcar e fixar as unidades na aeronave antes da decolagem.

Uma abordagem conservadora em relação ao planejamento de voos para pacientes com COVID-19 continua a ser a norma e não a exceção. O transporte de crianças sedadas em unidades de isolamento continuará sendo um desafio devido aos riscos envolvidos.

O risco primário é para o paciente em caso de sedação que requeira intervenção das vias aéreas enquanto estiver dentro do isolador, e o risco secundário de infecção para a equipe de saúde caso seja necessária uma intervenção de emergência que exija a violação da unidade de isolamento para acessar as vias aéreas do paciente.

O planejamento adequado e a consulta médica sênior são a pedra angular de evacuações aeromédicas seguras, especialmente nestes tempos turbulentos do surto do novo coronavírus. As considerações de segurança para todos os envolvidos devem sempre ter prioridade.

Médicos e enfermeiros do SAMU 192 utilizam macacões de voo antichama em operações aeromédicas no PR

Médicos e enfermeiros utilizam macacões de voo antichama nas operações aeromédicas de Maringá, PR

Paraná – Na sexta-feira (19), operadores de suporte médico da Base Maringá, Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde do Estado, iniciaram o serviço utilizando os novos macacões de voo antichama, adquiridos pelo consórcio PROAMUSEP com a empresa ERIX, especializada em uniformes profissionais.

Seguindo o padrão de cor adotado pelo SAMU, o equipamento de proteção individual é fabricado na cor “azul marinho escuro” com tecido de aramida e meta-aramida. Além de trazer mais segurança para as tripulações, a Unidade Aérea Pública da SESA Paraná pretende discutir com Ministério da Saúde a possibilidade de padronização do macacão de voo antichama para as tripulações de voo do SAMU 192.

Esses equipamentos são obrigatórios em muitos serviços e são utilizados pelas tripulações aeromédicas, por militares, policiais e bombeiros em todo o mundo. Foram compradas 20 unidades pelo valor total de R$ 39.900,00 e os médicos e enfermeiros já estão utilizando em suas operações diárias. Os operadores de suporte médico da Base Cascavel deverão ser os próximos a usar o equipamento.

Fundação MedEvac realizará webinar sobre Gerenciamento de Risco de Fadiga em Ambientes Estressantes

Martina Santimone testemunhou vários momentos dos profissionais que trabalharam e lutaram pela saúde de todos contra a propagação da COVID-19. Aeroporto Orio al Serio © Martina Santimone

EUA – A Fundação MedEvac está organizando um webinar sobre gerenciamento de risco de fadiga em ambientes estressantes, especialmente entre as tripulações que atuam em operações de Evacuação Aeromédica (MEDEVAC). Os tempos de descanso das tripulações aeromédicas são uma questão de grande importância, que, na opinião de profissionais do setor, não recebem atenção suficiente.

A Fundação MedEvac organizou um webinar que acontecerá no dia 24 de setembro, através da ferramenta ZOOM, e que se concentra na fadiga dos profissionais de saúde.

O evento virtual será moderado por Cameron Curtis, Presidente e CEO da Association of Air Medical Services e MedEvac Foundation International, apresentado por Jared Hughes, Diretor de Desenvolvimento, MedEvac Foundation International, com os painelistas Jason Starke, Diretor de Padrões da Baldwin Safety & Compliance, e Daniel Mollicone, Cofundador, CEO e Cientista-chefe da Pulsar Informatics.

Segundo a Fundação, “a fadiga afeta as equipes, cujas atividades essenciais garantem que os pacientes sejam entregues com segurança, e o gerenciamento da fadiga é uma responsabilidade compartilhada entre a organização e os membros da tripulação”.

Fatores estressantes, como a atual crise do COVID-19, podem contribuir para a ansiedade em relação à incerteza, o que também aumenta a fadiga. É responsabilidade da organização estruturar horários de serviço com oportunidades de descanso adequadas e uma política de gerenciamento de risco de fadiga.

