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Em 2020, operadora de resgate aéreo DRF realizou 40 mil atendimentos durante a pandemia de COVID-19

Em 2020, operadora de resgate aéreo DRF realizou 40 mil atendimentos durante a pandemia do COVID-19

Alemanha – Apesar dos consideráveis ​​desafios impostos pela pandemia de COVID-19, a operadora europeia de resgate aéreo DRF Luftrettung divulgou números expressivos de atendimentos realizados em 2020. Os helicópteros e aviões da operadora foram acionados 39.971 vezes, 98% do que foi realizado em 2019.

“Mesmo com ajustes nas escalas de serviço e home office da administração, as 35 bases de resgate do grupo na Alemanha, Áustria e Liechtenstein, bem como as operações de ambulância aérea mantiveram o atendimento mesmo sob condições tão difíceis”, disse Dr. Krystian Pracz, presidente do conselho da DRF Luftrettung.

Para enfrentar a pandemia, adquiriram onze cápsulas de isolamento “EpiShuttles” para uso imediato nas bases. O transporte de pacientes com doenças altamente infecciosas foi realizado nessas cápsulas rígidas. Isso protegeu a tripulação e os pacientes. Além disso, as equipes economizaram um tempo valioso, deixando o helicóptero disponível rapidamente, pois a desinfecção não era necessária.

A operadora colocou em serviço dois helicópteros adicionais no aeroporto de Karlsruhe / Baden-Baden e na Base de Bautzen, disponíveis principalmente para transportes aeromédicos. A DRF também inseriu em sua frota o helicóptero H145 com cinco pás. As vantagens da nova tecnologia incluem uma maior carga útil, mais conforto durante o voo e menos manutenções.

Mais uso de guincho elétrico

Como nos anos anteriores, em 2020, doenças cardiovasculares e acidentes, estavam entre os motivos mais comuns entre os atendimentos, porém aconteceram mudanças nos números, talvez em razão da pandemia.

Em abril de 2020, durante o primeiro Lockdown, os chamados das equipes de resgate aéreo para acidentes com carros reduziram cerca de 50% em relação a média de abril de 2018 a 2019, porém para acidentes com bicicleta houve um aumento de 75%.

Os guinchos de resgate também foram usados ​​com muito mais frequência: as tripulações das oito estações que possuem um guincho, realizaram 457 missões. (2019: 404 missões). A novidade de 2020 foi a realização de 686 missões relacionadas ao COVID-19, com emprego de aviões e helicópteros.

Apoio humanitário

Quando o sistema de saúde francês atingiu seu limite, as equipes de resgate aéreo assumiram o transporte de pacientes franceses para a Alemanha e vice-versa. Com essa ação humanitária, a operadora recebeu o Prémio Adenauer-De Gaulle.

O vírus continuará sendo um tópico importante em 2021, mas A DRF está confiante. “Dominamos bem os desafios do ano passado e provamos que, como organização, somos capazes de agir mesmo nas condições mais difíceis. Além disso, as vacinas já estão disponíveis, o que esperamos aliviar a situação, desde que todos continuemos a enfrentar este desafio com a disciplina e considerações necessárias. O certo é que continuaremos a nos desenvolver, mesmo em tempos difíceis”, disse o Dr. Krystian Pracz, presidente do conselho da DRF Luftrettung.

Casal é resgatado por equipe do Águia 21 da Polícia Militar na Cachoeira da Fumaça, em SP

Casal é resgatado por equipe do Águia 21 da PM na Cachoeira da Fumaça, em SP

Praia Grande – Na manhã de sábado (20), equipe da Base da Aviação da Polícia Militar (BAv PM), com sede em Praia Grande, foi acionada pelo COBOM de Santos, para salvamento de uma mulher de 28 anos, que teria se acidentado na Cachoeira da Fumaça, no Parque Estadual da Serra do Mar.

O vítima caiu de uma altura de aproximadamente 10 metros e sofreu ferimentos graves. A equipe do Águia 21 localizou a mulher e seu marido em uma área de difícil acesso. Com uso do guincho elétrico da aeronave, um tripulante operacional (operador aerotático) acessou o casal. O marido que estava com hipotermia também foi atendido e ambos foram retirados através do guincho.

As vítimas foram conduzidas ao Pronto Socorro de Cubatão. A equipe formada pelo Maj Gallo Rodrigues, Cap Nacano, Sgt Alfredo, Al Sgt Soares, Cb Barros e Cb Duarte retornaram à Base depois do salvamento, permanecendo em prontidão.

Pacientes com COVID-19 são transportados em aviões do Corpo de Bombeiros e da PM de Minas Gerais

Pacientes de Coromandel desembarcaram n aeroporto da Pampulha. — Foto: Ludgi Carvalho/Corpo de Bombeiros

Minas Gerais – Força-tarefa do Governo de Minas na macrorregião Triângulo Norte vem atuando de forma integrada e coordenada para intensificar as ações de enfrentamento à COVID-19. Até quinta-feira (18), 35 remoções aeromédicas haviam sido realizadas.

Do dia 5 de fevereiro a 18 de fevereiro, a regulação estadual realizou 295 transferências de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19. Nesta sexta-feira (19), com apoio do transporte aéreo da PM e do Corpo de Bombeiros, foram transferidos mais 7 pacientes com COVID-19, de Coromandel para Belo Horizonte.

Envio de medicamentos e insumos, recursos humanos de apoio, além de auxílio às prefeituras da região na fiscalização para reduzir a circulação de pessoas são outras frentes de ação da força-tarefa, que conta com profissionais das Secretarias de Saúde, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.

Também na sexta-feira (19), o Governo de Minas enviou ao pronto socorro de Coromandel 500 ampolas de fentanil, 300 ampolas de midazolam, 20 ampolas de Rocurônio, 100 aventais, 50 unidades de máscara N95 e 100 toucas cirúrgicas. Serão encaminhadas, ainda, outras 177.800 máscaras cirúrgicas para todos os municípios do Triângulo Norte.

Desde o início da pandemia, já foram direcionados à macrorregião 39 ventiladores invasivos, 8 BiPAP, 6 monitores, 11 cardioversores, 7 ventiladores de transporte, 7 monitores de transporte e 20.817 “kits intubação”.