Nas apresentações serão demonstradas de forma abrangente como a coleta de dados objetiva pode ajudar a rastrear fontes de fator humano de risco de fadiga que podem ser ampliados no contexto da pandemia atual. As apresentações também descreverão uma abordagem de liderança e comunicação para ajudar a reduzir a ansiedade e o estresse das tripulações, disse a Fundação em nota.

Martina Santimone testemunhou vários momentos dos profissionais que trabalharam e lutaram pela saúde de todos contra a propagação da COVID-19. Aeroporto Orio al Serio © Martina Santimone.

Homem baleado em praia italiana é resgatado por ambulância aérea e levado para hospital em Roma

Homem baleado em praia italiana é resgatado por ambulância aérea e levado para hospital em Roma

Itália – Por volta das 10h30 de domingo (20), duas pessoas encapuzadas chegaram em uma scooter e dispararam vários tiros contra um homem que estava na praia Torvaianica, região de Pomezia, costa sul de Roma. O crime aconteceu em plena luz do dia e diante de centenas de banhistas que lotavam aquele trecho de praia, próximo ao estabelecimento Bora Bora, um dos resorts à beira-mar.

O homem baleado foi resgatado e transportado para o pronto-socorro do Hospital San Camillo, em Roma. O resgate foi feito por socorristas e o homem foi levado pelo helicóptero AW109, Pégaso 44, ambulância aérea do serviço 118 de Lazio. O pouso do helicóptero aconteceu na areia da praia.

A vítima, de acordo com autoridades, é de origem albanesa, tem 38 anos e possui vários antecedentes criminais, estava em liberdade depois de cumprir sentença em prisão domiciliar. O nome não foi revelado. A situação dele é grave pois o projetil atingiu a região cervical e comprometeu a medula espinhal. Os dois infratores da lei fugiram e até o momento não foram encontrados. Não se sabe ainda os motivos da emboscada e o caso é investigado pelos Carabinieri.

Serviço 118

O serviço 118 na Itália, diferente do Brasil, atende a demanda de vários tipos de emergências, em todas as situações que possa haver risco para a vida ou segurança de alguém, como em caso de doença, lesão, trauma, queimadura, envenenamento, afogamento ou acidente (doméstico, rodoviário, agrícola ou industrial).

Na Itália, as autoridades orientam para que no momento da ligação as pessoas mantenham a calma e respondam as seguintes informações ao atendente:

  • Forneça seu número de telefone;
  • Explique o que aconteceu (doença acidente, etc);
  • Indique onde aconteceu (município, rua, número da via);
  • Indique quantas pessoas estão envolvidas;
  • Comunique o estado de saúde da pessoa: responde, respira, sangra ou sente dor?
  • Comunique situações particulares: criança, bebê, mulher grávida, pessoa com doenças conhecidas (cardíaca, asma, diabetes, epilepsia, etc).
Vítima ferida por tiro em praia italiana é resgatada por ambulância aérea e levada para hospital em Roma.

Corpo de Bombeiros de RO transporta bebê, acompanhada de sua mãe, para tratamento em Porto Alegre, RS

Corpo de Bombeiros de Rondônia transporta bebê, acompanhada de sua mãe, para tratamento em Porto Alegre, RS

Rondônia – No sábado (19), equipe do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros realizou transporte aeromédico de uma menina de 04 meses de idade. Ela estava internada no hospital Cosme Damião em Porto Velho, com atresia de vias biliares (AVB), doença do fígado e ductos biliares que ocorre em recém-nascidos. A bebê necessita de transplante de fígado.

Acompanhada da mãe, da equipe de saúde e bombeiros, a criança foi levada no avião Grand Caravan, Resgate 03, para o Hospital das Clínicas em Porto Alegre, RS. Essa aeronave do Corpo de Bombeiros foi recentemente equipada com kit aeromédico para transporte de pacientes. Toda a operação durou cerca de 12h, sendo 10h de voo.

Em Porto Alegre, equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul aguardava com uma ambulância para realizar o transporte terrestre da bebê e de sua mãe para o hospital, e assim prosseguir com o tratamento.