Força Tarefa

O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar está apoiando a SES-MG na transferência de pacientes das cidades de Coromandel e Monte Carmelo. Estão sendo utilizadas aeronaves do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros e do Comando de Aviação do Estado (COMAVE) da PM, além do apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) municipal de BH e SAMUs Regionais Triângulo do Norte (Cistri) e da Oeste (CIS URG Oeste).

Segundo a major Karla Lessa Leal do Corpo de Bombeiros, “os transportes aéreos têm dado uma resposta muito efetiva, devido às distâncias a serem percorridas no estado e o tempo de deslocamento”, explicou.

Foi estruturado pela Polícia Militar um Posto de Comando em Coromandel, na sede da prefeitura. Uma equipe de apoio assistencial e de planejamento da Polícia Militar, com um médico intensivista, um médico infectologista, dois enfermeiros e dois fisioterapeutas permanecem na cidade por 48 horas, sendo substituídos até a estabilização da crise.

O capitão médico Emerson Costa, cardiologista e intensivista da PMMG, que está em Coromandel, ressaltou a rede de acolhimento em todo estado. “Todos os pacientes que estabilizávamos e entubávamos, em pouco tempo, eram transportados pelas aeronaves ou pela equipe do SAMU. A cidade de Pará de Minas recebeu pacientes, Uberlândia e a própria capital do estado receberam casos transferidos de Coromandel, que é de outra macrorregião”, contou o médico.

Avião Grand Caravan é cedido à PM de São Paulo e já está voando nas operações de saúde no Amazonas

Avião Grand Caravan é cedido à PM de São Paulo e já está voando nas operações de saúde no Amazonas

São Paulo – Em janeiro, o Comando de Aviação da Polícia Militar (CAvPM) de São Paulo recebeu autorização judicial da 14º Vara Federal de Curitiba, Paraná, para operar provisoriamente o avião Cessna 208B Grand Caravan, PR-SLN, apreendido em operação policial no Estado do Amazonas.

Com a decisão judicial, o Cap PM Furlan, oficial de manutenção do CAvPM, foi designado para ir até cidade de Manaus (AM), para inspecionar a aeronave e poder integrá-la à frota da PM. Com a regularização da documentação junto a ANAC e liberação para o voo, houve solicitação do Governo do Amazonas para o uso dela nos transportes de equipes e insumos médicos, em razão da crise de saúde pública decorrente da pandemia de COVID-19.

É o primeiro avião desse modelo que será operado pela PM de São Paulo e a primeira vez que o CAvPM apoia missão humanitária na Amazônia.

Avião Grand Caravan é cedido à PM de São Paulo e já está voando nas operações de saúde no Amazonas.

No dia 13 de fevereiro o Governador de São Paulo autorizou o emprego imediato do avião nas operações de Segurança Pública realizadas no Estado do Amazonas durante o Estado de Calamidade Pública (Dec. 43.272/2021).

Para a operação, a Polícia Militar autorizou o afastamento do Cap PM Vitor (piloto), e o Cb PM Bernal (mecânico aeronáutico). Os policiais já estão no Amazonas e logo que chegaram iniciaram operação conjunta com o Departamento Integrado de Operações Aéreas (DIOA).

O DIOA está dado apoio à equipe e além de arcar com os custos de manutenção e combustível, um piloto com experiência na aeronave foi disponibilizado pelo Estado do Amazonas para acompanhar as operações aéreas.

Já foram realizadas duas missões para os municípios de Tabatinga, São Paulo de Olivença, Carauari, Eirunepé e Tefé. Foram transportadas equipes de saúde, insumos médicos, vacinas e testes de COVID-19. Voaram 19 horas e transportaram mais de 750kg de carga.

Secretaria da Saúde do Maranhão publica licitação para contratar transporte aeromédico

Secretaria da Saúde do Maranhão publica licitação para contratar transporte aeromédico.

Maranhão – A Secretaria da Saúde do Maranhão publicou licitação (Registro de Preços) para contratação de empresa de Táxi Aéreo especialista na prestação de serviços de transporte aeromédico de pacientes graves, em UTI aérea (adulto, criança e neonatos) com equipe técnica especializada.

A contratação deve incluir também serviço de transporte terrestre em ambulância tipo “D”, a fim de atender os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), as demandas da Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão e eventuais demandas judiciais.

A abertura da sessão está prevista para acontecer no dia 24 de fevereiro, às 10h00. O valor estimado da licitação é de R$ 20.281.000,00 e os serviços serão prestados por Km/Voado.

A estimativa é de 300.000 km para avião a jato e 400.000 km para avião bimotor turboélice, totalizando 700.000 km. Segundo o edital, serão pagos apenas os quilômetros efetivamente voados, sem garantia mínima mensal ou por percurso.

Instrutor e aluno são resgatados por bombeiros e equipes do SAMU após pouso de emergência em Maringá, PR

Instrutor e aluno são resgatados por bombeiros e equipes do SAMU após pouso de emergência em Maringá, PR

Paraná – Na manhã de quinta-feira (18), o piloto de um avião de pequeno porte (Piper PA-28, PT-JEX) do Aeroclube de Maringá realizou um pouso de emergência fora do aeroporto, em um loteamento no Jardim Monte Carlo, próximo ao Parque do Japão, Maringá.

Segundo informações dos bombeiros e equipes do SAMU, os dois ocupantes da aeronave, um instrutor de 37 anos e um aluno de 25 anos, sofreram apenas escoriações. Os dois foram avaliados pela equipe de suporte avançado do helicóptero Saúde 10 do SAMU e encaminhados pela ambulância do Corpo de Bombeiros ao Hospital Bom Samaritano, em Maringá.

Para a operação, foram empregas duas viaturas de combate a incêndio e resgate do aeroporto, que são guarnecidas por bombeiros militares; um caminhão de combate a incêndio e resgate; uma ambulância; uma caminhonete de salvamento e gestão de ocorrência; e o suporte avançado de vida do helicóptero Saúde 10 do SAMU.

“Operação Aeromédica Offshore” será tema de live no dia 23 de fevereiro

Aeromédico do Brasil – O portal Resgate Aeromédico iniciou uma série de entrevistas com protagonistas do aeromédico brasileiro para conhecer melhor o funcionamento do serviço.

Na terça-feira, dia 23 de fevereiro, às 19h30, o enfermeiro de voo Diogo Mendonça será o protagonista de live sobre “Operação Aeromédica Offshore“. Será uma conversa com Eduardo Beni, editor do Portal Resgate Aeromédico.

Diogo é enfermeiro de voo do serviço de resgate aéreo offshore da International Health Care. Especialista em enfermagem de emergência. Pós-graduando em enfermagem aeroespacial. Coordenador do Departamento de enfermagem aeroespacial offshore da ABRAERO. Instrutor do ATCN (Advanced Trauma Care for Nurses). Instrutor do Núcleo de Ensino e Pesquisas em Urgências da Universidade Federal Fluminense e Instrutor do Curso Básico de Segurança em Plataformas pelo Instituto de Ciências Náuticas.

Inscreva-se no Canal Resgate Aeromédico e acione o lembrete do vídeo, assim você receberá um aviso quando iniciar a live.

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12 médicos da operadora de resgate aéreo DRF realizam treinamento simulado com guincho na Alemanha

Cenários de treinamento individual na unidade de simulação de helicóptero na ZSA (fonte: DRF Luftrettung)

Alemanha | Europa – A DRF Luftrettung está expandindo cursos de treinamento avançado para médicos de emergência, a fim de oferecer um atendimento ainda melhor ao paciente. A operadora de resgate aéreo utiliza helicópteros com guincho elétrico em suas Bases de Bautzen, Freiburg e Nuremberg e são acionados para resgatar pacientes em terrenos de difícil acesso junto a serviços de resgate de montanha.

Um novo conceito de treinamento possibilitará preparo diferenciado para médicos de emergência. Segundo a DRF, os médicos realizarão treinamento no Centro de Segurança e Treinamento (Zentrum für Sicherheit und Ausbildung – ZSA) da Fundação Bergwacht Bavarian Mountain Rescue, em Bad Tölz, Baviera. (Saiba mais sobre o ZSA)

O primeiro treinamento prático na ZSA aconteceu no dia 8 de fevereiro. 12 médicos de emergência das Bases de Bautzen, Freiburg e Nuremberg realizaram o curso. Nesse ano serão mais quatro datas de treinamento, padronizando as operações nas três Bases que usam guincho.

“Neste sistema de simulação de última geração, podemos treinar intensamente cenários especiais, independentemente do clima e da hora do dia. Ao fazer isso, estamos elevando ainda mais o nível de treinamento de nossos médicos e aumentando a qualidade do atendimento ao paciente”, explicou Sebastian Schneider, gerente de treinamento da DRF Luftrettung, que projeta e realiza os cursos para seus colegas.

Duas unidades de simulação de helicópteros estão disponíveis no ZSA, onde a DRF desenvolveu cenários de treinamentos individuais para seus médicos de emergência. O conteúdo didático inclui, entre outras coisas, o resgate de pacientes em locais de difícil acesso. Outro foco é lidar com pacientes que precisam de reanimação.

Se, por exemplo, uma pessoa sofreu um ataque cardíaco em um terreno acidentado, ela deve ser levantada enquanto a ressuscitação continua. O DRF Luftrettung pode treinar isso no ZSA usando seus recursos técnicos de ressuscitação cardiopulmonar.

Estudos de casos médicos são combinados com técnicas de resgate. (Fonte: DRF Luftrettung)

Sala de Clima em Montanha

Neve, gelo, baixas temperaturas: condições climáticas extremas costumam representar desafios específicos para os médicos no local. Na sala de clima, cenários em situações extremas podem ser treinados em temperaturas tão baixas quanto -20° C, nevoeiro, vento e chuva, onde casos médicos podem ser combinados com técnicas de resgate.

Os médicos de emergência devem tomar decisões conforme a situação, levando em consideração as altitudes e temperaturas na montanha, a fim de fornecer ao paciente o melhor cuidado possível, usando vários materiais para manter o calor.

Números da DRF

Em 2020, o grupo DRF, com sede em Filderstadt, realizou um total de 39.971 missões. Em 14 das 35 estações na Alemanha, Áustria e Liechtenstein, as tripulações estão prontas para a ação 24 horas por dia, e helicópteros com guinchos de resgate estão posicionados em oito locais.

Neve, gelo, baixas temperaturas: o atendimento ao paciente em condições climáticas extremas pode ser simulado na sala de clima da montanha. (Fonte: DRF Luftrettung)

Jarnail Singh, especialista em medicina aeroespacial, cujo trabalho levou ao primeiro voo comercial de longo alcance, morre em Singapura

O Dr. Jarnail Singh foi o primeiro presidente do Conselho Médico da Aviação Civil da Autoridade de Aviação Civil de Singapura. FOTO: ST FILE

Singapura – O médico de origem indiana, que se tornou conhecido internacionalmente como especialista em impedir a propagação de doenças transmissíveis por meio de viagens aéreas, morreu no dia 6 de fevereiro.

O Dr. Jarnail Singh, 67, foi o primeiro presidente do Conselho Médico da Aviação Civil da Autoridade de Aviação Civil de Singapura (CAAS) e chefiou várias outras organizações locais e globais de medicina aeroespacial.

Ele coordenou a resposta internacional durante o surto de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) em 2003, que permitiu que o setor de aviação se recuperasse.

O Dr. Singh também usou sua experiência para presidir a força-tarefa da CAAS, que colocou Singapura no mapa ao lançar o primeiro voo comercial de ultralongo alcance do mundo, sem escalas, de Singapura a Nova York, em 2004. Sua morte gerou homenagens dos setores da aviação e da medicina em todo o mundo.

O professor Chew Chin Hin, consultor emérito do Hospital Tan Tock Seng, disse que o Dr. Singh teve um grande papel ao desempenhar no estabelecimento da medicina aeroespacial como especialidade em Singapura.