Equipes de resgate são acionadas para três atendimentos aeromédicos no mesmo dia, em SC

Equipes de resgate do SAERFRON e SARA são acionadas para três atendimentos aeromédicos no mesmo dia

Santa Catarina – No sábado (19), equipe integrada do SAERFRON e do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA) foi acionada para três missões, um atendimento clínico e dois acidentes de trânsito. A primeira foi a remoção aeromédica de uma paciente de 88 anos que apresentou Bloqueio Átrio Ventricular. Ela foi transferida do município de São Miguel do Oeste para o Hospital Regional de Xanxerê.

A segunda foi uma colisão envolvendo duas motocicletas na SC-283, próximo a Planalto Alegre, com duas vítimas. Equipes do SAMU e do Corpo de Bombeiros realizaram o primeiro atendimento. Uma das vítimas apresentava múltiplas fraturas, além de rebaixamento do nível de consciência, sendo transportada no helicóptero da Polícia Civil ao Hospital Regional (HRO), em Xanxerê.

Outro acidente envolvendo dois veículos aconteceu na BR-282, em Nova Erechim, com cinco vítimas, todas levadas aos hospitais locais. Em um dos carros estava uma criança de aproximadamente 6 meses de idade que sofreu trauma de crânio grave. No hospital em Nova Erechim, sofreu parada cardíaca e mesmo com todos os esforços das equipes de saúde, não foi possível a ressuscitação. As demais vítimas seguem em

Força Aérea Portuguesa realizou na última semana 14 missões aeromédicas e 3 transportes de órgãos

Força Aérea Portuguesa realizou na última semana 14 missões aeromédicas e 3 transportes de órgãos

Portugal – A Força Aérea Portuguesa, através de suas Esquadras, realizou na última semana mais de 14 transportes aeromédicos e três transportes de órgãos para transplante, além de 23 missões de apoio ao combate a incêndios.

Na sexta-feira (18), a Esquadra Linces realizou mais um transporte de órgão para transplante em território nacional. Foi utilizado o avião Falcon 50 para a missão.

No total foram transportados 17 pacientes em oito missões entre ilhas no arquipélago dos Açores e seis entre ilhas no arquipélago da Madeira.

Esquadrão Puma da Força Aérea Brasileira comemora 40 anos de operações aéreas

Aeronave H-36 Caracal da FAB, na Ala 12 - Base Aérea de Santa Cruz. Sgt Said.

Rio de Janeiro – O Terceiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (3°/8°GAV), “Esquadrão Puma“, sediado na Ala 12, Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, comemorou seu 40º ano de existência. O Esquadrão opera na Ala 12 desde o início de 2017, com a aeronave H-36 Caracal, equipado com farol de busca, compatível com equipamentos de visão noturna (NVG – Night Vision Goggles)

O Esquadrão realiza missões de Busca e Salvamento (SAR), Busca e Salvamento em Combate (CSAR), Evacuação Aeromédica (EVAM), Exfiltração Aérea, Infiltração Aérea e Transporte Aéreo Logístico.

O Esquadrão herdou a missão da Primeira Esquadrilha de Ligação e Observação (1ª ELO) que participou da campanha brasileira na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Integrante da Artilharia Divisionária da Força Expedicionária Brasileira, a 1ª ELO tinha como missão regular o tiro da artilharia e observar o campo inimigo. Os pilotos e os mecânicos dos aviões eram da FAB e os observadores aéreos, oficiais do Exército.

Toda a trajetória, que começa em 1945, passa pela criação do Terceiro Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (3 EMRA) até a criação do 3º/8º GAV, em 1980.

Conheça a Comandante Mariana, a única pilota de resgate dos helicópteros do SAMU 192 no Paraná

Comandante Mariana em Maringá.

GMC Online

Paraná – Mariana Fontinele Botelho, 41 anos, solteira, estudante de direito e apaixonada por aviação. Estas são apenas algumas características da única mulher pilota de helicóptero do SAMU no Paraná, que há 19 anos trabalha pilotando helicópteros pelo Brasil.