(À direita) Dr. Jarnail Singh, Presidente do CAMB, CAAS, recebendo o prêmio de Gan Kim Yong, Ministro da Saúde de Singapura, em 2018.

Ele havia se concentrado no treinamento de médicos mais jovens, responsáveis ​​pelas avaliações de saúde de pilotos e controladores de tráfego aéreo.

“A medicina aeroespacial avançou imensamente nas últimas décadas. Certamente, Jarnail contribuiu em grande medida para o treinamento e o estabelecimento de altos padrões da especialidade, para o benefício de muitos médicos que temos hoje”, disse o professor Chew. “Internacionalmente, ele era muito respeitado como uma autoridade muito procurada em conselhos de especialistas. Sua falta será muito sentida.”

A medicina aeroespacial se concentra na segurança e na saúde da tripulação e dos passageiros e combate a propagação de doenças por meio das viagens aéreas, o que torna as pandemias um evento transfronteiriço e transcontinental. (Acesse apresentação do Dr. Singh)

Em uma entrevista com a Singapore Medical Association em 2015, o Dr. Singh descreveu os humanos como “o elo mais fraco em toda a cadeia de segurança“, que a medicina aeroespacial espera fortalecer.

O Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica, o Presidente da Sociedade Indiana de Medicina da Aviação (ISAM), e o Presidente da Academia Internacional de Medicina Aeroespacial, Dr. Jarnail Singh no 64º Congresso Internacional de Medicina Aeronáutica e Espacial, em Nova Delhi, em 2016.

Ele acrescentou que uma de suas conquistas foi a construção do centro aeromédico da Força Aérea de Singapura, onde usou um vídeo dele mesmo perdendo a consciência em uma “centrífuga de treinamento” para convencer o então Ministro da Defesa de que era um investimento necessário para os pilotos de Singapura.

O Dr. Singh foi destacado para as bases aéreas de Tengah e Sembawang como médico enquanto servia no serviço nacional, o que influenciou fortemente sua decisão de se especializar no setor da aviação.

A Dra. Michelle Millar, do escritório de navegação aérea da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), disse: “Com o falecimento do Dr. Jarnail Singh, a aviação perdeu um de seus pioneiros regulatórios no gerenciamento de riscos de fadiga. Devido em grande parte às suas contribuições, a ICAO passou a adotar novos padrões e práticas recomendadas para lidar com a fadiga do piloto. (Saiba mais sobre esse trabalho)

“Sua maneira cavalheiresca, sua paixão pela segurança e sua vontade de contribuir farão muita falta nos corredores da ICAO e sua perda será sentida em toda a comunidade de aviação global.”

A professora Philippa Gander, do centro de pesquisa Sleep / Wake da Universidade Massey da Nova Zelândia, que trabalhou com o Dr. Singh em voos de ultralongo alcance, disse que “parece a passagem de uma era”. “Vou me lembrar de Jarnail como um colega caloroso, cortês e inteligente. Um homem notável que sempre buscou o bem maior e com certeza fará falta.”

O Dr. Singh deixa sua esposa, um filho e uma filha.

Vítima de acidente de trânsito em Laranjal do Jari é levada de avião para hospital em Macapá, AP

Vítima de acidente de trânsito em Laranjal do Jari é levada de avião para Hospital de Emergência de Macapá, AP

Amapá – No domingo (14), o Grupo Tático Aéreo (GTA) do Amapá foi acionado para realizar o transporte de um paciente de Laranjal do Jari para Macapá, AP. Para a missão, um avião do GTA e ambulâncias foram utilizadas para o transporte do enfermo.

Um homem de 25 anos foi vítima de acidente automobilístico, envolvendo ônibus e caminhão. A vítima foi levada ao hospital estadual de Laranjal do Jari como múltiplas fraturas e laceração na perna. Com a colisão, um tronco de madeira do caminhão entrou no ônibus e atingiu o rapaz.

O paciente foi embarcado no avião do GTA e levado até o Hangar do Estado, em Macapá. Durante o voo o paciente foi monitorado pela equipe de saúde a bordo. Na capital, uma ambulância do Corpo de Bombeiros aguardava para levá-lo ao Hospital de Emergência de Macapá.

A Lei do Aeronauta e a Administração Pública: o que estabelece a nova Medida Provisória

IBAMA promove treinamento de carga externa e combate a incêndios florestais com helicópteros. Foto: IBAMA.

Eduardo Alexandre Beni
Professor de Direito aeronáutico

Como já escrevi a respeito do tema algumas vezes, as operações aéreas desenvolvidas pela Aviação Pública (RBAC 90), não seguem as regras da Lei do Aeronauta Nº 13.475/2017 por uma simples razão: para operar na Aviação Pública, o pilotos e copilotos devem ser agente públicos (90.23 e 90.25 do RBAC 90) e por serem estatutários seguem regime próprio.

Nesse caso, abordaremos apenas as funções de piloto e copiloto, pois os operadores aerotáticos, tripulantes operacionais e operadores de suporte médico, segundo a Lei do Aeronauta, não fazem parte do rol de funções exercidas a bordo de aeronave. Entretanto, é importante salientar que esses profissionais possuem atribuições estratégicas na Aviação Pública e na Aviação Aeromédica e compõe as equipes operacionais.

A lei do aeronauta é regida sob as regras celetistas e aplicável somente àqueles que exercem funções a bordo de aeronave medicante contrato de trabalho (Art 20 e Art 77 da lei nº 13.475/2017 e Art. 442, § 3º da CLT).

Nesse sentido, o Art. 7º, letra c, da CLT afirma que a consolidação não se aplica aos funcionários públicos da União, dos Estados e dos Municípios e por conseguinte não se aplicam a eles as infrações estabelecidas pelo Art. 351 da CLT.