Com passagem recente por Maringá, Mariana já trabalhou em inúmeros resgates aéreos na região noroeste do Estado e atualmente está trabalhando na base do SAMU de Cascavel, na região Oeste. A pilota trabalhou em Maringá por quase um ano e se mudou para a base de Cascavel há dois meses.

Comandante Mariana durante voo sobre as Cataratas, em Foz do Iguaçu. Foto: arquivo pessoal.

Mariana já trabalhou como pilota em todos os estados do Brasil. “Eu fiquei oito anos trabalhando em fiscalização ambiental e por isso viajava para todos os estados. Era bem legal também”, acrescentou.

A aviação vem de berço. O pai de Mariana, José Américo Botelho Júnior, já falecido, era piloto de avião e helicóptero e dedicou sua vida ao resgate de vítimas nos Bombeiros de Brasília, na capital federal. O irmão gêmeo de Mariana, Marco Aurélio Fontinele Botelho, também era piloto, mas infelizmente morreu.

A comandante Mariana, como é chamada no SAMU, disse que gosta muito da profissão, principalmente por conta dos desafios que é pilotar um helicóptero em momentos de resgate.

“O serviço de resgate é muito desafiador. Os outros serviços dentro da aviação você consegue fazer com muita calma, mas o resgate tem que ser tudo bem rápido e os voos surgem repentinamente e a gente vai se guiando pelas informações da central com coordenadas. A gente não sabe como vai ser o pouso, se tem área para pousar. Mas com muita técnica vamos observando os pontos e os pousos e decolagens são sempre sucesso”, disse a comandante.

Resgate difícil 

Em seus 19 anos trabalhando como pilota enfrentou seu maior desafio profissional na região de Maringá, durante um pouso bastante delicado. O resgate era em uma rodovia de Nova Esperança.

Mariana precisava pousar para resgatar um motorista que estava gravemente ferido após se envolver em um acidente com um caminhão. Chovia no dia e o helicóptero foi desviando das nuvens, mas ao chegar no local outro desafio. Perto da rodovia existiam duas redes de energia elétrica e Mariana precisou pousar no meio delas.

“O tempo estava muito fechado e avisamos que qualquer coisa voltaríamos para o aeroporto. No primeiro momento tentei pousar e não consegui porque o vento não deixava e fui para uma outra área. A gente tinha fios de alta tensão dos dois lados, na frente a equipe de socorro, barranco e não tinha muita possibilidade de deslocamento naquela área. Eu precisava pousar e evitar que o helicóptero batesse nos fios e na cerca que tinha em cima do barranco”, contou a comandante Mariana.

Mulheres poderosas formam a equipe aeromédica do SAMU Regional Norte Novo, PR.

Já tive medo de morrer em um voo

A comandante Mariana conta que já passou muito medo em um voo, mas não era ela quem estava na condução da aeronave. Tudo aconteceu em um treinamento de emergência para se sair em uma situação de pane de rotor de cauda no pairado fora do efeito solo, que é aquele momento que a cabine do helicóptero começa a girar.

Segundo a comandante, ela estava como passageira aprendendo as técnicas com o professor quando viu o helicóptero girar muito rápido. Naquele momento ela pensou que a aeronave iria se chocar com o solo em alta velocidade.

“Eu estava no banco de trás. Aquele dia eu achei que iria morrer porque a aeronave começou a girar muito rápido e achei que ia cair. Mas o treinamento era justamente para mostrar isso. Foi a única vez que realmente fiquei com medo de morrer. Nunca mais aconteceu nada”, disse.

Paixão por resgates aéreos

Mariana Fontinele Botelho ama fazer resgates aéreos. A pilota estuda muito, se dedica e investe tempo e dinheiro em treinamentos na área que mais ama dentro da pilotagem de helicópteros. Segundo a comandante, a dedicação é tão grande que ao longo da vida perdeu até alguns namorados que não entenderam tamanho amor pela profissão.

“Aviação é minha vida. Ela me deu tudo o que tenho. Eu já perdi alguns namorados que diziam que eu só queria saber de trabalho. Não posso fazer nada. Eu viajava muito antes e aí tinha esses problemas para relacionamento, mas eu amo demais o que faço e não me importo. [risos]”, comentou a comandante.

Ainda segundo Mariana, o mais gratificante é saber que as técnicas que ela aprende para fazer pousos cada vez mais seguros salvam vidas no dia a dia dos resgates aéreos. “É gratificante demais. É horrível quando a gente pega a pessoa, faz o resgate e depois ela morre. A gente pensa meu Deus que triste, mas geralmente dá certo e a vida é salva”, explicou.

Bombeiros resgatam vítimas de acidente de trânsito na SC-401, em Florianópolis, SC

Bombeiros resgatam vítimas de acidente de trânsito na SC-401, em Florianópolis

Santa Catarina – Na sexta-feira (18), o Batalhão de Operações Aéreas (BOA), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU) e socorristas do 1º Batalhão de Bombeiros Militar, prestaram atendimento a duas vítimas de acidente de trânsito na Rodovia SC-401, no bairro Santo Antônio de Lisboa, em Florianópolis.

No acidente, que envolveu um veículo de passeio e uma motocicleta, a vítima do carro que capotou sofreu ferimentos leves e foi atendida pelas equipes das ambulâncias Auto Socorro de Urgência (ASU) do Corpo de Bombeiros.

A condutora da motocicleta, uma mulher de 25 anos, sofreu fratura exposta do membro inferior esquerdo e após estabilização pela equipe aeromédica, foi transportada pelo Arcanjo 01 ao Hospital Governador Celso Ramos, na Capital.

Conselho Federal de Enfermagem nomeia integrantes do Grupo de Trabalho Aeromédico

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) nomeou no dia 03 de setembro, os integrantes do Grupo de Trabalho Aeromédico (GTA), sob coordenação da Comissão Nacional de Urgência e Emergência. Com representantes de todas as regiões do Brasil, o GTA proporá matriz curricular de formação dos enfermeiros tripulantes de aeronaves.

Em sua primeira reunião, o grupo discutiu os desafios e o futuro da enfermagem no Serviço Aeromédico de Asa Fixa e Rotativa, civil e militar. Apesar de pouco conhecida pelas pessoas, a atividade aeroespacial desenvolvida pelos enfermeiros a bordo de aviões e helicópteros tem sido cada vez mais crescente nas últimas décadas. (Saiba mais sobre o assunto)

“A missão principal é criar normativas que padronizem a formação dos profissionais de Enfermagem juntamente com escopo das práticas avançadas, em prol da qualidade na assistência e a segurança do paciente aerotransportado, bem como da equipe e do voo”, afirma o coordenador da Comissão de Urgência e Emergência, Eduardo Fernando de Souza.

O Grupo de Trabalho Aeromédico é formado por:

  • Eduardo Fernando de Souza – COFEN
  • Michelle Taverna – ABRAERO
  • André Ricardo Moreira – SC
  • Elaine Kristhine Rocha Monteiro – AL
  • Inácia Melo dos Santos – DF
  • Marcelo dos Santos Rodrigues – PA
  • Tony Regis B. do Nascimento – GO
  • Valéria C. de Oliveira Murta – MG
Conselho Federal de Enfermangem nomeia os integrantes do Grupo de Trabalho Aeromédico (GTA). Foto: Divulgação

Com vagas esgotadas, Ground School Aeromédico começa no dia 22 de setembro

O Ground School Aeromédico, curso de familiarização do serviço aeromédico, que inclui consultoria de carreira, começa no dia 22 de setembro e as vagas estão esgotadas. Dentre os participantes do curso estão médicos, enfermeiros, estudante de biomedicina e aeronavegantes. Os Estados de Rondônia, Amapá, Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul estarão representados no curso.