Assim, além do fato da lei do Aeronauta não ser aplicável aos estatutários, a atual Medida Provisória de 2021 reinseriu o § 4º no Art. 20 da Lei, pois a Administração Pública vem enfrentando problemas nas contrações de operadores de aeronaves para realização de atividades institucionais dos órgãos. A MP ampliou a não aplicabilidade da lei quando houver relação contratual com a Administração Pública, em razão da missão exercida, com o seguinte texto:

O disposto neste artigo não se aplica quando o operador da aeronave for órgão ou entidade da administração pública, no exercício de missões institucionais ou de poder de polícia.” (NR)

Aqui merece um comentário: o Art. 107, § 3º, da Lei nº 7.565/86 (Código Brasileiro de Aeronáutica) afirma que “aeronaves públicas são as destinadas ao serviço do Poder Público, inclusive as requisitadas na forma da lei”, assim, segundo a lei, basta que haja a destinação da aeronave ao Poder Público para que receba o “status” de Pública, e com isso tudo o que estiver relacionado a ela.

Como dissemos, os servidores públicos e militares dos Estados não são aeronautas e além disso, há muita dúvida sobre a Administração Pública ser uma operadora de aeronave, pois além de não ter sido contemplada pelo Art. 123 do Código Brasileiro de Aeronáutica, ela também não é caracterizada como Serviço Aéreo Público (Art. 180 CBA).

Isso é importante nesse contexto, pois sabemos que o CBA de 1986 não contemplou a Aviação Pública, e para resolver esse “hiato legislativo” foram emitidos diversos instrumentos normativos não primários (resoluções e portarias), o que sempre gerou muitas dúvidas e conflitos entre normas.

Desde de 1999, projetos de lei tramitam na Câmara dos Deputados sobre o tema, mas por não haver interesse sobre o assunto, esse projetos não seguiram adiante e até hoje não foram votados.

Atualmente, está em vigor o RBAC 90 publicado pela ANAC em 2019. O regulamento trouxe certa segurança jurídica às operações, muito embora devesse ter sido tratado através de Lei.

Motivação da Medida Provisória

Segundo nota publicada pela Secretaria Geral da Presidência da República, a medida provisória possibilita a contratação de empresa para fornecimento de aeronaves tripuladas nos casos em que o operador seja órgão ou entidade da Administração Pública, sem que haja obrigatoriedade de vínculo empregatício entre os tripulantes e o poder público.

A MP é necessária devido à inviabilidade, diante do atual contexto legislativo, da realização de operações aéreas por órgãos e entidades da Administração Pública que não detenham no seu quadro de pessoal servidores habilitados em número suficiente para compor a tripulação das aeronaves.

Essa situação causa impacto direto em missões de segurança pública, urgência e emergência médica, preservação do patrimônio indígena e, especialmente, de proteção ao meio ambiente, o que poderá representar a paralisação de missões de fiscalização, emergências e desastres ambientais e de prevenção e combate direto a incêndios florestais.

Para o Governo Federal, a adoção desta medida não trará prejuízo aos direitos trabalhistas dos aeronautas, pois a empresa fornecedora da aeronave, com a qual o tripulante mantem vínculo empregatício, seguirá sendo responsável pelas obrigações trabalhistas relativas a seus empregados.

IBAMA promove treinamento de carga externa e combate a incêndios florestais com helicópteros. Foto: IBAMA.

Governo de Santa Catarina instala gabinete de crise em Chapecó para enfrentamento à COVID-19

Aviões do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar são utilizados para realizar os transportes.

Santa Catarina – Diante do aumento de casos de COVID-19 e alta taxa de ocupação de UTIs no Oeste Catarinense, o governador Carlos Moisés determinou no domingo (14), a instalação de um gabinete de crise em Chapecó para tratar das ações de enfrentamento à doença.

A força-tarefa será formada por equipes do Governo do Estado, do Ministério da Saúde, das prefeituras da região e Comissão Intergestores Regional (CIR). A Força Aérea Brasileira (FAB) também dará apoio operacional.

Na manhã deste domingo, dos 53 testes realizados no município, 73% deram positivo para a COVID-19. Nos últimos dias, os atendimentos em Chapecó passaram de 250, em média, para mais de 700, nos dois ambulatórios de Campanha e UPA 24h.

Respiradores

No sábado (13), a Secretaria de Estado da Saúde enviou mais cinco respiradores para o Hospital Regional do Oeste (HRO), de Chapecó. Um avião do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar foi utilizado para realizar o transporte.

Com a operação realizada no sábado, já foram enviados 17 respiradores à região, sendo 15 para Chapecó e dois para o município de Maravilha.

Transferência de pacientes

Além disso, uma grande operação de transferência de pacientes tem sido realizada para amenizar as taxas de ocupação na região. De janeiro até 11 de fevereiro, 75 pacientes foram transferidos de hospitais do Oeste para unidades em outras regiões do Estado. Dessas transferências, 45 ocorreram em fevereiro.

No domingo (14), foi realizada mais uma transferência emergencial. Um paciente de 68 anos foi removido do HRO de Chapecó para o Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, pelo avião Arcanjo 02 do Batalhão de Operações Aéreas que trabalha em parceria com o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU).

Desde o início da pandemia, o Governo do Estado ampliou 80 leitos de terapia intensiva para a região do Oeste catarinense. A Secretaria da Saúde vem cobrando a reativação de quase 100 leitos que foram desativados, alguns deles nos municípios mais afetados pela pandemia neste momento no Oeste.

Para o enfrentamento ao novo coronavírus, o Governo de SC já distribuiu mais de 700 respiradores e monitores, além de insumos suficientes para o aumento em 160% da rede de UTI adulto nas unidades hospitalares catarinenses.

111 helicópteros da operadora aeromédica Air Methods terão suporte HCare da Airbus

111 helicópteros da operadora aeromédica Air Methods terão suporte HCare da Airbus. EC135 Copyright Air Methods.

EUA – A Air Methods Corporation assinou mais um contrato de suporte HCare com a Airbus Helicopters. Desta vez para cobrir frota de 80 helicópteros aeromédicos EC135. Segundo a Airbus, trata-se do maior contrato HCare assinado com qualquer cliente civil até o momento.

Como esse pedido, o número de aeronaves da Air Methods cobertas pelo suporte e serviços da Airbus passa para 111, tornando a empresa a maior frota de helicópteros civis de um único operador coberto pela HCare do mundo.

A Air Methods é a maior operadora civil de helicópteros Airbus em todo o mundo e a provedora líder de serviços aeromédicos, prestando cuidados de saúde a mais de 70.000 pessoas anualmente. Com quase 40 anos de experiência, a Air Methods possui mais de 5.000 funcionários, opera uma frota de aproximadamente 450 helicópteros e aviões, em mais de 300 bases de operações, atendendo 49 estados dos EUA.

“Segurança e estar pronto e disponível são as chaves para o sucesso de nossa missão de cuidados críticos”, disse Leo Morrissette, EVP de Operações. “Para apoiar nossa operação de alta demanda, valorizamos fortes parcerias de trabalho e este contrato formaliza e otimiza o processo entre a Air Methods e a Airbus para focar na entrega, resultados e um caminho para a melhoria contínua.”

111 helicópteros da operadora aeromédica Air Methods terão suporte HCare da Airbus

Suporte HCare

HCare é o pacote de suporte e serviço da Airbus, que permite aos clientes escolher um plano flexível e altamente personalizável para atender às suas necessidades, desde manutenção e suporte técnico, até o fornecimento de peças de reposição, ferramentas, consumíveis e até mesmo operações de voo e treinamento. Ao ingressar na HCare, os clientes podem planejar e orçar melhor os custos operacionais.

Segundo a Airbus, há um crescimento do HCare no segmento aeromédico, pois as operadoras procuram cada vez mais se beneficiar de custos previsíveis, segurança de orçamento e facilidade de gerenciamento.

Nos Estados Unidos, a Airbus Helicopters apoia uma frota regional de mais de 3.100 helicópteros, com presença local de 50 anos.

111 helicópteros da operadora aeromédica Air Methods terão suporte HCare da Airbus. EC135 Copyright Air Methods.

Aeronaves do Estado são utilizadas para transportar vacinas e pacientes com COVID-19 em Minas Gerais

Aeronaves do Estado são utilizadas para transportar vacinas e transferir pacientes com COVID-19 em Minas Gerais

Minas Gerais – Na quinta-feira (11), a Superintendência Regional de Saúde de Barbacena realizou a distribuição das doses da vacina contra a COVID-19 aos 31 municípios da área de abrangência da regional.

Foram distribuídas 7.600 doses da terceira remessa de 315.600 doses da vacina CoronaVac recebidas pelo Governo de Minas, por meio do Ministério da Saúde (MS), e repassadas às 28 Unidades Regionais de Saúde (URS’s) do Estado nesta semana. Na quarta-feira (10), a Regional de Saúde de Ubá já tinha recebido 9 mil doses da vacina CoronaVac.

A distribuição das vacinas está sendo realizada com apoio das aeronaves da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e veículos das Secretarias Municipais de Saúde (SMS’s), que saem da Regional com os imunizantes para as respectivas cidades.

Transporte de pacientes

Além disso, Minas Gerais passou de 2.072 leitos para 4.055.  Isso permitiu remover pacientes dentro de Minas Gerais para tratamento contra a COVID-19. Nos dias 7 e 6 de fevereiro, 10 pacientes foram transferidos do município de Coromandel para Montes Claros e Formiga. Para o transporte foram utilizadas ambulâncias e aeronaves do Corpo de Bombeiros Militar.

Como funciona a regulação para transferência de pacientes

Em caso de necessidade de transferência de pacientes, a Central de Regulação faz a remoção dos pacientes conforme a disponibilidade de leitos nas macro e microrregiões de saúde do estado. Quando necessário, é colocado à disposição da população aeronaves para o transporte.

A transferência é feita conforme o Plano de Contingenciamento elaborado para que todos os municípios possam contar com referências de atendimento em suas regiões.
Quando em uma determinada cidade não há leitos disponíveis, é preciso buscar a alternativa assistencial mais adequada para o tratamento de saúde que o cidadão necessita. A busca se dá em hospitais das cidades de sua macrorregião. Quando não encontrado, a busca se estende para outras macrorregiões de Minas Gerais.

2º Congresso Aeromédico Brasileiro será no formato virtual

Devido ao momento atual, o 2º Congresso Aeromédico Brasileiro mudou seu formato e será um evento virtual. O 2º CONAER será realizado através da plataforma Doity Play. Por ser um espaço dinâmico, os participantes poderão assistir todo o conteúdo do evento, além de poder interagir com os palestrantes, empresas, autores dos trabalhos e profissionais do setor.

O valor da inscrição diminuiu e a disponibilidade de conteúdo aos participantes aumentou. Quando confirmar sua participação receberá por e-mail o link para acessar o evento.

O 2º CONAER vai acontecer nos dias 20, 21, 22 e 23 de Setembro de 2021, das 18h00 às 22h00. Na página do evento, as pessoas assistirão as palestras, oficinas, terão acesso aos estandes virtuais e apresentações dos trabalhos científicos.

O CONAER é um EVENTO ABERTO às pessoas com interesse no resgate aéreo e no serviço aeromédico. Na noite do dia 23 de Setembro será realizado o 1º Encontro Nacional de Operadores de Suporte Médico, evento destinado aos profissionais da Aviação Pública, Aviação Militar e da Aviação Civil.

Submissão dos trabalhos

A submissão de trabalhos científicos encontra-se disponível na plataforma do evento. Poderão ter acesso aos modelos e regulamento. Os trabalhos serão recebidos com a realização da inscrição de pelo menos um dos autores.

Tema: Resgate Aéreo e Serviço Aeromédico. Assuntos relacionados às operações aéreas de resgate, busca e salvamento, remoção e transporte de pacientes e órgãos para transplante, segurança de voo, treinamento, gestão, etc

Inscrições

Para mais esclarecimentos acesse a página do CONAER ou entre em contato através dos seguintes canais:

Equipes do Harpia 04 realizaram 25 remoções de pacientes em um mês de operações no Vale do Juruá, AC

Harpia 04 completa um mês de operações com mais de 20 missões realizadas em combate ao COVID-19 em Juruá, AC. Foto: Divulgação

Acre – Como em outros Estados do Norte do Brasil, o governo do Acre vem utilizando todos os meios possíveis para garantir a assistência às pessoas com COVID-19. Um desses meios é o helicóptero Harpia 04, que está sendo utilizado para transportar pacientes de municípios isolados.