O Ground School é estruturado com base na legislação brasileira e os profissionais que fazem parte do time de facilitadores são especialistas em suas áreas de atuação. Os encontros virtuais serão realizados às terças e quintas-feiras, das 19h00 às 21h30, através da ferramenta ZOOM. A carga horária total do curso é de 30 horas e o encerramento acontecerá no dia 03 de novembro.

Consultoria de Carreira

Além do curso, os participantes terão acesso à ferramenta de assessment Perfil APOGEO (análise de perfil) e receberão feedback individual sobre seu perfil durante conversa com a especialista em carreira, Bettyna Gau Beni.

Conteúdo do Curso

  1. Consultoria de carreira;
  2. Legislação especial;
  3. Formação e capacitação das equipes aeromédicas;
  4. Legislação Aeronáutica – Operações Aéreas;
  5. Fisiologia de voo;
  6. Segurança Operacional – Operações Aéreas;
  7. Segurança Operacional – Sobrevivência na selva e/ou mar;
  8. Segurança Operacional – Regulação e Infraestrutura Hospitalar;
  9. Segurança Operacional – Transporte aeromédico adulto, pediátrico e neonatal;
  10. Segurança Operacional – Biossegurança e EPI;
  11. Segurança Operacional – POP e Checklist;
  12. Segurança Operacional – Equipes de Saúde e Pacientes;
  13. Novas tecnologias para o serviço aeromédico;
  14. Estudo de Caso.

Palestra

Além do conteúdo do curso, o Professor Nelson Augusto Mendes, coordenador da pós-graduação em Enfermagem Aeroespacial, Transporte e Resgate Aéreo da Faculdade CENSUPEG fará um palestra sobre “Transporte Aeromédico de paciente crítico em aeronave de asa fixa”, no dia 14/10/2020, das 19h00 às 21h30.

Em um transporte diferente, três peixes-bois são levados de avião para tratamento em Santarém, PA

Em um transporte diferente, três peixes-boi são levados de avião para tratamento em Santarém, PA. Foto: Divulgação

Pará – A manhã de quarta-feira (16), agentes do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP) realizaram um transporte diferente. Três filhotes de peixes-bois-da-Amazônia (Trichechus inunguis) foram resgatados em Limoeiro do Ajuru, Cametá e Santa Cruz do Arari e precisavam ser levados de Belém para Santarém.

Uma fêmea de aproximadamente dois anos e meio e dois machos de sete e dez meses, foram resgatados em 2018, 2019 e 2020 ainda nos primeiros meses de vida e estavam na base do Instituto Biologia e Conservação dos Mamíferos Aquáticos da Amazônia (Bioma), da Universidade Rural da Amazônia (Ufra), em Belém.

Em um transporte diferente, três peixes-boi são levados de avião para tratamento em Santarém, PA. Foto: Divulgação

Em função de dificuldades financeiras, não era mais possível manter os animais no espaço. Foi necessário, então, transferi-los para a ZooUnama, em Santarém, onde há um centro de reabilitação e manutenção de animais resgatados.

O transporte aéreo foi recomendado por oferecer maior segurança aos animais, em um menor período de tempo, o que aconteceu em 2h40. Numa viagem terrestre convencional poderia durar mais de 48 horas.

O traslado seguiu os protocolos para esse tipo de operação. Os animais foram transportados fixados em colchonetes, cobertos com toalhas úmidas, com olhos protegidos com gaze e soro fisiológico, com monitoramento de temperatura e visual durante todo o voo.

Os peixes-bois-da-Amazônia não foram os primeiros animais a serem transportados pelo grupamento. Uma anta já foi levada de Belém para o interior. O diretor do GRAESP, Coronel Armando Gonçalves destaca que é sempre uma missão importante. “É muito especial. O GRAESP é multifuncional e nesse momento estamos dando a nossa contribuição para manter a Amazônia viva”, finalizou.