Na manhã de terça-feira (09), o governo transferiu, por meio do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), uma mulher de 74 anos, de uma unidade de saúde em Marechal Thaumaturgo, para o Hospital de Campanha de Cruzeiro do Sul. A idosa está com 60% dos pulmões comprometidos em decorrência da doença.

O comandante da aeronave Harpia 04, Alexandre Carlos Vasconcelos, explicou que há cerca de um mês, a aeronave e a equipe foram deslocadas para a região do Vale do Juruá, a fim de oferecer suporte aos municípios de Marechal Thaumaturgo e Porto Walter.

Isso aconteceu porque as pistas dos aeroportos dessas cidades estão interditadas para obras e é inviável o transporte dos doentes através de barco para Cruzeiro do Sul. Segundo Vasconcelos, em um mês de serviços prestados, a equipe já transferiu 25 pacientes, entre vítimas de acidentes e pessoas com COVID-19.

“A equipe é preparada para a remoção aeromédica. Os nossos tripulantes são capacitados para cumprir essas operações. E, geralmente, embarcam conosco um médico e um enfermeiro, quando se faz necessário”, relatou o comandante. O Harpia 04 continuará atuando na região no transporte e remoção de pacientes.

Consórcio Intermunicipal de Saúde repassa equipamentos para o serviço aeromédico do Oeste Catarinense

Consórcio Intermunicipal de Saúde repassa equipamentos para uso nas operações aeromédicas no Oeste Catarinense

Santa Catarina – Na manhã desta quinta-feira (11), a Polícia Civil recebeu equipamentos de saúde para uso no helicóptero do SAERFron (Serviço Aeropolicial de Fronteira) que trabalha integrado com o SARA (Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico) na região Oeste do Estado. Os materiais foram repassados pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde do Oeste de Santa Catarina (CIS-AMOSC).

Os equipamentos adquiridos são um dispositivo pediátrico “Baby Pod” (saiba mais sobre o equipamento) para o atendimento e transporte de recém nascidos e lactentes, um oxímetro para atendimentos primários e secundários, sensores de fluxo, imobilizadores, torniquetes, maca e uniformes para a equipe de saúde que atua no SARA. No total, foram investidos R$ 77.582,00.

Durante o evento também foi anunciada a renovação do convênio entre a Polícia Civil e o CIS-AMOSC que prevê repasse de recursos em 2021 para o serviço, além da capacitação dos profissionais do SAERFron e SARA.

Além das missões aeromédicas, Luxembourg Air Rescue está preparada para realizar salvamento com guincho elétrico

Luxemburgo – Além das operações de resgate e transporte aeromédico, as equipes do “Luxembourg Air Rescue” (LAR) também estão preparadas para realizar salvamento com uso de guincho elétrico. Em Luxemburgo existem incidentes frequentes em que é necessária uma ação rápida, pois em alguns casos os serviços de salvamento terrestre não conseguem alcançar a vítima no tempo necessário para o socorro.

Em estruturas altas, como turbinas eólicas, guindastes e torres de água, ou em terrenos de difícil acesso, o helicóptero será o meio mais eficiente para realizar o resgate. “Agora que as caminhadas estão se tornando cada vez mais populares, os acidentes em trilhas também estão aumentando.

Especialmente em Ösling, o local do acidente costuma ser tão remoto que os serviços de resgate teriam de caminhar vários quilômetros pela floresta para resgatar o ferido. Nesse caso, um resgate aéreo é uma opção real ”, disse Marc Rob, vice-presidente do LAR.

Um resgate aéreo geralmente requer pessoal bem treinado e com um guincho elétrico as equipes de resgate podem ser içadas por até 70 metros. No entanto, segundo a operadora, devido a problemas de financiamento, a associação sem fins lucrativos teve que renunciar a execução dessas operações nos últimos anos.

A manutenção e o treinamento no guincho eram particularmente caros. Entretanto, uma parceria realizada com o Corps grand-ducal d’incendie et de secours (CGDIS), garantiu o financiamento do uso do guincho pela operadora.

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Quem são esses profissionais e o que fazem

O LAR, criada em 1988, opera seis helicópteros de resgate MD 902, três dos quais estão diariamente prontos para decolar para missões de emergência. Os demais helicópteros estão de prontidão para substituição de um helicóptero que está em manutenção ou destinado a treinamentos.

Além dos helicópteros operam atualmente seis ambulâncias aéreas Learjet 45 XR e realizam mais de 3.000 missões todos os anos. Em dezembro de 2020, o LAR recebeu o Prêmio Adenauer-De Gaulle 2020 junto com o DRF Luftrettung por suas realizações internacionais ​​durante a pandemia de COVID-19.

Durante a crise, o LAR conseguiu levantar fundos necessários para financiar sua cápsula de isolamento rígida EpiShuttle (saiba mais sobre essa cápsula), dedicada ao transporte rápido e seguro de pacientes com COVID-19.

Duas outras cápsulas adicionais flexíveis também foram adquiridas para o transporte de pacientes no Learjet. Este equipamento foi financiado com o apoio da Fundação COVID-19, de responsabilidade da “Fondation de Luxembourg”.

Governo de Santa Catarina inicia operação especial para transferir pacientes com COVID-19

Governo de Santa Catarina inicia operação especial para transferir pacientes com COVID-19. Foto: Divulgação,

Santa Catarina – A Secretaria da Saúde, o Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar e o Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU/SAMU) deram início neste domingo (07), a uma operação especial para realizar a transferência de pacientes da região Oeste para outras unidades hospitalares de Santa Catarina.

Na tarde de domingo, um paciente foi transferido no avião Arcanjo 2, de Chapecó para o Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí. O paciente, que passou por complicações devido ao coronavírus, necessitou de transferência hospitalar. A aeronave percorreu 794 quilômetros, em um total aproximado de 2,5 horas de voo.

De acordo com o Superintendente de Serviços Especializados e Regulação, Ramon Tártari, existem vagas disponíveis em diversas regiões do Estado, mas Oeste e Meio Oeste estão enfrentando problemas com a falta de vagas para UTIs Covid Adulto. “O nosso cenário global aponta ocupação de 75% em Santa Catarina, mas essas localidades estão com taxas elevadas e em alguns casos, com ocupação máxima”, disse.

“Iniciamos essa operação que visa a busca de vagas em outras regiões e o uso do serviço aeromédico para maior agilidade nas transferências inter-hospitalares”, complementou. A aeronave permanecerá à disposição nos próximos dias para atender o serviço de regulação e transferir os pacientes.

Desde o início da pandemia, o Governo do Estado ampliou 75 leitos de terapia intensiva para a região Oeste Catarinense. Para o enfrentamento da pandemia, o Governo de SC já distribuiu mais de 700 respiradores e monitores, além de insumos suficientes para o aumento em 160% da rede de UTI adulto nas unidades hospitalares catarinenses.

Empresas de táxi aéreo e aeronaves do governo transferem pacientes da Região Norte para outros Estados

Sete Táxi Aéreo realiza transferências de pacientes da Região Norte do Brasil para outros Estados

Com a crescente demanda por leitos de UTI na Região Norte do país, várias pessoas tem recorrido ao transporte aeromédico para realizar transferências a outras regiões. Brasília, São Paulo, Minas Gerais e Goiás estão entre os Estados mais procurados pelos familiares para a busca de vagas em UTI e tratamentos de COVID-19.

Diversas empresas de táxi aéreo e aeronaves dos governos estaduais realizam as transferências de pacientes a diversas regiões do país. A Sete Táxi Aéreo realizou no dia 05 de fevereiro um transporte aeromédico entre as cidades de Porto Velho (RO) e Brasília (DF). Um homem de 71 anos estava internado no Hospital Bom Jesus, em Porto Velho, e foi transferido para o Hospital Santa Luzia, no Distrito Federal.

No dia 17 de janeiro realizaram o transporte de paciente de 59 anos da cidade de Manaus (AM) para o Hospital Star Rede D’Or, DF e no dia 16 outro paciente de 71 anos foi transferido de Manaus para Ribeirão Preto, em São Paulo.

No Pará, a Secretaria de Saúde já realizou 123 transferências de pacientes entre os dias 18 de janeiro e 06 de fevereiro. Desse total de remoções realizadas exclusivamente pela Central de Regulação, 109 ocorreram por via aérea e 14 por via fluvial, de municípios do extremo Oeste para os hospitais regionais de Santarém, Itaituba e Juruti.

Para Diogo Vilella, Diretor Comercial da Sete Táxi Aéreo, “para oferecer maior agilidade nos voos, estruturamos um atendimento mais rápido e prático aos clientes, mantendo sempre os padrões de segurança necessários. Como temos muitos parceiros na Região Norte,  vários voos foram demandados, principalmente dos estados do Amazonas e Rondônia.”

Equipes do SAMU resgatam vítimas de acidente de trânsito na PR-485

Equipes do SAMU resgatam vítimas de acidente de trânsito na PR-485

Paraná – Um capotamento na rodovia PR-485, entre Icaraíma e Alto Paraíso, deixou quatro pessoas feridas, sendo uma em estado grave. Um homem de 34 anos, passageiro do veículo corsa sedã, sofreu lesões complexas no braço e grande hemorragia no local.

O resgate foi realizado pelo SAMU de Icaraíma, com apoio da equipe aeromédica do helicóptero Saúde 10. Devido a situação crítica da vítima pela complexidade da lesão no braço direito, o homem precisou ser sedado e entubado.

Após estabilização, foi embarcado e removido pelo helicóptero do SAMU ao Hospital Uopecan de Umuarama. As outras vítimas foram levadas de ambulância ao Hospital de Icaraíma.

Com equipes e aeronaves preparadas para o aeromédico, CIOPAER realiza três remoções em menos de 24 horas

Com equipes e aeronaves preparadas para o aeromédico, CIOPAER realiza três remoções em menos de 24 horas no Ceará

Ceará – Três pacientes que necessitavam de transporte para unidades de saúde de alta complexidade foram beneficiados com a agilidade da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192).

Equipes e aeronaves preparadas para o serviço aeromédico foram mobilizadas entre a tarde de sexta-feira (5) e a manhã de sábado (6). Os pacientes partiram de Sobral e Araripe com destino a hospitais de Fortaleza e Quixeramobim para continuar o tratamento médico.

Com equipes e aeronaves preparadas para o aeromédico, CIOPAER realiza três remoções em menos de 24 horas no Ceará.

Dois recém-nascidos de 2 e 3 dias foram transferidos de Sobral para hospitais localizados em Fortaleza e Quixeramobim. Ambos nasceram na Santa Casa de Sobral prematuros e necessitavam de cuidados especiais. Na tarde de sexta, o primeiro recém-nascido foi levado no helicóptero Fênix 09 (H135) para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital e Maternidade Zilda Arns (Hospital da Mulher), em Fortaleza.

Na manhã de sábado, o segundo recém-nascido foi levado na mesma aeronave ao Hospital Regional do Sertão Central, em Quixeramobim. O paciente apresentava insuficiência respiratória em razão da prematuridade.

Também no sábado, uma menina de 11 anos, acometida de meningoencefalite, processo inflamatório que afeta o cérebro e as meninges, foi transferida da cidade de Araripe ao Hospital Infantil Albert Sabin, em Fortaleza. O deslocamento foi realizado no helicóptero Fênix 06 (H145), da Base de Juazeiro do Norte.

O trajeto na aeronave durou 2 horas e 40 minutos. Se o deslocamento fosse via terrestre, a viagem duraria cerca de 7h12min para percorrer os 520 quilômetros que separam a cidade do Cariri cearense até Fortaleza.

Referência nacional

A CIOPAER possui quatro aeronaves com capacidade de configuração para UTI Aérea e detêm modernos equipamentos, entre eles incubadoras de transportes de recém-nascidos, ventilador pulmonar, bombas de infusão, além de equipamentos como o farol de busca da Trakka Systems, que auxilia nas operações noturnas, oferecendo uma assistência adequada aos transportados.

Das quatro aeronaves, duas delas são dedicadas e outros dois modelos H135, podem ser preparados com equipamentos portáteis/móveis para realizar o serviço aeromédico.

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