Profissionais do SAMU e CIOPAER realizam Curso de Transporte Aeromédico no Mato Grosso

Com apoio de instrutores do Corpo de Bombeiros do DF, profissionais do SAMU e CIOPAER realizam Curso de Transporte Aeromédico no Mato Grosso

Mato Grosso – No domingo (13), o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal enviou cinco bombeiros para o Mato Grosso. Os militares serão instrutores no Curso de Transporte Aeromédico (CTRAER) que terá a participação de 23 servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192 – MT) e 2 militares do Centro Integrado de Operações Aéreas do Estado do Mato Grosso (CIOPAER).

As atividades de instrução ocorrem no período de 14 a 18 de setembro de 2020, em período integral, para que médicos e enfermeiros do SAMU recebam capacitação e possam exercer a função de Operador de Suporte Médico nos novos aviões Piper, Modelo Cheyenne II do CIOPAER, equipados e preparados para operar no serviço aeromédico do Estado.

O currículo do curso cumpre as exigências do RBAC 90, legislação aeronáutica que engloba as atividades de Aviação Pública. O Maj Eduardo, piloto; Maj Villela, médico; e os Tripulantes Operacionais SubTen Djavan, 1º Sgt Paulo Fernando e 3° Sgt Talita Hofman, integram a delegação de instrutores.

Bombeiros e SAMU revertem parada cardiorrespiratória de mulher que se afogou na Praia do Ingleses, SC

Bombeiros e SAMU revertem parada cardiorrespiratória de mulher que se afogou na Praia do Ingleses, SC

Santa Catarina – Na terça-feira (15), o Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina (CBMSC), em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU), resgataram mulher de 71 anos que se afogou na Praia dos Ingleses, em Florianópolis.

A equipe aeromédica do Arcanjo 01 foi acionado pela Central de Regulação do SAMU de Florianópolis para prestar atendimento a uma vítima de afogamento (Grau 6) na praia do Ingleses, próximo do costão direito. Segundo populares, a vítima caiu das pedras no mar e se afogou.

Ao chegar no local, populares haviam retirado a vitima da água e já realizavam ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Com a intervenção da equipe aeromédica, foi revertida a parada cardiorrespiratória (PCR) da mulher. Após estabilização, a vítima foi conduzida de aeronave até o Hospital Universitário, em Florianópolis.

Duas vítimas de infarto agudo no miocárdio são levadas de helicóptero de Chapecó para Xanxerê, SC

Equipe aeromédica do SARA SAERFron realiza duas transferências com vitimas de infarto agudo no miocárdio em Chapecó, SC. Foto: Divulgação

Santa Catarina – Equipe integrada do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico e Serviço Aeropolicial (SARA/SAERFRON) foi acionada para duas remoções de pacientes, vítimas de infarto agudo do miocárdio (IAM), no período da manhã de terça-feira (15), de Chapecó para Xanxerê.

Como apoio de ambulâncias do SAMU, um homem de 46 anos, que havia recebido os primeiros atendimentos no Hospital Regional do Oeste e outro homem de 52 anos, que estava na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), precisavam de tratamento urgente em hospital de referência em cardiologia.

Para realizar o transporte foi acionado o serviço aeromédico SARA/SAERFRON que fez a remoção dos dois pacientes para o Hospital Regional São Paulo, em Xanxerê.

Mulher é resgatada pelo SAMU após acidente com colheitadeira em Doutor Camargo, PR

Mulher é resgatada pelo SAMU após acidente com colheitadeira em Doutor Camargo, PR

Paraná – Na manhã desta terça-feira (15), uma mulher de 48 anos ficou gravemente ferida em um acidente de trabalho na zona rural de Doutor Camargo. A mulher teve parte da perna direita amputada.

Segundo informações, a vítima trabalhava na colheita do milho, quando algo enroscou em um dispositivo da colheitadeira. Usando a perna, ela tentou retirar o que estava enroscado no implemento agrícola. Neste momento ela teve a perna puxada.

Uma ambulância do SAMU de Paiçandu compareceu no local, mas por conta da gravidade dos ferimentos da vítima, foi acionado o serviço de operações aéreas do SAMU que conta com equipe de suporte avançado de vida. Após estabilização da vítima ele foi removida pelo helicóptero ao hospital Santa Casa de Maringá.

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